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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

BUSCAS DIFERENTES DE CONFORTO



DANIEL 6
        Caro leitor, o cap. 6 do incrível livro do profeta Daniel nos convoca para enxergar, não somente as maravilhas da providência de Deus, como também nos apresenta o que significa e como é diferente o conforto dado pelo mundo, pela carne e por Deus. Deus filmou esses acontecimentos em pleno palácio babilônico, a fim de agora exibir perante nossos olhos, a fim de nos ensinar temor e confiança apenas Nele. Devemos aprender por meio daquelas circunstâncias adversas; por meio da calma e serena confiança de Daniel; por meio das perversidades praticadas pelos homens, a forma com a qual Deus age neste mundo, em favor dos Seus santos e trazendo juízo aos Seus adversários.
        1.     O conforto mundano. Na vida daqueles que difamaram e acusaram Daniel, querendo vê-lo morto, a fim de tirá-lo de seus caminhos de ambição e avareza, vemos o tipo de conforto mundano. Esse é o conforto buscado e conspirado pelo mundo, a fim de arrancar da face da terra os santos do Senhor. Naquela noite eles dormiram bem; descansaram porque estavam certos de que os leões jamais fracassariam; que não havia aparentemente nenhum obstáculo. Sabiam que no dia seguinte voltariam para seus ofícios e caminhariam para melhores posições conferidos pelo rei Dario. No conforto mundano os homens agem nessa confiança vã, pois para eles, na prática não há Deus (Salmo 14:1), por isso não há ninguém que possa interceptar e anular seus planos. Foi assim com a multidão que se ajuntou em torno da cruz para saudar a crucificação do Filho de Deus. Os dias à crucificação e morte do Senhor foram marcados por calma e tranquilidade em Jerusalém, pois estavam certos que a morte seria o fim cabal para Aquele que tanto odiaram. Milhares vivem assim, nada podem ver senão esse horizonte enganador; nada percebem quanto aos perigos que chegarão sobre suas cabeças de forma inesperada.
        2.     O conforto carnal. Esse é o tipo de conforto visto no interior do palácio, no quarto do rei. Aquele monarca não conseguia dormir, mesmo tendo tudo ao seu dispor, como músicas, comidas, etc. Mas, seu coração estava agitado. Em tudo manifestava ser um homem inquieto, medroso, especialmente agora que perdera Daniel, seu braço direito no reino. Agora estava cercado por elementos perigosos e criminosos. Como poderia ter um reino bem sucedido? Sua posição e todas as honrA PODEROSA SALVAÇÃO DE DEUS (17)as fracassaram em dar alívio ao seu coração, por esse fato seu travesseiro “queimava” sua consciência e seu colchão lhe era espinhoso. Não é assim a vida de milhares neste mundo? Suas riquezas e conforto não podem impedir seus tormentos e angústias no íntimo. Ajuntam tudo, mas nada para confortar seus corações angustiados.
        3.     O conforto espiritual. Esse foi o tipo de conforto experimentado por Daniel, exatamente num lugar onde o mundo e a carne jamais podem encontrar. Ali na cova dos leões os olhos infames não podiam ver Daniel orando e dormindo. Ali na cova tudo estava fechado para as agitações do confortável quarto do rei. Daniel não estava sozinho, pois o Senhor estava com Seu servo, da mesma maneira que esteve com os três amigos de Daniel na fornalha. As próprias feras foram transformadas em guardas para aquele servo de Deus e ali sentiu o amparo e conforto jamais achado no meio dos inconfiáveis colegas do palácio.
        Meu caro leitor, que tipo de conforto você experimenta dia a dia? Carece da presença dos homens para experimentar paz e alegria? Ou desfruta da presença invisível Daquele que prometeu jamais abandonar Seus santos? Carece você dos bens desta vida, como o rei Dario? Carece você da aparente sensação de bem estar e segurança promovidos pelo mundo? Ou você deleita-se no Senhor?
        Convido agora o coração aflito, conturbado e desesperado, para vir a Cristo. Aquele que esteve com Daniel na cova dos leões é o mesmo Senhor que veio lhe tirar dessa condição tão triste onde o pecado lhe colocou!

domingo, 14 de setembro de 2014

CORAÇÕES CONSOLADOS



“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação” 2 Coríntios 1:3.

                Nestes dias santos de Deus têm sido afligidos com a visitação da tão grande morte. Corações têm sido partidos na despedida terrena de esposos, esposas, pais e mães, ficando aqui muitas lágrimas derramadas, além de um desconsolo que parece ininterrupto. Muitos são os mistérios ainda insondados para a multidão do povo de Deus que peregrinam nesta vida até chegar aos portais da Nova Jerusalém; muitas são as interrogações que o povo de Deus tem, as quais só terão respostas na eternidade.
                A Graça de Deus aparece nesses momentos cruéis trazendo à lume a visitação de Deus, como o DEUS DE TODA CONSOLAÇÃO. O povo de Deus jamais conheceria o seu Deus como o DEUS DE TODA CONSOLAÇÃO não fosse a poderosa atuação da morte no meio do povo de Deus. Em toda a enorme extensão do território do pecado, a soberana graça de Deus mostra a Sua sobrepujante força derivada da gloriosa conquista de Cristo na cruz, a fim de que Seu povo se tornasse um povo triunfante, mesmo que tudo aqui aparentemente diz: “não!”. O Deus do povo de Deus manifesta-Se ao Seu povo também como o DEUS DE TODA CONSOLAÇÃO, a fim de que também nesta atividade soberana Ele seja glorificado.
                Santos de Deus, quando o Senhor retira de nós nossos entes queridos; quando o Senhor ordena que a morte venha dilacerar nosso ser, sangrar nossos corações, então, nesse momento Ele mesmo entra em cena na nossa alma. Ninguém pode achegar ao lugar secreto de uma alma que chora de tristeza, que sofre dores para as quais não há remédio. Somente O DEUS DE TODA CONSOLAÇÃO para consolar maravilhosamente Seus santos. É nesse momento que os crentes afligidos passam a conhecer muito mais o seu Deus em Seu amor inigualável; em Sua presença constante; em Sua linguagem de ternura e de afeto. Ora, tudo isso passa para o crente uma imensa riqueza que a Graça eterna faz brotar em seu ser.
                    Deus não traz nossos queridos de volta quando Ele os toma para Si. Ele mesmo ocupa o lugar vazio em nossos corações para mostrar que Ele está infinitamente acima de tudo aquilo que aqui recebemos da parte Dele por breve tempo. Ele passa a ser nosso tesouro, nosso perfeito e eterno bem, a fonte do verdadeiro júbilo e da felicidade. Ele sabe perfeitamente o quanto o pecado nos tornou seres idólatras, apegados aos bens deste viver tão insensato. Ele sabe o quão prejudicial é para nós segurando aquilo que ainda é peso, não de glória, mas sim da impiedade que aparece tantas vezes em forma de direitos pessoais.
                Santos de Deus, a graça não parou de operar após a nossa salvação. Deus continua Sua obra gloriosa em nos aperfeiçoar e nos tornar à semelhança do nosso Senhor Jesus dia após dia.
               

domingo, 7 de setembro de 2014

CONFORTO DOS ÍMPIOS E CONFORTO DO SALVO



                                                                           DANIEL 6
Caro leitor, o cap. 6 do incrível livro do profeta Daniel nos convoca para enxergar, não somente as maravilhas da providência de Deus, como também nos apresenta o que significa e como é diferente o conforto dado pelo mundo, pela carne e por Deus. Deus filmou esses acontecimentos em pleno palácio babilônico, a fim de agora exibir perante nossos olhos, a fim de nos ensinar temor e confiança apenas Nele. Devemos aprender por meio daquelas circunstâncias adversas; por meio da calma e serena confiança de Daniel; por meio das perversidades praticadas pelos homens, a forma com a qual Deus age neste mundo, em favor dos Seus santos e trazendo juízo aos Seus adversários.
         1.      O conforto mundano. Na vida daqueles que difamaram e acusaram Daniel, querendo vê-lo morto, a fim de tirá-lo de seus caminhos de ambição e avareza, vemos o tipo de conforto mundano. Esse é o conforto buscado e conspirado pelo mundo, a fim de arrancar da face da terra os santos do Senhor. Naquela noite eles dormiram bem; descansaram porque estavam certos de que os leões jamais fracassariam; que não havia aparentemente nenhum obstáculo. Sabiam que no dia seguinte voltariam para seus ofícios e caminhariam para melhores posições conferidos pelo rei Dario. No conforto mundano os homens agem nessa confiança vã, pois para eles, na prática não há Deus (Salmo 14:1), por isso não há ninguém que possa interceptar e anular seus planos. Foi assim com a multidão que se ajuntou em torno da cruz para saudar a crucificação do Filho de Deus. Os dias à crucificação e morte do Senhor foram marcados por calma e tranquilidade em Jerusalém, pois estavam certos que a morte seria o fim cabal para Aquele que tanto odiaram. Milhares vivem assim, nada podem ver senão esse horizonte enganador; nada percebem quanto aos perigos que chegarão sobre suas cabeças de forma inesperada.
         2.      O conforto carnal. Esse é o tipo de conforto visto no interior do palácio, no quarto do rei. Aquele monarca não conseguia dormir, mesmo tendo tudo ao seu dispor, como músicas, comidas, etc. Mas, seu coração estava agitado. Em tudo manifestava ser um homem inquieto, medroso, especialmente agora que perdera Daniel, seu braço direito no reino. Agora estava cercado por elementos perigosos e criminosos. Como poderia ter um reino bem sucedido? Sua posição e todas as honrA PODEROSA SALVAÇÃO DE DEUS (17)as fracassaram em dar alívio ao seu coração, por esse fato seu travesseiro “queimava” sua consciência e seu colchão lhe era espinhoso. Não é assim a vida de milhares neste mundo? Suas riquezas e conforto não podem impedir seus tormentos e angústias no íntimo. Ajuntam tudo, mas nada para confortar seus corações angustiados.
         3.      O conforto espiritual. Esse foi o tipo de conforto experimentado por Daniel, exatamente num lugar onde o mundo e a carne jamais podem encontrar. Ali na cova dos leões os olhos infames não podiam ver Daniel orando e dormindo. Ali na cova tudo estava fechado para as agitações do confortável quarto do rei. Daniel não estava sozinho, pois o Senhor estava com Seu servo, da mesma maneira que esteve com os três amigos de Daniel na fornalha. As próprias feras foram transformadas em guardas para aquele servo de Deus e ali sentiu o amparo e conforto jamais achado no meio dos inconfiáveis colegas do palácio.
         Meu caro leitor, que tipo de conforto você experimenta dia a dia? Carece da presença dos homens para experimentar paz e alegria? Ou desfruta da presença invisível Daquele que prometeu jamais abandonar Seus santos? Carece você dos bens desta vida, como o rei Dario? Carece você da aparente sensação de bem estar e segurança promovidos pelo mundo? Ou você deleita-se no Senhor?
         Convido agora o coração aflito, conturbado e desesperado, para vir a Cristo. Aquele que esteve com Daniel na cova dos leões é o mesmo Senhor que veio lhe tirar dessa condição tão triste onde o pecado lhe colocou!

sábado, 2 de agosto de 2014

CONFORTO MUNDANO E CONFORTO DE DEUS



Caro leitor, o cap. 6 do incrível livro do profeta Daniel nos convoca para enxergar, não somente as maravilhas da providência de Deus, como também nos apresenta o que significa e como é diferente o conforto dado pelo mundo, pela carne e por Deus. Deus filmou esses acontecimentos em pleno palácio babilônico, a fim de agora exibir perante nossos olhos, a fim de nos ensinar temor e confiança apenas Nele. Devemos aprender por meio daquelas circunstâncias adversas; por meio da calma e serena confiança de Daniel; por meio das perversidades praticadas pelos homens, a forma com a qual Deus age neste mundo, em favor dos Seus santos e trazendo juízo aos Seus adversários.
         1.      O conforto mundano. Na vida daqueles que difamaram e acusaram Daniel, querendo vê-lo morto, a fim de tirá-lo de seus caminhos de ambição e avareza, vemos o tipo de conforto mundano. Esse é o conforto buscado e conspirado pelo mundo, a fim de arrancar da face da terra os santos do Senhor. Naquela noite eles dormiram bem; descansaram porque estavam certos de que os leões jamais fracassariam; que não havia aparentemente nenhum obstáculo. Sabiam que no dia seguinte voltariam para seus ofícios e caminhariam para melhores posições conferidos pelo rei Dario. No conforto mundano os homens agem nessa confiança vã, pois para eles, na prática não há Deus (Salmo 14:1), por isso não há ninguém que possa interceptar e anular seus planos. Foi assim com a multidão que se ajuntou em torno da cruz para saudar a crucificação do Filho de Deus. Os dias à crucificação e morte do Senhor foram marcados por calma e tranquilidade em Jerusalém, pois estavam certos que a morte seria o fim cabal para Aquele que tanto odiaram. Milhares vivem assim, nada podem ver senão esse horizonte enganador; nada percebem quanto aos perigos que chegarão sobre suas cabeças de forma inesperada.
         2.      O conforto carnal. Esse é o tipo de conforto visto no interior do palácio, no quarto do rei. Aquele monarca não conseguia dormir, mesmo tendo tudo ao seu dispor, como músicas, comidas, etc. Mas, seu coração estava agitado. Em tudo manifestava ser um homem inquieto, medroso, especialmente agora que perdera Daniel, seu braço direito no reino. Agora estava cercado por elementos perigosos e criminosos. Como poderia ter um reino bem sucedido? Sua posição e todas as honrA PODEROSA SALVAÇÃO DE DEUS (17)as fracassaram em dar alívio ao seu coração, por esse fato seu travesseiro “queimava” sua consciência e seu colchão lhe era espinhoso. Não é assim a vida de milhares neste mundo? Suas riquezas e conforto não podem impedir seus tormentos e angústias no íntimo. Ajuntam tudo, mas nada para confortar seus corações angustiados.
         3.      O conforto espiritual. Esse foi o tipo de conforto experimentado por Daniel, exatamente num lugar onde o mundo e a carne jamais podem encontrar. Ali na cova dos leões os olhos infames não podiam ver Daniel orando e dormindo. Ali na cova tudo estava fechado para as agitações do confortável quarto do rei. Daniel não estava sozinho, pois o Senhor estava com Seu servo, da mesma maneira que esteve com os três amigos de Daniel na fornalha. As próprias feras foram transformadas em guardas para aquele servo de Deus e ali sentiu o amparo e conforto jamais achado no meio dos inconfiáveis colegas do palácio.
         Meu caro leitor, que tipo de conforto você experimenta dia a dia? Carece da presença dos homens para experimentar paz e alegria? Ou desfruta da presença invisível Daquele que prometeu jamais abandonar Seus santos? Carece você dos bens desta vida, como o rei Dario? Carece você da aparente sensação de bem estar e segurança promovidos pelo mundo? Ou você deleita-se no Senhor?
         Convido agora o coração aflito, conturbado e desesperado, para vir a Cristo. Aquele que esteve com Daniel na cova dos leões é o mesmo Senhor que veio lhe tirar dessa condição tão triste onde o pecado lhe colocou!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

MEDITAÇÃO DE SPURGEON



“O seu arco, porém, susteve-se no forte, e os braços de suas mãos foram fortalecidos pelas mãos do Valente de Jacob.” (Gn 49:24)

A fortaleza que Deus dá aos seus Josés é uma fortaleza real. Não é uma coragem pessoal jactanciosa, uma ficção, uma coisa da qual os homens falam mas que termina em fumo. Ela é uma fortaleza verdadeira e divina. Por que é que José resistiu à tentação? Porque Deus o ajudou. Não há nada que possamos fazer sem o poder de Deus. Toda a fortaleza verdadeira vem do “Valente de Jacob.”
       Nota o modo tão ditosamente familiar como Deus dá esta fortaleza a José: “Os braços de suas mãos foram fortalecidos pelas mãos do Valente de Jacob.” Assim Deus é representado como Se pusesse as Suas mãos sobre as mãos de José e colocasse os Seus braços sobre os braços do próprio José. Como um pai ensina os seus filhos, assim o Senhor ensina aos que O temem. Ele põe os Seus braços sobre eles. Maravilhosa condescendência! O Deus Todo-Poderoso, Eterno e Omnipotente inclina-Se do Seu trono e põe a Sua mão sobre a mão do filho, estendendo o Seu braço sobre o braço de José, para que ele possa ser forte! Esta fortaleza era além disso uma fortaleza do pacto, porquanto é atribuída ao “Valente de Jacob.”
       Então, em qualquer lugar da Bíblia onde leias sobre o Deus de Jacob, tens de recordar o pacto que Deus fez com ele. Todo o poder, toda a graça, todas as bênçãos, todas as mercês, todos os consolos, todas as coisas que temos, procedem para nós do grande manancial e por meio do pacto. Se não houvesse pacto teríamos de perecer de fato, porque todas as bênçãos procedem dele como a luz e o calor vêm do Sol. Nenhum anjo sobe ou desce por outra parte que não seja a escada que Jacob viu, em cujo topo está colocado um pacto de Deus. Cristão, pode ser que os arqueiros te tenham atormentado seriamente e te tenham acertado e ferido, mas o teu arco ainda subsiste em fortaleza; por isso, atribui, sem duvidar, toda a glória ao Deus de Jacob.
(extraído de NO CAMINHO DE JESUS)

Tradução de Carlos António da Rocha