sábado, 11 de outubro de 2014

SEU DEUS É O VERDADEIRO DEUS? (1)



Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido” (EXODO 32:1)
INTRODUÇÃO:
         Caro leitor, o tema dessa nova série de meditações parece ser tão desqualificado de lógica. Talvez você esteja afirmando que o Deus seu Deus é o Deus da bíblia. Porém estou plenamente certo que muitos corações podem estar enganados e iludidos. Podemos perceber que o povo de Israel nada queria com Deus verdadeiro, daquele que lhes havia libertado do poderoso Egito, daquela zona amaldiçoante de escravidão. O amigo leitor poderá ver no primeiro verso desse cap. 32 o quanto aquele povo procurava se disfarçar nessa ignorância, por essa razão procurou usar Arão.
         No verso 1 eles mostram o quanto os homens estão dispostos a seguir o caminho da idolatria, a fim de buscar facilidades para seus atos abomináveis. Por essa razão colocou Arão como profeta e sacerdote deles, a fim de que introduzisse um culto segundo o parecer deles, seguindo sempre as ambições de seus corações malignos. Eles nem sequer consideraram o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó; imediatamente mostraram o quanto seus corações eram de fato ingratos. Seus corações eram humanistas, por isso colocaram a responsabilidade da situação deles sobre Moisés, o qual para eles já havia morrido. Agora queriam curtir seus ídolos, por essa razão pediram que Arão fizesse deuses. Por que esses deuses? Porque agora na liberdade esperavam
         Ora, nada melhor do que ser um verdadeiro amigo de vocês, e provo essa amizade ao pregar num texto deste, porque da mesma maneira que o povo de Israel estava enganado quanto ao seu Deus, homens e mulheres podem estar sendo induzido nos corações, caminhando por uma vereda tortuosa, pensando que realmente estão indo pelo caminho certo. Examinemos bem de perto as atitudes tão ingratas daquele povo em fabricar um bezerro de ouro em ousada atitude de ofensa ao Senhor:
       1.         Foram libertados da dura escravidão de mais de 400 anos. Eles foram tratados como um povo especial, um povo diferenciado em bênçãos na face da terra.
       2.         O Deus vivo deu provas de que foi claramente obra de Suas mãos. A libertação deles daquela fornalha de ferro foi uma total manifestação do poder do Deus vivo. Não houve nenhum ser humano que participou dessa guerra entre o Egito e o grande Jeová.
      3.                   A travessia no mar vermelho foi mais uma manifestação do braço forte do                        Senhor em relação aquele povo. Eles viram como o poder de Deus fez abrir o mar e pela misericórdia todos eles atravessaram a seco; paredes de águas serviam de muralhas para aquele povo. Conforme o cap. 15 a notícia daquele espetacular acontecimento atingiu todas as nações e assim o Nome do Senhor foi glorificado.
      4.                   Moisés estava no cume do monte fazia 40 dias. Era de se esperar que eles se colocassem em oração; era de se esperar que eles estivessem reunidos lá embaixo adorando a Deus em profunda gratidão, mas   tudo estava funcionando ao contrário. Mas não houve nada disso, pelo contrário, eles se ajuntaram para a maldade; eles se ajuntaram para provocar a Deus com suas práticas impiedosas; eles estavam revelando o que eram no coração e que nem mesmo as maravilhas do Senhor podiam arrancar as corrupções ocultas.
         Meu caro leitor, tudo isso serve de lição para mostrar o quanto homens e mulheres vivem sob o engano do pecado e que é sob o disfarce de uma religião que muitos tropeçam em suas iniquidades. O Deus daquele povo no coração deles não era o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó e de Moisés. Eles apenas revelaram o que está oculto no coração daquele que ainda não nasceu de novo e que por isso ama o mundo e busca por meio de seus ídolos novos caminhos de paixões e prazeres.

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