sábado, 28 de maio de 2016

AS INÚTEIS OBRAS DO PECADO (4)




“As suas teias não prestam para vestes nem se poderão cobrir com as suas obras; as suas obras são obras de iniquidade, e obra de violência há nas suas mãos” (Isaías 59:6)
A INUTILIDADE RELIGIOSA: “As suas teias não prestam para vestidos...”
        Amado leitor, o que aconteceu nos dias de Isaías, quando a nação se precipitava num claro afastamento de Deus, também reflete em nossos dias. Os dias de apostasia são os dias mais perigosos e bem maquiados com os trabalhos tão bem camuflados do diabo utilizando os meios religiosos e até mesmo a Bíblia para seus intentos de destruição. É claro que os homens jamais mudaram, são eles os mesmos desde a queda. Mas é em plena apostasia que eles tentam encobrir suas maldades com artifícios religiosos, como acontecia com os judeus nos dias de Isaías e atraindo a punição de Deus nos dias de Jeremias e Ezequiel.
        O que acontece quando homens fabricam seus “tecidos” para encobrir sua nudez espiritual é que tudo é transformado em armadilhas perigosíssimas, assim como ocorre com teias de aranhas. Minha esperança é que eu possa passar essas verdades com clareza aos corações dos meus leitores.
        1.     A religião será envolvente com legalismos. Foi o que aconteceu no tope da religião judaica nos dias de Jesus. A religião mais poderosa era a dos fariseus; aqueles líderes religiosos criaram uma verdadeira “fábrica” de legalismos, a fim de encher o povo com cargas pesadas de obrigações. O que eles faziam era tomar a lei de Moisés e transformando em regras e mais regras, a fim de controlar o povo. Mas por detrás de todas aquelas cerimônias pesadas estavam a maldade, as malícias e as disposições assassinas daqueles homens. É claro que haviam homens sinceros ali, mas os sinceros corriam à busca da verdade.
        O que mais prevalece em nossos dias é exatamente esse tipo de religião da aparência. As atividades carnais na religião são realmente poderosas, elas levam os homens à demonstração de fervor e de obras incríveis. Nessas atividades fermentadas pela carnalidade os homens avançam sem qualquer base teológica, sem qualquer fundamento da verdade, e assim a soberba no íntimo ganha forma e seus corações ficam ainda mais endurecidos. Vemos hoje o quanto isso prevalece, pois tudo é baseado naquilo que eles sentem, que acham e que sonham. Com isso homens e mulheres avançam para criar novas entidades religiosas, ensinos absurdos aparecem em nome de Deus, superstições travestidas de versos bíblicos são usadas, a fé aparece acima de tudo para desafiar Deus a fazer o que os homens querem, etc. No legalismo o comando é dos homens, e muitos espertamente conseguem manobrar as mentes e as emoções dos incautos.
        2.     A religião envolve um culto de paixões da carne. Quando a religião favores essas paixões, eis que a verdade do coração fica encoberta. Quando os cultos são baseados em mobilização dos sentimentos, eis que a mente não funciona e tudo é recebido sem qualquer investigação. Tenho visto pessoas vivendo assim; a certeza delas não é fundada na verdade, mas sim em experiências; a dureza de coração não é vista como obstinação, porque o sentimento opera declarando que Deus está presente e que tudo é bênção. As paixões carnais são perigosas porque elas se sobressaem e avançam além das Escrituras. Assim os que mais parecem ser espirituais são tomados como poderosos e “abençoados”. Quando a religião está envolvida em paixões, eis que os cultos serão envolvidos com tais sentimentos e o temor ao Senhor é excluído, a fim de que os homens deem ouvidos aos homens. Sendo assim a verdade conforme nos foi dada é repudiada e Deus é visto como um Deus positivo, um Deus que favorece aquilo que eu sinto, que eu gosto e que eu penso ser Deus.
        Meu amigo, veja as armadilhas bem trabalhadas pelo pecado no coração!

sexta-feira, 27 de maio de 2016

AS INÚTEIS OBRAS DO PECADO (3)




“As suas  teias não prestam para vestes nem se poderão cobrir com as suas obras; as suas obras são obras de iniquidade, e obra de violência há nas suas mãos” (Isaías 59:6)
A INUTILIDADE RELIGIOSA: “As suas teias não prestam para vestidos...”
        Caro leitor, a figura de linguagem do Velho Testamento descreve o serviço de tear como a arte de fabricar justiça. É essa a atividade religiosa dos homens no pecado. Mas o fato é que aquilo que eles fabricam realmente serve de teias de aranha, conforme vemos no texto: “...e tecem teias de aranha...”. Assim vemos que as obras do pecado, mesmo as mais religiosas servem como arapuca, como uma rede do mal. Vejamos o trabalho religioso dos fariseus, como eles eram zelosos, aparentemente justos e piedosos. Mas tudo o que eles ensinavam e todas as suas práticas resultavam em armadilhas para as almas. Nosso Senhor censurou os fariseus e acusou-os de fazer os homens herdeiros do inferno duas vezes.
        Não precisamos ir tão longe, pois podemos olhar de perto os resultados de todas as mentiras. Veja como seus “tecidos” parecem enfeitar os homens; eles parecem tão dispostos, tão zelosos a Deus, tão diferentes e prontos para trabalhar. Mas, olhando bem com discernimento enxergaremos que tais almas realmente estão presas e que não podem escapar desses sistemas tão enganadores onde caíram. Veja as armadilhas criadas pelos russelitas, pois eles parecem tão dinâmicos e zelosos, mas devido a cegueira de seus corações eles não percebem que caíram numa armadilhas e que será impossível escapar dali, a não pela atuação misericordiosa de Deus.
        E é assim que acontece quando homens e mulheres se veem envolvidos nas mentiras religiosas, sem saber que elas são as mais perigosas armas do diabo para prender pessoas nas mais ardilosas mentiras. Meu caro amigo, a maldade do pecado produz religiosamente obras imprestáveis, porque elas só servem para o mal; elas alimentam o ego e exaltam a glória do homem; elas se apropriam das Escrituras, mas de forma perigosa, tirando textos do contexto, apenas para salientar seus interesses perversos. O que acontece é que as maldades do coração são encobertas com atividades religiosas, porque de certa forma tais atividades servem como calmante e concede uma sensação de paz para o momento.
        Outro detalhe é que muitos que ouvem a verdade do evangelho e endurecem seu coração, tendem a cair nessas redes. Já lidei com muitos que agiram assim. Conheci um senhor que veio pelo menos três vezes aos nossos cultos evangelísticos aos domingos a noite. Dava para perceber o quanto aquele senhor ficava perturbado com as mensagens e realmente aguardava ansiosamente que ele viesse a se converter a Cristo. Pelo contrário, ele terminou se afastando, confessando que realmente ouviu o evangelho e que jamais fora um crente genuíno. Mas não demorou muito para que ele caísse numa seita extremamente perigosa. Para minha tristeza, soube que ele veio a falecer sem jamais ter realmente se convertido à verdade do evangelho.
        Posso relatar aqui várias experiências que tive com pessoas assim, mas que nada quiseram com a verdade. Quando homens e mulheres endurecem o coração diante da mensagem da cruz, eis que não demora muito para que eles escorreguem para as “teias de aranha” mais bem preparadas, e quando caem nelas, dificilmente escapam. Se os homens recusam a ouvir a voz do Salvador e seus toques de aviso aos pecadores, eis que satanás imediatamente aparece com suas palavras “amigas”.
        Caro amigo leitor, cuidado com este mundo, pois por todos os lugares homens espertos para o mal têm preparado seus laços. Satanás não quer perder seus súditos; satanás trabalha incansavelmente para manter seus fieis entretidos. Então, a solução é correr para Cristo Jesus e humildemente render-se a Ele de todo coração, caso contrário, um coração endurecido correrá para seu castigo eterno.

O ONTEM, O HOJE E O AMANHÃ DA IGREJA (3)




“Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Josué 3:5).
ONTEM: FIRMADOS NA TÃO GLORIOSA SALVAÇÃO.
        Amado leitor, nenhum crente pode avançar triunfantemente sem o conhecimento certo da Sua história. Por esse fato, para que compreendamos nossos deveres hoje e nossa obediência ao Senhor, importa que saibamos a história dessa tão grande salvação. Vivemos desse tão maravilhoso serviço da eterna graça; nós pertencemos à noiva do Cordeiro e ela sente-se segura quando pode ouvir a doce história da graça que a faz sentir-se tão amada e segura.
        À luz das Escrituras podemos sim lembrar que fomos atingidos pela misericórdia de Deus. A nossa história só pode ser contada pelo próprio Deus, porque homem nenhuma pode entender esses fatos, de que nós éramos totalmente caídos no pecado e que estávamos mortos em relação a Deus, completamente alheios à Sua vida e obcecados por servir a satanás em seu império de trevas e de terror. Precisamos sim olhar para o passado, porque para o mundo a sua história pregressa não tem valor; o mundo esconde suas misérias debaixo dos escombros da morte.
        Então, humildemente lembremos quão fraco éramos; como de fato vivíamos escravos de toda sorte de paixões (Tito 3:3); que nem sequer tínhamos intenção de ir para Cristo, a fim de buscar Seu socorro. Oh! Quanta vergonha vem a nós! Quanta tristeza ao lembrar que estávamos tão prontos a pecar e ainda achávamos que éramos heróis nesse sistema de vida sem Deus. Daniel se lembrou da história do seu povo e uniu-se à sua nação, a fim de confessar que eram culpados por terem transgredido a lei do Senhor (Daniel 9). Daniel afirma que estava corado de vergonha e que a culpa de toda desgraça pela qual estava passando era deles mesmos.
        Amado leitor, como a nossa história no pecado nos humilha! Além disso, Deus faz com que passemos por aflições para que lembremos disso; a graça nos mantém sempre curvados perante Deus e as provações aparecem para que olhemos para traz e assim venhamos a enaltecer ao Senhor. Ah sim! Que nossas orações estejam cheias de ações de graças e de santos louvores para que adoremos ao Senhor por Sua providência por nós, pobres e miseráveis escravos, conforme a letra de um antigo hino:
                        Eis a escrava resgatada, grande preço Cristo deu.
                        Não foi ouro nem foi prata, foi seu sangue que verteu.
        Também, que nossas bocas entoem os hinos que enaltecem o amor de Deus; que não fujamos de ver nossas fotos em Adão, as algemas que foram tiradas e os grilhões que foram quebrados pelo maravilhoso Filho de Deus. Que nossos cânticos enalteçam a glória de uma tão grande salvação; que ouçamos sempre essa história de amor, contada na cruz, onde nosso Cordeiro amado provou Seu infinito amor por pecadores miseráveis e culpados. Também, que nossa reunião seja com todos os que invocaram e que vivem a invocar o Nome do Senhor; que nossa família seja a família dos que nasceram de novo, porque eles têm a mesma história e a mesma fé.
        Também, digo e afirmo que nossa história tão feia no pecado será sempre trazida a lume através da pregação. O culto ao Senhor é para que ouçamos como foi que Deus nos amou, quando realmente merecíamos Seu golpe de ira. Todos os santos reunidos fazem com que as diferenças sociais aqui sejam dissipadas, quando ouvimos o fato que não houve diferença. Todos juntos se humilham e proclamam as emoções de um povo cheio de temor ao Senhor. Por que isso? Porque simplesmente se não escutarmos nossa antiga situação, o que será no presente? Como Deus há de efetuar Sua obra maravilhosa por meio do Seu povo, se não estiver ciente de que fomos abraçados pela tão grande salvação.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O ONTEM, O HOJE E O AMANHÃ DA IGREJA (2)




“Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Josué 3:5).
ONTEM: FIRMADOS NA TÃO GLORIOSA SALVAÇÃO.
        Prezado leitor, minha esperança é que pude ser claro na introdução, tendo em vista trazer a mensagem que o texto nos fornece. É claro que não podemos perder de vista o cenário de guerra dos dias de Josué, quando a não estava sendo preparada para destruir as nações na terra de Canaã. Aquele povo precisava saber que a única forma para conquistar e vencer os inimigos era submissão ao Senhor, porque a guerra era Dele. Sabemos que nada mudou no tocante ao Senhor; sabemos que os princípios são os mesmos para nós hoje; sabemos que nossa guerra é ainda mais terrível, porque não batalhamos contra os homens, mas sim contra satanás e contra todas as suas hostes do mal. Por isso vale a pena trazer as lições do texto à luz da graça de Deus para nós hoje.
        Averiguemos bem a nossa história passada – Ontem. Podemos esquecer nossas experiências, lutas, derrotas, tristezas e alegrias do passado, assim como Paulo diz: “Esquecendo-me das coisas que para traz ficam...”. Mas a verdade é que têm lições, as quais devemos marcar de forma santificadora em nossa memória. A Bíblia é um livro que nos traz uma história eterna e nós vivemos dessa história. Israel no Velho Testamento vivia da história dos patriarcas; outras nações têm como fundamento a história, de como começou e lutou para estabelecer seus costumes e modo de vida.
        A história da igreja é a mais preciosa e incrível história, jamais entendida pelo mundo, porque misteriosamente envolve a eternidade. A igreja jamais pode ser edificada nos seus feitos atuais; jamais pode conquistar maravilhas neste mundo se caminhar segundo suas ações do momento. Falo isso porque vejo que é isso que está acontecendo em nossos dias. A agenda da igreja moderna é feita para ter alegria e sucesso do momento; tudo hoje tem como base as emoções e a satisfação da carne. Não há nada que pode me levar ao passado, a fim de mostrar como devo viver agora, e assim caminhar cheio de esperança para o futuro eterno.
        Quero tomar agora como exemplo o que Paulo faz em sua carta aos Romanos, porque depois de um ensino impressionante, avassalador acerca da nossa situação no pecado e de como por meio do Seu Filho Deus nos trouxe uma salvação poderosa, então Paulo inspira os crentes a meditar bem no passado deles: “Rogos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus...”. O leitor pode ver que há esse incentivo a reviver a história dos atos de misericórdia de Deus em nosso favor? Noutras palavras Paulo está exortando os irmãos a meditar no fato que eles são o que são agora porque houve um ato de amor eterno envolvido em tudo isso. Essa história teve uma origem que foi o amor eterno de Deus em favor de uma raça de pecadores.  
        Ora, podemos nós firmar nossa fé e estabelecer nosso sistema de santidade e de verdadeiro amor sem essa história? Claro que não! Não podemos avançar nem um milímetro à frente sem entender de coração nossa história. Esquecer o passado a fim de vier o presente é simplesmente caminho da derrota. O que aprendemos de ontem? Aprendemos sim que Deus nos amou na eternidade; aprendemos que fomos atingidos pelo pecado na queda; que nós fazíamos parte dessa família mundial, servindo ao pecado, ao mundo e ao diabo. Como desprezar essa história? Ela que nos move à humilhação; ela que nos constrange a viver no amor do Senhor; ela que nos mantém submissos a Deus.
        Essa história também, quando contada por meio da pregação, ela é poderosa para chamar os pecadores ao arrependimento, a fim de que homens e mulheres olhem seu miserável passado e assim clamem pela misericórdia e perdão do Senhor.

AS INÚTEIS OBRAS DO PECADO (2)



                       
“As suas  teias não prestam para vestes nem se poderão cobrir com as suas obras; as suas obras são obras de iniquidade, e obra de violência há nas suas mãos” (Isaías 59:6)
A INUTILIDADE RELIGIOSA: “As suas teias não prestam para vestidos...”
        Amado leitor, que o meu Senhor me conceda força da graça para expor esse texto de tal maneira que chegue bem aos corações de todos os meus leitores. A Bíblia simplesmente destrói todas as atividades da carne, considerando-as como inúteis perante Deus. O jovem e sábio Eliú deixou claro para Jó: “A tua impiedade só pode fazer o mal ao homem como tu mesmo; e a tua justiça, dar proveito ao filho do homem” (Jó 35:8). Veja bem que as melhores coisas que partem do homem no pecado só tem utilidade aqui mesmo. Foi assim que Deus descreveu os atos de Israel nos dias do profeta Isaías, e assim o Senhor desmancha todo orgulho de todos os que estão no pecado.
        Então, minha primeira atividade é mostrar as inutilidades religiosas dos homens, conforme aparece na frase: “As suas teias não prestam para vestidos...”. Ora, realmente estamos precisando encarar este sistema chamado de “evangélico” em nossos dias, porque não faltam atividades religiosas, feitas em nome de Jesus. É claro que a Palavra de Deus jamais há de condenar os atos dos santos, porque suas obras são feitas para a glória de Deus e são vindas das atividades do Espírito Santo por meio deles. Estou considerando a força da carne que tanto se projeta por meio das mentiras ecumênicas nestes dias maus. Por isso tudo farei para fazer uma análise das atividades de Israel nos dias de Isaías, com aquilo que vemos ocorrendo em nossos dias, tudo isso porque sabemos bem que o homem não mudou; que sua soberba e prevalecente carnalidade continuam bem manifestas perante o Senhor. .
        Examinemos o que diz o texto: “...e tecem teias de aranha...”, porque Deus mostra de onde origina esses produtos. O tear era um serviço comum naqueles dias; hoje as máquinas ocuparam o lugar da fabricação manual. Mas o que quero mostrar aqui é que o tecido é visto na linguagem do Velho Testamento como um tipo de justiça. A justiça de Deus, (tanto quanto a justiça humana) é vista como atos de justiça. Realmente sabemos que o tecido tem em visto cobrir nossa nudez, por essa razão o Espírito Santo toma essa linguagem ilustrativa para mostrar a diferença entre a justiça do homem e a justiça de Deus. Só que, religiosamente falando o tear era comparado aquilo que as aranhas fazem.
        Então, os homens com suas atividades religiosas não passam de “aranhas” fazendo suas teias. Deus está dizendo que esses “tecidos” não servem como vestimentas, assim como as teias de aranhas só servem como um tipo de armadilha. Ora, essa lição vem para nós, revestida de grande importância. Para que servem as obras religiosas dos homens? Para que servem seus louvores, seu fervor, sua dedicação, seus esplendorosos feitos, etc.? Elas servem sim, mas de armadilhas perigosas. Veja bem, que se não servem para vestimentas, eis que a vergonhosa nudez espiritual deles está plenamente exposta perante a face do santo Senhor. O pecado, a culpa do homem, sua condenação, tudo isso reveste esses tecidos de vergonha e de imundície: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo de imundície...” (Isaías 64:6).
        Mas tudo isso tem como objetivo mostrar aos meus leitores, quão perigosa é a religiosidade sem salvação. Ela encobre a realidade do pecado no íntimo; ela fortalece a soberba no íntimo; ela encobre a realidade de um coração pervertido. Na realidade é uma tentativa ilusória de enganar Deus e passar por cima das verdades reveladas. Que o Senhor venha trazer aos meus leitores profunda atitude de humilhação diante dessas verdades tão claramente mostradas em Sua Palavra.