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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (11 de 11)


                            
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
                        CONHECENDO A GRANDE LIBERTAÇÃO
        Espero fechar esta mensagem com aplicação clara e eficiente para todos os meus leitores. Estamos lidando com a tão grande salvação que Deus em Sua graça trouxe aos homens. Por essa razão é preciso que saibamos que a grande libertação pode ser vista em todos quantos foram salvos. Todos os verdadeiros crentes, não importando a quantia de pecado que cometeram, todos foram libertos da vil condição onde estavam. O cativeiro do pecado é igual a todos.
        Mas precisamos saber que os crentes ainda lutam contra o poder da carne e enfrentam guerra contra este mundo sob a liderança do pai da mentira. Não há um cristianismo perfeito, sem luta e provações na jornada. É esse o ensino de Paulo nos capítulos 6 e 7 de Romanos, culminando com uma gloriosa aplicação no capítulo 8. O que Paulo ensina é que há o poder do Espírito no crente, o qual lhe capacita a destruir ou mortificar os desejos malignos da carne. O que Paulo está querendo dizer é que por dentro há gemido, até mesmo do Espírito Santo e por fora há combate. Todo verdadeiro crente sabe bem disso, por essa razão procura se encher da palavra, vive em oração e se associa com os santos, na finalidade de combater até o fim. É tão grande essa luta que muitas vezes o crente pensa que nem crente é, por isso Paulo enche o capítulo 8 de promessas do amor de Deus em Cristo por todos os santos.
        Importa que saibamos, também, que a força da carne tenta mobilizar tudo contra a liberdade de subir e alcançar as alturas da glória. Quantos entendem errado a vida cristã! Muitos pensam que somos livres para andarmos como quiser e agradar nossas paixões, porque, segundo eles, fomos salvos pela graça. Mas a verdade é que fomos salvos para uma liberdade que avança para cima e que conquista bênçãos eternais. Viver aprisionado no amor ao mundo é prova clara que não houve plena libertação. A maravilha do poder libertador de Cristo Jesus está no fato que Cristo habita no crente, a fim de revelar a glória Dele ao mundo. Falhar nisso é demasiadamente perigoso, por essa razão Deus opera disciplina nos Seus santos, a fim de que eles sejam de forma prática participantes da Sua natureza (conforme Hebreus 12).
        Mas há uma presença gloriosa e triunfante da libertação vista nos crentes. A conquista da cruz e o temor ao Senhor fazem dos crentes pessoas felizes e quando eles se ajuntam podem demonstrar louvor e adoração.  O mundo não vai e nem pode compartilhar daquilo que pertence somente aos santos. É incrível como das tristezas brotam alegria; das provações brotam forças e da escuridão brilha maravilhosa luz! Por que isso? Porque é esse o sistema da graça operante no viver de cada crente neste mundo.
        Mas será no final de tudo quando haverá plena e perfeita libertação. Como Paulo diz, ainda habitamos neste tabernáculo feito de barro e aguarmos sair dessa prisão terrena, a fim de tomar posse daquilo que é garantida e eternamente nosso. Tudo isso ocorrerá naquele grande dia, quando o Senhor dará Seu brado, ordenando a todos os corpos dos santos que sejam erguidos seus túmulos. Que impressionante júbilo ecoará! O universo inteiro ouvirá os sons perfeitos de júbilos, agora em estado de perfeição eternal.
        Eis aí amigo o vigoroso evangelho que realmente liberta! Nada tem a ver com os mensageiros aproveitadores destes dias. Nosso Senhor veio arrancar os homens desse sistema vil e escravizador, liderado pelo diabo neste mundo. Ele está presente e pronto para salvar; Ele está perto e Seus ouvidos prontos para ouvir o clamor dos aflitos! Não é maravilhosa essa notícia? Por que não clamar a Ele de todo coração? Por que não pedir para Ele ser o teu libertador neste momento?

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (10 de 11)



Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
CONHECENDO A GRANDE LIBERTAÇÃO.
        O Filho liberta dos terrores da lei, para viver agora na liberdade que somente os filhos de Deus podem gozar. Aqueles judeus estavam tão iludidos pelo engano do pecado que nem percebiam o quanto a própria lei de Moisés amaldiçoava suas vidas, porquanto era essa a função da lei. A lei não veio libertar ninguém, ela veio mostrar o quanto os grilhões do pecado são tremendamente poderosos e o quanto as algemas são inquebráveis. Nosso Senhor veio libertar o pobre pecador da tirania da lei; ela exige perfeição; ela mostra que os homens nada podem fazer. A lei veio mostrar o quanto o terror do pecado é aterrorizante mesmo e o quanto o homem é tão enfermado pela transgressão, por isso não pode mover-se nem sequer um milímetro para Deus.
        Como o Senhor demonstra que realmente libertou o homem? Devemos nos afastar daquele pensamento enganador de que Jesus veio nos libertar e nos salvar, a fim de vivermos aqui de acordo com nossos desejos carnais. Nosso Senhor veio buscar um povo para Si e livrar esse povo desse sistema maligno e perverso de vida oferecido pelo mundo. Esse conceito tão errado de liberdade tem levado o cristianismo a um envolvimento profundo com o sistema mundano atual, tão perigoso e sutil. Nosso Senhor prometeu dar aos salvos o Seu Espírito. Crentes sozinhos neste mundo seriam como órfãos, por isso sua promessa foi: “Não vos deixarei órfãos...”. A presença do Consolador em nós nos faz fortes, porque Ele não somente nos guia em toda verdade, como também toma nossas terríveis fraquezas (Romanos 8:26). A graça nos chamou quando éramos fracos, pecadores, transgressores, rebeldes, condenados, a fim de nos fazer fortes no poder de Deus. Os que são libertos vão provar pela novidade de vida que realmente são livres para glorificarem a Deus no viver.
        Outra prova clara de que houve libertação no viver é a maneira como os crentes aspiram e lutam por um andar santo aqui. Quantos fogem desse dever! Santidade é nosso estilo de vida normal neste mundo, porque fomos chamados para sermos santos. Sem esse estilo de vida celestial; sem essa manifestação de uma nova natureza, então não há qualquer sinal de que houve libertação no viver. Deus manifesta Sua glória aqui por meio da vida daqueles que foram arrancados deste mundo por meio da poderosa salvação e santidade é o estilo de vida normal do crente e não uma opção.
        Outro detalhe que considero de grande importância é que a libertação é mostrada no fato que os verdadeiros crentes têm plena convicção da glória eterna. Eles não pensam e falam isso por orgulho; eles não empurram “com a barriga” essa certeza. Eles sabem que foram salvos pela graça e estão certos dessa verdade por convicção da Palavra de Deus e por obra do Espírito Santo em seus corações. Além disso, o modo de vida dos crentes prova que eles andam para o céu. Eles não mais estão apegados ao mundo nem seguram seus bens aqui com medo de perdê-los. Eles sabem que terão uma herança infinitamente melhor do que esses bens terrenos tão alvejados pelos ladrões e marcados para serem consumidos pelo tempo.
        Aparentemente muitas vezes não parece que os santos foram libertados. A liberdade, entretanto, não significa que estão livres para que eles avancem com o mundo. Eles são livres para andar pelo caminho do dever, da justiça, da retidão, da obediência a Deus e do amor ao próximo. O que o mundo pensa de liberdade, realmente é loucura, porque tudo que se opõe à lei do amor a Deus não é liberdade, mas sim uma vertiginosa queda nas profundidades do mal.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (9)



“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
CONHECENDO A GRANDE LIBERTAÇÃO.
        Acrescento que o Filho liberta o pobre escravo da tirana servidão onde voluntariamente se atirou. Os homens sempre estão pensando que são livres, mas a verdade é que a cegueira da alma impede que eles vejam a realidade do pecado. Como estamos acostumados a ver a vida do ponto de vista físico, não somos capazes de enxergar que as prisões e grilhões que prendem os homens aqui são invisíveis. Não há cultura, religião, riqueza ou qualquer poder deste mundo e neste mundo que mostre a verdade acerca da tirania do pecado e desse imenso mercado de escravo que abarrota o mundo inteiro. Precisamos saber disso e quem nos mostra tal verdade é o Espírito Santo, mediante aquilo que está registrado e documentado em Sua inspirada Palavra.
        O pobre escravo é arrancado da condição de filho da Ira. Vemos como Paulo transmite isso em Efésios 2:3. Notemos bem em que desgraça o pecado nos colocou. Vejo o quanto os homens modernos são iludidos quando pensam que “tem Deus no coração”; muitos estão bem envolvidos com a mentalidade religiosamente profana e tão bem articulada pela nova era. Tudo hoje é a emoção de que Deus está abençoando suas vidas e que todos os homens são filhos de Deus e que finalmente serão recebidos no céu. Quanto engano! Os judeus pensavam assim e nosso Senhor deixou bem claro que eles eram filhos do diabo e escravos do pecado neste mundo. Foi por isso que Paulo escreveu aos crentes, a fim de se humilhassem e dependessem da graça para viver. Quando Cristo salva Ele torna um pecador filho de Deus, aceitável sem qualquer culpa perante Deus: “Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus...” (João 1:12).
        Também, o Senhor liberta o pecador das trevas para a luz. Basta um pouco de conhecimento da verdade revelada para que percebamos o quanto o mundo é um lugar de escuridão. Satanás faz tudo para manter o mundo confirmado em mentiras. Notemos bem que a criação não é mentira; tudo o que Deus fez é verdade. Quando falamos do mundo vemos como o príncipe das trevas toma a criação e a envolve com mentiras e promessas mentirosas. Ele cria suas leis, seu sistema religioso, seus planos financeiros, seus entretenimentos e assim consegue manipular a mente de todos os homens com a ideia de que não há lugar melhor para viver do que aqui. Foi isso o que sempre passou pelas mentes dos mundanos. Foi assim com Caim, porque rejeitou o caminho para cima, a fim de criar seu sistema de vida fundamentado em mentiras. Foi assim com Esaú, porque seu sonho envolvia riquezas e formar uma nação forte e conquistadora.
        Mas, quanto engano! Quando o Senhor liberta o pecado Ele mostra o que o mundo é. Foi assim com Abel, porque logo percebeu a tristeza que envolvia esta vida e o quanto desejava morar com Deus no Paraíso. Assim Deus opera com aqueles que Ele chama desse mundo enganador; assim Ele mostra aos pecadores o quanto estão errantes aqui; o quanto tudo aqui desaparece e que essa tosca luz mundana apaga-se com a morte. Foi isso o que Paulo quis mostrar aos crentes colossenses, quando afirmou acerca de Deus: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor” (Colossenses 1:13). Note bem que ele denomina o mundo como sendo o “império das trevas”. A mensagem do evangelho transmite a verdade da glória de Cristo, por isso que precisamos de homens cheios do Espírito que preguem com poder essa verdade. Todos precisam saber que essa é a condição e que Cristo veio ao mundo para libertar homens e mulheres arrependidos.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (8)



Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
CONHECENDO A GRANDE LIBERTAÇÃO.
        Meu trabalho agora consiste em mostrar aos meus leitores o que realmente a libertação do filho aos pecadores. É claro que a resposta correta e digna de toda confiança deve vir inteiramente da Palavra de Deus. Se isso não ocorrer estaremos em sérios perigos com as manipulações religiosas de satanás neste mundo. O príncipe das trevas sempre trouxe e trará consigo um programa de libertação aos homens, mas quando a multidão pensa que é verdade, não passa de atos perversos, os quais mergulham os homens em situação ainda mais adversa e numa escravidão ainda pior. Se não compreendermos a linguagem espiritual do Senhor, incorreremos em erros terríveis, da mesma forma como os judeus fizeram quando ouviram essas palavras.
        É claro que a primeira lição mostra que Cristo veio libertar os homens da terrível penalidade do pecado. Sabemos que todo problema do homem foi causado pelo pecado; foi sua queda no Éden, foi sua disposição arrogante de dar as costas para Deus e abraçar o anjo maligno como pai. Não há nada que possa ser feito em favor de qualquer pessoa neste mundo, se não tratar com o pecado. Foi o pecado que atirou a raça inteira nessa vil condição na qual agora se encontra; condenado ao castigo eterno, servindo como escravo do diabo neste mundo dia após dia e completamente impossibilitado de escapar por si mesmo dessa condição tão vergonhosa e aviltante. Foi dado o nome de “Jesus” ao Senhor e a razão foi porque Ele haveria de salvar Seu povo dos seus pecados (Mateus 1:17). Quando João Batista apresentou Jesus aos seus discípulos ele usou as seguintes palavras: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29).
        Em poucas palavras podemos afirmar que se pensarmos diferentes no que tange ao ministério do Senhor, certamente cairemos em erros grosseiros e letais. Perante o Senhor estavam judeus, homens e mulheres enganados quando pensavam que eram religiosos, descendentes de Abraão e que por isso tinham direito de entrar no Paraíso celestial. Nosso Senhor simplesmente cortou toda essa grossa capa de mentiras usando apenas a afiada espada da verdade. Nosso Senhor não se sentiu intimidado em dizer-lhes que eles eram escravos do pecado (João 8:34), assim como qualquer pessoa de qualquer nação, porque não há diferença para Deus.
        O que o Senhor veio fazer? Claro, Ele veio libertar o homem da terrível penalidade do pecado. Os homens estão marcados para serem jogados no inferno, por causa da culpa do pecado. Eles vão perecer, a não ser que um Salvador perfeito e competente possa lhes conceder salvação. Nessa situação todos estão em igualdade; não há diferença, não há condição social, religiosa, moral, nada disso pode tirar qualquer pessoa dessa condição de um réu que caminha para o abismo. Notemos bem o quanto Deus ocupa-se com esse assunto em toda extensão de Sua palavra. Desde o Velho Testamento, vemos em toda história o quanto Ele comunicou-se com os homens para salvar-lhe. Quando aqui veio, nosso Senhor fez com que todos soubessem que Sua finalidade foi ir à cruz, a fim de dar-se a Si mesmo pelos pecadores. Também deixou claro aos Seus discípulos que veio ao mundo para servir e dar Sua vida em resgate.
        Toda essa ênfase é para notificar a todos que nosso grande libertador de fato veio para libertar. Que história fantástica desse Cordeiro! Ei-Lo ali na cruz pendurado, mas mesmo assim pode fitar a face daquele pobre ladrão, a fim de arrancá-lo do terror eterno e assim pode leva-lo para estar com Ele no Paraíso. É isso o que Ele agora faz em salvar homens e mulheres que se arrependem e confiam Nele como Senhor e Salvador!

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (7)


                                  
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
O PERIGO DE SER ILUDIDO COM UMA FALSA LIBERTAÇÃO: “Se, pois, o Filho vos libertar...”
        Os homens podem mostrar pelo seu modo de viver as características de uma alma ainda não libertada. Não somente satanás é enganador e ludibria os homens com seus ensinos perigosos e sutis. A natureza humana é ainda mais enganadora; ela sabe bem como manobrar o homem e articula meios religiosos que o mantem preso, sem, contudo perceber que não passa de um pobre escravo do pecado. O escravo não percebe sua condição, senão quando Deus mostra isso. O homem mais religioso que existe, o mais dinâmico em seus conceitos religiosos, o mais zeloso pela sua causa, não passam de pobres escravos do mal. “Pode ser um rei com  poder nas mãos, mas do mal escravo sim”. Por essas razões e outras que devemos ter cuidado, a fim de não sermos levados pelo engano do pecado.
        É fato que todos os verdadeiros crentes são pessoas que sentem sua natureza rebelde contra Deus; em sua carne habitam desejos infames e malignos, por isso os santos de Deus oram e lutam num intenso combate contra o mal. O próprio espírito de batalha contra a carne mostra que a pessoa é genuinamente crente. Por outro lado temos que admitir que a ausência desse espírito de santidade que nos leva ao combate contra o mal está indicando que a pessoa ainda não foi liberta dos grilhões do pecado. Muitos pensavam que eram livres, mas o tempo veio mostrar-lhes que seus corações jamais conheceram o poder salvador e santificador do evangelho. Já conheci pessoas que conheciam bem a mensagem, que estudaram bem as maravilhosas doutrinas e que eram firmes e zelosos na igreja, mas que logo voltaram para suas paixões e lá permanecem. Por isso vale a pena mostrar alguns desses traços, os quais se escondem bem, aparecendo numa ocasião própria.
        Orgulho encoberto e um viver secreto em rebelião contra Deus. Significa que a alma nunca foi quebrantada; que o velho homem em Adão continua ali vivo e disposto a não renunciar o mal. Todos os sinceros crentes carregam certas manifestações de rebeldia, as quais Deus mesmo usa Seus açoites para tirar deles. Mas não é o caso de não crentes. Rebelião não tratada se revolta contra a verdade e foge de confronto com os ensinos bíblicos. O programa atual da nova era tem revelado muitos corações que estão presos ao mundo e cativados pelo sistema mundano que tanto atrai a natureza corrompida e perversa dos mundanos.
        Apego a qualquer iniquidade, mesmo que seja tão simples e insignificante. Novamente digo e afirmo que santos de Deus lidam com determinadas iniquidades no viver e querem escorraça-las de suas vidas no poder de Deus. O não salvo, entretanto, tem um amor secreto e esconde sua iniquidade. Um amor ao dinheiro, ao sexo ilícito, aos vícios, às mentiras, aos ídolos deste mundo e outras coisas semelhantes avisam constantemente que ali está alguém que jamais conheceu o grande libertador, pois Jesus não habita nesse coração. Por mais que Judas se destacasse no serviço de Deus, seu amor secreto pelas riquezas habitava naquele coração. Maldade encoberta e não confessada logo mostrará seus traços horríveis no viver e quanto se multiplica no íntimo.
        Cristo Jesus veio ao mundo para nos libertar desse sistema maligno e do terrível pecado que tanto aflige o homem neste mundo. A alma arrependida está consciente disso, por isso corre para o Senhor, a fim de buscar Nele esse livramento jamais achado neste mundo enganador!