quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

ACHANDO A VERDADEIRA SALVAÇÃO (13a)



 Se confessarmos os nossos pecados Ele é Fiel e Justo para perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9)
O PODER ESCRAVIZADOR DO PECADOR
         Amigo leitor retomo o assunto a respeito do poder escravizador do pecado. Que a luz a respeito desse assunto conforme apresenta as sagradas letras, venha a clarear sua mente a fim de que você possa conhecer todo bem que vence o mal. Quero lhe apresentar outro firme argumento a respeito da escravidão ao pecado. Digo e afirmo que é uma escravidão eterna. Meu amigo, já nascemos no pecado conforme a linguagem do salmista: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51:5). A escravidão ao pecado não foi uma decisão tomada a partir de determinada idade; não foi uma conseqüência de um viver sem controle ou disciplina por parte dos pais; não foi uma influência externa. Como disse anteriormente, a escolha foi feita em Adão; o tombo no pecado aconteceu ali no Éden; foi ali que decidimos seguir o roteiro traçado em nossos corações pelo pai da mentira, e a verdade é que essa escravidão ao pecado segue aqui nesta vida e passa para a eternidade. O pecado não nos abandona, ele é um algoz e implacável perseguidor e dominador.
         Amigo leitor, tal fato é algo digno de nossa mais profunda pesquisa e observação. Notemos o que nosso Senhor diz em João 8:35: “O escravo não fica sempre na casa; o Filho, sim, para sempre”. O que nosso Senhor está querendo realmente dizer quando introduziu estas palavras no assunto dito a respeito de escravidão? Nosso Senhor está mostrando não somente o estado miserável do homem que está a servir o pecado em sua pobre passagem por este mundo, nosso Senhor mostra também, que um escravo nada tem de valor, o escravo só serve para ser escravo. Ele faz uma analogia a respeito da diferença entre um escravo e um filho. Nosso Senhor usa uma ilustração bem conhecida porquanto naquele tempo era normal uma família rica possuir um escravo, como é costume adquirir uma empregada hoje para cuidar de uma casa. O escravo era comprado num determinado mercado por uma pequena ou vultosa quantia, tudo dependia da qualidade física e mental do escravo. Mas era comprado para ser um escravo, para servir. O escravo em nada tinha qualquer direito de filho, e se porventura o dono da casa quisesse desfazer daquele escravo ele vendia para outra pessoa, ou mesmo fazia uma troca. Em outras palavras, o escravo não tinha salário, nem herança, não tinha autoridade, não tinha certos direitos, e dependendo do seu dono podia até mesmo ser espancado e afligido sem haver qualquer censura por parte da sociedade. Um filho não. O filho numa casa tinha todo direito de filho, tal como boa comida, boa roupa, respeito e cuidado, além do fato de ser o herdeiro.
         Nessa analogia nosso Senhor mostra a tão deprimente situação na qual se encontra o homem neste mundo à serviço do pecado e sem nenhum direito. Ele vive aqui bebendo, comendo, dormindo, trabalhando para após o final de sua existência terrena partir deste mundo sem direito a nada. Entrou sem nada neste mundo e sairá daqui exatamente sem nada. Eis aí para que serve viver neste mundo como alguém que continuamente vive a servir o mal. Sem salvação, sem Jesus estar no trono da sua vida como Senhor, como o Rei, é fato que você não passa de ser um instrumento sob a autoridade do pecado para servir aos ditames do pecado, recebendo os ilusórios salários dados pelo pecado, para ajuntar aqui apenas palha para o fogo.    Nessa situação sua existência tão temporária aqui neste mundo é vã e para Deus completamente inútil. Paulo fala a respeito da vil situação dos homens no pecado em Romanos 3:12: “Todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer”. Meu amigo, nessa situação tão dramática conforme apresentada nas Sagradas Escrituras, convém que você encare com seriedade sua situação e agora mesmo, de todo coração clame a Jesus aquele que veio ao mundo e pagou com Seu Sangue precioso o preço da redenção do pecador. O que é melhor para você, com todos os membros do seu corpo continuar servindo ao pecado neste mundo perigoso, ou passar a servir a Cristo a fim de que por meio de sua vida possa glorificar o Rei dos reis e Senhor dos Senhores?

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