Você encontrará aqui publicações a respeito do evangelho bíblico. Muitos são postados por mim mesmo, mas outras mensagens vinculadas à verdade da mensagem da graça, publicada por homens que levam a verdade à sério serão achadas. Que este blog seja uma verdadeira mina de riquezas espirituais, a fim de que suas vidas sejam edificadas e o Nome Glorioso seja exaltado!
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
AS ARMADILHAS DO PECADO ( 11 de 12)
“Portanto, eu os julgarei, cada um segundo os seus
caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor Deus. Convertam-se e afastem-se de
todas as suas transgressões, para que a iniquidade não lhes sirva de tropeço”
(Ezequiel 18:30)
A MAIS TERRIVEL QUEDA (Romanos 3:23)
Estamos
vendo o que realmente significa a queda no pecado e suas armadilhas postas ao
longo do caminho largo. O pecado sempre é inversão dos valores; sempre mostra o
caminho oposto a Deus. A natureza do pecado sempre fará com que Deus seja
removido da frente; toda aquela noção bíblica de Deus, de sua presença,
onipotência, onipresença e onisciência não existem no pecado. O efeito terrível
do pecado é que a pessoa sempre a de buscar outro deus, porque tudo do pecado é
inverso, segue o caminho que desce e não que sobe. Além disso, a força do
pecado é mostrado no orgulho próprio, porque mesmo cercado de perigos
terríveis, ainda assim o homem não vê, pelo contrário o efeito de sua decisão é
desafiar Deus e dizer que não é verdade o que Ele afirma a respeito Dele.
Notamos isso
na vida de Nabucodonosor, o perverso e tirano rei da Babilônia. Daniel havia
advertido o rei do que haveria de acontecer, caso ele não se arrependesse do
seu orgulho e tanta maldade praticada. Mesmo assim, o monarca arrogante olhou
para a linda Babilônia e louvou a si mesmo por ter feito aquelas maravilhas.
Foi assim que imediatamente Deus o demoveu do seu lugar de rei e o impeliu para
o mato, a fim de viver como um animal por alguns anos. Notemos o que o pecado
faz na natureza humana, porque remove qualquer temor e cerca o ambiente de
orgulho e independência, como se Deus simplesmente não existisse, ou estivesse
longe. Outro detalhe é que o pecado é por si mesmo enganador, porque mesmo nas
derrotas claras o pecado há de inserir no coração a ideia de que tudo vai dar
certo.
Tomo agora a
vida de Belsazar, (Daniel 5) filho de Nabucodonosor, porque após a
interpretação daquilo que a mão de Deus escreveu na caiadura do palácio, o rei simplesmente
ignorou o perigo mortal. O exército Medo e Persa já havia tomado o palácio e
ele seria morto naquela noite. Mas todo aquele acontecimento que havia
transtornado o rei e a todos, simplesmente foi ignorado, ele quis recompensar
Daniel pela interpretação e naquela mesma noite foi morto. O pecado tem esse
terrível efeito, pois se Deus não usar de misericórdia, a natureza do pecado há
de empurrar o homem para o abismo de forma inevitável. Não é essa a mentalidade
de Lúcifer, satanás? Claro! Ele acha que tudo vai dar certo, que Deus está
errado e trabalha de forma terrível, a fim de trazer ao mundo seu grandioso
propósito de estabelecer um reino de ateísmo e perversidade, mesmo sabendo que
seu destino é o Lago de fogo.
Assim segue
o homem em seus pecados; em sua cegueira não vê quantas armadilhas estão postas
no caminho que segue, utilizando a mesma mentalidade de satanás, achando que a
vitória virá, que o próximo dia, mês e ano serão melhores. Não há como findar
esse sistema, porque mesmo no sofrimento e à beira da morte o homem no pecado
sente que tudo vai dar certo. Não há no pecado um elemento de mudança; não há
como desligar o homem desse estado pervertido no qual se encontra. Para alguns
Deus concede que vá longe e amplia sua felicidade em meio a prosperidade, mas
não demora para que o Senhor remova tudo e puxe o ímpio para sua cova. Foi
assim com Esaú, pois seu anseio de se tornar uma próspera nação foi alcançado,
e de fato foi. Ele e seus descendentes construíram Petra e progrediram de forma
dinâmica e com muita habilidade. Mas não demorou para que Deus, a Seu tempo
viesse e destruísse toda aquela grandiosidade e deixasse os escombros para a
história ver que é assim que Deus faz com quem ousa desafiá-Lo.
Só há uma
resposta para os que estão no pecado: “Arrependei-vos e convertei-vos, para que
sejam cancelados os vossos pecados...” (Atos 3:19)
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NÃO VERÁ A VIDA (2)
“Por isso, quem crê
no Filho tem a vida eterna; o que porém permanece rebelde contra o Filho não
verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (JOÃO 3:36)
MOSTRA A CONDIÇÃO NA
QUAL ESTÃO OS HOMENS NO PECADO.
Uma vez dada a introdução procurarei
entrar nos detalhes do texto. Lidemos com a preciosa palavra de Deus; chequemos
a linguagem santa, examinando-a à luz da mentalidade divina, conforme Ele nos
transmite em toda Escritura. Nunca devemos esquecer que a Palavra de Deus há de
trazer contradição naquilo que ela mesmo ensina. O que parece ser contradição é
devido nossa visão errada. Os erros doutrinários aparecem justamente porque
ensinos são extraídos, não à luz da verdade conforme Deus fala em toda Palavra,
mas sim porque elementos colocam seus raciocínios falazes, a fim de tentar
fazer com que a Bíblia fale o que eles querem. Os judeus, por exemplo, viam
apenas a letra das Escrituras e não o espírito que que as envolviam, por isso
manifestavam ira e até mesmo disposição assassina contra o Senhor.
“...quem crê no Filho tem a vida
eterna...”. Quero que analisemos a palavra “vida”, a qual aparece no texto duas
vezes. No Novo Testamento 3 palavras gregas aparecem traduzidas “vida”. A
primeira que aparece em 1 João é a palavra “bios”, a qual trata-se do aspecto
físico ou aparente da vida. O outro termo é “psique” e normalmente trata-se da
alma. Esta palavra foi usada por Cristo para falar sobre esta vida que envolve
a alma em sua ligação como corpo. Por exemplo, quando Ele fala do homem louco
que ajuntou riquezas e disse para sua alma: “Come, bebe, folga e regala-te”.
Ele usa o termo psique para referir a essa vida que termina aqui com a morte. Mas
o termo usado em João 3:36 e em todo livro de João é a palavra grega “Zwê” que
é usada para referir à vida que está acima de psique e bios; é a vida por
excelência, a vida que há no Filho.
Quando nascemos viemos ao mundo com “bios”
e “psique”, a vida física e a vida da alma. Não trouxemos a vida que há no
Filho. A entrada do pecado nos tornou homens naturais, homens físicos ligados à
alma. Não trouxemos a vida que há no Filho, mas sim a vida que há em Adão.
Noutras palavras, esta vida natural nos tornou daqui, da terrena e não do céu.
Sem a vida que há no Filho, a vida verdadeira e eterna, para Deus o homem é um
morto. A vida natural é fruto do pecado e em toda Escritura Deus mostra nosso
estado de imundície, com o qual entramos neste mundo. Vejo como o movimento
evangélico moderno tem feito de tudo para que todos sintam que são filhos de
Deus, que podem orar, adorar e outras atividades religiosas. Mas quanto engano!
O texto de João 3:36 deixa claro que “quem temo Filho, tem a vida...”.
Significa que há diferença, que têm os que receberam a vida que há no Filho e
os condenados. O texto afirma categoricamente que muitos não verão a vida.
Para falar um pouco mais sobre nosso
estado natural de imundos, precisamos ver alguns textos bíblicos que vão nos
ajudar. Davi, quando se conscientizou do seu pecado e chegou em confissão
perante Deus, ele pode compreender a realidade da imundície do pecado: “Eu
nasci na iniquidade e em pecado me concebeu minha mãe”. Imediatamente ele pediu
ao Senhor que o limpasse e o purificasse usando os rituais de purificação,
conforme a lei (Salmo 51. Leia todo esse Salmo). Além disso vemos essa verdade
claramente estampada em Isaías 64:6: “Mas, todos nós somos como o imundo...”. O
Velho Testamento usa muita figura física de imundície, como o leproso e como a
mulher no período da menstruação, a fim de enfatizar o estado no qual deixou o
homem no pecado.
Passei bem rápido por esses textos
somente para lembrar meus leitores, que não há no homem a vida aceitável a
Deus. Para Israel em Isaías 1 Ele ordena: “Purificai-vos!”. Para os discípulos
em João 15 o Senhor diz: “Mas vós estais limpos pela palavra que vos tenho
pregado”. Tudo isso e muito mais é para que saibamos que não há naturalmente em
nós nada que atrai a simpatia de Deus.
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sábado, 4 de janeiro de 2020
quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
NÃO VERÁ A VIDA (1)
“Por isso, quem crê
no Filho tem a vida eterna; o que porém permanece rebelde contra o Filho não
verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (JOÃO 3:36) INTRODUÇÃO:
Prezado leitor, creio que devo chamar sua
atenção para este texto tão precioso e cheio de instruções. Preciso tomar cada
palavra aqui e deixá-las bem esclarecidas em vossas mentes e emoções, pois eu
sei que essa é a função de um pregador. O texto em si mesmo é profundamente
esclarecedor e confrontador, além de mostrar o ensino glorioso da tão grande
salvação e também do terrível estado do homem em seus pecados. Não há dúvida
que para esta época tão cheia de armadilhas religiosas, tão bem preparadas pelo
pai da mentira, os homens desta geração precisam saber o que a bíblia deixa tão
claro à mente de todos. O texto ataca o programa ecumênico, humanista e
socialista destes dias tão perigosos como uma leoa à espreita.
O texto deixa claro que uma alma não
salva não verá a vida e sobre isso que desejo tratar aqui. Essa declaração é
terrível, porque mostra a condição tão espiritualmente aterradora, na qual
vivem os homens no mundo, porque se eles não verão a vida é porque estão mortos.
Olhando superficialmente, essa afirmação incrivelmente reveladora parece tão
superficial que pode bem ser descartada como algo sem importância. Uma razão é
que quando vemos uma frase como essa: “...não
verá a vida...”, traduzimos no íntimo como algo que não fará diferença. Sem
vida no nosso entendimento tão pobre é algo que não chama a atenção. Vida para
nós é vivacidade, é ser alegre, jovial, ter o prazer de curtir o mundo, etc.
Mas nós estamos lidando com a Palavra de Deus e na bíblia estar sem vida
significa “estar morto”.
Mas o texto é tão desafiador que vou
mostrar-lhes o quanto a situação é aterrorizante para a alma que continua com
seu coração em plena rebelião contra Cristo. A frase aparece como uma sentença
que cai sobre homens e mulheres os quais ignoram a importância da salvação. É
fato que o evangelho moderno nem mesmo quer saber desses detalhes tão
impressionantes, porque tudo hoje é superficial, tudo é visto do ponto de vista
humano, social e os homens são tratados como pessoas que sofrem e que precisam
de nosso socorro. Olhamos tudo à luz da aparência, do sofrimento externo, mas a
bíblia não vê as coisas assim. Deus vê a raça caída em Adão; que todos pecaram
e que diante de Deus não quem possa estar em condição melhor. A bíblia afirma
sobre o fato que a morte entrou e que os efeitos mortais do pecado estão por
toda parte em forma de doenças, perversidades, pobrezas e mortes.
Outro detalhe importante é que não estou
trazendo um evangelho diferente, porque essa mensagem foi pregada pelos
apóstolos e por grandes pregadores, homens de Deus que levavam a sério a
verdade conforme está escrito. O que eles pregavam? Eles afirmavam que os
homens estavam mortos em seus pecados e que nada tinham de desejo em ir para
Deus, justamente como afirmou nosso Senhor aos judeus: “E não quereis vir a mim
para terdes vida”. O antigo evangelho sempre buscou glorificar a Deus em Sua
atuação soberana. O que diz o texto acima? Afirma que os homens em seu estado
de rebelião contra o Filho não verão a vida. Que estado de condenação! Que
estado lastimável! É como se o Autor da vida estivesse passando num cemitério e
neste e naquele túmulo ele olhasse e dissesse: “Este e aquele não verão a vida”.
Vejamos como tudo fica claro nas
Escrituras; vejamos como Deus nunca mudou seus pensamentos. O mesmo Deus que
disse: “Amei Jacó e aborreci de Esaú” é o Deus que fala a mesma coisa: “Este eu
o chamo para a vida, aquele não”. Não é para nós temermos e tremermos diante do
grande Senhor? Esse é o evangelho bíblico que soa como uma doce sinfonia aos
corações santificados, enquanto para outros não passa de loucura.
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AS ARMADILHAS DO PECADO ( 10)
“Portanto, eu os julgarei, cada um segundo os seus
caminhos, ó casa de Israel, diz o Senhor Deus. Convertam-se e afastem-se de
todas as suas transgressões, para que a iniquidade não lhes sirva de tropeço”
(Ezequiel 18:30)
A MAIS TERRIVEL QUEDA (Romanos 3:23)
O pecado
injeta na alma um conceito de que o mundo é um lugar de paraíso e glória; é o
mais poderoso efeito do pecado, porque é seu trabalho anular a glória de Deus e
as realidades eternas. Todo propósito do pecado é opor-se a Deus e aos
conceitos eternos. O pecado a vida aqui parecer melhor e que é infindo este
sistema e não há como escapar dessa armadilha mortal, mesmo, a não ser que haja
uma intervenção da graça operante de Deus na vida. Um Esaú há de escolher um
mundo onde ele poderá ter uma descendência, com fama e riquezas aqui. Um Jacó,
não fosse a eleição divina escolheria também o mesmo caminho desejado por sua
natureza pecaminosa. O ladrão na cruz, mesmo em face da morte, ainda assim
queria um Salvador que lhe trouxesse um livramento dessa morte e um escape para
voltar à vida que sempre teve e não fosse o milagre da graça jamais escaparia
da condenação do inferno que tanto lhe aguardava. Pilatos era seduzido pela fama
e pelas honras terrenas, por isso, mesmo vendo ser Jesus inocente e Justo,
preferiu condená-lo e libertar o criminoso Barrabás.
O pecado
também tapa a visão e os ouvidos, tornando a alma incapaz de enxergar e de
ouvir. Veja bem, não estou tratando do aspecto físico, porque neste aspecto
tudo poderá estar funcionando maravilhosamente bem. Porém, Deus vê o homem no
coração e é lá que tudo deve funcionar perfeitamente bem. O pecado faz com que
todas as funções que o homem no coração deveria ficassem sem qualquer
utilidade, pois com o pecado tudo no homem interior deixou de funcionar. Seus
olhos estão cegos, os ouvidos surdos, os pés paralíticos, as mãos paralisadas,
a mente em trevas e as emoções sob a mentira. O Salmo 115 afirma que a pessoa
está como um ídolo mudo, surdo e inativo. Notemos o quanto o pecado em seu
serviço aqui é operante e até mesmo diria que é soberano em suas maldades.
O pecado
também remove Deus da frente, porque para a natureza do pecado não há divindade
que é onipotente, onisciente ou onipresente. No pecado tudo funciona com uma
visão daquilo que podemos ver e tocar, tudo deve ser palpável na lei do pecado.
O pecado, no máximo leva o homem a compreender as funções da alma, mas não
passa disso, porque a alma tem suas funções com o uso do corpo. Mas no pecado
não há a parte mais importante do homem que é o espírito. O corpo parece como
uma casca de ovo, mas a alma habita em escuridão lá dentro. Por isso que o
Salmista afirma acerca do ímpio: “...que não há Deus são suas cogitações”. É
por isso que o homem no pecado vive assim, como se não houvesse Deus; o temor
ao Deus vivo e verdadeiro é inexistente no homem que jaz no pecado, ele entende
a divindade à luz daquilo que vê, sente e pensa em seu mundo de escuridão. Um
homem pode cometer suas abominações, sem sequer imaginar que os olhos do
todo-poderoso estão mirando seus atos abomináveis.
Assim, Deus
removido da mente e das emoções, por isso é de se esperar que a lei do pecado
fará com que os homens criem outros deuses para si. Vemos que a nação de
Israel, mesmo aprendendo tudo sobre a lei e tendo um histórico de milagres e
poder da mão conquistadora de um Deus compassivo, ainda assim a preferência do
povo era voltada aos seus ídolos, atitude de franca rebelião, blasfêmia e
ousada rebelião. Eis o que a Palavra de Deus mostra acerca do pecado. Não há
qualquer esperança no homem; não há qualquer possibilidade que ele volte por si
mesmo para Deus, porque é impossível. Foi a graça que entrou trazendo luz em
plena escuridão, a fim de mostrar aos homens que há um Deus que opera
maravilhas nesse imenso mercado de escravos – o mundo.
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
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