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quinta-feira, 5 de abril de 2018

A ORAÇÃO PERSISTENTE (7 de 7)



“Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede recebe; o que busca, encontra; e o que ao que bate, abrir-se-vos-á”   MATEUS 7:7,8
O QUE SIGNIFICA “PEDIR”: “Pedi, e dar-se-vos-á...”.
        Quando somos estimulados a pedir, não há dúvidas de que Deus está falando aos que creem. Aliás, Deus sempre se comunica com seu povo. Ele sabe de nossas fraquezas e de nossas eventuais dúvidas num mundo tão cheio de incertezas. Por essa razão nosso Senhor nos cerca de promessas, nos assegura de sua presença e do fato que ele há de responder nossas orações. Aliás, ele sempre faz isso, mas nós não percebemos, por causa da nossa incapacidade de ver as coisas do ponto de vista dele. Ele está mais interessado em nosso bem eternal, do que em dar aquilo que nossa natureza rebelde tanto deseja possuir. Quantas vezes pedimos mal! Quantas vezes nossas petições não exibem piedade! Deus está sempre dizendo “não!” para muitos, porque ele sabe o quanto seremos prejudicados com nossas ambições terrenas.
        Se aprendermos humildade perante ele, certamente estaremos no caminho certo das orações. Se dispusermos em conhecer nosso Deus, agradar-nos dele, então entenderemos o real significado daquilo que ele nos outorga aqui. Às vezes nossas petições mostram que realmente estamos mais interessados em que Deus alargue nosso caminho e nos deixe mais folgados. Por exemplo, uma senhora pode pedir pela salvação do seu marido, mas seus interesses estão mais voltados nela mesma do que na glória de Deus em responder aquilo. O rei Ezequias pediu ao Senhor que ele prolongasse mais sua vida aqui. Deus lhe deu mais quinze anos, mas aquele tempo a mais resultou no nascimento de Manassés, talvez o pior rei que assentou no trono em Jerusalém.
        Notemos bem as petições de Davi, porque foram nos dias quando ele mais foi perseguido por Saul que, do seu coração brotou grandes e preciosas petições. A fé bíblica é humilde e quer depender de Deus, porque vê que aquilo que emana de sua bondade é exatamente aquilo que precisamos. Quando ele responde nossas orações, porque vê que nossos interesses estão de acordo com sua vontade perfeita, então essas respostas chegam como “pacote” de bênção, recheado de bondade, justiça e santidade. Quem espera com paciência do Senhor é porque sabe o que realmente quer e porque conhece seu Deus. Quem não tem a paciência de esperar, certamente vai tomar a dianteira e resolver tudo de acordo com seus planos, achando que foi Deus quem respondeu.
        Meu amado leitor, estamos cercados de motivos para que nossos lábios não fiquem trancados. Olhemos este mundo, porque não passa de ser um pequeno salão, cheio de bugigangas. Contemplemos as riquezas celestiais, porque os tesouros de lá são inesgotáveis. Requer que cheguemos com temor e confiança perante nosso Deus. Ele não nos concede nada sem que primeiramente estejamos realmente convictos de que estamos pedindo o que é certo, que precisamos e que há de glorifica-lo. Ele não é como os pais terrenos, os quais, sem sabedoria vão jogando presentes nas mãos dos filhos. Ele prometeu que se pedirmos com fé teremos a resposta: “...dar-se-vos-á...”. Não há um “não!” da parte do Senhor, porque o reino da graça é assim, cheio desse ambiente que reflete o dom de Deus.
         Ouso estimular você a pedir, e que momento tão oportuno para isso! O mundo atual desconhece as maravilhas que vem do céu, porque o povo de Deus não tem orado com poder e sabedoria. Nosso Deus prometeu atender seu povo e fazer coisas extraordinárias, para que seu Nome seja glorificado!






quarta-feira, 4 de abril de 2018

A ORAÇÃO PERSISTENTE (6)



“Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede recebe; o que busca, encontra; e o que ao que bate, abrir-se-vos-á”   MATEUS 7:7,8
O QUE SIGNIFICA “PEDIR”: “Pedi, e dar-se-vos-á...”.
        A orgulhosa e altiva natureza humana odeia a ideia de depender de Deus. Por natureza preferimos depender dos homens; preferimos cair aos pés de meros mortais. O ambiente mundano hoje é terrivelmente contagiado pela moléstia da autossuficiência, por isso os cultos de oração normalmente são vazios, porque são poucos os que querem chegar ao trono de graça e depender exclusivamente de Deus. Mas o fato é que não há outra esperança para a igreja nem para o mundo, se realmente fugirmos dessa santa e preciosa atividade. Aliás, é imensamente grande o perigo que nos assalta, se continuarmos nessa indolência, confiando em nossos recursos e abandonando esse santo lugar onde devemos estar sempre.
        Deus deu aos crentes suas promessas e ele enche sua palavra de ilustrações maravilhosas, mostrando que ele age conosco na base de seus milagres. Para nós é milagre, mas para ele é o modo normal de agir. Ele ensina aos seus santos que o mundo inteiro é dele e que tudo está ao seu dispor. Jonas precisou de alguns dias de pavorosa experiência, a fim de saber dessas coisas. Deus fez com que seu servo ficasse enclausurado num recinto bem estranho – o ventre de um grande peixe, e foi ali que ele realmente orou. Foi num palácio de ímpios, de adoradores de deuses estranhos, distante do seu povo e do templo que Daniel e seus três amigos aprenderam a orar e depender de Deus. Então, se o conforto diário, com tudo ao nosso dispor nos afasta de uma vida de oração e adoração ao Senhor, então é claro que ele poderá nos confinar num ambiente não agradável à nossa natureza.
        O reino de Deus é diametralmente oposto a este sistema mundano de vida aqui. Neste mundo temos que trabalhar, ganhar nosso sustento, a fim de comprarmos o que precisamos. No reino de Deus temos que pedir. O dom de Deus é dar; seu trabalho é gracioso, porque ele é dono absoluto de todas as coisas. Os seus súditos precisam dele e toda criação expõe o fato que esse Deus estende sua mesa farta. Os crentes devem saber que para tudo o que precisam, tanto espiritual, como material depende inteiramente de Deus e é conquistado em oração. Quão precioso é esse ambiente de pedintes espirituais! Como o Senhor se compraz em dar! Aquele que não poupou seu próprio Filho prometeu cuidar de nós e atender em tudo o que é perfeitamente bom e precioso.
        O que temos de fazer? Não é aprender a pedir, bater e buscar? Afinal, não conhecemos nosso Deus? Não é Ele o Deus vivo e verdadeiro? Veja como os mundanos buscam seus ídolos! Veja como ele utiliza todo mecanismo de superstição, a fim de atrair a atenção dos seus ilusórios deuses! Eles fazem isso sem base, dizem que creem, mas não têm documento que os habilite a buscar com insistência aquilo que precisam. Mas nós os crentes temos o mais poderoso documento – as Escrituras e elas são suficientes para nós, porque cremos que Deus fala; cremos que ele não nos deixou órfãos; cremos que ele cuida constantemente dia e noite e trabalha para nós enquanto dormimos (Salmo 127).
        Que essas palavras motivem meus leitores! Que o Senhor venha a usar de compaixão por nós! Que não venhamos a nos esconder em nossas desculpas esfarrapadas, achando que somos vítimas da época. Somos crentes e somos conhecidos como os que creem. Que aprendemos a erguer nossas vozes, sermos firmes em perseverar em oração, pois temos um Deus que prometeu atender as súplicas do seu povo!

terça-feira, 3 de abril de 2018

A ORAÇÃO PERSISTENTE (5)



“Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede recebe; o que busca, encontra; e o que ao que bate, abrir-se-vos-á”   MATEUS 7:7,8
O QUE SIGNIFICA “PEDIR”: “Pedi, e dar-se-vos-á...”.
        O que significa “pedir”? Não é o reconhecimento de nossa miséria? Ah! Como a multidão hoje nem sequer sabe de sua condição tão miserável onde o pecado lhe colocou! Muitos estão dentro das igrejas como visitantes ou mesmo passando para lavar sua consciência. Seus anseios estão voltados para um mundo tão atraente e tão cheio de novidades, por isso eles nem sequer querem preocupar-se com suas necessidades mais importantes de suas almas. Tudo hoje funciona ao contrário, porque o homem moderno vê Deus como um pedinte, como alguém que precisa de nossa fé, de nossos louvores, de nossos bens materiais. Tudo isso faz parte do engano do pecado e satisfaz os corações enganosos e iludidos desta geração tão pervertida.
        Mas quando pedimos é porque estamos reconhecendo nossa indignidade e condição miserável no pecado. Ora, foi assim na salvação, como não será no viver diário? Preocupa-me muito a maneira como se processa hoje o evangelho, porque em geral ou é produzido num ambiente emocional, ou mesmo como algo apenas para uma recepção mental. Neste caso a mensagem é entregue e a salvação é dada aos homens como é dado um convite para uma festa, um jantar, etc. Não há uma mensagem de arrependimento, que chame o pecador à confissão perante Deus. Aliás, muitos nem sabem o que é salvação, porque jamais viram sua perdição.
        Meditemos um pouco acerca desse tema que creio ser de grande importância em nossas vidas. Quando conhecemos quem é o Deus da bíblia, sua soberania, sua glória e que foi decisão de amor dele condescender-se de nossa miséria, deixando seu reino para vir até aqui, a fim de buscar vermes como eu e você, então entendemos o que significa pedir. É aí que está a diferença clara entre a verdadeira mensagem e a falsa mensagem. Basta um pouquinho de percepção para que percebamos o quanto um pouco de mentira é suficiente para corromper uma mensagem, como fazem os falsos mestres. Se não tivermos um conhecimento daquilo que Deus revelou-se a Seu respeito, então é certo que seremos levados pelas correntezas de mentiras que assolam este mundo. Ele é Rei, Senhor, glorioso nele mesmo e que de nada precisa da nossa parte. Se os homens não se humilharem perante esses fatos, então é certo que seremos entregues aos caprichos de nossos próprios pecados.
        Meditemos nisso à luz da verdade bíblica. Não é fato que somos preguiçosos? Não é fato que preferimos aceitar aquilo que a religião humanista nos oferece? Afinal, ela não nos leva a pensar e meditar; ela nos incita a aceitar tudo como se fosse verdade. A bíblia está cheia dessas manifestações da glória do nosso Deus. Você lembra de como Elias estava recebendo os “sanduiches” que Deus mandava por meio dos corvos? (1 Reis 17). Veja como Deus usou essas aves para trazer sustento diário para seu profeta. Não houve ninguém que procurasse Elias para servi-lo, mas isso não enfraqueceu o Senhor. Deus estava como que dizendo ao Seu servo que Ele era responsável pelo sustento, cuidado e proteção dele. Quando secou o ribeiro por falta de chuva, não secou a providência de Deus. Quando fecha uma porta é porque outra melhor, dinâmica e poderosa será aberta. Foi assim porque logo o profeta foi enviado para a casa da viúva, onde ele pode socorrer aquela pobre mulher com seu filho.
        O Deus de Elias é o mesmo Deus de hoje. Os anos não O enfraquecem; sua glória é a mesma. Nós precisamos chegar a ele. Às vezes é preciso que Deus corte toda fonte de provisão terrena, a fim de que seus servos passem a busca-lo e depender dele em tudo.

quarta-feira, 28 de março de 2018

A ORAÇÃO PERSISTENTE (4)



“Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede recebe; o que busca, encontra; e o que ao que bate, abrir-se-vos-á”   MATEUS 7:7,8
O QUE ENVOLVE A ORAÇÃO.
        Não é um acontecimento raro na vida do povo de Deus, quando ele nos coloca em situações difíceis, a fim de que aprendamos a viver em oração. Se não formos humildes diante do Senhor, ele há de agir em sua graça corretiva, a fim de nos posicionar em humildade perante ele. Humildade bíblica é uma atitude de temor e obediência perante Deus e não perante os homens. Sem humildade tentaremos agir da nossa forma; tentaremos conseguir as coisas usando nossa esperteza. É nas turbulências deste mundo e na escuridão do sofrimento que a igreja de Deus tem aprendido a ser humilde e cheia do temor do Senhor.
        Pedi a Deus? Como? O pecado nos tornou arrogantes e mesmo cercados das maravilhas do Senhor, ainda somos capazes de corrermos dele; ainda somos capazes de reunir toda nossa força, a fim de erigir nosso sistema de idolatria e buscar nossos ídolos. Não é preciso que o Senhor, em sua bondade, amor e compaixão venha usar até mesmo satanás, a fim de esmigalhar nossa terrível arrogância? Mesmo passando quarenta anos fugido do Egito e vivendo no meio dos midianitas, Moisés ainda mostrava sua um orgulho com aparência de humildade: “Quem sou eu para tirar o povo do Egito?”. Ah! Como o ser humano, mesmo sendo crente, ainda carrega consigo essa inclinação tão ignorante e disposta a servir ao mundo? Somos ovelhas frágeis no meio de ferozes inimigos, mas não percebemos nossa debilidade e a necessidade do Pastor em usar sua vara para nos castigar, e assim nos manter no lugar certo.
        Oh! Quanto precisamos de mais homens e mulheres cheios dessa atitude santa de submissão a Deus, a ponto de pedir! Já temos tudo o que precisamos aqui; já fomos salvos e resgatados deste mundo perverso! Já somos herdeiros dos céu! O mundo aflito e cheio de corrupção está aí perante nossos olhos; o nome do Senhor tem sido escandalizado, devido aos maus elementos que se intitulam de pastores e missionários; a igreja do Senhor está cheia de joios, os quais deturpam o nome do Senhor com atitudes escandalosas. Não somos comovidos em face dessa situação? Nós estamos vendo como tudo caminha para a desgraça, para o ateísmo prático e vemos nossos filhos, nossos jovens, nossos netos e famílias descendo a ladeira íngreme da corrupção.
        Nós somos cegos e não percebemos as atividades de satanás neste mundo; não vemos que ele trabalha incessantemente para promover seu império de trevas e de injustiça. Nosso orgulho nos faz sentir descansados e dorminhocos, como Jonas no porão do navio, enquanto a tempestade ameaçava destruir. Não é o momento para um despertamento? Não é o momento para que peçamos a Deus que ele venha em nosso socorro e traga sua bondade a este mundo? Quantas vezes Deus agiu em resposta aos pedidos do Seu povo? Quantas vezes Deus se ergueu do trono de misericórdia e veio à terra para trazer seu livramento, porque atendeu os clamores do Seu povo? Ele mudou? Não! Ele é o mesmo Deus; ele opera em respostas às orações incessantes dos seus fieis, por esse fato fomos deixados aqui. Mesmos nessa escuridão dos dias maus, apóstatas e iníquos, as estrelas espirituais continuam brilhando.
        Vamos bater, bater, bater, com insistência! Estamos indo ao lugar certo; estamos chegando ao coração gracioso, à face bondosa do Senhor! Ele é riquíssimo em misericórdia, então aproveitemos. Não nos interessa este reino material, mas queremos o bem eterno das almas e a glória de Deus aqui. Até que ele volte essa é a santa atividade do povo de Deus na face da terra.

terça-feira, 27 de março de 2018

A ORAÇÃO PERSISTENTE (3)



“Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede recebe; o que busca, encontra; e o que ao que bate, abrir-se-vos-á”   MATEUS 7:7,8
O QUE ENVOLVE A ORAÇÃO.
        O que envolve a verdadeira oração? É claro que envolve o reconhecimento de nossa miséria e dependência inteiramente da graça de Deus. Quem quiser andar nas alturas da confiança em Deus, certamente deve tirar os pés deste sistema terreno e mundano de vida aqui. A oração verdadeira e persistente nos envolve em milagres; entendemos que aquilo que mais necessitamos aqui só pode vir da poderosa mão de Deus. O que acontece hoje, quando estamos tão envolvidos nesse ambiente tão mundano, que tanto evoca prosperidade é que buscamos a Deus quando percebemos que estamos sendo retirados de nosso tão desejável conforto.
        Oh! Como precisamos ser levados ao conhecimento de nossa tremenda fraqueza! Deus permite que isso aconteça, a fim de nos mover às profundezas da oração. Paulo entendeu em dura experiência o que significava ser fraco, a fim de obter forças oriundas da graça, por isso ele diz: “Quando sou fraco, então sou forte”. Precisamos aprender com nosso Pai celestial que somos filhos dependentes inteiramente dele; que se não pedirmos constantemente o que precisamos aqui, então é fatal que dependeremos de satanás e de nossa debilidade.
        Não foi assim na salvação? A deficiência na oração não é devido ao fato que muitos jamais entenderam na prática o real significado de salvação? Estou biblicamente convencido que é na sincera conversão que a oração genuína tem início: “Porque todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo” (Romanos 10:13). Invocação é uma petição feita por alguém que está precisando urgentemente de socorro. Quando Ananias foi enviado à Rua Direita para encontrar-se com Saulo, o Senhor deixou bem claro para seu servo que ele o acharia orando (Atos 9). Um terrível perseguidor, insolente e blasfemo, agora é um novo homem submisso a Deus. O fato é que Deus nos colocou na condição de pedintes, a fim de que busquemos recursos não daqui, mas do céu. Nossa herança está lá; nossos recursos em Cristo estão lá, mas para que obtenhamos o que precisamos, precisamos nos humilhar perante o Senhor.
        Também, a oração envolve mistérios, os quais obviamente estão completamente distantes da compreensão deste mundo. Nem tudo aquilo que pedimos para nós Deus há de responder conforme nós esperamos. Quando Moisés pediu para viver mais, a fim de entrar na terra prometida, Deus negou de forma veemente ao seu servo. Quem vai entender isso, a não ser os crentes? A vida cristã é uma ligação de um Deus que amou perdidos e que os trata agora como seus filhos. Também pedimos coisas que estão infinitamente além da compreensão humana, porque lidamos com o Deus de toda glória, por isso nossas petições envolvem coisas que trarão honras e glórias para Deus; envolvem assuntos que resultarão em maior santidade e temor no viver; envolve assuntos que beneficiarão temporária e eternamente os homens aqui.
        Meditemos numa reunião de oração. O que os santos estão pedindo? Por exemplo, reunimo-nos para pedir a salvação de pecadores; desejamos de todo coração ver nossos queridos, nossos semelhantes sendo arrancados da triste condição em que estão no pecado, a fim de serem salvos para sempre. O que estamos pedindo? Não é algo misterioso? Não acreditamos na eleição? Não cremos que Deus já tem seus escolhidos? Mas aí está um grupo de homens e mulheres rogando ao Senhor, para que ele envolva este mundo com o santo abraço da sua misericórdia; que ele desça do céu, trazendo a salvação gloriosa. Não é isso um mistério? Claro que é para o mundo, mas nós entendemos o quanto isso faz parte do trabalho incansável da graça salvadora.