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sábado, 22 de março de 2014

“TENHO FARTURA”



                                     
Mas Esaú disse: eu tenho muitos bens, meu irmão... Deus tem sido bondoso para comigo e tenho fartura...” (Gênesis 33:9,11).
         Caro leitor, no conceito de prosperidade havia grande diferença entre Esaú e Jacó. Spurgeon diz: “É tão raro quão agradável encontrarmo-nos com um homem que tenha fartura; a grande maioria está lutando por obter mais”. Mas essa é a real diferença vista entre um crente e um mundano. No caso dos dois filhos de Isaque, Esaú era um verdadeiro incrédulo, enquanto Jacó se tornou um crente, mediante a graça de Deus.
         Meditemos um pouco acerca disso, porque as palavras ditas por esses dois homens mostram o que realmente significa prosperidade no conceito carnal e no conceito espiritual. Esaú sempre mostrou ter um coração mundano. Em suas ambições sempre perseguiu a prosperidade terrena; sempre mostrou disposto a lutar, trabalhar incansavelmente para obter riquezas e conforto deste mundo. Vemos na vida de Esaú que seu ideal era o mesmo que tem um coração incrédulo. Ele queria ser um príncipe, queria ter nome, fama, sucesso; queria que sua descendência fosse constituída de reis e príncipe; queria servos, camelos, gados, ouro, prata, etc. Realmente obteve tudo aquilo que tanto queria, pois logo no cap. 36 de Gênesis vemos o quanto avançou a nação edomita, enquanto Israel não passava de um povo simples que estaria sob intensa escravidão no Egito.
         Mas, qual era o pensamento tão ambicioso de Esaú? “Tenho muitos bens...”. Não era um homem cheio de contentamento. Seus bens eram muitos? Sim! Mas queria mais. Seus cofres não estavam lotados e vivia sempre preocupado em perder o que ganhara. Suas conquistas não eram embasadas de serviços, mas sim de guerra, vivia dos despojos dos inimigos. O que Esaú quis ele obteve; Deus o elevou às glórias terrenas; Deus concedeu aquilo que tanto seu coração almejou possuir, mas tudo resultou não das bênçãos divinas, mas sim da Ira: “Amei Jacó e me aborreci de Esaú, e fiz dos seus montes uma desolação; e dei a herança aos chacais do deserto” (Malaquias 1:3). Esaú é o modelo do homem que almeja prosperidade, pois mesmo afirmando que tem muitos bens, mesmo assim nunca está satisfeito. Seu coração cabe o mundo inteiro.
         Mas, quão diferente é Jacó: “Tenho fartura”! Isso significa contentamento. Noutras palavras Jacó estava afirmando ter tudo aquilo que precisava, por essa razão estava dando mais a Esaú. Eis aí um verdadeiro crente! Eis aí alguém que aprendeu com Deus a lidar com os bens terrenos e a esperar em Deus. Um crente age assim. Ele quer ter fartura, porque o contentamento sobrepuja as riquezas. Ele quer ter fartura porque dar, distribuir para os pobres. Jó tinha fartura, e mesmo quando perdeu tudo, a fartura enchia seu coração de prazer e felicidade. Sua fartura não o tornou perverso; não o fez sobressair acima de seus semelhantes, pelo contrário, sua fartura o tornou um homem bondoso, que reconhecia as necessidades do seu próximo e que por isso era respeitado.
         Meu amigo, você tem muitos bens, ou tem fartura? O crente tem tudo, porque em Cristo tudo pertence ao crente (1 Coríntios 3:22). “O descontentamento rouba ao homem o poder de desfrutar o que possui” (Spurgeon). Aquele que foi salvo por Cristo deve estar com seu coração cheio de alegria, porque Cristo satisfaz a alma e é aquele que dia a dia cuida de nossas necessidades.

sábado, 15 de março de 2014

“TENHO FARTURA”




Mas Esaú disse: eu tenho muitos bens, meu irmão... Deus tem sido bondoso para comigo e tenho fartura...” (Gênesis 33:9,11).
         Caro leitor, no conceito de prosperidade havia grande diferença entre Esaú e Jacó. Spurgeon diz: “É tão raro quão agradável encontrarmo-nos com um homem que tenha fartura; a grande maioria está lutando por obter mais”. Mas essa é a real diferença vista entre um crente e um mundano. No caso dos dois filhos de Isaque, Esaú era um verdadeiro incrédulo, enquanto Jacó se tornou um crente, mediante a graça de Deus.
         Meditemos um pouco acerca disso, porque as palavras ditas por esses dois homens mostram o que realmente significa prosperidade no conceito carnal e no conceito espiritual. Esaú sempre mostrou ter um coração mundano. Em suas ambições sempre perseguiu a prosperidade terrena; sempre mostrou disposto a lutar, trabalhar incansavelmente para obter riquezas e conforto deste mundo. Vemos na vida de Esaú que seu ideal era o mesmo que tem um coração incrédulo. Ele queria ser um príncipe, queria ter nome, fama, sucesso; queria que sua descendência fosse constituída de reis e príncipe; queria servos, camelos, gados, ouro, prata, etc. Realmente obteve tudo aquilo que tanto queria, pois logo no cap. 36 de Gênesis vemos o quanto avançou a nação edomita, enquanto Israel não passava de um povo simples que estaria sob intensa escravidão no Egito.
         Mas, qual era o pensamento tão ambicioso de Esaú? “Tenho muitos bens...”. Não era um homem cheio de contentamento. Seus bens eram muitos? Sim! Mas queria mais. Seus cofres não estavam lotados e vivia sempre preocupado em perder o que ganhara. Suas conquistas não eram embasadas de serviços, mas sim de guerra, vivia dos despojos dos inimigos. O que Esaú quis ele obteve; Deus o elevou às glórias terrenas; Deus concedeu aquilo que tanto seu coração almejou possuir, mas tudo resultou não das bênçãos divinas, mas sim da Ira: “Amei Jacó e me aborreci de Esaú, e fiz dos seus montes uma desolação; e dei a herança aos chacais do deserto” (Malaquias 1:3). Esaú é o modelo do homem que almeja prosperidade, pois mesmo afirmando que tem muitos bens, mesmo assim nunca está satisfeito. Seu coração cabe o mundo inteiro.
         Mas, quão diferente é Jacó: “Tenho fartura”! Isso significa contentamento. Noutras palavras Jacó estava afirmando ter tudo aquilo que precisava, por essa razão estava dando mais a Esaú. Eis aí um verdadeiro crente! Eis aí alguém que aprendeu com Deus a lidar com os bens terrenos e a esperar em Deus. Um crente age assim. Ele quer ter fartura, porque o contentamento sobrepuja as riquezas. Ele quer ter fartura porque dar, distribuir para os pobres. Jó tinha fartura, e mesmo quando perdeu tudo, a fartura enchia seu coração de prazer e felicidade. Sua fartura não o tornou perverso; não o fez sobressair acima de seus semelhantes, pelo contrário, sua fartura o tornou um homem bondoso, que reconhecia as necessidades do seu próximo e que por isso era respeitado.
         Meu amigo, você tem muitos bens, ou tem fartura? O crente tem tudo, porque em Cristo tudo pertence ao crente (1 Coríntios 3:22). “O descontentamento rouba ao homem o poder de desfrutar o que possui” (Spurgeon). Aquele que foi salvo por Cristo deve estar com seu coração cheio de alegria, porque Cristo satisfaz a alma e é aquele que dia a dia cuida de nossas necessidades.

sexta-feira, 14 de março de 2014

“TENHO FARTURA”




Mas Esaú disse: eu tenho muitos bens, meu irmão... Deus tem sido bondoso para comigo e tenho fartura...” (Gênesis 33:9,11).
         Caro leitor, no conceito de prosperidade havia grande diferença entre Esaú e Jacó. Spurgeon diz: “É tão raro quão agradável encontrarmo-nos com um homem que tenha fartura; a grande maioria está lutando por obter mais”. Mas essa é a real diferença vista entre um crente e um mundano. No caso dos dois filhos de Isaque, Esaú era um verdadeiro incrédulo, enquanto Jacó se tornou um crente, mediante a graça de Deus.
         Meditemos um pouco acerca disso, porque as palavras ditas por esses dois homens mostram o que realmente significa prosperidade no conceito carnal e no conceito espiritual. Esaú sempre mostrou ter um coração mundano. Em suas ambições sempre perseguiu a prosperidade terrena; sempre mostrou disposto a lutar, trabalhar incansavelmente para obter riquezas e conforto deste mundo. Vemos na vida de Esaú que seu ideal era o mesmo que tem um coração incrédulo. Ele queria ser um príncipe, queria ter nome, fama, sucesso; queria que sua descendência fosse constituída de reis e príncipe; queria servos, camelos, gados, ouro, prata, etc. Realmente obteve tudo aquilo que tanto queria, pois logo no cap. 36 de Gênesis vemos o quanto avançou a nação edomita, enquanto Israel não passava de um povo simples que estaria sob intensa escravidão no Egito.
         Mas, qual era o pensamento tão ambicioso de Esaú? “Tenho muitos bens...”. Não era um homem cheio de contentamento. Seus bens eram muitos? Sim! Mas queria mais. Seus cofres não estavam lotados e vivia sempre preocupado em perder o que ganhara. Suas conquistas não eram embasadas de serviços, mas sim de guerra, vivia dos despojos dos inimigos. O que Esaú quis ele obteve; Deus o elevou às glórias terrenas; Deus concedeu aquilo que tanto seu coração almejou possuir, mas tudo resultou não das bênçãos divinas, mas sim da Ira: “Amei Jacó e me aborreci de Esaú, e fiz dos seus montes uma desolação; e dei a herança aos chacais do deserto” (Malaquias 1:3). Esaú é o modelo do homem que almeja prosperidade, pois mesmo afirmando que tem muitos bens, mesmo assim nunca está satisfeito. Seu coração cabe o mundo inteiro.
         Mas, quão diferente é Jacó: “Tenho fartura”! Isso significa contentamento. Noutras palavras Jacó estava afirmando ter tudo aquilo que precisava, por essa razão estava dando mais a Esaú. Eis aí um verdadeiro crente! Eis aí alguém que aprendeu com Deus a lidar com os bens terrenos e a esperar em Deus. Um crente age assim. Ele quer ter fartura, porque o contentamento sobrepuja as riquezas. Ele quer ter fartura porque dar, distribuir para os pobres. Jó tinha fartura, e mesmo quando perdeu tudo, a fartura enchia seu coração de prazer e felicidade. Sua fartura não o tornou perverso; não o fez sobressair acima de seus semelhantes, pelo contrário, sua fartura o tornou um homem bondoso, que reconhecia as necessidades do seu próximo e que por isso era respeitado.
         Meu amigo, você tem muitos bens, ou tem fartura? O crente tem tudo, porque em Cristo tudo pertence ao crente (1 Coríntios 3:22). “O descontentamento rouba ao homem o poder de desfrutar o que possui” (Spurgeon). Aquele que foi salvo por Cristo deve estar com seu coração cheio de alegria, porque Cristo satisfaz a alma e é aquele que dia a dia cuida de nossas necessidades.

domingo, 12 de janeiro de 2014

OS DISCÍPULOS


Na verdade, amas os povos; todos os teus santos estão em tua mão; eles se colocam a teus pés e aprendem das tuas palavras.” Deuteronômio 33:3

                Se quisermos saber acerca dos discípulos do Senhor Moisés mostrou quem são eles. Aquele homem de Deus estava preste a partir deste mundo após cumprir sua dificílima missão de conduzir o povo de Deus do Egito até às margens do Jordão. Moisés tem como que, um vislumbre da gloriosa e aterrorizante lei de Deus (verso 2), mas eis que todo terror, perfeição, glória e justiça da lei é coberto com a gloriosa Graça com o que ele afirma no verso 3 acerca dos discípulos do Senhor. A lei é Santa, justa, boa, gloriosa, justa, aterrorizante, mas a verdade é que todos os Santos de Deus se assentam aos pés do Senhor e aprendem das palavras Dele.
                Amado leitor, o que Moisés fez foi mostrar que a perfeita Lei de Deus só pode ser recebida, aceita, e praticada pelo homem quando Deus opera Sua livre Graça nos corações, transformando homens e mulheres em seus discípulos.
                O fato é que não existe na bíblia o ensino que tem dois tipos de crentes, o discípulo e o não discípulo. Um que aceitou a salvação e que agora transita rumo ao céu sem qualquer compromisso e outro que não somente fez uma decisão para salvação, mas que também se prontificou para aprender das doutrinas e crescer na graça. Noutras palavras, aquele que fez ou está fazendo discipulado. Todos os crentes são discípulos. Observemos a clareza disso no livro de Atos: “Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos...” 6:1. (Veja o verso 7 também). “Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor...” 9:1. O espaço é pequeno para mostrar tantos outros versos no livro de Atos.
                Em suma, discípulo é aquele que primeiramente está na mão do Senhor, conforme diz Moisés. É salvo. É ovelha do Sumo Pastor das ovelhas e está seguro para sempre em Sua Portentosa mão (João 10:28). Em segundo lugar, o discípulo é aquele que está continuamente ao pé do Senhor, para que? Para aprender da Sua Palavra. Suas ovelhas ouvem a Sua voz. O fazer discípulo é uma obra de arte da própria pregação do verdadeiro evangelho. Os apóstolos pregavam e almas eram atraídas pelo fascínio da obra da Graça.
                Não é discípulo do Senhor quem não ama Sua Palavra. Não é discípulo do Senhor quem não tem a lei de Deus gravada no coração. Não é discípulo do Senhor quem não tem prazer em coisas eternamente santas e puras. Não é discípulo do Senhor quem vive se ostentando no orgulho próprio e que ainda não foi quebrantado em seu coração.


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

meditação de Spurgeon



Exaltei a um eleito do povo.” (Salmo 89:19)

       POR QUE foi Jesus eleito do povo? Fala, meu coração, pois os pensamentos do coração são os melhores. Não foi para que pudesse ser nosso irmão no bendito vínculo da consanguinidade? Oh, que parentesco há entre Cristo e o crente! O crente pode dizer: “Tenho um Irmão no Céu; eu posso ser pobre, mas tenho um Irmão que é rico e é Rei, e Ele deixar-me-á na necessidade estando Ele no Seu trono? Oh, não! Ele ama-me; Ele é meu Irmão.”
       Crente, usa este precioso pensamento em volta do pescoço da tua memória como se fosse um colar de diamantes; põe-no no dedo da lembrança como se fosse um anel de ouro e usa-o como o anel particular do Rei que sela as petições da tua fé com a segurança do êxito. Ele é um irmão que nasceu para a adversidade; trata-O como tal.
            Além disso, Cristo foi eleito do povo para que Ele conhecesse as nossas necessidades e Se compadecesse de nós. “Um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.” Em todas as nossas aflições contamos com a Sua compaixão. Tentações, penas, desapontamentos, fraquezas, cansaço, pobreza — Ele conhece-as todas, porquanto Ele experimentou-as todas.
       Recorda isto, Cristão, e consola-te nisso. Por mais difícil e doloroso que seja o teu caminho, está marcado com as pegadas do teu Salvador; e ainda quando chegares ao escuro vale da sombra da morte e às águas profundas do Jordão transbordante, tu acharás aí as Suas pegadas. Em toda a parte, para onde quer que vamos, Ele foi o nosso mensageiro. Cada uma das cargas que tenhamos de levar, foram, outrora, postas sobre os ombros do Emanuel.
“O Seu caminho foi muito mais áspero e mais escuro do que o meu
O que fez Cristo, meu Senhor, sofrer, e eu devo lamentar-me?”
            Coragem! Os pés do Rei deixaram uma marca de sangue no caminho, consagrando para sempre a vereda espinhosa!