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sábado, 14 de dezembro de 2013

“NÃO HÁ PAZ PARA OS PERVERSOS”



Sucedeu que, vendo Jorão a Jeú, perguntou: Há paz, Jeú? Ele respondeu: Que paz, enquanto perduram as prostituições de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?” (2 Reis 9:22)
         Caro leitor, eis que o momento da vingança do Senhor contra a casa de Acabe havia chegado, conforme a profecia de Elias (1 Reis 21). Quem seria o instrumento para isso? O próprio capitão do exército de Israel – Jeú. Com esta o rei Jorão não contava. Nessa história podemos ver lições claras sobre o comportamento dos ímpios. Enquanto a mão vingadora de Deus ainda está distante, tudo parece bem. O perverso Jorão, sob o comando pervertido de Jezabel estava certo que seu reino era intocável. Ele fez com que todos os seus súditos fossem elementos tão perversos como ele. Jeú não era um crente, não era um homem de fé. Ele foi erguido como instrumento de punitivo da parte de Deus, porque Deus simplesmente soltou a “fera” que estava enjaulada em seu coração – alcançar a posição de rei.
         Caro leitor veja na vida do perverso Jorão como parecia calmo e tranquilo por fora. Mas, sua paz era fortificada de forma horizontal. A vigilância constante exibia um coração atemorizado: “Há paz, Jeú?”. Por que essa pergunta? Ela reflete sempre o fato o perverso não tem paz, mesmo que esteja aparentemente bem reforçado. Jorão procurava estar sempre reforçado ao seu derredor; jamais olhava para o Deus de Elias, nem sequer cogitava isso. Ele esperava de seus súditos que estes lhes fornecessem amparo e proteção contra seus inimigos. Os inimigos de Jorão eram os homens, porque em seu coração não acreditava no Deus de Israel – o Todo Poderoso. Mas, a sua pergunta revelava um coração agitado, perplexo, aflito e desesperado: “Há paz, Jeú?”.
         Quando Deus entra em cena para executar sua vingança, não precisa mais de um Elias, porque até mesmo um ímpio como Jeú serve. Eis sua resposta: “...Que paz, enquanto perduram as prostituições de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?”. Eis aí resposta bem clara e definida. Jorão aceitou com prazer a vida tortuosa da pervertida Jezabel – sua mãe. Ela era culpada pela terrível idolatria em todo território de Israel; ela era terrivelmente culpada da morte de muitos inocentes; ela era culpada de tanta maldade e mesmo a morte de Acabe – seu marido, não mudou seu comportamento, pois continuava liderando as prostituições e o culto aos demônios. Jorão era terrivelmente culpado, porque mesmo não fazendo o que sua mãe fazia, permitiu que a maldade continuasse e avançasse em Israel.
         Agora chegou o fim; agora Deus está usando os perversos para tomar o trono de um perverso. Agora chegou o momento para que toda falsa paz seja removida, a fim de mostrar que nada pode impedir o Senhor quando ordena Sua santa vingança contra elementos culpados. Quando o fim chega, a falsa paz do ímpio desaparece, como gelo derretido ante o calor. Homens no pecado manifestam o terror oculto em seus corações quando confrontam com Deus. Nesse momento desaba o teto de suas vidas e suas armas não passam de brinquedo.
         Meu caro leitor é bem certo que não há paz para o perverso! Se a alma não se arrependeu e se humilhou perante o Salvador bendito, essa pergunta sempre será ouvida: “Há paz, Jeú?”. Milhares estão procurando essa paz até mesmo em movimentos evangélicos; milhares querem se esconder, pensando que podem ficar disfarçados perante Deus; muitos acham apoio entre pastores infiéis, os quais por causa de dinheiro prometem paz e prosperidade. Mas, como pode haver paz no pecado? Como pode haver paz se a alma estiver em harmonia com mentiras, imoralidades, idolatrias e outras práticas?
         Caro leitor, a verdadeira paz vem da cruz, porquanto ali o Cordeiro de Deus se entregou por nossos pecados, a fim de que homens perversos pudessem escapar para sempre da Ira de Deus. Portanto, só tem um lugar para que você possa se acolher – em Cristo Jesus o Salvador bendito!
 Visite: http://oevangelhodagloriadecristo                                                                                                    

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

DESCOBRINDO A FALSA PAZ DO ÍMPIO (16)




         Mas os ímpios são como o mar agitado; pois não pode estar quieto, e as suas águas lançam de si lama e lodo. Não há paz para os ímpios, diz o meu Deus” (Isaías 57:20,21)
         Caro leitor, o grande Senhor afirma no texto que não há paz para aquele que está vivendo em seus pecados. Viver no pecado é ser inimigo de um Deus Santo; é estar em guerra contra Ele; é andar neste mundo em plena atividade para o reino mundano e diabólico, servindo as trevas; é estar marcado em sua fronte como um réu, condenado ao fogo eterno. Não, não pode haver paz para alguém que vive assim, mesmo que por fora pareça ser religioso, um fervoroso crente, mas por dentro tem suas armas de guerra apontadas contra a verdade revelada e contra a perfeita justiça de Deus em Cristo Jesus.
         Ó caro leitor, por que viver como um passarinho numa gaiola? Por que achar fugir das mãos amorosas e cheias de compaixão desse Deus que salva perdidos? Por que preferir viver nessa tormenta que invadiu seu coração por causa do pecado? Por que dar as costas ao Senhor e viver nesse namoro com seus reais inimigos? Ó, eu sei o quanto o pecado deixou seu coração inchado de soberba! Eu sei que a ausência de temor lhe fez capaz de continuar resistindo essa salvação! Eu sei que você, à semelhança de Caim quer discutir com Deus, lançar na face Dele suas propostas, porque você acha que suas justificativas são perfeitas e que Deus está errado em ter lhe lançado fora do Paraíso Dele.
         Ó caro leitor, por que não se atira ao pó? Por que erguer-se como uma serpente venenosa contra Deus? Por que não reconhece que não passa de um verme e que é pela compaixão do Senhor que você ainda vive neste mundo? Ainda acha que tem forças para enfrentar o Todo poderoso e sair ileso? O pecado lhe faz pensar que você é de ferro, inquebrável, quando nós seres humanos somos pobre barro e que quanto mais ressequido estiver pelo orgulho, mais fácil é de ser quebrado e transformado em monturo.
         Caro leitor, não há paz! Ora, tudo ao seu derredor está afirmando isso! Toda criação é testemunha ocular da sua rebeldia e presunção! A verdadeira paz com Deus traz descanso à alma e sossego no íntimo; a verdadeira paz com Deus faz com que todo seu arsenal de guerra seja desfeito e que cada arma seja vista no lixo (Salmo (46). Veja caro leitor, que enquanto você estiver em guerra contra a mensagem da cruz, sua alegria será sempre momentânea como fumaça e continuamente será desfeita como gelo. Enquanto sua alma não for purificada pelo sangue e sua culpa em Adão completamente coberta perante os Olhos do Santo Juiz, sua segurança será continuamente mais frágil do que teia de aranha; você não perceberá que está sob a mira da Ira de Deus, justamente porque você não aproveitou do amor de Cristo na cruz, a fim de fugir dessa zona de guerra.
         Ó caro leitor, por acaso ousa discutir com o Deus não pode mentir? Lembre-se que Ele é o Deus de toda verdade e que nós pobres seres humanos viemos da mentira (João 8:44). Quem pode contra a verdade? Tomo outro argumento ao afirmar que você, mesmo em sua teimosia e rebeldia tem sido sustentado pela bondade desse Deus santo e maravilhoso! O que você tem proveniente de você mesmo? Esse Senhor lhe cercou das provisões materiais, a fim de que você possa viver seus dias na terra respirando a atmosfera de compaixão. Você não pode perceber essas coisas? Será que você quer se cobrir, alimentar, beber, respirar e andar sob a provisão bondosa desse Deus, a fim de estar forte para guerrear contra Ele?
         Vou encerrar a meditação de hoje, convidando você ao arrependimento! Saiba que milhares que agiram como você partiram deste mundo para a punição eterna! Eles jamais voltarão! Estou cercando você com todos esses argumentos, a fim de que você conheça essa riqueza da misericórdia de Deus em Cristo Jesus! O verdadeiro caminho de um homem começa com sua humilhação perante Deus,  porque é quando o homem está no pó que o Senhor chega para falar com Ele e apresentar-lhe Suas riquezas de amor, perdão, justiça e vida eterna (Salmo 32:1,2)