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terça-feira, 23 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (11 de 11)


“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

OS QUE CORREM PARA ESSA TORRE FORTE:        “Na qual o      justo se acolhe...”

        Voltando ao texto, vemos que os justos correm para lá porque há justiça na torre forte. Que lição memorável! Os justos amam a justiça. Ora, quem não tem essa noção de que há total diferença entre este sistema mundano e o modo de vida do crente em Cristo, na realidade não entendeu o que significa justiça. Com tristeza vemos o quanto a mensagem moderno é destituída desse elemento importantíssimo que é a justiça. Se os trapos de imundície não forem arrancados do homem, a fim de que ele veja sua própria vergonha perante Deus, então é sinal que os homens vão pular, dançar e festejar suas vidas religiosas perante seus ídolos, achando que Deus está satisfeito com eles.

        Vida cristã é justiça e é justamente por causa desse fato que os crentes sofrem tremenda oposição do mundo: “E sereis perseguidos por causa da justiça”. Em Mateus, no Sermão do Monte o Senhor diz: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça”. O mundo mostra o espetáculo da injustiça, em todos os aspectos do viver humano aqui. Note bem que os crentes fazem a diferença porque eles carregam a justiça de Cristo neles. Essa “veste branca” reveste o crente e mostra que Cristo habita nele, por isso a reação do mundo é de perseguição. Nem sempre é a perseguição sangrenta, mas há uma perseguição de oposição, de desprezo, zombaria e escárnio contra a fé. É por essa razão que os crentes encontram refúgio na “Torre forte”- o nome do Senhor.

        É nesse lugar forte que os justos se acolhem em oração, mas não em meras repetições, como costumamos ver. Eles se refugiam em Cristo, pois o mundo quer derruba-los, afastando-os da santidade e pureza de vida. O mundo não somente desconhece a justiça do céu, como também desdenha dela, porque a vida do justo fere a consciência deles. Eles não querem ser descobertos em seus pecados, suas tramas, traições e idolatrias, por essa razão fazem tudo para que o crente venha a cair. Onde os salvos vão achar refúgio? Eles imediatamente encontram Naquele que os salvou.

        Mas tem uma lição a mais que emana do texto. Os homens ímpios, convictos de seus pecados e arrependidos correm para lá à busca dessa justiça. Quando Deus traz convicção de pecado aos homens, imediatamente eles querem buscar refúgio para suas almas. Eles percebem que vão morrer e que carecem do Salvador, a fim de escapar. Lembremos de Joabe, o capitão do exército de Israel, no reinado de Davi. Joabe mostrou ser um homem perigoso, covarde e assassino, por essa razão, devido os atos homicidas dele, Salomão ordenou sua morte. Sabendo que iria realmente morrer, para onde Joabe fugiu? Ele correu para o Tabernáculo e pegou nas pontas do altar. Ele foi para o altar de holocausto, como que pedindo misericórdia de Deus. Foi um ato de sabedoria da parte de Joabe. Ele não pediu compaixão de Salomão, mas sim de Deus, pois queria escapar da condenação de sua alma.

        Amigo, você que ainda não se converteu a Cristo para sua salvação, corra agora para abrigar-se neste nome, a fim de escapar da ira vindoura. Ninguém pode escapar da morte física, mas da morte eterna Cristo dar completa salvação e plena certeza de salvação.


sexta-feira, 19 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (10 de 11)


“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

OS QUE CORREM PARA ESSA TORRE FORTE:        “Na qual o justo se acolhe...”

        Finalmente, vemos que o texto é categórico ao afirmar que a “Torre forte” é o lugar onde o justo se acolhe. Por que o justo se acolhe nesse Nome que é refúgio? Sem dúvida devemos examinar essas verdades, porque todos os convertidos precisam saber dessa verdade e exercer a fé em buscar esse santíssimo lugar. A primeira lição é que foi nesse nome que eles acharam abrigo para suas almas antes condenada. Foi exatamente o que Pedro disse aos crentes em sua segunda carta: “Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo”.

        Não é uma lição memorável? Ali estava o grande Pedro, o qual foi chamado para ter a posição de apóstolo; o qual teve o privilégio, com Tiago e João de presenciar o Senhor na transfiguração. Toda essa dimensão de privilégio poderia  mexer em seu coração, para que naturalmente ele se achasse como sendo o primeiro Papa. Mas não! Pedro afirma que, juntamente com todos os crentes ele foi beneficiado na justiça do Salvador. No tocante à salvação não há qualquer diferença entre os salvos, pois todos foram trajados com vestes brancas da justiça de Cristo e todos igualmente foram salvos e pertencem a Cristo para sempre.

        Mas, o nome que nos faz amar o Senhor é contínuo lugar de refúgio, por isso satanás não nos toca. Uma razão é que aprouve o Senhor nos identificar com o Senhor, nos esconder, ocultar Nele: “Se alguém está em Cristo...”. Eis o que a salvação perfeita fez. Não há qualquer perigo que arrancar o  crente dessa sempiterna posição. Além disso, pela fé os santos têm o privilégio de terem a habitação de Cristo neles, o que faz deles impressionantes vencedores. Pela fé eles tomam diariamente a Palavra e põem-na como arma poderosa, guardada em seus corações, tendo em mente derrotar o pecado, algo estranho para este mundo escravizado em suas paixões.

        Também, é nesse nome que os santos encontram o socorro presente nos momentos das angústias (Salmo 46:1). Qual o santo que nunca passou por momentos  quando eles olham para todos os lados, sem ver qualquer esperança? Notemos bem o quanto a graça está presente como nossa contínua professora, pois na escuridão das cavernas a graça aponta a luminosidade  de escape. É claro que não vem sem o custo das orações. Se não fossem as lutas desta vida não conheceríamos o que significa súplica, petição e intercessão; seríamos meros religiosos fazendo orações rotineiras. A escuridão amedrontadora faz com que corramos para nosso refúgio secreto, pois perto está o Senhor de todos os que O invocam. Cuidemos, pois neste mundo secularista, tudo é feito para que confiemos em nosso braço, achando que somos fortes e que não precisamos do Senhor. O evangelho tão frágil pregado em nossos dias tem feito crentes-descrentes. Cuidemos com o espírito deste presente século perverso! Lembremos bem que não passamos de meros vermes entre poderosos inimigos. Corramos para buscar refúgio nesse nome que é “Torre forte”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


quinta-feira, 18 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (9 de 10)


“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

OS QUE CORREM PARA ESSA TORRE FORTE:        “Na qual o      justo se acolhe...”

        Chegando ao final, vemos que o próprio texto mostra que não são todos os homens que buscam refúgio nessa “Torre forte”. É claro que os homens no pecado nem sequer cogitam confiar no nome do Senhor. É mais fácil para o homem natural confiar num pedaço de madeira do que confiar no Senhor.

        Mesmo aqueles que viveram perto e presenciaram as maravilhas de Deus, se não houve um trabalho da graça em suas vidas, jamais eles vão tolerar até mesmo o pensar em confiar no Senhor. Não esqueçamos de que foi essa a atitude do povo mais pobre de Jerusalém, pois mesmo vendo cidade destruída e eles escapando da espada e da fome, por causa da misericórdia de Deus, não quiserem ouvir o profeta Jeremias, antes se uniram para sacrificar e trabalhar pela deusa chamada “rainha do céu”. Diz a tradição que foram eles mesmos quem apedrejaram o  profeta e o mataram.

        Os homens no pecado não correm para lá porque confiam neles mesmos e cravados nessa insensata disposição eles agem como peixes que, uma vez tirados da água se debatem querendo voltar ao seu habitat natural. Foi pela misericórdia de Deus que Ló e as filhas foram arrastados para fora da cidade, para buscar refúgio numa monte e depois numa caverna. A esposa de Ló, bem como os genros se dispuseram a morrer em seus pecados, como ocorreu com todos os moradores das pervertidas cidades de Sodoma e Gomorra. Essa é a história deste mundo soberbo, o qual se acha na disposição de armar-se para enfrentar o próprio Deus.

        Mas o texto nos mostra que a “Torre forte” é o lugar dos Justos: “...onde o justo se acolhe e está seguro”. Ora, não devemos nós buscar esse entendimento? Incrível, mas temos em Jesus no perfeito modelo, porquanto em Sua humilhação Ele se dispôs a confiar em Seu Deus. Ele o Justo, desde que entrou no mundo, Sua jornada aqui foi de completo abandono à vontade do Pai e jamais deixou essa confiança de lado. Foi Ele ridicularizado pelos inimigos: “Confiou em Deus? Que ele o livre!”. Ele, o Justo buscou refúgio no nome do Seu Deus e se abrigou Nele, como vemos no majestoso Salmo 22, onde Ele mesmo narra Sua experiência na cruz – lugar de horror e desespero. Nosso Senhor se torna o perfeito modelo do Justo, o qual aprendeu, com duras provas o que realmente significa confiar em Deus. Ele fez isso na Sua posição de Cordeiro, porquanto sofrendo toda afronta inimiga, jamais abriu Sua boca para se defender, antes Se entregou ao Pai, para que Ele fosse Seu forte defensor.

        Como Homem muito mais, porque veio carregar em Seu corpo de humilhação nossos pecados, nossas enfermidades e para isso foi o manso Senhor, longânimo, paciente, humilde, sem deixar de ser o forte herói. O Justo não recuou, com medos dos inimigos; ao buscar refúgio no Seu Deus Ele não fugiu amedrontado como Pedro. Antes foi enfrentar sozinho os terríveis inimigos, para destruí-los, a fim de trazer as maravilhas da tão grande salvação ao Seu povo. O que os justos fazem agora? Eles tomaram Cristo como a verdadeira “Torre forte”; o Nome do Senhor é a poderosa Torre para todos os justos e é nessa verdade que eles encaram pela fé e são mais que vencedores.


terça-feira, 16 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (8)


“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

ACHANDO REFÚGIO NESSE NOME: “...no qual o justo se acolhe e está seguro”

        Quantas vezes temos que admitir e confessar nossos fracassos, justamente porque não recorremos a esse lugar forte! Eu mesmo posso dizer que enfrentei muitos dissabores por não buscar refúgio no Senhor. Mas posso trazer o argumento seguinte:

Nem sempre a segurança parece que será sustentável, até que a fé conquiste em luta e angústia. Davi foi quase apedrejado pelos seus próprios soldados, quando todos viram Ziclague saqueada e suas famílias levadas. Quando o desespero quase envolveu, trazendo-lhe a morte, eis que a fé surgiu para buscar resposta em Deus. A fé consegue ver que Deus mantêm aquela portinhola aberta para escape e foi assim que Davi escapou e trouxe triunfo e alegria, com todos seus homens tendo suas famílias de volta, na derrota completa de todos os inimigos (1 Samuel 30).

        Às vezes, muitos crentes contam com o escape vindo das ternas compaixões de Deus. No caso de Josafá, nem foi sua fé, pois quase seria atravessado por uma flechada, caso o Senhor não entrasse em ação, a fim de socorrer Seu servo. Nem podemos imaginar como muitas vezes, sem que percebamos, Deus usa circunstâncias bem adversas, para nos empurrar para o lugar forte. Quantas vezes os crentes não percebem que escaparam da morte, dos perigos ou mesmo de uma queda moral. O que nós somos neste mundo? Nada! Não fosse a mão poderosa do Senhor seríamos simplesmente fritados neste mundo, tão cheio de perversidade e de agentes invisíveis que querem nos destruir. Muitas vezes não entendemos o quanto a Torre forte nos puxa para o lugar seguro e nos mantém ali humilhados pelo resto da vida. Davi nunca mais foi o mesmo, em termos de batalha e justiça, após sua queda com Bate-Seba.

        Às vezes o Senhor nos priva de determinadas bênçãos terrenas, tão buscadas por nós, e nos coloca ocultos Nele, sem que saibamos que Sua decisão foi perfeita para nosso bem. A graça Dele foi suficiente para Paulo, e o apóstolo entendeu o quanto Sua fraqueza era um tipo de “caixa vazia”, a fim de que Deus pudesse encher dos valores absolutos e fortes da graça: “Quando sou fraco, então sou forte”. Podemos entender isso? Sim! Onde? No lugar chamado “Torre forte”.

        Muitas vezes o acolhimento é entendido sem que a mente humana possa compreender. A “Torre forte” é incompreendida para o mundo, porque o mundo desconhece o lugar onde somente os santos vão. O que Deus faz é deixar o mundo perplexo com Seus atos poderosos. Ele guardou os três amigos de Daniel na “Torre forte”, dentro de uma fornalha e foi Torre forte para Daniel num lugar improvável, a cova cheia de leões famintos. Podemos entender isso? Sim. A fé entende e glorifica Deus. Muitas vezes a “Torre forte” é o lugar de acolhida para recepções eternas. Quantos santos de Deus estão morrendo com a pandemia da covid ultimamente! Quando os lutos acontecem com os santos neste mundo é porque eles acharam o abrigo seguro para sempre. A subida para o Monte Sião é a decisão de Deus para recepcionar os Seus amados. Partir para estar com Cristo é infinitamente melhor, mesmo que aqui ficaram os prantos, a dor e saudades.


sexta-feira, 12 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (7)


“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

ACHANDO REFÚGIO NESSE NOME: “...no qual o justo se acolhe e está seguro”

        Aquilo que é loucura para o mundo é suprema grandeza para os salvos. A vida é entendida na base daquilo que vejo e entendo e tudo isso é transferido para nossas emoções e atos. O mundo vive do que é visível e toda sua atividade está envolvida nisso, por essa razão um verso como esse de Provérbios 18:10 não terá qualquer valor; para o mundo tudo isso não passa de loucura e perda de tempo, porque não trará qualquer benefício terreno. Mas é diferente para o crente, porque os salvos passaram a ver; passaram a ter a visão espiritual, a fim de enxergar o que antes jamais viram. Lembremos bem que as coisas de Deus são invisíveis, mas a fé vê o invisível (Hebreus 11).

        Eis as ações da fé quando encontra um ensino como esse, porquanto a fé encontra o abrigo certo e todo seu ser é encorajado a aceitar, inclusive o corpo. Tenho falado muitas vezes sobre o quanto a fé verdadeira age, enfrentando o que parece ser impossível. Sempre vou reiterar esse mesmo assunto, porque o que chamam de cristianismo hoje não passa de ser um movimento levado pelas emoções. É comum hoje ver como até mesmo a bíblia é usada para cimentar um caminho mais fácil para a jornada sentimentalista dos homens. A verdade é que a palavra de Deus tem sido abandonada e isso é completa falácia. Mas a fé verdadeira ama a palavra e vive da palavra. A fé usa os pensamentos e as emoções, mas ela canaliza tudo pela verdade revelada e segue tal caminho.

        Assim vemos a vitoriosa fé celebrando grandes conquistas; assim os santos prosseguem, vencendo dissabores e obstáculos, achando refúgio no Deus da bíblia. A fé é adoradora: “Bendize, ó minha alma ao Senhor!” (Salmo 103:1). A fé quanto mais alimentada da verdade for, mais forte ela fica para prosseguir; ela tem pés para correr quando precisa, tem calma para andar sob o comando da verdade e expõe suas asas quando precisa voar acima de tudo que aqui parece ser impossível. Não aprendemos isso com os grandes heróis da fé? Claro! No caminho da fé ela não se opõe ao sofrimento, ela segue em obediência, porque sabe que tudo resultará em louvor a Deus e felicidade no viver. Não foi assim com Ana? Ela não considerou a vergonha de ser estéril, pois pela fé considerou Deus seu refúgio e Torre forte, por isso não se amedrontou. Ela não buscou ter um filho somente pelo prazer em ser mãe, mas aproveitou a situação para honrar o Senhor em Suas obras milagrosas (1 Samuel 1).

        A fé se refugia na Torre forte sim, mas é dali que ela assume o compromisso de viver, sob o comando de um Deus que tudo pode. A fé se esconde no Senhor e nele vive embasada de uma ousadia descomunal. Para Davi parecia que tudo estava desmoronando, assim que chegou em Ziclague e viu que os amalequitas tinham posto fogo em tudo e levado mulheres, filhos e bens. Mas a fé se ergueu para buscar socorro do Senhor e foi assim que destruíram os inimigos e trouxeram os despojos deles, além das famílias completas. “Refúgio Cristo sempre dá, refúgio sim de todo mal. Quem Nele crê escapará de tudo quanto é inferna!”


quinta-feira, 11 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (6)


“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

CONHECENDO ESSE NOME: “Torre forte é o nome do    Senhor...”

        Sempre, em todos os seus ensinos, advertências, conforto e promessas o Senhor se apresentou como o lugar que é Torre forte. Foi na segurança dessa “Torre forte” que santos de Deus acharam escape. Qual é o crente em Cristo que não teve ou não tem tido essa experiência? Foi nessa confiança santa, enfrentando jornadas perigosas que homens de Deus encararam os perigos terríveis. Habitar na segurança da Torre forte é experiência para que sentem a fraqueza da carne e correm pela fé para buscar a força da graça nesse lugar de refúgio – o nome do Senhor.

        Digo mais que foi nesse lugar forte que todos que alcançaram a salvação em Cristo acharam refúgio permanente contra satanás. Onde o pobre e condenado pecador achará abrigo e segurança contra a ira de Deus? Tem alguma provisão noutro nome? Pedro afirmou que abaixo do céu não existe outro nome, pelo qual importa que sejamos salvos (Atos 4:12). O texto deixa claro que não há outro nome. Que lição maravilhosa! Tanto o Velho Testamento, como o Novo Testamento assegura essa salvação a todos, por isso a mensagem ultrapassa toda barreira entre as nações, ferindo assim o orgulho dos judeus, os quais achavam que o Deus de Abraão era somente dos judeus.

        Mas notemos bem que Deus deixa claro, especialmente em Isaías, chamando às nações, para que elas conheçam Seu grande nome e Sua grande salvação. Os cânticos em Israel celebravam a mesma mensagem: “Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor todas as nações” (Salmo 96:1). Ainda o pequenino mas grandioso Salmo 117:1: “Louvai ao Senhor todas as nações, louvai-O todos os povos”. Nosso Senhor enfrentou a carranca dos judeus, mostrando que Deus amou o mundo, não meramente o mundo dos judeus, mas sim o mundo de todas as nações. Ele mesmo assegura aos incrédulos judeus que Ele tem ovelhas de outros apriscos, as quais Ele vai reunir num só aprisco, a fim de formar um só rebanho e um só Pastor.

        Assim o evangelho invadiu as nações e milhões acharam refúgio nesse grandioso nome. Quando Saulo de Tarso caiu no caminho de Damasco, pela misericórdia o pobre verme tombou nos braços de amor do Senhor, o qual havia morrido por ele. Pergunte aos santos de Deus no mundo inteiro; chegue até à glória da Nova Jerusalém e ali pesquise sobre o que ocorreu na tão grande salvação. Todos eles dirão que acharam refúgio em Cristo a Torre forte, e assim eles puderam escapar da morte e condenação que pairavam sobre eles. Não é uma mensagem cheia da compaixão de Deus? Note a mensagem que começa um antigo e imortal hino: “Seguro estou, não tenho temor do mal, sim guardado pela fé em meu Jesus”

        Afinal, o que o evangelho da glória proclama aos pecadores? Não é a tão grande salvação? Que maravilha ocorre quando Deus ergue do Seu trono, a fim de atrair pecadores ao arrependimento. São estes que correm para esse santo lugar. Que amor glorioso mostra o Senhor pelos contritos! Que face de amor! Que recepção cheia de perdão os pecadores arrependidos têm!

 


quarta-feira, 10 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (5)

             

“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

CONHECENDO ESSE NOME: “Torre forte é o nome do    Senhor...”

        Examinemos agora o nome do Senhor de uma forma mais profunda, a fim de envolver nossas almas nesse santo lugar de segurança a todo momento. Vivemos em dias quando o sistema evangélico promove mais festas, superstições e emocionalismo do que realmente o viver pela fé, conforme o padrão da palavra de Deus e conforme sempre viveram e vivem os santos do Senhor. Só nos apressaremos em buscar o lugar de refúgio se realmente entendermos o que significa este mundo e seus perigos tão envolventes que tanto ameaçam nossa fé. Para muitos hoje ser crente é obter um ingresso para entrar no céu, guardar esse ingresso numa bolsa chamada “declaração de fé” e partir para aproveitar o mundo. Mas nunca os santos de Deus entenderam a vida cristã assim, porque seus corações eram cheios de santo temor e de disposição para enfrentar a terrível oposição neste mundo.

        Notemos como o Senhor sempre se apresentou como o lugar de refúgio. Vemos isso em todos os 4 evangelhos, porque o bom Pastor sempre viu seus discípulos como ovelhas, precisando de Sua presença e promessa. Ele, com amor repreendia a falta de fé, mas sempre estava por perto e amparando seus servos. Aparece essas verdades especialmente em João, a partir do capítulo 12, indo até o capítulo 17. Nosso Senhor estava perto de entrar sozinho no jardim do Getsêmani e depois partir para ser crucificado, mas antes disso revestiu Seus discípulos de promessas, conforto, exortando a confiar Nele: “Credes em Deus, crede também em mim”. Sua divindade aparece no fato que Ele exaltou Seu nome perante os discípulos; não foi um mero profeta, falando em nome de Jeová, mas sim o próprio Jesus, Deus conosco que estava na companhia dos seus atemorizados servos.

        Seus discípulos sempre viram essa verdade nesse nome. Nota-se isso a partir do dia de Pentecostes quando os receberam o Espírito Santo desceu para habitar permanentemente neles. Quanta ousadia envolveu o coração daqueles homens, numa confiança destemida no seu Senhor! Homens como Pedro se levantaram para pregar em nome do Senhor ressuscitado, desafiando a liderança religiosa, hipócrita e assassina, e enfrentando a própria morte. Tudo isso mostra como aqueles homens, bem como todos os que iam sendo salvos se sentiam seguros nessa “Torre forte” – o nome do Senhor. Outro detalhe aparece na ousadia como eles oravam, pedindo poder e graça para pregar o santo nome do Senhor; como a igreja orou fervorosamente pela libertação de Pedro na prisão (Atos 12) e como a conversão de Saulo de Tarso mostrou a dinâmica fé de um homem disposto a enfrentar tudo numa inaudita confiança em Deus.

        Outra verdade que sobressai em toda bíblia, especialmente nos salmos é a confissão dos sinceros crentes, como eles manifestaram sua confiança em Deus. Olhemos a vida de Deus, como o Salmo 22 expressa sua incrível dependência de Deus para suas atividades de guerra e como foi que Deus o concedeu livramentos impressionantes. O mundo não consegue ver nem explicar o quanto o nome do Senhor é, de fato uma poderosa “Torre”. Somos convocados a correr continuamente para esse lugar e ali o repouso e segurança que tanto nossas almas precisam.


terça-feira, 9 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (4)


“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

A GRANDEZA DESSE NOME: “Torre forte é...”

        Outro detalhe visto no texto é que o Espírito de Deus põe o “nome” no singular e a razão é que nesse “Nome” se acham todos os perfeitos, maravilhosos e necessários nomes. É por essa razão que usamos o Nome do Senhor em tudo. Os apóstolos desafiavam enfermidades e o poder da morte na autoridade desse nome: “Em nome de Jesus”. É claro que falsos mestres brincam com o poderio do nome do Senhor hoje, a fim de dar impressão de autoridade e arrancar os bens do povo.

        Devemos saber que o Senhor tem nomes para tudo o que seu povo precisa e no texto vemos que Seu nome representa para os salvos a Torre forte. Nesse caso, o justo busca abrigo e segurança contra as investidas de satanás e os ataques sutis do pecado e do mundo. É seguro nessa poderosa “Torre” que os crentes se acham plenamente seguros em sua salvação: “Sim guardado pela fé em meu Jesus” (parte da letra de um antigo hino do cantor cristão). Onde poderemos nos refugiar dos poderosos ataques do diabo, o qual quer a todo instante nos destruir?

        Como podem ovelhas frágeis como somos nós suportar as pressões de um mundo vil, liderado pelo poderoso pai da mentira? Não é correndo pela fé para esse lugar de abrigo? Sabemos que estamos expostos fisicamente, mas a fé se sente seguro e ordena a nossa alma a confiar nas santas promessas. Foi assim que santos homens e mulheres crentes encararam o mundo com suas hostes ferozes em momentos terríveis. Mesmo enfrentando perigos, dores e atrozes perseguições, eles se sentiram amparados nesse nome e isso é algo que o mundo não consegue explicar. O mundo chega até nós para atingir nossa parte externa, mas não pode entrar na “Torre forte”. Tudo por fora pode ser abalado e nós sentimos isso: “Em me vindo o temor, hei de confiar em Ti”. Será pura arrogância dizer que o salvo não sente o pavor que vem nos assolar. Mas a diferença está no fato que a fé encontra o abrigo certo no momento certo.

        Ora, é impossível dar nome a Deus. Os nomes que Ele recebe refletem o que Ele é em relação aos homens. O grande EU SOU é tudo o que os simples e perseguidos santos de Deus precisam e Seu nome reflete Sua glória em tudo. Como o mundo entenderá isso? Não há diabo, demônios, mundo, morte e inferno que possam destruir os santos de Deus. O máximo que eles podem fazer é abalar o que abalável, mas isso faz parte dos planos eternos e nisso os inimigos são exímios artistas. A espada de Herodes atravessou o frágil corpo de Tiago (Atos 12), mas não cortou sua alma. Os santos não estão marcados para o inferno, mas sim para o céu, por isso os inimigos surgem para tirar os defeitos externos que os santos carregam e mesmo que a morte não chegue, eles vão produzir mais fruto.

        Outro detalhe que o texto nos mostra é que o nome do Senhor envolve tudo o que significa salvação. Sempre pensamos em salvação do inferno e que o Senhor nos livrou da penalidade eterna e da ira de Deus. Mas isso é apenas uma parte da tão grande salvação. Nem sequer podemos imaginar a grandeza do trabalho do nosso Deus em favor do Seu povo dia após dia, a fim de dar a eles o conforto, livramento e confiança na jornada rumo ao lar eterno. Por esse fato caro irmão, prossiga firme, ainda não chegamos lá.

sexta-feira, 5 de março de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (3)

                        

“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

A GRANDEZA DESSE NOME: “Torre forte é...”

        Que lição cheia das riquezas da graça temos nesse verso! Sem dúvida é a sala de aula para a fé verdadeira, porque onde entram os assuntos da graça, ali a fé está presente. Ora, a vida cristã é carregada de experiências maravilhosas e a fé quer compartilhar, como sempre vemos nas mensagens dos antigos hinos: “Creio, creio, ó meu Jesus creio em Ti! Quando me cercam as ondas do mal, Cristo Jesus creio em Ti!”. O Espírito de Deus, Autor perfeito da Palavra endossa ainda mais o verso com a poderosa ilustração: “Torre forte é o nome do Senhor...”. Assim, embasado nessa solene verdade vamos caminhar vendo um pouco dos insondáveis ensinos que nos traz esse verso.

        Sem dúvida, em nosso viver no pecado pusemos toda nossa confiança em outros nomes: “Ó quão cego eu andei e perdido vaguei, longe, longe do meu Salvador!”. Quem é o crente que não narra esse histórico do seu inútil passado? Ele não precisa viver contando isso, mas numa circunstância especial o Senhor fará o mesmo que Paulo fez perante a multidão de judeus incrédulos e perante o rei Agripa, narrando sua experiência do encontro com o Salvador. É claro que a experiência de Paulo foi provavelmente a única na história dos crentes. Mas a verdade é igual a todos, que nossa vida no pecado foi por nossa confiança em qualquer nome, menos no nome do Senhor. Não foi um ato de loucura de nossa parte? Claro! Um estilo de vida como a nossa outrora na incredulidade prova o quanto éramos inimigos, mostrados na nossa maneira de pensar e pelo modo de viver também.

        Aliás, os homens no pecado jamais terão prazer em confiar no Deus da bíblia. Posso assegurar que é algo impossível. A natureza humana segue a lei gravitacional do pecado, pois sempre desce e nunca sobe. Por natureza, nosso terreno teológico está aqui neste mundo e aprendemos como colocar nossa confiança em nosso próprio braço mortal, achando que somos sábios em fazer isso. A tendência da natureza humana é desconfiar de Deus. Mesmo os crentes, eles são ordenados a fugir da idolatria, porque faz parte da nossa natureza carnal. Não há loucura maior nos homens que vivem no pecado do que por a confiança em outros.

        A idolatria é a essência do pecado e essa atividade faz parte da mente, das emoções e de toda disposição volitiva do homem. Notamos isso quando voltamos nossa atenção para a história de Israel, como Deus orientou o povo contra a idolatria. O capítulo 4 inteiro de Deuteronômio é dedicado a instruir o povo contra esse perigo que sempre trouxe a ira de Deus contra a nação. Quando Deus soltava o povo, eis que todos desciam às mais loucas aventuras de confiar nos deuses das nações vizinhas. Deixados soltos, o povo de Israel não hesitava em trazer as profanas e demoníacas atividades idólatras até mesmo para dentro do templo em Jerusalém. Um dos trabalhos mais tremendos nos dias do rei Josias foi fazer essa limpeza, em lançar fora ídolos e mais ídolos trazidos pelos reis para Jerusalém e para a casa do Senhor.

        Tudo isso vem dizer o quanto nós éramos assim em nossa jornada pecaminosa por este mundo, e como, mesmo sendo crentes somos impelidos à buscar forças noutros nomes, menos no nome do Senhor.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (2)

                        

“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

A GRANDEZA DESSE NOME: “Torre forte é...”

        Agora é o momento para que encaremos o verso acima. É muito difícil achar contextos em Provérbios, a não ser nos primeiros 9 capítulos. A razão é que os provérbios funcionam como se fossem tijolos na construção de uma casa e cada Provérbios é um ensino basicamente separado. Mas no caso de Provérbios 18:10 aparece no verso 11 o fato que os ricos põem sua confiança em seus bens, fazendo assim um contraste entre o viver de fé dos justos, os quais se abrigam confiadamente no Nome do Senhor, enquanto os homens mundanos seguram firmemente em suas riquezas aqui. Grande diferença! A meu ver todo homem no pecado tem sua confiança em riquezas. Isso não ocorre somente com os ricos, mas também com os pobres, porque a luta destes é alcançar a riqueza, a fim de assegurar sua vida nela. Podemos lembrar do homem rico, o qual foi a Jesus procurando saber como poderia herdar a vida eterna. O que vimos foi um homem cujo deus era sua riqueza, por isso recusou seguir a Cristo, rumo à vida eterna (Lucas 18).

        Mas o texto de Provérbios tem em vista mostrar a lição mais preciosa que existe para os crentes, quer sejam eles ricos, quer sejam pobres, porque a fé deles é a mesma. Não há riqueza terrena que possa desviar a fé firme do crente que está amparado na Rocha da salvação. Notemos bem que o salvo não é uma pessoa boba e sem qualquer progresso. Abraão, em sua época foi um dos homens mais ricos naquela região, mas vemos nele um homem de fé, o qual marchava firme em plena confiança que seu Deus lhe conduzia pelo caminho certo. O refúgio daquele crente não estava em sua riqueza, mas sim em seu Senhor, por isso aguardava o triunfo eterno após a morte.

        Mas importa que analisemos a forma como vivemos anteriormente, quando estávamos aptos para por nossa confiança em tudo desta vida, menos em Deus. Qualquer crente pode testemunhar isso em sua vida. A história de Israel é nossa história, porque temos a mesma natureza que tiveram aquele povo, bem como qualquer pessoa de qualquer nação. Não podemos esquecer que viemos do pecado e no pecado não há qualquer espécie de confiança firme em Deus. O pecado nos empurrou para graves consequências e só não fomos atirados no abismo porque o Senhor estendeu Sua misericórdia sobre nós, a fim de trazer o livramento que nos tornou justos agora.      Cada crente tem um testemunho diferente de como foi sua vida no pecado. Alguns foram mais profundos no pecado do que outros, mas a verdade é a mesma. Tanto faz escorregar numa lama superficial e afundar num lodaçal. Saulo de Tarso, tão religioso que era, mesmo assim se intitulou como sendo o principal dos pecadores. O fato é que a loucura do pecado e no pecado é extremamente profunda e nem podemos imaginar. Nossas decisões no mal sempre foram para o pior. Deixados sozinhos, os homens passam a confiar. Notemos o rei Assuero do livro de Ester, porque depois de saber que Mardoqueu havia denunciado os dois homens que queriam matar o rei, mesmo assim, após ter executado os assassinos, ainda elevou o perigoso e assassino Hamã à posição mais alta no reino. Não fosse a intervenção de Deus, o povo judeu teria sido massacrado. Essa é nossa história, por isso humilhemos e adoremos nosso Senhor.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

“CONFIANÇA NO NOME DO SENHOR” (2)

 

                         

“Torre forte é o nome do Senhor, no qual o justo se acolhe e está seguro”  (PROVÉRBIOS 18:10)

INTRODUÇÃO:

        Pregar em Provérbios sempre foi um tremendo desafio para mim, porque é o livro de sabedoria e dentre todos os homens eu sou o que mais preciso aprender como ser sábio. Por ser um livro que ensina a arte da sabedoria de Deus que parte de corações que Lhe temem, Provérbios está cheio de incríveis doutrinas, porque, como ocorre com todos os livros da bíblia, está de comum acordo com toda Escritura. Acima de tudo, Provérbios trata de um viver que mostra sabedoria numa dedicada confiança em Deus. Se quisermos aprender a aplicar na vida a excelência no viver, então aprendamos a confiar no Senhor, porque trata da sabedoria que envolve nosso ser em todos os aspectos da nossa vida

        Eu creio que devemos considerar esse texto como uma joia preciosa que simplesmente descobrimos. O texto exalta o nome do Senhor e declara que esse nome é torre forte. O tema é muito profundo e atrativo aos corações que realmente ama. Lembramos bem que na incredulidade os homens se apegam a algum nome, como o de Maria, de algum santo ou outro nome qualquer fabricado num coração incrédulo. Mas aqui nós estamos examinando o nome do Senhor e vale a pena examinarmos com amor e carinho, buscando aquilo que é para nosso bem.

        Minha esperança é que essas páginas que virão não sejam meras páginas que venham ocupar o blog, mas sim lições que enchem nosso ser de alegria, que farão sentido em nossa forma de viver. Estamos andando e peregrinando num mundo assustador e nossos dias provam isso. Aqui no Brasil  a situação é grave com a covid chamando homens e mulheres para a “guilhotina”. Poucos dias atrás minha irmã que mora em Uberlândia (estado de Minas Gerais), me ligou dizendo que pessoas aos montes estão morrendo lá.

        Além dessa condição tão terrível pela qual estamos passando, o mundo está mergulhado nas mais profundas perversidades do pecado. Os cidadãos de Sodoma eram chamados de “pecadores e perversos” diante de Deus. O que podemos dizer acerca dessa geração que domina o mundo na área religiosa, política e cultural? Estamos cercados pela maldade e tudo está sendo feito para derrubar os crentes e implantar no mundo uma sociedade podre, sem Deus, sem família, sem autoridade, etc. onde somente os fortes dominam e a população sofre.

        Não vale a pena considerarmos o texto de Provérbios 18:10? Não precisamos nós urgentemente dessa “Torre forte”? Que eu possa contribuir para o bem do povo de Deus. Isso será contagiante para mim. Tenho maior prazer em ver o povo de Deus se alegrando na verdade, por isso eu me gasto. Neste vale de dor, tristeza, adeus, e inúmeros sofrimentos, não tem dúvida que precisamos entender quem é o nosso Senhor, por que Ele nos amou e como é nosso Salvador presente. Precisamos saber que Ele nos salvou da condenação e que também nos salva da angústia, dos perigos do pecado e de inúmeras tentações. Que impressionante lugar temos para nos abrigar deste mundo mau! Glórias ao Senhor!