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sábado, 13 de setembro de 2014

PERSEGUIDORES DE CRISTO



Saulo, Saulo, por que me persegues?...Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (Atos 9:4,5)
         Caro leitor, como essa história de Saulo mostra a doutrina da condição depravada do homem! Sempre achamos no íntimo que alguns homens são mais perversos do que outros. Realmente isso pode ser quando avaliamos as coisas dentro do contexto horizontal – no relacionamento humano. Mas, quando a Bíblia mostra o homem em sua condição maligna e morta em seus pecados, ele é visto no seu trato com o Filho de Deus – o Senhor Jesus. Se Saulo fosse avaliado pelo conceito evangélico moderno, não há dúvida que seria cercado por muitos líderes religiosos na tentativa de torná-lo um evangélico. Segundo as normas da psicologia religiosa, Saulo era potencialmente um crente e poderia ser um grande líder em qualquer denominação evangélica.
         Mas a Palavra de Deus lança fora todos esses pensamentos e atividades humanistas e apóstatas. Aquele Saulo só pode ser barrado pela luz refulgente da glória de Cristo; só pode ficar cego ante a poderosa visitação do Senhor, caso contrário continuaria armado até os dentes na sua insana perseguição a Cristo. No coração depravado de Saulo, se esse Jesus que fora crucificado ainda estava vivo, então era necessário que agentes do mal fossem procurá-Lo a fim de exterminar essa “praga” de uma vez por todas. A matança e aprisionamento dos crentes eram formas de tirar as barreiras da frente. O velho Saulo era na verdade o velho homem em sua raiva contra a verdade da cruz; era o velho homem contra a justiça perfeita de Deus; era o velho homem tentando implantar no mundo o velho sistema religioso trazido desde a queda e inaugurado por Caim.
         Meu caro leitor, o homem no pecado é o que é, como Saulo, um perseguidor de Jesus. Mesmo numa igreja evangélica ele há de perseguir. Fará isso sempre atacando a verdade da cruz; fará isso sempre mostrando sua obstinada persistência no caminho mundano e oposto à santidade; fará isso sempre tentando ajuntar rebeldes e desfazer a fé verdadeira, a fim de implantar um sistema de culto mundano e agradável à carne. O velho Saulo está escondido no coração depravado, que jamais foi mudado e transformado. O velho Saulo mantém suas armas de perseguição bem escondidas, mas longo elas são apontadas contra a mensagem do arrependimento e contra a soberana e livre atuação de Deus, pois o “velho Saulo” quer demonstrar o quanto seu sistema religioso é perfeito e acima dos caminhos e pensamentos de Deus (Isaias 55:7). Enquanto avança o ecumenismo, os “velhos Saulos” estão se unindo em sua perseguição à verdade.
         Mas, o “velho Saulo” só pode ser barrado quando é alvejado pela misericórdia do Senhor. Quem pode contra o Rei da glória? Quem pode impedir que Suas setas de amor atravessem o coração rebelde? Quando Saulo tombou, ali caiu um verdadeiro e letal inimigo. O Senhor Jesus não ordenou que os demônios saíssem! Não ordenou que satanás fosse amarrado, mas sim a espada golpeou o gigante da incredulidade. Caiu no pó o velho homem em Adão, a fim de nascer um novo homem em Cristo – Paulo. Caiu “Saulo de Tarso” e nasceu “Paulo do céu”. E quando foi apresentado esse novo homem perante a sociedade, não havia mais em seu bolso nenhum contrato feito com os homens, não havia mais nenhuma carta de autorização, pois as ao morrer o velho Saulo, imediatamente suas armas de perseguição foram queimadas e quebradas.
         Meu caro amigo, se seu coração não foi mudado em um novo coração, eu sei que você ficará com raiva quando lê essa breve meditação. Eu sei que o “velho Saulo” que ficar de tocaia, escondido. Muitos “velhos Saulos” querem passar como crentes, porque querem saber como perseguir melhor o Senhor Jesus. Não há como escapar dessa real condição e logo suas armas serão reveladas. Mas dou glórias ao Senhor por ver muitos “Saulos” caindo por terra e sendo feitos novas criaturas mediante o poder salvador de Cristo!

sábado, 30 de agosto de 2014

ASSADO NO FOGO OU COZIDO NO LEITE




“...Não cozinhareis o cabrito no leite de sua mãe” (Deuteronômio 14:21)
         Caro leitor, tomemos essa frase que parece ser tão insignificante e sem qualquer utilidade. Recusemos pensar assim no tocante a Palavra de Deus, pois ela é toda pura. Toquemos nesse verso e veremos que é puro ouro da revelação, por isso é tão precioso e prático para nossas vidas. Não esqueçamos que precisamos tomar a luz do Novo Testamento, especialmente da sublime pessoa do Filho de Deus e buscar esclarecimentos daquilo que parece ser tão difícil à nossa pobre compreensão da linguagem usada pelo Espírito Santo. Veja caro leitor que ordenança temos no que tange ao Cordeiro de Deus. Notamos o quanto os homens sempre quiseram tomar o cabrito e cosê-lo no leite da sua mãe. Eles lutam por ter um “cabrito” cozido no leite materno, de que maneira?
         Fazem isso porque não querem o Cordeiro da cruz; não O querem assado no fogo da ira de Deus, a fim de ser o substituto do povo eleito. Querem um Cristo morto nos moldes humanos; um “cabrito” mais humanizado, mas morto sim, no leite materno, porque sendo um defunto então subsistirá a mãe e não o cabrito. E assim eles continuarão em seus caminhos de idolatria celebrando o “cabrito” conforme suas paixões religiosas.
         Pedro queria um cabrito cozido no leite da mãe, quando tentou desviá-lo do rumo certo – a cruz: “...Senhor, tem compaixão de ti. Isso nunca acontecerá” (Mateus 16:22). Até mesmo nos meios evangélicos manifestam em nossos dias esse “cabrito” segundo as emoções insanas dos homens. Nada querem da mensagem da cruz! Nada querem do Cordeiro puro e sem mácula, que veio do céu para lidar definitivamente com nossos miseráveis pecados.
         Tentaram em tudo puxar o “cabrito” para o leite de Sua mãe: “...Tua mãe e teus irmãos estão lá fora, e querem ver-te”, mas eis que imediatamente o Cordeiro puro recusou deixar os Seus que estavam reunidos para ouvir a Palavra: “...Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a executam” (Lucas 8:19,20). O forte o humanismo age assim, fica do lado de fora tentando mostrar que a necessidade de Cristo está lá fora; a humanidade precisa de um “cabrito” de todos; que simpatize com todos e que declare que todos são de Deus e que veio para aceitar todos.
         João Batista recusou veementemente expor um “cabrito” cozido no leite materno. Sua mensagem foi resoluta e definida perante todos: “Eis o Cordeiro de Deus...!” (João 1:29). Qualquer mensagem fora dessa verdade é de extremo perigo e é letal às almas. Caro leitor vemos como o programa desse novo evangelho fornece o “cabrito assado no leite da mãe”. É triste ver isso. Mas a verdade é que vemos isso nos púlpitos, porque pastores infiéis querem agradar a multidão, por isso lhes apresenta esse “cabrito” segundo os seus gostos. Vemos isso também no que eles chamam de louvor. O que aparece é uma mensagem melosa e carregada das paixões carnais, a fim de promover seus desejos carnavalescos e se sentirem bem.
         A mensagem do evangelho proclama em alto som o fato que o “cabrito” foi, por assim dizer, assado pelo brasume da ira de Deus ali na cruz. Somos chamados a participar dessa velha história e alegrar nessa tão gloriosa e eterna redenção! Glória ao Cordeiro de Deus!

sábado, 26 de abril de 2014

O INERENTE HUMANISMO



                                              
Mas o povo, vendo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e lhe disse: Levanta-te, faze-nos um deus que vá adiante de nós; porque, quanto a esse Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu” (Êxodo 32:1)      
         Logo no limiar da aliança estabelecida entre Deus e a nação de Israel podemos presenciar o que realmente significa a natureza humana em sua condição depravada, cruel, inimiga de Deus e predisposta a viver na impiedade. Desde a saída do Egito até aquela ocasião toda aquela população esteve cercada de sinais e maravilhas feitas pelo Todo Poderoso; nenhuma outra nação pode ter esse privilégio. Mas mesmo assim eis aí a inclinação natural susceptível a confiar no homem em lugar de Deus: “...esse Moisés, o homem que nos tirou...”.
         Ó como os homens estão dispostos a glorificar o homem em lugar de Deus! Ó como estão aptos a por sua confiança na carne mortal! (Jeremias 17:9). Foi no silêncio da ausência do grande líder de Israel que a nação mostrou as intenções do coração humano. As maravilhas do braço forte do Senhor e os terrores da lei não foram suficientes para acalentar seus corações nem animá-los para andar em temor e santa obediência à Palavra. Eles tinham olhos, mas eram espiritualmente cegos; seus ouvidos eram carnais e completamente surdos para Deus. A ausência de Moisés indicava que estavam “livres” desse Deus Santo; ali mostraram o quanto seus corações eram mundanos e agregados ao sistema de vida egípcio, mesmo com a escravidão. Queriam liberdade, mas para dar vazão à carne.
         A conclusão de seus corações foi que Moisés morreu, e para eles não era motivo de pesar e tristeza, pois ansiavam uma liderança segundo as corrupções de seus corações, pois queriam festas, orgias e religião segundo os moldes da carne. Nada havia de santo temor, reverência, gratidão e devotada obediência Àquele que mostrou Seu amor por eles no grande livramento ocorrido no Egito. Ao pé do monte Horebe eles ficaram cercados de um ânimo mundano, na expectativa de ter o que tanto a natureza humana almeja – a liberdade para pecar e pecar mais!
         Caro leitor, Israel mostra exatamente o que o homem é no coração – humanista. Se Moisés morreu, levantemos um Arão; queremos novidade religiosa; almejamos um deus do nosso estilo; queremos ficar com a teologia certa, mas queremos adorar um deus feito por nossas mãos – bezerros de ouro. Deixe conosco, pois ao celebrarmos nossos cultos em torno desses “bezerros”, diremos: “Esses são os deuses que nos tiraram do Egito!”.
         Ora, esse humanismo religioso de nossos dias segue o mesmo estilo, pois conseguiram adaptar os ensinos bíblicos com os deuses que eles fabricaram e fabricam. Eles celebram suas festas pagãs, pulam, dançam, cantam, buscam prosperidades, porque querem continuar vivendo em seus pecados. Nada podemos esperar do velho homem em Adão, pois sai do ventre materno apto para desferir mentiras contra Deus (Salmo 58:3).      Caro leitor, enquanto não houver uma mudança no coração, o homem no pecado é o mesmo, pronto para buscar liderança religiosa dos homens, pois não quer e odeia a liderança do Senhor Deus. Não há solução, a não ser que o Senhor em Sua misericórdia realize Sua portentosa obra de tirar o coração de pedra e conceder um novo coração (Jeremias 31:33). Vemos isso ocorrendo quando homens e mulheres passam a buscar o Senhor de todo coração! Quando o arrependimento e a fé genuína irrompem do céu, atingindo as almas. Assim homens e mulheres passam a ter o temor do Senhor; passam a amá-lo de todo coração e vivem em santidade de vida, odiando o pecado e amando a justiça.

domingo, 4 de agosto de 2013

O INERENTE HUMANISMO



                                              
Mas o povo, vendo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e lhe disse: Levanta-te, faze-nos um deus que vá adiante de nós; porque, quanto a esse Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu” (Êxodo 32:1)      
         Logo no limiar da aliança estabelecida entre Deus e a nação de Israel podemos presenciar o que realmente significa a natureza humana em sua condição depravada, cruel, inimiga de Deus e predisposta a viver na impiedade. Desde a saída do Egito até aquela ocasião toda aquela população esteve cercada de sinais e maravilhas feitas pelo Todo Poderoso; nenhuma outra nação pode ter esse privilégio. Mas mesmo assim eis aí a inclinação natural susceptível a confiar no homem em lugar de Deus: “...esse Moisés, o homem que nos tirou...”.
         Ó como os homens estão dispostos a glorificar o homem em lugar de Deus! Ó como estão aptos a por sua confiança na carne mortal! (Jeremias 17:9). Foi no silêncio da ausência do grande líder de Israel que a nação mostrou as intenções do coração humano. As maravilhas do braço forte do Senhor e os terrores da lei não foram suficientes para acalentar seus corações nem animá-los para andar em temor e santa obediência à Palavra. Eles tinham olhos, mas eram espiritualmente cegos; seus ouvidos eram carnais e completamente surdos para Deus. A ausência de Moisés indicava que estavam “livres” desse Deus Santo; ali mostraram o quanto seus corações eram mundanos e agregados ao sistema de vida egípcio, mesmo com a escravidão. Queriam liberdade, mas para dar vazão à carne.
         A conclusão de seus corações foi que Moisés morreu, e para eles não era motivo de pesar e tristeza, pois ansiavam uma liderança segundo as corrupções de seus corações, pois queriam festas, orgias e religião segundo os moldes da carne. Nada havia de santo temor, reverência, gratidão e devotada obediência Àquele que mostrou Seu amor por eles no grande livramento ocorrido no Egito. Ao pé do monte Horebe eles ficaram cercados de um ânimo mundano, na expectativa de ter o que tanto a natureza humana almeja – a liberdade para pecar e pecar mais!
         Caro leitor, Israel mostra exatamente o que o homem é no coração – humanista. Se Moisés morreu, levantemos um Arão; queremos novidade religiosa; almejamos um deus do nosso estilo; queremos ficar com a teologia certa, mas queremos adorar um deus feito por nossas mãos – bezerros de ouro. Deixe conosco, pois ao celebrarmos nossos cultos em torno desses “bezerros”, diremos: “Esses são os deuses que nos tiraram do Egito!”.
         Ora, esse humanismo religioso de nossos dias segue o mesmo estilo, pois conseguiram adaptar os ensinos bíblicos com os deuses que eles fabricaram e fabricam. Eles celebram suas festas pagãs, pulam, dançam, cantam, buscam prosperidades, porque querem continuar vivendo em seus pecados. Nada podemos esperar do velho homem em Adão, pois sai do ventre materno apto para desferir mentiras contra Deus (Salmo 58:3).      Caro leitor, enquanto não houver uma mudança no coração, o homem no pecado é o mesmo, pronto para buscar liderança religiosa dos homens, pois não quer e odeia a liderança do Senhor Deus. Não há solução, a não ser que o Senhor em Sua misericórdia realize Sua portentosa obra de tirar o coração de pedra e conceder um novo coração (Jeremias 31:33). Vemos isso ocorrendo quando homens e mulheres passam a buscar o Senhor de todo coração! Quando o arrependimento e a fé genuína irrompem do céu, atingindo as almas. Assim homens e mulheres passam a ter o temor do Senhor; passam a amá-lo de todo coração e vivem em santidade de vida, odiando o pecado e amando a justiça.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O INERENTE HUMANISMO




Mas o povo, vendo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e lhe disse: Levanta-te, faze-nos um deus que vá adiante de nós; porque, quanto a esse Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu” (Êxodo 32:1)      
         Logo no limiar da aliança estabelecida entre Deus e a nação de Israel podemos presenciar o que realmente significa a natureza humana em sua condição depravada, cruel, inimiga de Deus e predisposta a viver na impiedade. Desde a saída do Egito até aquela ocasião toda aquela população esteve cercada de sinais e maravilhas feitas pelo Todo Poderoso; nenhuma outra nação pode ter esse privilégio. Mas mesmo assim eis aí a inclinação natural susceptível a confiar no homem em lugar de Deus: “...esse Moisés, o homem que nos tirou...”.
         Ó como os homens estão dispostos a glorificar o homem em lugar de Deus! Ó como estão aptos a por sua confiança na carne mortal! (Jeremias 17:9). Foi no silêncio da ausência do grande líder de Israel que a nação mostrou as intenções do coração humano. As maravilhas do braço forte do Senhor e os terrores da lei não foram suficientes para acalentar seus corações nem animá-los para andar em temor e santa obediência à Palavra. Eles tinham olhos, mas eram espiritualmente cegos; seus ouvidos eram carnais e completamente surdos para Deus. A ausência de Moisés indicava que estavam “livres” desse Deus Santo; ali mostraram o quanto seus corações eram mundanos e agregados ao sistema de vida egípcio, mesmo com a escravidão. Queriam liberdade, mas para dar vazão à carne.
         A conclusão de seus corações foi que Moisés morreu, e para eles não era motivo de pesar e tristeza, pois ansiavam uma liderança segundo as corrupções de seus corações, pois queriam festas, orgias e religião segundo os moldes da carne. Nada havia de santo temor, reverência, gratidão e devotada obediência Àquele que mostrou Seu amor por eles no grande livramento ocorrido no Egito. Ao pé do monte Horebe eles ficaram cercados de um ânimo mundano, na expectativa de ter o que tanto a natureza humana almeja – a liberdade para pecar e pecar mais!
         Caro leitor, Israel mostra exatamente o que o homem é no coração – humanista. Se Moisés morreu, levantemos um Arão; queremos novidade religiosa; almejamos um deus do nosso estilo; queremos ficar com a teologia certa, mas queremos adorar um deus feito por nossas mãos – bezerros de ouro. Deixe conosco, pois ao celebrarmos nossos cultos em torno desses “bezerros”, diremos: “Esses são os deuses que nos tiraram do Egito!”.
         Ora, esse humanismo religioso de nossos dias segue o mesmo estilo, pois conseguiram adaptar os ensinos bíblicos com os deuses que eles fabricaram e fabricam. Eles celebram suas festas pagãs, pulam, dançam, cantam, buscam prosperidades, porque querem continuar vivendo em seus pecados. Nada podemos esperar do velho homem em Adão, pois sai do ventre materno apto para desferir mentiras contra Deus (Salmo 58:3).      Caro leitor, enquanto não houver uma mudança no coração, o homem no pecado é o mesmo, pronto para buscar liderança religiosa dos homens, pois não quer e odeia a liderança do Senhor Deus. Não há solução, a não ser que o Senhor em Sua misericórdia realize Sua portentosa obra de tirar o coração de pedra e conceder um novo coração (Jeremias 31:33). Vemos isso ocorrendo quando homens e mulheres passam a buscar o Senhor de todo coração! Quando o arrependimento e a fé genuína irrompem do céu, atingindo as almas. Assim homens e mulheres passam a ter o temor do Senhor; passam a amá-lo de todo coração e vivem em santidade de vida, odiando o pecado e amando a justiça.