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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (11 de 11)




aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
A VERDADE PRÁTICA NA VIDA.
        Finalizo esta mensagem mostrando aos crentes o quanto a nossa fé é preciosa. Ela é chamada de “a nossa fé” (1 João 4:4). O fogo de Deus, o qual para o mundo é o fogo consumidor, para os crentes esse fogo é purificador. O ouro é passado pelas chamas da provação, a fim de que o crente fiel fique ainda mais purificado. Em nossos dias vemos o quanto isso é necessário; vemos como muitos têm uma fé que vacila em todas as circunstâncias; o mundo está lotado de mercadorias religiosas, de muitas vozes que parecem ser mais atraentes aos ouvidos do que outras vozes. Então necessário é que tenhamos essa provação ardente, vinda para mostrar quem são os verdadeiros crentes com os quais podemos contar.
        Os crentes precisam saber que Deus não pede permissão aos crentes, a fim de prova-los. Ele é soberano nisso; ele é o Pai maravilhoso e amoroso; ele nos recebeu na graça e nós chegamos a ele ainda cheios dos trapos do velho homem, daquilo que em nada tem valor. Estamos cercados de falsos crentes; estamos no meio de uma multidão que afirma que tem Jesus, que tem fé e que serve e adora a Deus do mesmo jeito. Parece que não há como escapar disso; que não temos resposta para nossa fé; que de fato o mundo religiosamente melhorou e que tudo é igual. Satanás está fazendo de tudo para que acostumemos com isso; que chamemos todos de irmãos e que temos o mesmo Deus. Tudo está bem preparado para que creiamos que o inferno não existe mais e que Deus mudou de ideia quanto àquilo que ele fala em sua palavra acerca dos ímpios.
        Por essa razão e outras mais precisamos de crentes provados e aprovados. O que podemos fazer é voltar à pregação bíblica; é pregar o que Deus manda que preguemos; é anunciar com vigor a mensagem da cruz, a fim de mostrar que há real diferença entre a verdade bíblica ante as falsificações religiosas tão transparentes em nossos dias. Os verdadeiros crentes precisam mostrar que são corajosos e fortes; que são ardentes de amor por Cristo; que os valores eternos são incomparavelmente melhores do que esses valores mundanos. Não podemos ser tímidos, vacilantes, enquanto o mundo não se intimida em expor suas idolatrias e mentiras.
        Mas precisa que vejamos valores ainda mais preciosos. Quando somos provados, então tornamo-nos mais parecidos com Cristo no viver; mostramos que nossa fé é valiosa porque vem daquele que o Autor de nossa fé (Hebreus 12:2). Foram os que creram que sempre influenciaram neste mundo. Não foram amados e tidos como heróis, mas foram marcantes em trazer bênçãos a este mundo. Os nomes dos grandes homens e mulheres não estão marcados nos livros deste mundo. Mas Deus registrou os feitos dos seus servos e somente a eternidade mostrará o quanto eles foram preciosos e úteis enquanto aqui viveram. Não é disso que precisamos? Ah! Como é maravilhoso quando vemos homens e mulheres mais ocupados com a glória de Deus do que com seus interesses pessoais!
        Enfim, a provação vinda de Deus aos santos é um processo às vezes doloroso. Somente os crentes sabem o quanto, dia a dia experimentamos nas provações o que significa morte sepultamento e ressurreição. Cada dia é um dia diferente do outro e não sabemos o que nos espera neste mundo. Mas é assim que Deus está nos preparando para a eternidade; é assim que Deus faz nossa lâmpada brilhar num mundo de trevas. Que os santos se apresentem agora; que eles sejam como soldados perante o general, prontos para a peleja. Varões valorosos, fomos vocacionados para crer em Cristo e lutar por ele. Quem se manifestará? Onde estão os fieis servos do Senhor?









quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (10 de 11)




aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
A VERDADE PRÁTICA NA VIDA.
        Para finalizar preciso trazer palavras de exortação para o povo de Deus, em face dessas verdades vistas no texto. A fé que foi entregue aos santos nos habilita a conhecer e experimentar o fogo da purificação. Para o mundo o fogo de Deus é um fogo consumidor, porque vem consumir os inimigos. Mas para os crentes em Cristo esse fogo é purificador. A fé natural não pode suportar esse fogo, assim como o papel, a palha, o plástico e a madeira não suportam chamas. Muitos que começam a vida cristã pensando que são crentes na realidade logo fogem, porque não aguentam aquilo que somente os fieis podem suportar. Já vi muitos deixando o meio cristão porque percebem que não têm qualquer poder de uma fé perseverante em seus corações.
        O rei Joás começou muito bem seu reinado em Jerusalém, mas assim que ficou só para enfrentar o reinado segundo a vontade Deus, logo abandonou aquilo que todos viam como sendo fé e se entregou às maldades (2 Crônicas 24). Muitos andam com os crentes e até indicam que vão prosperar e produzir fruto, mas não têm o combustível da graça para prosseguir firmes pelo caminho que os santos andam. Por que essas coisas acontecem? A resposta simples é que Deus continuamente faz com que seus filhos passem pelos testes da provação. O caminho da falsa fé está localizado aqui em baixo, neste mundo. Mas o caminho dos santos está infinitamente acima de qualquer compreensão, porque eles andam onde o Senhor Jesus andou.
        A Bíblia está cheia de ilustrações vívidas desse poder purificador que vem diretamente provar os salvos. A vida de Jacó mostra o que Deus faz em sua graça com aqueles que Ele chama para si. Que diferença entre a vida de Jacó e a vida de Esaú! Este prosperou e ficou muito rico até erguer uma nação para si, mas nada tinha a ver com o Deus de seus pais, nem mesmo interessava por coisas espirituais. Esaú é o exemplo claro do homem mundano e cheio de sonhos e ambições por riquezas e sucesso aqui; para isso estava até mesmo pronto para matar. As bênçãos que ele queria do seu pai Isaque (Gênesis 27) eram de natureza terrena, por isso sua primogenitura não tinha qualquer valor.
        Mas no tocante a Jacó foi tudo diferente. Deus o tomou para guiar sua vida, trata-lo com sua justiça, leva-lo à conversão e assim prepara-lo com duras e terríveis provas, a fim de tornar-se Israel – príncipe de Deus. O fogo da provação consumiu o velho Jacó, mas fez aparecer o novo homem. O fogo terrível queimou o que não prestava, fez aquele homem chorar, sofrer, perder o que tanto amava, a fim de obter a excelência da parte do Senhor. Quantas lições extraímos da vida desse grande homem! Quantas bênçãos os crentes recebem quando veem os atos do Senhor em sua graça operando na vida de toda aquela família!
        Amado irmão em Cristo, nossa fé é chamada de “santíssima fé”; é o ouro puro, oriundo do Autor da nossa fé. Milhares e milhares de crentes passaram por este mundo, foram provados e se tornaram incrivelmente belos, semelhantes a Cristo. O mundo atual está cheio dessa fé fabricada pelo diabo, mas que não suporta nem um pouco aquilo que somente crentes sinceros podem suportar no calor ardente da provação. Veja a exortação de Pedro em sua primeira carta, porque ele nos exorta a não estranhar o fogo ardente que vem a nós, destinado a nos provar. Ele diz que isso aparece para mostrar que somos crentes genuínos, que nossa fé não é vã, que somos um povo celestial. Não é maravilhosa essa notícia? Que sejamos fortes e corajosos na jornada que temos à frente, pois temos conosco nosso Capitão.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (9)




aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
A VERDADE PRÁTICA NA VIDA.
        Retornemos a esse tema tão importante, justamente porque é a vida disciplinada em santidade que revela os verdadeiros crentes. No texto nosso Senhor diz que ele ama e disciplina os seus, e é exatamente aqui que nós os crentes precisamos saber por que Deus nos disciplina e como isso ocorre frequentemente no nosso viver. Em Romanos 8 Paulo fala que os santos de Deus foram predestinados para serem conformes a imagem do Senhor Jesus. Que santa verdade! Antes no pecado nós carregávamos em nosso viver a imagem do velho Adão, condenado e corrompido. Agora na graça somos diferentes, porque unidos a Cristo Deus está transformando os crentes, até que a perfeição chegue naquele dia, quando seremos para sempre semelhantes a ele.
        Nós os crentes precisamos estar conscientes do fato que quando fomos tirados da morte para vida trouxemos conosco muitas coisas dos trapos do velho homem. Habitando ainda neste corpo mortal, eis que muitas das imundícies da carne aparecem em nosso viver, por essa razão somos exortados a tirar essas coisas e lança-las fora, a fim de que as marcas do novo homem apareçam. Notemos bem que é pela fé que devemos arrancar esses trapos velhos; é no espírito de santidade que nosso ódio contra essas coisas nos levam lutar bravamente para arrancar de nosso viver. Os verdadeiros crentes não brincam com o mal na vida; não toleram os maus costumes que se manifestam em nossa carne. Um sincero desejo para agradar ao Senhor é comum no nosso viver e essa sinceridade nos leva a chorar, confessar e lutar com ferocidade contra o mal. Os santos aplicam a palavra de Deus na vida; eles sabem que as perversidades da carne não podem ser vencidas na carne, mas sim pelo poder da graça.
        Preciso ser ainda mais dinâmico ao tratar sobre esse assunto, especialmente porque ultimamente estamos cercados de um movimento evangélico que nos envolve emocionalmente. Considero isso extremamente perigoso e contagioso. Uma razão é que essa tendência nos afasta da bíblia e nos leva aos perigos terríveis. Noutras palavras, se afastarmos da fé genuinamente bíblica, realmente seremos presas fáceis para satanás. Tenho visto muitos crentes sinceros abandonando os retos caminhos do Senhor; incapazes de perceber as manobras dos falsos mestres e passando a odiar o verdadeiro culto a Deus no viver. Creio que foi por causa disso que Paulo escreveu a carta aos Colossenses, a fim de livrar os crentes desses perigos tão envolventes desde aqueles dias. Se satanás não leva crentes aos pecados escandalosos, para ele o melhor caminho é leva-los ao afastamento da fé simples e do amor obediente a Cristo Jesus.
        Oh! Quanto precisamos de um retorno sincero e humilde à palavra de Deus em nossos dias! Os falsos mestres, bem preparados em artes religiosas têm cercados os santos de Deus e têm levado muitas igrejas à ruína. Um falso Jesus entrou em cena e a falsa fé tem se projetado para agradar os corações de milhares. Ultimamente precisamos de mais profetas, de homens de Deus que preguem nos púlpitos, exortando a todos para que voltem à verdade revelada. A mensagem de arrependimento deve fazer tremer os púlpitos, a fim de que milhares saibam que estão iludidos, caminhando para o inferno.
        A igreja do Senhor não vacila, ela caminha firme e resoluta para o céu, mesmo que aqui pareça tão frágil e sem aparência. É o mundo que se acha na miséria; é o mundo que caminha para a destruição; são os ímpios que precisam da compaixão de Deus!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (8)




aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
A VERDADE PRÁTICA NA VIDA.
        Creio que é de fundamental importância que tomemos essa verdade, a fim de aplica-la à nossas vidas. Todos os ensinos vieram até a nós com o propósito que a conheçamos no viver, assim como o alimento precisa ser ingerido para que fisicamente nos tornemos fortes. Nosso Senhor mostra isso mostra o quanto seu povo foi chamado para viver pela fé e o quanto essa genuína e pura fé será demonstrada no viver. Tal verdade aparece na frase: “Eu disciplino a todos quantos amo...”. Noutras palavras nosso Senhor está dizendo que os verdadeiros crentes são conhecidos pela forma como são disciplinados. Ele está afirmando que o amor dele pelo seu povo não é esse amor frágil, débil e inútil que tanto os homens apreciam e apregoam. Ele está declarando que o amor de Deus pelos seus santos é um amor que disciplina, conforme somos ensinados em toda bíblia, mas especialmente em Hebreus 12.
        Acerca disso é o que nós precisamos saber nestes dias tão perigosos e sedutores. Falo assim porque tenho visto muitos que afirmam ser crentes, mas que nem sequer sabem o que significa disciplina bíblica no viver. O viver deles parece ser leve e suave e o mundo bem atraente aos seus olhos. Mas o fato é que cada crente foi colocado na família de Deus, é filho de Deus por nascimento, tem Deus como Pai, por isso são disciplinados no viver. Sem isso não é cristianismo. Pode bem ser que estou sendo mui repetitivo nesse assunto, mas não importa porquanto é algo de suma importância à nossa compreensão.
        A primeira lição é que fomos chamados para ser participantes da natureza divina, conforme 2 Pedro 1:2. O que significa isso? Não é um ensino que atrai nossos mais profundos interesses? Não nos humilha o fato que antes éramos filhos do diabo e agora somos chamados filhos de Deus? Não é importante para nós que amamos nosso Deus, o fato de que a natureza santa de Deus faz parte de nossa nova natureza? Talvez você esteja achando que isso é para os grandes nomes da história da igreja, como Pedro, Paulo, João e outros santos destacados. Mas quanto estamos nós enganados! Notemos como Pedro destaca o fato que ele e os irmãos para quem ele estava escrevendo são juntamente participantes da natureza de Deus. Não há crente melhor do que outro; não há crente mais santo que outro diante de Deus. É óbvio que alguns se destacam mais e se disciplinam mais que outros, a fim de alcançar mais santidade no viver. Mas o fato é que em Cristo todos são iguais.
        Também, em Hebreus 12 o escritor sagrado afirma que Deus nos disciplina, a fim de que sejamos participantes dessa santidade. Em segundo Pedro o apóstolo fala da nossa natureza que herdamos em Cristo, enquanto em Hebreus está tratando da prática dessa santidade. Deus, em toda extensão das Escrituras, quando está tratando com seu povo ele sempre realça com clareza o fato que ele é Santo. Esse é o ensino principal de Levítico, exatamente porque ele queria que seu povo soubesse que era diametralmente oposto aos deuses daqueles povos corrompidos que habitavam em Canaã, para onde eles estavam indo.
        Então, tudo fica claro diante do fato que a nossa puríssima fé é testada em face das provações e Deus tem como meta nossa santidade. Isso significa que quanto mais provado sou, mais santo eu me torno; aquelas atividades da carne são arrancadas; aquele mundanismo é desfeito; aquelas sequelas do velho Adão são removidas, etc. Que trabalho incrível da graça em nossa fé! Ele utiliza situações difíceis para lixar nossa fé e tornar o ouro ainda mais brilhante e nossa força capaz de enfrentar com perseverança a jornada.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (7)




aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
FOI DADA AOS CRENTES.
        Amado leitor é fácil perceber no texto o quanto nosso Senhor mostra o incrível valor da fé, pois ela é comparada ao “...ouro refinado no fogo...”. Essa é a fé do verdadeiro crente, porque veio da palavra e da atuação do Espírito Santo. Essa é a fé que foi comprada no viver do Senhor; por aquele que em tudo foi provado e aprovado pelo Pai; por aquele que ali na cruz sofreu o horror da ira de Deus, a fim de chamar um povo para si. Assim, quem realmente crê é uma alma bem-aventurada; há uma ligação incrível com a maravilhosa graça e não há quem possa explicar essa tão grande atuação de Deus na vida de seres humanos, caídos em Adão, mas que foram erguidos para Deus.
        Sendo assim, preciso dinamizar um pouco mais a vivacidade dessa fé, porque é só quando homens e mulheres recebem essa visão clara no coração é que eles se tornam admiráveis para Deus. Os olhos da graça de Deus miram com prazer os que creem; eles foram escolhidos em Cristo e achados nele; eles foram os alvos do amor eterno de Deus; eles foram coletivamente reunidos na cruz e a graça veio chama-los individualmente neste mundo vil. Foi assim que nosso Senhor, de longe mirou Zaqueu e seu amor por ele partiu como flecha para atingi-lo; foi assim com cada crente que já partiu para a glória e com cada um que ainda habita neste mundo. Que conquista impressionante do Autor da nossa fé! Os que creem não vivem admirando sua fé, mas pela fé admiram e adoram o Senhor.
        Por isso, não há lugar melhor para os pecadores do que serem achados no arrependimento. Milhares querem crê em Jesus do modo deles; querem ir para o céu sem que sejam chamados por Deus; querem ter vida eterna sem terem nascido de novo. Não foi assim com os religiosos de Laodicéia? Não é essa a situação de milhares em nossos dias? Mas o fato é que a salvação dos pecadores não é algo que eu posso fazer. Não posso dar fé a ninguém; não posso erguer ninguém, nem mover qualquer pessoa para andar para o céu. Essa é obra de Deus e não do homem. Os apóstolos quando saiam para pregar eles confiavam inteiramente no poder da palavra e Deus para os resultados.
        Amigo leitor, você quer um lugar de honra diante de Deus? Quer ter o Salvador à sua frente, olhando com compaixão para seu estado de miséria? Isso ocorre quando o homem se arrepende. Cristo não se aproxima dos homens com o propósito de abençoar suas vidas tortas aqui. Ele veio para salvar e essa é sua missão. Se você compreende isso e está agora com coração cheio de confiança nele, então é certo que você foi alvo dessa obra da graça. Ninguém vai a Cristo sem crer nele de todo coração. Ninguém se aproxima do Senhor sem que tenha sido atraído por ele. Que lugar de honras! A sua vida começa ali e prossegue para a eternidade.
        Que experiência gloriosa para pecadores! Antes um inimigo, um cego, um paralítico e mudo no que tange a Deus, mas agora eis que tudo está funcionando nele; agora sua visão de fé lhe faz compreender o que significa a tão grande salvação. O que Deus fez e faz é que ele desmantelou toda guarnição do pecado e todos os feitos dos inimigos, a fim de implantar a fé no coração do pecador. Assim o homem foi tirado da escravidão do pecado; foi derrubada toda muralha da resistência contra Deus; foi desfeito o poder subjugador da morte e foram quebradas as correntes do diabo.
        “Amavas-me Senhor, no fundo do meu peito brilhou a doce luz do meu        Consolador. E com promessas mil do teu amor perfeito, nasceu em mim a fé em     que hoje me deleito! Meu Deus, que amor, meu Deus que imenso amor!”