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sábado, 19 de julho de 2014

SUPERSTIÇÃO




“...Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito” (Mateus 27:29)
         Veja caro leitor, como o sonho da esposa de Pilatos mostra o que significa medo, superstição e incredulidade. Veja como ela foi mobilizada pelo sonho e não pela Palavra de Deus, pela verdade revelada. O sonho a respeito de Jesus provocou-lhe medo; o sonho fez com que ela acordasse sobressaltada, apavorada e pronta para mudar a situação. Mas o seu medo era resultado de um coração incrédulo. O sonho a respeito Daquele justo simplesmente mostrou que sua posição e todo aparato de segurança física não passavam de galhos secos. O Justo Jesus era o suficiente para revelar o quanto seu coração era injusto e que o reino e liderança de seu marido nada tinham a ver com a real e gloriosa justiça.
         Tudo foi abalado naquele sonho. Por quê? Aquela pobre mulher confiava em sonhos e não na realidade das coisas. Por essa razão eis que ela corre para passar a mensagem que recebera durante a noite. Tudo foi promovido pela vaidade da carne e assim preparado para trazer maior ruína e não bênçãos. Não é assim que vivem milhares? O deus dos sonhos não passa de mera fantasia, porque não tem base, nem teologia verdadeira nem é pautada em documentos santos. Quando não vem das Sagradas Letras, tudo é feito para que o caminho seja a perigosa vereda da superstição, a qual termina num vazio, tristeza e depressão.
         Outro detalhe é que aquela pobre mulher, dominada por um coração cheio de incredulidade, simplesmente corre para livrar seu marido do perigo de lidar com aquele Justo. Veja caro leitor, para onde leva o caminho do medo, da superstição e da vil incredulidade. A fé corre para o Justo, a incredulidade corre para longe do Justo. Ali estava perante Pilatos o Justo de Deus, o Salvador bendito. Mas para aquela mulher aquele Justo era ameaça para o reino de seu marido e para a suposta segurança que tiveram até aquele momento. A mensagem resultante do sonho não foi que aquele Justo era o Salvador bendito; não foi de arrependimento e conversão a Ele. A mensagem foi para que fugisse Dele: “...Não te envolvas com esse Justo...”.
         Ó meu caro leitor, quão perigosa é a direção tomada pela incredulidade! Quando a teologia é pautada em sonho, então o viver passa a ser de medo e de superstição, a fim de afugentar o homem de Deus, correndo para longe do amoroso Senhor. Tenho visto que ultimamente é esse o caminho tomado por milhares, resultando em medo e um viver carregado de superstições. No sonho ela sofreu por ele; no sonho a mulher de Pilatos teve dó daquele Justo; no sonho era ela sofria por Ele. Eis ali uma mulher religiosa, pronta a agir como milhares agem. Não há arrependimento, contrição e desejos de salvação. É exatamente isso o que a vil incredulidade faz.
         Qual foi o resultado de todo esse drama? Eis que Pilatos toma uma bacia com água e lava suas mãos. O medo e a superstição levam a novos atos supersticiosos. Não houve conversão a Cristo, mas sim maior afastamento Dele: “...Não te envolvas com esse Justo...”. Não é isso o que vemos em nossos dias? O que parece ser evangélico, louvores, não passa de superstições e fantasias. Por quê? Porque está simplesmente separado da verdade revelada. Milhares fogem do firme alicerce da fé cristã – a Palavra de Deus – a fim de se alimentar da confusão e das vaidades de corações que fogem de Deus.        

domingo, 13 de julho de 2014

IDOLATRIA INERENTE




“...Bem-aventurada aquele que te concebeu, e os seios que te amamentaram! Ele, porém, respondeu: Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam” (Lucas 11:27,28).
         Caro leitor, como é maliciosa e carregada de perversas armadilhas a natureza pervertida do homem! As palavras que saíram da boca daquela mulher, aparentemente eram simples e cheias de elogios ao Senhor, mas o que acontece é que elas revelaram exatamente o que parte dos corações não regenerados. Notemos bem como a perversa idolatria aparece estampada em suas palavras: “Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram!”.
         A expressão “Bem-aventurada” é preciosa e bendita quando parte dos lábios de Deus em relação ao homem. Maria foi chamada por Deus de “Bem-aventurada” e o coração humilde daquela mulher crente acatou as Palavras do Senhor com profunda disposição de engrandecer a Deus com sua vida. Mas, da boca dessa mulher projeta-se a disposição de engrandecer a criatura, em lugar do Criador; a mãe é exaltada em lugar do Filho de Deus e assim Cristo é retirado do Seu lugar de glória. Notemos que os magos não deram importância à mãe, mas sim a criança; eles não saíram do oriente tendo em vista conhecer Maria, mas sim o Filho de Deus, a fim de adorá-lo em santa reverência e temor (Mateus 2:11).
         Caro leitor, por detrás das palavras tão religiosas e lisonjeadoras daquela mulher vemos a religião pagã. Essa inclinação maligna à idolatria faz parte do corrompido coração do homem, usando um “fino papel” na tentativa de manipular Deus, mas encobrindo a impiedade do coração. Ó, quão condenável é esse culto idólatra! Ah! Como vemos isso ocorrendo em nossos dias! Essa capa de louvores, adoração, e outras manifestações religiosas de nossos dias é usada para encobrir maldades de corações iníquos, os quais prestam cultos à criatura e não ao Senhor da glória.
         Mas, nosso Senhor que conhece o quanto é enganoso o coração do homem tinha imediata resposta para aquela mulher: “Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam”. Eis aí a resposta divina para a mentira religiosa oculta no coração do homem. Aquilo que o mundo aborrece, ignora e despreza está estampado nas palavras do Senhor. O Senhor ajunta todos os salvos, mostra quem eles são na prática: “...são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam”. Que incrível apresentação! Eis aí os verdadeiros crentes! Eis aí aqueles que demonstram as obras encantadoras da graça de Deus, homens e mulheres salvos, cujos corações foram transformados e feitos receptáculos da Palavra da verdade; lugar onde estão ocultos os tesouros eternos, mistérios da tão grande salvação. Os santos de Deus não tem procedência natural, porque vieram de Deus e da vontade de Deus (João 1:13).
         Eles são os BEM-AVENTURADOS! Ora, o mundo não reconhece isso, mas o que importa? O mundo desprezou e vai sempre desprezar a Palavra de Deus e seus resultados benditos. Maria está entre esses santos de Deus; a Bíblia não preserva a Sua imagem de mãe, mas sim de serva do Senhor. Caro amigo, não tem outro caminho a não ser o da humilhação, a fim de ser exaltado por Deus. A perversa idolatria está escondida, sempre à procura de um “ninho” religioso para procriar suas maldades.
         Corra para Cristo o Salvador, meu amigo! Que qualquer sombra de idolatria seja expurgada de sua vida, a fim de que os olhos da fé contemplem apenas o único e suficiente Salvador e Senhor!

domingo, 1 de junho de 2014

CUIDADO DE DEUS E NÃO SORTE



William MacDonald

 “E o SENHOR estava com José, e foi homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio.” (Gênesis 39:2)

Ouvi dizer que uma das primeiras versões da Bíblia Inglesa traduzia assim este versículo: “E o Senhor estava com José, e (este) era um jovem com sorte”. Quiçá a expressão: “com sorte” naqueles tempos tivesse um significado diferente. Mas alegramo-nos de que os tradutores posteriores tenham tirado José do reino da sorte.
         Para o filho de Deus a sorte não existe. A sua vida está controlada, guardada e planeada por um amoroso Pai Celestial. Nada lhe sucede por acaso. Sendo isto assim, é impróprio que um cristão deseje “boa sorte” a outro; tampouco deve dizer: “estou com sorte”. Todas estas expressões negam a verdade da providência divina.
         O mundo dos incrédulos associa algumas coisas com a boa sorte: a pata de um coelho, o osso do desejo, um trevo de quatro folhas, a ferradura de um cavalo (sempre com os extremos apontando para cima para que a sorte não escape!). O povo cruza os dedos e toca na madeira, como se estas ações afetassem de maneira favorável os eventos ou apartassem a má fortuna.
         Estas mesmas pessoas associam também outras coisas com a má sorte: um gato negro, a sexta-feira 13, passar debaixo de uma escada, o número 13 na porta de uma habitação ou sobre o piso de um edifício. É triste pensar em todos os que vivem sob a escravidão destas superstições, uma servidão desnecessária e infrutífera.
         Em Isaías 65:11 Deus ameaçou castigar aqueles de Judá que adoravam os deuses da sorte e da fortuna: “Mas a vós, os que vos apartais do SENHOR, os que vos esqueceis do meu santo monte, os que preparais uma mesa para a Fortuna, e que misturais a bebida para o Destino.” (Isaías 65:11)
Não sabemos com segurança a que pecado particular isto aponta, mas parece ser que o povo trazia oferendas aos ídolos associados com a sorte e o azar. Deus aborrecia-o e ainda agora o aborrece.

Que confiança nos dá saber que não somos os joguetes impotentes do destino, do azar cego ou do giro caprichoso de imaginários dados cósmicos. Tudo na nossa vida está planeado, cheio de significado e propósito. Para nós tudo o que sucede depende do nosso Pai, não do destino; de Cristo, não da casualidade! Do amor, não da sorte.
Tradução de Carlos António da Rocha

sábado, 31 de maio de 2014

MEDO, SUPERSTIÇÃO E INCREDULIDADE




“...Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito” (Mateus 27:29)
         Veja caro leitor, como o sonho da esposa de Pilatos mostra o que significa medo, superstição e incredulidade. Veja como ela foi mobilizada pelo sonho e não pela Palavra de Deus, pela verdade revelada. O sonho a respeito de Jesus provocou-lhe medo; o sonho fez com que ela acordasse sobressaltada, apavorada e pronta para mudar a situação. Mas o seu medo era resultado de um coração incrédulo. O sonho a respeito Daquele justo simplesmente mostrou que sua posição e todo aparato de segurança física não passavam de galhos secos. O Justo Jesus era o suficiente para revelar o quanto seu coração era injusto e que o reino e liderança de seu marido nada tinham a ver com a real e gloriosa justiça.
         Tudo foi abalado naquele sonho. Por quê? Aquela pobre mulher confiava em sonhos e não na realidade das coisas. Por essa razão eis que ela corre para passar a mensagem que recebera durante a noite. Tudo foi promovido pela vaidade da carne e assim preparado para trazer maior ruína e não bênçãos. Não é assim que vivem milhares? O deus dos sonhos não passa de mera fantasia, porque não tem base, teologia verdadeira e pautada em documentos santos. Quando não vem das Sagradas Letras, tudo é feito para que o caminho seja a perigosa vereda da superstição, a qual termina num vazio, tristeza e depressão.
         Outro detalhe é que aquela pobre mulher, dominada por um coração cheio de incredulidade, simplesmente corre para livrar seu marido do perigo de lidar com aquele Justo. Veja caro leitor, para onde leva o caminho do medo, da superstição e da vil incredulidade. A fé corre para o Justo, a incredulidade corre para longe do Justo. Ali estava perante Pilatos o Justo de Deus, o Salvador bendito. Mas para aquela mulher aquele Justo era ameaça para o reino de seu marido e para a suposta segurança que tiveram até aquele momento. A mensagem resultante do sonho não foi que aquele Justo era o Salvador bendito; não foi de arrependimento e conversão a Ele. A mensagem foi para que fugisse Dele: “...Não te envolvas com esse Justo...”.
         Ó meu caro leitor, quão perigosa é a direção tomada pela incredulidade! Quando a teologia é pautada em sonho, então o viver passa a ser de medo e de superstição, a fim de afugentar o homem de Deus, correndo para longe do amoroso Senhor. Tenho visto que ultimamente é esse o caminho tomado por milhares, resultando em medo e um viver carregado de superstições. No sonho ela sofreu por ele; no sonho a mulher de Pilatos teve dó daquele Justo; no sonho era ela sofria por Ele. Eis ali uma mulher religiosa, pronta a agir como milhares agem. Não há arrependimento, contrição e desejos de salvação. É exatamente isso o que a vil incredulidade faz.
         Qual foi o resultado de todo esse drama? Eis que Pilatos toma uma bacia com água e lava suas mãos. O medo e a superstição levam a novos atos supersticiosos. Não houve conversão a Cristo, mas sim maior afastamento Dele: “...Não te envolvas com esse Justo...”. Não é isso o que vemos em nossos dias? O que parece ser evangélico, louvores, não passa de superstições e fantasias. Por quê? Porque está simplesmente separado da verdade revelada. Milhares fogem do firme alicerce da fé cristã – a Palavra de Deus – a fim de se alimentar da confusão e das vaidades de corações que fogem de Deus.        

quinta-feira, 29 de maio de 2014

MEDO, SUPERSTIÇÃO E INCREDULIDADE




“...Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito” (Mateus 27:29)
         Veja caro leitor, como o sonho da esposa de Pilatos mostra o que significa medo, superstição e incredulidade. Veja como ela foi mobilizada pelo sonho e não pela Palavra de Deus, pela verdade revelada. O sonho a respeito de Jesus provocou-lhe medo; o sonho fez com que ela acordasse sobressaltada, apavorada e pronta para mudar a situação. Mas o seu medo era resultado de um coração incrédulo. O sonho a respeito Daquele justo simplesmente mostrou que sua posição e todo aparato de segurança física não passavam de galhos secos. O Justo Jesus era o suficiente para revelar o quanto seu coração era injusto e que o reino e liderança de seu marido nada tinham a ver com a real e gloriosa justiça.
         Tudo foi abalado naquele sonho. Por quê? Aquela pobre mulher confiava em sonhos e não na realidade das coisas. Por essa razão eis que ela corre para passar a mensagem que recebera durante a noite. Tudo foi promovido pela vaidade da carne e assim preparado para trazer maior ruína e não bênçãos. Não é assim que vivem milhares? O deus dos sonhos não passa de mera fantasia, porque não tem base, teologia verdadeira e pautada em documentos santos. Quando não vem das Sagradas Letras, tudo é feito para que o caminho seja a perigosa vereda da superstição, a qual termina num vazio, tristeza e depressão.
         Outro detalhe é que aquela pobre mulher, dominada por um coração cheio de incredulidade, simplesmente corre para livrar seu marido do perigo de lidar com aquele Justo. Veja caro leitor, para onde leva o caminho do medo, da superstição e da vil incredulidade. A fé corre para o Justo, a incredulidade corre para longe do Justo. Ali estava perante Pilatos o Justo de Deus, o Salvador bendito. Mas para aquela mulher aquele Justo era ameaça para o reino de seu marido e para a suposta segurança que tiveram até aquele momento. A mensagem resultante do sonho não foi que aquele Justo era o Salvador bendito; não foi de arrependimento e conversão a Ele. A mensagem foi para que fugisse Dele: “...Não te envolvas com esse Justo...”.
         Ó meu caro leitor, quão perigosa é a direção tomada pela incredulidade! Quando a teologia é pautada em sonho, então o viver passa a ser de medo e de superstição, a fim de afugentar o homem de Deus, correndo para longe do amoroso Senhor. Tenho visto que ultimamente é esse o caminho tomado por milhares, resultando em medo e um viver carregado de superstições. No sonho ela sofreu por ele; no sonho a mulher de Pilatos teve dó daquele Justo; no sonho era ela sofria por Ele. Eis ali uma mulher religiosa, pronta a agir como milhares agem. Não há arrependimento, contrição e desejos de salvação. É exatamente isso o que a vil incredulidade faz.
         Qual foi o resultado de todo esse drama? Eis que Pilatos toma uma bacia com água e lava suas mãos. O medo e a superstição levam a novos atos supersticiosos. Não houve conversão a Cristo, mas sim maior afastamento Dele: “...Não te envolvas com esse Justo...”. Não é isso o que vemos em nossos dias? O que parece ser evangélico, louvores, não passa de superstições e fantasias. Por quê? Porque está simplesmente separado da verdade revelada. Milhares fogem do firme alicerce da fé cristã – a Palavra de Deus – a fim de se alimentar da confusão e das vaidades de corações que fogem de Deus.