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quinta-feira, 21 de julho de 2016

O QUE SIGNIFICA CONVERSÃO GENUINA (10 de 10)




                                                       Josué 2
A SEGURANÇA DA FÉ. “O fio de escarlata” (versos 17-21)
        Todos precisam saber que não há segurança fora do sangue do Cordeiro de Deus. Mesmo com toda força da fé e da humilde confissão perante Deus, não haveria esperança para Raabe ser salva e participante do reino de Deus e do povo de Deus, se não ocorresse a salvação na provisão do sangue. Qual foi a instrução recebida? Ela entraria em sua casa com toda sua família e passaria a confiar em quem mesmo? Ela não sabia como seria feita a destruição de Jericó, que o muro cairia, como se fosse barro por meio da força de Deus. A casa de Raabe estava em cima do muro e ela precisava confiar na provisão simbólica do sangue postada ali do lado externo da casa através daquele fio vermelho.
        Que provisão incrível e incompreensível à mentalidade dos homens. Ninguém lá dentro conseguia ver a corda vermelha; talvez o povo de Israel a contemplasse e perguntasse: “Para que aquilo ali?”. Era para que a fé daquela mulher se agarrasse na provisão misericordiosa de Deus. Foi a mesma provisão que Deus fez com Israel quarenta anos antes ali no Egito, pois foi tomado um cordeiro para cada família, e cada casa tinha que ter essa marca distintiva feita com o sangue daquele animal morto. Não havia segurança, a não ser dentro da casa, pois por fora tudo seria destruído pela visitação da fúria de Deus contra seus inimigos. A fé era a força do coração para crer naquilo e mostrar firmeza permanecendo dentro da casa. Assim como no Egito, se em Jericó houvesse alguém que corresse e se acolhesse junto à família de Raabe, seria salvo também.
        Prezado leitor, já aconteceu já em sua vida a convicção do perigo eterno? Você foi visitado pela misericórdia de Deus, a fim de ver sua culpa, o perigo terrível que ameaça sua alma? Você foi convencido pela verdade de que é culpado, como todos os homens em Adão? Já foi revelado o estado vil e imundo do seu coração? Ao ver sua condição você não fugiu na tentativa de esconder-se da verdade, assim como os moradores de Jericó fizeram? Está consciente de sua culpa, assim como Raabe ficou e não há no íntimo nenhuma defesa contra Deus e sua verdade revelada? Já está convencido que a qualquer momento sua vida será ceifada da terra para a destruição eterna, e que foi culpa nossa que tornamo-nos condenados?
        Vou mais adiante para interrogar seu coração, bater essa porta que tende a ficar fechada e lacrada pela dureza, obstinação e rebelião contra Deus. Como foi que Deus alcançou Raabe? Foi porque ela mereceu? Claro que não! Ela mesma confessou sua culpa e se humilhou perante o Deus de Israel. A salvação dela e da família foi um ato da livre misericórdia, e isso significa que Deus salva alguém se Ele quiser salvar. Nós os seres humanos somos dignos do juízo do Senhor, por essa razão qualquer atitude de nossa parte que revela atitude de soberba e resistência é puro sinal de que estamos no local certo de perigo. Deus não mudou, pois a mesma misericórdia que alcançou Raabe é a forma como Deus age com os pecadores hoje.
        E sabe qual é a nova? Deus tem a provisão certa para os pecadores. Para Raabe, aquela corda vermelha pendurada do lado de fora, simbolicamente representava o sangue do Senhor Jesus. Não é maravilhoso? Deus um dia enviou Seu Filho, o qual ali na cruz verteu seu sangue, a fim de dar aos culpados o perfeito livramento da punição eterna. Então, chegou o momento de você parar de confiar em si mesmo, na sua moralidade ou religiosidade. Corra amigo, e se acolha nessa provisão bendita para a purificação de seus pecados e assim escapar da fúria do todo-poderoso, e assim ser livre do inferno e lago de fogo, para morar no céu com Cristo para todo sempre.










quarta-feira, 20 de julho de 2016

O QUE SIGNIFICA CONVERSÃO GENUINA (9)




                                                                  Josué 2
A SEGURANÇA DA FÉ. “O fio de escarlata” (versos 17-21)
         A mensagem do evangelho perpassa toda Escritura e é exatamente essa mensagem imutável que deve chamar nossa atenção. Nunca Deus mudou, nem há de mudar a verdade acerca da redenção pelo sangue. Do nosso ponto de vista Raabe poderia ser aceita apenas pelos atos praticados por ela, pela sua disposição de guardar os espias, de ficar do lado do povo de Israel e pelo seu temor ao Deus vivo, demonstrado em sua confissão. Mas, se fosse exigido isso, então Raabe se gloriaria em suas obras. O fato é que sua fé seria apenas daqui e obra da carne. Mas não estamos vendo uma história contada do ponto de vista humano, político ou social. A história de Israel não é contada por homens, mas por Deus, e do lado dos homens é a fé que prevalece em entender e aceitar o caminho de Deus e não o caminho dos homens; a mente de Deus e não a mentalidade arrogante e impura dos homens.
         Sempre Deus agiu assim. Não podemos deixar de lado a vida de Cornélio (Atos 10). Tudo indicava que era um homem que seria aceito por suas obras, mas tais obras eram apenas o caminho que a fé verdadeira chega até onde Deus chama –  a redenção pelo sangue do Cordeiro. Nem Cornélio, nem Raabe poderiam ser aceitos na família de Deus se não fosse mediante a presença do sangue que cobre a culpa e remove a sujeira do pecado. A fé não descansa em suas obras, mas sim na suprema conquista do Filho; a fé utiliza as obras apenas como degraus para achegar até à Rocha firme da redenção. A paz da fé verdadeira não está em si mesma, mas sim em mirar o Filho de Deus, o qual é contado como o autor e consumador dessa fé. A fé falsa, que vem do homem se tranquiliza em si mesma e busca paz em seu próprio coração. Por essa razão eis que muitos se escondem na sua fé, mas quando são descobertos, eis que a aflição envolve toda sua vida.
         O que temos a seguir na história dessa mulher que se tornou participante dos heróis de Deus neste mundo marca com firmeza o quanto a Palavra de Deus é uniforme em toda sua mensagem. O que os espias fizeram revela que estavam sob a direção do Espírito Santo, caso contrário tudo seria feito na forma humana. Mas pela graça tudo ocorreu segundo os planos eternos e não segundo a mediocridade dos pensamentos e intenções dos homens. Ali estava perante aqueles dois jovens espias uma das eleitas de Deus, a qual seria alcançada pela misericórdia do Senhor e que estaria livre da ira de Deus simbolicamente mediante o sangue do Cordeiro.
         Qual foi a providência da graça? Era para Raabe se acolher em sua casa construída sobre o largo e forte muro de Jericó. Vemos aí a provisão de Deus para que Raabe morasse ali e agora ela e sua família precisava se acolher dentro daquela casa. O que havia de segurança naquela casa? Nada! Os muros seriam derrubados pelo poder do braço forte do Senhor, então era inevitável a queda daquela casa. Quem pode escapar quando Deus na sua fúria visita uma cidade fortificada? Há algum poder contra Deus? Não seria loucura mandar que ela corresse e se acolhesse naquele lugar tão desprotegido? Não seria melhor que Raabe saísse de lá e buscasse refúgio dentro da cidade? Do nosso ponto de vista sim. Mas não estamos lidando com os pensamentos dos homens, mas sim de Deus. Todos os acontecimentos viriam por milagre e não por forças militantes dos homens.
         Entretanto, o lugar de segurança para Raabe não era sua casa, nem tampouco o muro, mas sim o fio de escarlata que ela deveria por do lado de fora. O que? Se ela quisesse ser salva da ira de Deus ela precisava aceitar aquilo que a mente humana não pode entender, nem receber. Que magnífica lição da preciosa graça de Deus operando em todos os tempos e em todos os lugares!

terça-feira, 19 de julho de 2016

O QUE SIGNIFICA CONVERSÃO GENUINA (8)




                                                       Josué 2
A PETIÇÃO DA FÉ (versos 12,13).
        Avanço um pouco mais para explicar o que significa conversão genuína, porque a vida de Raabe é um exemplo muito claro da conversão que tanto precisamos ver em nossos dias. O que aquela mulher convicta pediu? É claro que a fé chega como mendigo, conforme vemos em Mateus 5:2. A fé diante de Deus realmente se humilha, porque nada tem para dar, mas sim para erguer sua petição perante o Senhor. É exatamente isso o que ela faz com toda coragem.
        A primeira lição que vemos nos versos 12 e 13 é que ela não amaina sua culpa, mas ela reconhece que a única forma de conseguir livramento da visitação julgadora de Deus era apelando para a misericórdia dele. Que grande é a fé daquela mulher, porque ela incrivelmente barganha com aqueles moços, mostrando a eles que havia usado de misericórdia, que ela os guardou de serem mortos. Ela queria que eles usassem para com ela de compaixão também. Que lição dada pela fé corajosa e decidida! A fé tem uma compreensão completa dos desígnios do Senhor em sua justiça, mas também em sua ação compassiva pelos homens. Raabe sabia que o Deus do céu age com os homens por misericórdia e que a nação de Israel fora alvo dessa intensa compaixão. Essa lição nenhum homem consegue passar, porque é aula que é dada no coração pelo Espírito Santo.
        Mas há também outro detalhe no tocante a ação da fé atuante dessa mulher. Ela pediu uma base sólida para alicerçar sua fé; ela queria pisar em terreno sólido, porque estava no meio de uma guerra e que a ira de Deus despencaria sobre a cabeça de todos ali naquela cidade: “...e que me dareis um sinal certo”.  Ela estava diante dos emissários de Deus e eles tinham a solução correta. Ela não podia sair dali com sua família, ela queria proteção do próprio Deus e não de meros homens. Então Raabe pediu exatamente aquilo que ela precisava: “...e de que livrareis a nossa vida da morte” (verso 13). Que lição impressionante de santa coragem, de plena confiança e esperança no Deus de Israel!
        A incredulidade se esconde e com loucura desafia Deus; a vil incredulidade acha que pode vencer o Todo-Poderoso e acredita que tem armas capazes de vencê-lo. A incredulidade não acredita que Deus opera sozinho, que os homens não passam de meros instrumentos, por isso acreditam que não são vistos em seus lugares de refúgio. Para os moradores de Jericó, o muro era sua proteção; nada imaginavam de que para Deus aquela poderosa construção não passava de pó diante do poderio do Senhor. Foi assim com Senaqueribe e seu exército, pois aquele monarca arrogante acreditava que a força e o poderio para conquistar reinos vinham dele mesmo. Até que experimentou a amarga visitação de Deus, pois numa só noite quase duzentos mil homens foram mortos pelo Anjo do Senhor (2 Reis 19).
        A conversão a Deus tira o homem de suas “cavernas” e de todo tipo de esconderijo; a conversão faz o homem render-se a Deus de todo coração; faz o homem reconhecer que é loucura desafiar o Rei da glória. A conversão é um verdadeiro milagre, porque é Deus agindo e trazendo o homem para si mesmo. A conversão tira toda arrogância e prepotência do perdido, a fim de que ele veja o quando Deus é rico em compaixão. A conversão encontra o lugar de refúgio no próprio Deus e se esconde nesse Deus. Que Deus maravilhoso, pois enquanto ele caminha executando seus santos juízos neste mundo, eis que ele chama homens e mulheres para a tão grande salvação. A bíblia ordena que os  pecadores clamem porque serão ouvidos: “Clama-me e responder-te-ei”.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

O QUE SIGNIFICA CONVERSÃO GENUINA (7)




                                                       Josué 2
A RAZÃO DE SUA FÉ. “O temor ao Deus vivo” (8-11).
        É bem claro que Raabe em sua alma estava sofrendo, porque ela no coração sabia quem era o Deus de Israel; estava consciente que os ídolos de Jericó eram nulos, obras de corações rebeldes. Deus em sua graça abriu o coração daquele mulher; usou de compaixão para com ela e estava atraindo para seu lugar de amor eterno. Que confissão impressionante saiu da sua boca enquanto falava com aqueles dois espias: “Ouvindo isso, desmaiou o nosso coração”. O temor invadiu sua alma porque realmente foi visitada pelo amor. Raabe não estava se ocultando, armando projeto para escapar da morte física. Seu temor era de fato o temor que vem do próprio Deus; era a humilhação que Deus requer da parte do pecador. Suas armas de defesa tinham sido atiradas fora e ela queria segurança da parte do próprio Deus.
        Também, fica bem evidenciada a conversão genuína porquanto Raabe também abre sua boca para dar honras e glórias ao Deus de Israel, porque o vosso Deus lançou fora o aos seus deuses. Na conversão verdadeira os homens abandonam imediatamente a confiança tosca em seus ídolos. Raabe estava perante Deus pela fé; ela contemplava o Deus invisível e os espias eram apenas o contato humano para o grande desdobramento desse espetacular evento de salvação. Ela não estava confiando nos espias, mas queria apenas demonstrar a todo Israel que de fato ela já pertencia àquele povo santo. Que espetáculo da graça! Em meio às manifestações de juízo, eis que o Senhor demonstra seu grande amor pelos eleitos e sua graça os cobre de tal maneira que eles ficam fora da zona de juízo: “...não entram em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5:24).
        Caro amigo, muitos homens e mulheres podem até chegar à profunda aflição na alma, mas sem qualquer sinal de conversão a Deus, porque estará resistindo ao Senhor. Muitos vendo sinais e maravilhas, mesmo assim no íntimo estão declarando que nada querem com o Deus da revelação bíblica. Muitos chegam até mesmo à beira da morte, mas a verdade é que vão querer a cura e a recebem, mas mesmo assim vão levantar e ignorar todo bem, assim como o homem que encontrou uma víbora congelada; com dó pegou-a levou para casa para aquecê-la e quando a restaurou ela o picou, matando o homem. É exatamente isso o que ocorre com o homem visitado pelas misericórdias de Deus, mas que jamais se converte a Deus. Não foi assim com aqueles crentes de Tessalônica, pois quando ouviram a mensagem de Paulo, eis que se converteram a Deus, abandonando seus ídolos, a fim de servirem ao Senhor (1 Tessalonicenses 1:9,10).
        Conversão sincera mostra que a alma abandona sua religiosidade falsificada, inventada no coração. A conversão sincera não usa de desculpas; não tenta encobrir seus planos perversos. A conversão genuína faz o homem de fato vê o Deus da bíblia pela fé. Podemos lembrar bem da falsa conversão de Simão (Atos 8), porque não demorou muito para que ele manifestasse suas reais intenções. Ele achava que o cristianismo seria de fato uma fonte de renda, por isso teve que ser repreendido por Pedro imediatamente.
        Ó quanto precisamos ver almas se convertendo em nossos dias! Estamos em dias perigosos, quando vemos o juízo de Deus se despontando como nuvens negras nos céus. Que o Senhor nosso Deus venha trazer sua graça e encher nosso ambiente dessa presença tão gloriosa que aviva coração ao quebrantamento. A conversão sincera supera toda manifestação de juízo, faz recuar os horrores, anula a morte e tranca as portas do inferno. São essas as maravilhas da graça compassiva de Deus atuando neste mundo tão perverso.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

O QUE SIGNIFICA CONVERSÃO GENUINA (6)




                                                       Josué 2
A RAZÃO DE SUA FÉ. “O temor ao Deus vivo” (8-11).
        Raabe também soube dos grandes feitos do Senhor: “Porque temos ouvido que o Senhor secou as águas do mar vermelho...” (verso 10). A conversão dela não foi motivada por medo de ser morta pelo exército de Israel. Ela estava carregada na alma de temor e levou a sério o fato que o Deus de Israel era de fato o Deus todo poderoso. Ela não se apegou à idolatria nem confiou em seus ídolos vãos. Toda sua religiosidade foi transformada em farrapo ante a verdade de que Deus reina e julga as nações.
        Não é verdade que precisamos disso em nossos dias? Pouquíssimas são as conversões que resultam do temor ao Senhor; muitos nem sequer consideram a grandeza de Deus, porque estão em busca de alívio aqui, de um viver confortável e sentir que estão sendo abençoados com sua manifestação de fé. A fé moderna não se ergue para agir em temor ao Senhor; não tem entendimento para meditar no fato que o Deus da bíblia é o majestoso, sublime e santo. Por esse fato as decisões modernas resultam em mais dureza de coração do que em vidas arrependidas e dispostas a pagar o preço de negar a si mesmas e carregar a cruz. A conversão de Raabe ocorreu em plena fornalha da aflição, no meio da rebelião do seu povo e de uma decisão que poderia causar a morte dela e de sua família. Mas sua heroica fé ignorou tudo isso por confiar nos grandes feitos do Deus de Israel e de esperar com certeza sua obra compassiva em seu favor.
        O que vemos em seguida é uma manifesta aflição por sua culpa: “Ouvindo isso, desmaiou o nosso coração” (verso 11). Raabe não encobriu sua culpa, não se rebelou contra Deus, não se atirou na confiança em seus deuses. Pelo contrário, foi clara sua humilhação e naquele momento de santa confissão era ela vista por Deus como um alvo certo da sua misericórdia. Ali o culpado confessou sua culpa, a boca foi aberta para declarar que com justiça seria esmigalhada pela fúria do todo-poderoso, porque viveu no pecado e na rebelião contra Deus. Ali não era uma guerra política; Raabe sabia que era o Deus do céu descendo para exercer vingança contra os povos, para mostrar que a terra era dele e que ele por ser santo odiava as maldades cometidas por homens e mulheres diariamente, conforme o que Deus mesmo falou a Israel em Levítico caps. 18 a 20.
        Não há dúvidas de que carecemos de conversões desse tipo em nossos dias. As conversões que fazem tremer este mundo e que fazem o céu entrar em festa acontecem quando homens e mulheres são descobertas em sua vileza, obstinação e rebelião contra o Deus da revelação bíblica. O que vemos hoje é um verdadeiro descaso ao fato de homens e mulheres pecaram contra Deus. Satanás tem usado as bocas falsas de mensageiros do mal, a fim de silenciar a culpa do coração, por isso todos estão se sentindo muito bem; todos estão nessa “santa hibernação” e é perigoso acordá-los. Ora, foi assim que Jerusalém estava logo após a morte do Senhor e a sua ressurreição. Que calmaria! Que paz! Que viver tão gostoso! Até que tudo foi abalado com a chegada do Espírito Santo e o erguimento daqueles homens no poder do Espírito (Atos 1:8). Até que a notícia abalou toda Jerusalém com o fato de que aquele que fora crucificado estava vivo, e a multidão percebeu tal verdade quando viu homens falando o idioma de várias nações ali. O que aconteceu? Era a notícia que Deus em sua misericórdia usou para mobilizar toda Jerusalém a escutar a mensagem pregada por Pedro ali. Foi assim que corações foram descobertos e milhares sentiram seus pecados e se converteram a Cristo.
        Deus opera dessa maneira no meio dos homens, porque todos precisam saber da sua culpa e de que não há esperança para os homens fora do próprio Deus.