quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O VERDADEIRO PARAÍSO (3)

 
 
 
“...Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”  (Lucas 23:43)
O PARAÍSO – UM FATO.
        Antes de entrar nos pormenores acerca do verdadeiro paraíso, vamos examinar o que significa o paraíso que satanás sempre procurou e procura implantar na terra. Desde sua queda satanás mirou o mundo para que se este lugar se tornasse seu “Éden”. Se retornamos à Gênesis, veremos que Deus plantou um verdadeiro paraíso terreno. Do Senhor só pode vir perfeição, então ali era realmente um lugar maravilhoso para viver e gozar todas as delícias de um ambiente sadio, feliz, pacífico e completamente livre do mal. Sondemos bem o que realmente significa o paraíso terreno e o que devemos esperar por um paraíso conforme nossas expectativas.
        Primeiramente, para um lugar ser um verdadeiro paraíso deve haver total ausência de maldição do pecado. É óbvio que o Éden era assim, pois da mão do criador santo não pode originar o mal. Quando Adão foi criado, eis que todo seu ser foi feito completamente puro, seu olhar era puro; suas mãos livres de qualquer maldades; seus pensamentos era como uma casa limpíssima, pronta para receber toda informação das maravilhas do conhecimento acerca do criador com quem podia comunicar livremente; suas emoções podiam fruir alegria, prazer, doces sentimentos de felicidade em plena harmonia com tudo o que estava ao seu derredor. Além disso, o perfeito criador lhe concedeu toda provisão para aquilo que ele precisava. Foi lhe dada uma esposa linda e todo jardim era cheio de todo tipo de fruto, sem qualquer medo de espinhos e abrolhos.
        Além disso, todos os animais, sem exceção eram submissos. Não havia qualquer revolta dos animais no Éden; não havia uma loucura neles para procurar sobreviver, como vemos acontecendo com todos os tipos de animais, desde os seres microscópicos até os grandes e poderosos seres criados na face da terra. Não havia no jardim qualquer interferência de mosquitos, pernilongos e outros animais à procura de sangue; não havia medo dos animais venenosos; não havia ali perigos à espreita e os animais se alimentava de ervas, assim como os homens. A fome não tinha entrado, pois ela é o resultado do pecado e assim o homem podia andar, passear, conversar, lidar com os animais num ambiente assim, sem qualquer interferência de perigos e ameaças, como vemos hoje, devido à entrada do pecado. O Éden era o jardim da comunhão com Deus; era ali a casa santa, o ambiente santo e partindo dali o mundo inteiro seria mundialmente um jardim de amor, pureza e santidade.
        Mais do que todos esses prazeres perfeitos e agradáveis, o homem gozava de todo favor de Deus. Era o criador expondo ao homem o que sai de suas bondosas mãos. Adão foi criado para viver as emoções e delicias da comunhão com o criador e com sua criação. Ali era a casa de Deus, era o santuário do vivo criador. Ali reinava uma atmosfera de harmonia, prazer em servir, provisão abundante de tudo o que os olhos querem ver e o corpo anseia ter, e nada havia de qualquer interferência do pecado, a fim de alimentar um ego deificado, como vemos hoje. O ambiente da presença de Deus traz alegria, prazer e satisfação. Onde o Senhor está presente, não pode haver guerra, temor e ansiedade. Onde o criador santo e puro reina, tudo é vista com pureza e experimentado com atitude de adoração.
        Mesmo tendo entrado o pecado, podemos ver o quanto o nosso planeta é um lindo lugar. Quantas maravilhas enchem nossos olhos, ao vermos o mar, as planícies, os animais de toda espécie, os rios, as matas, as praias, os montes, os vales e tantos detalhes a mais, os quais enchem nossos olhos. Os homens no pecado lutam para fazer de tudo isso um paraíso sem Deus; eles puxaram o mal e a miséria e ameaças vão por onde eles pisarem aqui.

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