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sexta-feira, 28 de junho de 2013

NOSSO ESTÍMULO À ORAÇÃO





           LIÇÃO BÍBLICA: Tiago 5:16
           Texto bíblico para memorização: Tiago 5:16
          
           INTRODUÇÃO:
           “O espírito sincero de oração vence o nosso amor próprio, assim como o perfeito amor lança fora o temor. É pela oração somente que podemos alcançar sabedoria e prudência para resolvermos os problemas atuais de nossas igrejas. Lembremo-nos que a oração é o grande motor do reino de Deus, e é a oração que tem vencido cada grande crise neste reino.” (extraído)
                                      VENCENDO OS PRECONCEITOS
           A evidência que Deus ouviu e respondeu orações no Velho e Novo Testamentos; o fato de que Deus ouviu e respondeu orações do Seu povo em toda história do cristianismo; que Deus ainda ouve e ainda está respondendo as orações dos crentes deve nos estimular muito mais à oração. Nossa tendência à incredulidade e nossa inclinação à confiar no “braço mortal”, tem sido os fatores preponderantes para o fracasso e desânimo nas orações em nossos dias. Intuitivamente, cremos que Deus respondeu muitas orações no passado, porque aqueles homens e mulheres eram mais espirituais do que nós, e ainda estamos dispostos a conceber em nossos corações que missionários e outros que estão revestidos de maiores responsabilidades no que concerne ao ministério, são mais espirituais do que nós, por isso suas orações terão muito mais peso de importância perante o Santuário.
                   SOMOS TODOS IGUAIS COMO SERES HUMANOS
           Tiago viu que esse perigo podia levar os irmãos a um arrefecimento na confiança de buscar em Deus por meio das orações aquilo que eles precisavam para o bem espiritual da igreja. No final do capítulo 5 da sua carta, Tiago procura estimular os irmãos à tarefa árdua de orar uns pelos outros para o bem espiritual dos santos. No verso 17, ele usa a ilustração do profeta Elias que orou pedindo seca e chuva obtendo resposta de Deus. Ao mencionar o nome do grande profeta do Velho Testamento, logo inclinamo-nos ante à grande fé  demonstrada pelo corajoso homem de Deus.
           No verso 17, Tiago rompe com toda tendência natural de elevar o ser humano a uma posição que Deus não lhe colocou. Quem era Elias? “... era um homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos...”. Aqueles grandes feitos que foram realizados por Elias eram obras do Grande Jeová usando Seu servo como instrumento. Entregue a si mesmo, Elias não passava de um fracasso, exemplificado quando, deprimido fugiu de Jezabel (1 Reis 19).
                                               CLEROS E LEIGOS?
            Precisamos conhecer a dignidade de nossa posição como um povo sacerdotal (1 Pedro 2:9), e que não existe na igreja os cleros e os leigos; que não existe no meio do povo de Deus aquele que tem oração mais poderosa do que outro; Deus não distribuiu o Seu Espírito por medida. A igreja é a noiva do Cordeiro, e ela é encarregada dos Seus “negócios aqui; o Espírito lida com a igreja (Apocalipse 22:17.
           Aquele irmão, simples, iletrado e que menos projeção tem na igreja, tem uma oração tão poderosa quanto o pastor ou o diácono. Todos nós precisamos desse santo entusiasmo crendo que Deus ouve as orações do povo remido com o sangue do Seu Filho. Deus está atento à oração de uma criança crente, de um jovem crente, de um idoso irmão. Todas essas vozes santificadas pela Graça sobem como incenso para o Santuário Celestial quando estão pedindo, intercedendo, clamando, rogando, adorando e rendendo graças ao Senhor. A igreja é a casa de Deus (1 Timóteo 3:15), e não há nela lugar ali para a elevação de qualquer outro nome fora do Nome Bendito.
           A frase inspirada de Tiago 5:16: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” tem preciosas lições que devem nos impulsionar à oração. Tirando todo preconceito e todo engano da carne e dos homens, certamente seremos motivados a buscarmos o Senhor muito mais do que até agora temos feito. Que o Senhor nos ajude na compreensão das lições que temos a seguir tiradas da frase de Tiago.
           1.                SOMENTE O JUSTO TEM ACESSO A DEUS: “...a súplica do justo...”
            É claro e segue bem o raciocínio de toda Palavra de Deus. Deus ouve somente aqueles que foram justificados por Ele mediante o Sangue do Filho (Romanos 5:1). Sem a justiça de Cristo o pecador está debaixo da Ira de Deus (Romanos 5:9), e nem pode buscar a Deus (Romanos 3:11). A primeira oração feita por um pecador a Deus, é rogando salvação de sua alma que está nos farrapos do pecado (Isaías 64:6).

A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO
           A verdade da justificação pelo sangue que não somente nos tornou sem culpa perante Deus, como também nos tornou capazes de viver vidas justas perante os homens, tal verdade deve nos mover à grandeza da oração. Por que enfrentamos a face de Deus pela fé? Por que achegamos com ousada confiança junto ao Trono da Graça (Hebreus 4:16)? Por que somos autorizados a adorar o Deus Santo e levar perante Sua face nossas intercessões e petições? Há algum mérito em nós? Não! Fomos aceitos no Amado (Efésios 1:6); estamos unidos a Ele para todo sempre (2 Coríntios 5:17), livres de toda condenação (Romanos 8:1) e tendo livre acesso a Deus em qualquer lugar e em qualquer ocasião, tudo mediante a obra da Graça de Deus.
            Fomos feitos justos perante Deus por meio do sangue, temos a justiça de Deus em Cristo, e nessa posição podemos achegar face a face com Deus através de nossas orações. Oremos com toda confiança e em plena ousadia da fé bíblica; esse mundo ímpio precisa de nossas intercessões; o trabalho missionário necessita de nossas orações; a igreja onde somos membros precisa de nossas orações; a cidade onde residimos precisa de nossas orações; somos exortados a orar uns pelos outros (Tiago 5:16).

A OUSADIA DO SALVO
           Que nada daquilo que é pura mentalidade humana, produto da filosofia e da religião mundana venha nos intimidar. Perante aquele que nos fez vitoriosos num mundo derrotado, sejamos corajosos e destemidos. Não fiquemos aguardando sentir que Deus está ouvindo, porquanto a base da nossa confiança é a Rocha Eterna, e nessa Rocha estamos firmados para sempre. Um irmão na Rússia havia sofrido terrivelmente nas mãos dos comunistas. Eles lhe arrancaram todas as unhas dos pés e das mãos, mas esse crente testemunhou dizendo: “todo minha estrutura física foi abalada, mas a Rocha que havia debaixo dos meus pés jamais abalou”.
          
           2.                A ENERGIA DA ORAÇÃO: “...por sua eficácia...”
           Outra lição que pode nos estimular à oração é vista na frase: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. Vemos que há um elemento de poder na oração feita pelo justo, visto na palavra “eficácia”. O termo grego usado por Tiago é a palavra de onde vem nossa conhecida palavra “energia”. A súplica do justo tem poderosa “energia”; é uma arte do Espírito de Deus por meio de seres humanos, que foram visitados pelo milagre da salvação.
           Não há nenhum poder quando não oramos, quando ficamos criticando ou queixando a respeito das dificuldades, ou até mesmo apenas mencionamos a respeito da situação do mundo perdido, ou vivemos a falar mal dos líderes políticos, etc. Nada temos de valor para a situação de desgraça deste mundo sem oração, porque o poder está quando depomos perante Deus nossas súplicas em favor de outras pessoas.

HÁ PODER NAS ORAÇÕES DOS SANTOS
           A energia é invisível aos olhos humanos, mas é poderosa. Portanto, jamais devemos subestimar os lugares “secretos” e as reuniões de oração, pelo contrário devemos orar muito mais sozinhos e nas reuniões com nossos irmãos, porque há energia do Alto nas orações dos justos. Aquele clamor inaudível de Ana foi desprezado por Eli, mas quando o Sacerdote percebeu que havia energia do Alto no coração daquela frágil senhora, Deus o usou para anunciar a promessa do filho, trazendo alegria, paz e tranqüilidade ao coração daquela fervorosa cristã do Velho Testamento.
           3.                O PODEROSO EFEITO DAS SÚPLICAS: “...pode muito...” 
           Mais uma lição temos na frase de Tiago 5:16, que mostra O PODEROSO EFEITO das súplicas dos justos. A frase diz: “muito pode...”. Não está sendo ensinado a respeito da super fé, nem está querendo dizer que há qualquer poder nas palavras ditas por qualquer crente, por mais espiritual que seja. Está falando a respeito das súplicas proferidas por lábios de homens e mulheres humilhados, porquanto foram feitos justos, que buscam a honra e a glória de Deus, e que o próprio Deus usa para ministrar Sua glória por meio das respostas dessas súplicas. Foi assim com Elias, o profeta, no meio de um povo afastado de Deus como se achava a nação de Israel.

GRANDES COISAS
            Deus responde nossas orações; não há limite naquilo que podemos fazer, quando estamos buscando a Deus de todo nosso coração. O nosso Deus tem grandes coisas a fazer na salvação dos perdidos, na pureza e testemunho da igreja perante a sociedade ímpia, no avanço da Sua palavra, no avanço da obra missionário, etc. As súplicas dos justos é obra atuante do Espírito de Deus. Entreguemo-nos a Ele em submissão e obediência à sua Palavra, consagrando nossos corpos inteiramente a Ele, para que venha cumprir Seus soberanos propósitos neste mundo.
           O maior poder que existe neste mundo está numa igreja que teme a Palavra de Deus e o Deus da Palavra; Satanás teme igrejas constituídas por crentes voltados à verdade bíblica e à oração. Não estamos a fim de querer paz com o diabo e com o mundo, pelo contrário, devemos estar armados para uma grande guerra até o fim de nossa peregrinação (Efésios 1:12), exatamente como diz a mensagem do conhecido hino do Cantor Cristão:
                                                

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

meditação de Spurgeon



“Começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me.” (Mateus 14:30)
            OS servos do Senhor, quando se estão afundando, recorrem à oração. Pedro esqueceu-se da oração ao empreender a sua atrevida viajem, mas quando começou a afundar-se, o perigo fê-lo clamar, e o seu clamor, se bem que tardio, não foi demasiado tardio. Nas horas de dores corporais e de angústia mental, sentimo-nos naturalmente levados à oração como o náufrago é levado para a costa pelas ondas. A raposa corre para a sua toca para proteger-se; o pássaro voa para o bosque para refugiar-se, e, da mesma forma, o crente provado vai pressuroso ao trono da graça para ter segurança. A oração é o grande porto do refúgio celestial; milhares de naves sacudidas pelas tormentas têm achado ali um porto; assim, quando se aproximar alguma tormenta, será prudente para nós que nos dirijamos para esse porto a todo o pano.
            As orações curtas têm suficiente extensão. Só três palavras tem a petição que Pedro formulou, porém eram suficientes para o seu propósito. O desejável não é a extensão, mas o poder. Um sentido claro da nossa necessidade pode ensinar-nos a ser breves. Se as nossas orações tivessem menos das penas da cauda, que indicam jactância, e mais das penas das asas, seriam muito melhores. A verbosidade é para a oração, o que a moinha é para o trigo. As coisas preciosas estão colocadas em espaços reduzidos, e tudo o que há de verdadeira oração numa prolixa prece, podia ter sido expressa numa petição tão curta como a do Pedro.
            As nossas necessidades são as oportunidades de Deus. Logo que um veemente sentido de perigo arranca de nós um ansioso clamor, o ouvido de Jesus ouve logo, pois Nele o ouvido e o coração trabalham simultaneamente, e a Sua mão não demora. No último instante nós apelamos ao nosso Senhor, mas a Sua mão diligente supre a nossa demora por uma ação instantânea e efetiva. Estamos quase a ser engolidos pelas turbulentas águas da aflição? Levantemos, então, as nossas almas em direção ao nosso Salvador e descansemos seguros de que Ele não permitirá que pereçamos. Quando não podemos fazer nada, Jesus pode fazer todas as coisas. Ponhamos a Sua poderosa ajuda ao nosso lado, e tudo irá bem.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“Um dia de cada vez”



 de William MacDonad

“Vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do SENHOR arvorará contra ele a Sua bandeira.” (Is 59:19b ACF)

        Há tempos de crise desesperadas na vida, quando Satanás lança a sua artilharia mais potente contra o povo do Senhor. O Céu obscurece-se, a Terra treme e não parece restar nem um raio de esperança. Mas, Deus prometeu enviar reforços ao Seu povo quando a situação é extrema. O Espírito do Senhor levanta a bandeira contra o Diabo bem a tempo.
        Escravizados pelo tirano egípcio, a perspectiva do povo do Israel era pouco prometedora. Estavam encolhidos debaixo dos açoites do capataz. Mas Deus não era indiferente aos seus gemidos. Levantou Moisés para confrontar a Faraó e finalmente guiar o Seu povo para a liberdade.
        Nos dias dos Juízes, invasores estrangeiros mantiveram em servidão as tribos de Israel. Apesar disto, no momento mais escuro o Senhor levantou libertadores militares para fazer retroceder o inimigo e introduzir o povo num período de tranquilidade.
        Quando Senaqueribe guiou o exército assírio contra Jerusalém, a cativeiro de Judá parecia inevitável. Humanamente falando, não havia maneira de deter a força irresistível do invasor. Entretanto, o anjo do Senhor passou pelo campo dos assírios de noite e feriu a 185 000 homens.
        Quando Ester era rainha da Pérsia, o inimigo veio como um rio promulgando um decreto inalterável que dizia que os judeus em todo o reino deviam ser executados. Frustraram a Deus, os medas e os persas, por meio deste decreto? Não, Ele ordenou as coisas de tal maneira que se promulgou outro decreto, permitindo aos judeus defender-se naquele dia sombrio. Os judeus, certamente, saíram com uma avassalante vitória.
        Quando Savonarola viu a tanta pobreza, opressão e injustiça em Florença, isto veio a ser uma bandeira nas mãos do Espírito para trazer uma reforma.
        Quando Martinho Lutero começou a trovejar contra a venda de indulgências e outros pecados da Igreja, foi como se uma luz surgisse no meio de uma era de trevas.
        A rainha Maria causava estragos à verdadeira fé cristã na Inglaterra e na Escócia. Mas Deus levantou um homem chamado John Knox naquele tempo de necessidade e desespero. “E com o rosto em terra, Knox suplicou a Deus durante toda a noite para que vingasse os Seus escolhidos e lhe desse a Escócia ou lhe tirasse a vida. O Senhor deu-lhe a Escócia e tirou a rainha Maria do trono.”
        Talvez que agora te estejas confrontando com uma das crises mais graves da tua vida. Jamais temas. O Espírito do Senhor enviará reforços oportunos e guiar-te-á a um lugar espaçoso. Somente confia Nele!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O Que é a Verdadeira Oração



John Bunyan
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto1

         Oração é o derramar de modo sincero, consciente e afetuoso o coração ou alma diante de Deus, por meio de Cristo, no poder e ajuda do Espírito Santo, buscando as coisas que Deus prometeu, ou que são conforme a Sua Palavra, para o bem da igreja, com submissão, em fé, à vontade de Deus. Nessa descrição há sete coisas. Primeiro, de modo sincero; segundo, de modo consciente; terceiro, de modo afetuoso, derramando a alma diante de Deus, por meio de Cristo; quarto, no poder ou ajuda do Espírito Santo; quinto, buscando as coisas que Deus prometeu, ou que são conforme a Sua Palavra; sexto, para o bem da igreja; sétimo, com submissão em fé à vontade de Deus.
         Com relação à primeira destas: é um derramar de modo sincero a alma diante de Deus. A sinceridade é uma graça que permeia todas as demais que Deus nos dá, e todas as atividades do cristão, e influenciando-as, pois do contrário Deus não as estimaria. Assim ocorre na oração, como particularmente disse Davi, falando deste tema: “A ele clamei com a minha boca, e ele foi exaltado pela minha língua. Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá” (Salmos 66:17,18).
         A sinceridade faz parte da oração, pois sem ela Deus não a consideraria como tal. “E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jeremias 29:13). A falta de sinceridade fez que Jeová recusasse as orações daqueles descritos em Oséias 7:14, onde é dito: “E não clamaram a mim com se coração” (isto é, com sinceridade), “mas davam uivos nas suas camas”. Mas oram para simular, para exibirem-se hipocritamente, para serem vistos dos homens e aplaudidos por eles. A sinceridade é o que Cristo recomendou em Natanael, quando este estava debaixo da figueira: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo”. Provavelmente este bom homem tinha estado derramando sua alma a Deus em oração debaixo da figueira, fazendo-lhe em espírito sincero e não dissimulado, diante do Senhor. A oração que contém este elemento como um de seus ingredientes principais, é a oração que Deus ouve. Assim, “a oração dos retos é o Seu deleite” (Provérbios 15:81). Por que a sinceridade deve ser um dos elementos essenciais na oração que Deus aceita? Porque a sinceridade induz a alma a abrir o coração diante de Deus com toda simplicidade, a apresentar-lhe o caso de forma franca, sem equívocos; a condenar-se claramente, sem dissimulação; a clamar a Deus desde o mais profundo do coração, sem palavras ocas e artificiais. “Bem ouvi eu que Efraim se queixava, dizendo: Castigaste-me e fui castigado, como novilho ainda não domado” (Jeremias 31:18).
         A sinceridade é a mesma num canto sozinha, assim como quando está diante do mundo. Não sabe levar duas máscaras, uma para comparecer diante dos homens, e outra para os breves momentos que passa sozinho. Ela se oferece ao olho perscrutador de Deus, e anseia estar com Ele no dever da oração. Não tem apreço pelo esforço de lábios, pois sabe que o que Deus vê é o coração, de onde brota a oração, para ver se a mesma vem acompanhada com sinceridade. Em segundo lugar, a oração é um derramar de modo sincero e consciente o coração ou alma. Não se trata, como muitos pensam, de umas poucas expressões balbuciantes, de tagarelices, de expressões lisonjeiras, mas de um sentimento consciente do coração.