Mostrando postagens com marcador paz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paz. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de março de 2014

O CAMINHO DO CRENTE




Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” Hebreus12: 14.
        Lições preciosas o Espírito Santo revela para nós neste tão glorioso verso. A primeira a ser considerada é o que o Sumo-Professor não está dizendo no texto. Como somos inclinados a torcer a verdade, é bom que saibamos que o verso lido não está ensinando salvação via santificação pessoal. A Bíblia é um livro harmonioso e nada tem de confusão. A confusão sempre parte dos homens e não do Deus da bíblia. Somos ensinados em toda extensão da Palavra Inspirada que a salvação é pela Redenção que há no sangue do Cordeiro. O próprio livro de Hebreus dá esse enfoque: “...e, sem derramamento de sangue não há remissão” 9:22; “Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados...” 9:28.
                Em seguida, importa que saibamos o que realmente quer dizer o texto em pauta. Claramente está mostrando o que pode esperar de alguém que foi salvo pela redenção que há no sangue do Cordeiro, ele há de seguir a santificação. Não esperemos tal atitude por parte de alguém que desconhece a atuação da Graça em seu viver. O ímpio não quer, não pode e nem mesmo cogita seguir a santificação. Ele está morto em seus pecados (Efésios 2:2). Os homens mundanos percorrem prazerosamente o caminho largo e não há nenhum interesse em mudar a não ser que a misericórdia de Deus o alcance para a salvação.
                Em terceiro lugar vemos que o verdadeiro crente é um seguidor da santificação. Ele foi salvo para servir o Deus Vivo (9:14). Ele foi vivificado pelo Espírito Santo e com prazer trilha os caminhos da santidade. Tem lutas, tem tentações, tem assaltos diabólicos contra sua vida, mas ele segue e persegue esse caminho.
                Em quarto lugar, não tem outro caminho por onde o crente pode e deve transitar. O caminho de santidade é a única via em direção ao céu. É o caminho iluminado com todas as instruções bíblicas; é o caminho que é contrário aos padrões da carne, do mundo e do diabo. O crente segue e sabe por onde está andando e que não está só. Seu Pastor é seu Guia até a morte. Mais do que isso, o crente segue o percurso pelo qual milhares de santos já passaram. Trilhamos as veredas por onde homens como Abraão, Moisés, Davi, Isaias, Paulo e outros milhares passaram vitoriosamente.
                Por fim, o crente segue o caminho da santificação porque tem em vista ver o Senhor.  “Senhor está no Seu Santuário” e caminhamos em direção à cidade Santa, ao Monte Sião, ao Paraíso Eterno. Cada passo deixa o santo de Deus mais perto de ver seu Senhor face a face e tudo, até mesmo os mais terríveis inimigos não passam de instrumentos que colaboram para que a cena da perfeição que virá venha a acontecer.
                               A cruz que me deu para eu levar
                               As dores que a mim vem assaltar
                               Não escondem meu Jesus
                               Pois eu ando em Sua luz
                               Vou vencendo para o céu

sábado, 27 de abril de 2013

DESCOBRINDO A FALSA PAZ DO ÍMPIO (12)




         Mas os ímpios são como o mar agitado; pois não pode estar quieto, e as suas águas lançam de si lama e lodo. Não há paz para os ímpios, diz o meu Deus” (Isaías 57:20,21)
         Caro leitor tenho mostrado biblicamente o que acontece com o ímpio em sua tentativa de exibir religiosamente uma paz que parece vir de Deus, parece ser de ouro, mas não passa de trapaça de um coração enganoso e enganado, tentando encobrir sua real situação perante Deus. Certamente muitos estão iludidos, como Saulo de Tarso estava na seita dos fariseus. Muitos estão à procura da verdade e quando a luz da verdade brilha, toda mentira é descoberta e a verdade da cruz chega como verdadeira joia eterna para uma alma que mendiga em busca da salvação. Todo esforço da pregação não visa atordoar ainda mais os pecadores, mas sim levá-los à humilhação; mostrar-lhes que o Deus da paz conquistou em Cristo a maravilhosa reconciliação para os inimigos (Romanos 5:11). Que os pecadores parem de brincar, achando que podem burlar o Senhor e que podem passar despercebidos em seus pecados.
         Minha tarefa agora consiste em apresentar a verdadeira paz, como um bom médico faz ao mostrar ao paciente o remédio que poderá lhe curar. O evangelho anuncia aos perdidos que o Deus da paz está presente; que Ele é longânimo, paciente, terno e cheio de compaixão; que Ele tem prazer em levantar-se do Seu trono de glória, a fim de inclinar-se para socorrer um coração aflito, desesperado, que está em miséria por causa de suas culpas. Os terrores da lei chegaram antes, no propósito de sacudir a alma, acordá-la e despertá-la desse sono perigoso, dessa paz mundana e fatal. Mas logo depois da lei o cenário muda, para que pecadores contritos e quebrantados vejam a cruz, porque foi ali que todas as riquezas eternas para os pecadores foram conquistadas pelo Cordeiro de Deus. Que minhas pobres e frágeis palavras possam ser usadas para apresentar tantas riquezas da graça; que meus lábios tenham a santa unção para descrever com sabedoria as maravilhas eternas da redenção.
         Caro leitor, a verdadeira paz não é achada neste mundo, neste lugar de perversidade, engano, sofrimento e morte. Cristo disse aos Seus discípulos que no mundo eles passariam por aflições (16:33). Então, esse lindo cenário que parece um paraíso, não passa de ser montagem de satanás; o príncipe deste mundo é grande decorador. Mas, basta a pregação do evangelho para que tudo isso seja queimado e virado cinza, para mostrar aos pecadores a realidade deste mundo. Caro leitor, como achar paz num lugar onde reina o pecado, a morte e o diabo? Olhe os homens, veja como eles são hábeis para enganar, iludir e fazer com que seus semelhantes caiam em suas ciladas! Certamente, toda oferta religiosa aparentemente é bela, mas é tudo feito de plástico e não suporta o fogo da verdade.
         Então, porque buscar paz neste mundo de dor? Por que descansar a sua alma num ambiente de sofrimento? Por que estender a mão e fazer aliança com o ladrão e salteador das almas? Por que aceitar uma aliança de paz com a morte? Ora, ela é inimiga e o desejo dela é lançar-lhe na boca do faminto inferno que nunca diz basta! Basta um pouco de bom senso para que o amigo leitor perceba essas coisas. Tudo aqui é entretenimento, e assim as almas são mantidas ocupadas como crianças com seus brinquedos. Mas, um pouquinho só de discernimento fará com que o pecador avalie bem o passado e o futuro. O passado já registrou o destino dos milhares de almas que aqui viveram na mesmíssima condição. O que adiantou todo esforço? Para onde foi tudo aquilo que acumularam como se fossem bênçãos eternas? O futuro incerto não está mentindo, está realmente declarando quão imbecil é aquele que trabalha para o nada, ajuntando tesouros que não há de levar consigo! Então, por que fadigar-se atoa?
         Caro leitor, após longos dias desperdiçados neste mundo inseguro, para onde irá sua alma? Que momento precioso para uma conversão sincera! Olhe para toda direção mundana e veja se há socorro e livramento neste mundo para sua pobre alma! Que o Senhor Deus use de compaixão e abra seus olhos agora para a verdade da paz eterna que o pecador arrependido encontra em Cristo Jesus.
                  

          

        
                  

                  








sexta-feira, 26 de abril de 2013

DESCOBRINDO A FALSA PAZ DO ÍMPIO (11)




         Mas os ímpios são como o mar agitado; pois não pode estar quieto, e as suas águas lançam de si lama e lodo. Não há paz para os ímpios, diz o meu Deus” (Isaías 57:20,21)
         Caro leitor, o grande Senhor, o Soberano, aquele que conhece todas as coisas e que revela as coisas que estão ocultas, ele mesmo afirma que não há paz para os ímpios. O que vemos por fora é somente aparência; o que vemos por fora é enganoso, mas o Senhor aponta o que realmente está ocorrendo no íntimo do homem que vive ainda em seus pecados e que por fora trama meios que o torna bem disfarçado, mas por dentro eis que o velho homem continua com seu nariz empinado e com a sua espada sendo brandida continuamente contra Deus e contra a santidade do Senhor. Ora, o evangelho da glória de Cristo chega para revelar a verdade e apontar o esconderijo certo, a fim de levar o pecador a render aos pés do Príncipe da Paz.
         Uma vez descoberta, a falsa paz demonstra que não está satisfeita; que não suporta a presença da luz da verdade, porquanto está de mãos dadas com inimigos, com os agentes perniciosos das trevas. A falsa paz está constantemente declarando que sua alma é vazia, que há tormentas no seu interior, por isso corre de um lugar para outro sem achar satisfação em absolutamente nada. O evangelho vem para retirar todo falso conforto; o evangelho chega para descobrir as reais aflições e mostrar toda desculpa esfarrapada. O evangelho chega e publica as evasivas do ímpio por meio de desculpas, como sempre à semelhança de Adão, lançando suas responsabilidades para outros.
         Mas o evangelho não para em meros argumentos, porquanto o evangelho brilha intensamente acima de toda luz acesa neste mundo. O evangelho chega e ultrapassa toda barreira, chegando aos locais no íntimo do ímpio, lugares onde nenhum homem, nem o mais capaz em aconselhamento pode chegar. O homem no pecado é terrivelmente enganador e consegue manter-se disfarçado por muito tempo. Um Simão pode ter sido batizado, mas logo suas reais intenções de torpe ganância aparecem logo em suas palavras (Atos 8). A falsa paz perante o evangelho faz com que o homem seja posto no banco dos réus, então reúnem ao seu derredor todas as maldições da lei para incriminá-lo e mostrar que ele está na mesmíssima situação que todos os perdidos, que é tão culpado e condenado como qualquer outro pecador.
         O objetivo do evangelho é fazer cair por terra toda pretensão do ímpio, em sua tentativa de escapar, porquanto o homem no pecado está buscando atalhos nesta vida, quer passar ileso e declarar a todos que não é tão culpado assim. A verdade chega para o ímpio e declara que não há paz para ele fora da cruz e que por isso seus pés já sentem o calor infernal por baixo e que é a misericórdia de Deus que o mantém ainda livre da queda fatal no abismo. Que não há lugar de esconderijo; que aquilo que parece ser tão seguro aqui é feito de papelão e não suporta as pressões que vem do inferno, solicitando que ele seja jogado lá imediatamente, nem os vendavais que chegam de todos os lados, pressionando-o a cair, porque não está firmado na Rocha, nem as águas que vêm de cima (Salmo 32:6).
         Ó meu caro leitor, se o perdido não estiver firmado na Rocha da salvação conquistada na cruz, sua alma está manquejando, não pode parar de pé, porque ora está aqui, ora está ali, levando pelos tufões infernais que assopram contra sua pobre alma. Não há conforto no íntimo e tudo o que parece ser alegria, não passa de ser um esforço da aparência. Sem a paz que vem pelo sangue sua alma está atordoada como um bêbado; sua alma precisa sempre usar muletas religiosas a fim de sustentar-se. Não há nada que possa lhe ajudar, porque constantemente vem a opressão e a depressão. O Senhor continua afirmando que não há paz para o ímpio, mesmo que vozes humanistas chegam afirmar que está tudo bem, mas a verdade é que não está. A mensagem chega para declarar que não há segurança fora da cruz e que a paz com Deus acontece com a rendição do pecador perante Cristo, o Salvador Bendito.
          

quinta-feira, 25 de abril de 2013

DESCOBRINDO A FALSA PAZ DO ÍMPIO (11)




         Mas os ímpios são como o mar agitado; pois não pode estar quieto, e as suas águas lançam de si lama e lodo. Não há paz para os ímpios, diz o meu Deus” (Isaías 57:20,21)
         Caro leitor, o grande Senhor, o Soberano, aquele que conhece todas as coisas e que revela as coisas que estão ocultas, ele mesmo afirma que não há paz para os ímpios. O que vemos por fora é somente aparência; o que vemos por fora é enganoso, mas o Senhor aponta o que realmente está ocorrendo no íntimo do homem que vive ainda em seus pecados e que por fora trama meios que o torna bem disfarçado, mas por dentro eis que o velho homem continua com seu nariz empinado e com a sua espada sendo brandida continuamente contra Deus e contra a santidade do Senhor. Ora, o evangelho da glória de Cristo chega para revelar a verdade e apontar o esconderijo certo, a fim de levar o pecador a render aos pés do Príncipe da Paz.
         Uma vez descoberta, a falsa paz demonstra que não está satisfeita; que não suporta a presença da luz da verdade, porquanto está de mãos dadas com inimigos, com os agentes perniciosos das trevas. A falsa paz está constantemente declarando que sua alma é vazia, que há tormentas no seu interior, por isso corre de um lugar para outro sem achar satisfação em absolutamente nada. O evangelho vem para retirar todo falso conforto; o evangelho chega para descobrir as reais aflições e mostrar toda desculpa esfarrapada. O evangelho chega e publica as evasivas do ímpio por meio de desculpas, como sempre à semelhança de Adão, lançando suas responsabilidades para outros.
         Mas o evangelho não para em meros argumentos, porquanto o evangelho brilha intensamente acima de toda luz acesa neste mundo. O evangelho chega e ultrapassa toda barreira, chegando aos locais no íntimo do ímpio, lugares onde nenhum homem, nem o mais capaz em aconselhamento pode chegar. O homem no pecado é terrivelmente enganador e consegue manter-se disfarçado por muito tempo. Um Simão pode ter sido batizado, mas logo suas reais intenções de torpe ganância aparecem logo em suas palavras (Atos 8). A falsa paz perante o evangelho faz com que o homem seja posto no banco dos réus, então reúnem ao seu derredor todas as maldições da lei para incriminá-lo e mostrar que ele está na mesmíssima situação que todos os perdidos, que é tão culpado e condenado como qualquer outro pecador.
         O objetivo do evangelho é fazer cair por terra toda pretensão do ímpio, em sua tentativa de escapar, porquanto o homem no pecado está buscando atalhos nesta vida, quer passar ileso e declarar a todos que não é tão culpado assim. A verdade chega para o ímpio e declara que não há paz para ele fora da cruz e que por isso seus pés já sentem o calor infernal por baixo e que é a misericórdia de Deus que o mantém ainda livre da queda fatal no abismo. Que não há lugar de esconderijo; que aquilo que parece ser tão seguro aqui é feito de papelão e não suporta as pressões que vem do inferno, solicitando que ele seja jogado lá imediatamente, nem os vendavais que chegam de todos os lados, pressionando-o a cair, porque não está firmado na Rocha, nem as águas que vêm de cima (Salmo 32:6).
         Ó meu caro leitor, se o perdido não estiver firmado na Rocha da salvação conquistada na cruz, sua alma está manquejando, não pode parar de pé, porque ora está aqui, ora está ali, levando pelos tufões infernais que assopram contra sua pobre alma. Não há conforto no íntimo e tudo o que parece ser alegria, não passa de ser um esforço da aparência. Sem a paz que vem pelo sangue sua alma está atordoada como um bêbado; sua alma precisa sempre usar muletas religiosas a fim de sustentar-se. Não há nada que possa lhe ajudar, porque constantemente vem a opressão e a depressão. O Senhor continua afirmando que não há paz para o ímpio, mesmo que vozes humanistas chegam afirmar que está tudo bem, mas a verdade é que não está. A mensagem chega para declarar que não há segurança fora da cruz e que a paz com Deus acontece com a rendição do pecador perante Cristo, o Salvador Bendito.