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terça-feira, 2 de agosto de 2016

OS CONTRASTES DA VIDA CRISTÃ (8 de 8)




                                               Salmo 126
IMEDIATA MUDANÇA: oração.
        Os contrastes da vida cristã revela que não há aqui lugar para qualquer comodidade carnal por parte dos que são salvos. Ilustrando, neste mundo tudo revela que aqui nada é fixo. Tem dias de seca, depois vem a chuva; dias quando a noite é extremamente escura, mas tem noites quando a lua dá maior claridade; dias quando o sol brilha intensamente, noutros dias tudo parece escuro; dias quando tudo é frio, noutros dias o tempo torna-se muito quente.
        Ora, a vida cristã é assim também. O mundo tem uma jornada fixa para o triste destino que espera os ímpios; os mundanos querem a mesma tonalidade de tudo o que acontece. O mundo quer paz aqui e luta para achar sossego e calma num ambiente tão perigoso e letal às suas almas. Mas os crentes não, pois eles devem esperar os tremendos contrastes, pois não vemos a vida como os mundanos veem. Estamos andando e chorando enquanto semeamos. O mundo ri, come, bebe, festeja, etc. enquanto os crentes nesta vida estão lutando para implantar justiça enquanto peregrina: “Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão”. O mundo não gosta desse sistema de vida. Todo labor dos incrédulos tem em vista conquistar sossego aqui e implantar paz num ambiente onde reinam a morte e o pecado.
        O que nós fazemos aqui? Não é fato que todo nosso viver consiste em semear o bem? Não está cada crente trabalhando arduamente por viver em santidade, amor e retidão? Não achamos essas virtudes aqui; o mundo nada fornece, senão maldade e corrupção. Nós somos o povo do céu; nós vivemos aqui para revelar a glória de Deus num mundo cruel; os crentes são aqueles semeiam com lágrimas; são eles quem saem andando e chorando. Não é nada fácil andar com Deus nesta vida; não é fácil carregar a cruz, negar a si mesmo, renunciar o mundo com suas paixões. Não é nada fácil testemunhar acerca da fé cristã.
        Tudo para nós requer oração, súplicas, choro, angústia, jejum, porque o mundo não tolera nada desses benefícios eternos trazidos pelos santos. Os heróis da fé em nada são bemvindos nem premiados, conforme nosso Senhor afirmou: “No mundo tereis aflições...”. Especialmente em nossos dias, tudo é feito para desarmar os crentes; tudo é preparado aqui para que eles deixem de agir conforme Deus manda. É comum ver os crentes adormecendo, precisando de um grande despertamento. Muitos não querem sair andando e chorando; muitos estão dormindo com o mundo. A vida cristã hoje é uma proposta para combinar com este sistema maligno. Tudo hoje conspira para que ninguém lute contra o mal.
        Mas não haverá colheita, frutos preciosos, dias de bênçãos derramadas do céu, caso não estejamos dispostos à luta. A igreja sempre triunfou quando enfrentou os perigos; quando se dispôs a não imitar o mundo, a ser diferente. Estamos saindo e com lutas, lágrimas, sofrendo perseguição até de parentes, a fim de semear a justiça que vem de Deus e que traz consigo a verdadeira paz ao coração. Fomos chamados para brilhar num mundo onde só há mentiras, maldades e onde cresce cada vez mais a corrupção do pecado. Devemos sair assim, porque a alegria verdadeira vem após a tristeza; vem o fruto após a semeadura; vem a bonança após dura tempestade.
        Os contrastes só são percebidos pelos crentes. Oramos sim por dias maravilhosos! Oramos e lutamos enquanto semeamos o evangelho verdadeiro; aguardamos a chuva de arrependimento, o poder do Senhor em operar suas maravilhas, trazendo salvação aos perdidos. Queremos voltar trazendo os feixes de frutos gloriosos, resultantes de uma fé firme e persistente.







segunda-feira, 1 de agosto de 2016

OS CONTRASTES DA VIDA CRISTÃ (7)




                                               Salmo 126
IMEDIATA MUDANÇA: oração.
        Vemos que de repente o salmista ergue sua voz em oração: “Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe”. Que petição! Eis aí a razão porque Deus nos coloca em situações difíceis neste mundo. O povo salvo não pode seguir a vida aqui como o mundo segue; nosso caminho não é direcionado ao Egito, pois estamos caminhando para o lar celestial e a estrada está cheia de perigos. O Neguebe localiza-se na parte sul de Israel e é a região menos favorecida por chuvas. Abraão passou por esse lugar e devido a fome que houve ali foi melhor sorte no Egito (Gênesis 12:9,10).
        Essa região seca fornece para nós o quadro do que é este mundo para os crentes. Muitas vezes a sorte do povo de Deus aqui parece ter desaparecido, pois não há qualquer sinal de chuvas de bênçãos em nosso meio. Parece que Deus nos abandonou; parece que fomos esquecidos no meio de tantas lutas; parece que o mundo avança em situações melhores; parece que a mentira prospera, que o Egito mundano ri de nossa aparente desventura. Não temos esperança aqui; na seca não há como trazer chuvas, senão com as bênçãos de Deus. Mas eis o que acontece, pois no Neguebe havia as inesperadas torrentes. Quando tudo parecia ser sequidão e morte, eis que de repente inundações transbordavam o Neguebe. Acontecia que uma forte chuva que ocorria em lugares distantes enchia aqueles lugares tomados pela seca.
        É exatamente o que acontece com nossa jornada por este mundo, pois quando tudo parece que só há morte, sofrimentos, tristezas, angústias, etc. Eis que hoje passamos por dias assim, pois não vemos sinais dessas torrentes que vem do alto, as riquezas que vem do céu a nós aqui. A igreja passa por dias perigosos, por lutas terríveis; ela está cercada pela maldade, porquanto o mundo prospera em suas mentiras, perversidades e práticas contra a lei de Deus e contra os céus. A igreja de Deus sofre com o que ocorre ao seu redor. A igreja é santa e por andar em santidade ela não pode suportar o que vê; e o mundo tem forçado entrar no meio do povo de Deus; o mundo tem usado de estratégias para forçar a igreja a aceitar seus métodos, suas ideias predominantemente humanistas e apóstatas, além de suas abominações dentro dela.  
        Não é o momento para orarmos e suplicarmos perante a face de compaixão do nosso Deus? “Restaura, Senhor, a nossa sorte...”. Não temos para onde ir, senão humilharmos e encher nossos pulmões espirituais desse santo oxigênio e assim fazer subir nossas petições como cheiro suave perante nosso Deus. O mundo está zombando de nós; falsos mestres com suas maldades tentam escarnecer de nossa fé e mostrar que estão sendo mais “abençoados”; a palavra de Deus está sendo usada como instrumento para profanação e como fonte de enriquecimentos ilícitos. Tudo isso vemos ocorrendo ao nosso derredor e parece que essas forças do mal tentam aproximar para ameaçar até mesmo nossa existência aqui. Estamos passando por esse terrível Neguebe; estamos sentindo agora o fato que o mundo odeia o povo de Deus e que não pode suportar nossa presença nem um pouquinho mais.
        O que fazer nesse instante quando nossa sorte parece ser de ruína, desolação e morte? Não é um momento precioso para avançarmos? Foi assim com Davi quando viu o exército filisteu cercando os medrosos soldados de Saul. O que Davi fez? Recuou? Não! Avançou! Os inimigos nada podem contra o povo salvo e  perseverante. Nossa fonte de recursos inesgotáveis está no céu e com nossos joelhos fincados no solo devemos elevar nossas vozes em agonia, súplicas, jejuns e intercessões: “Restaura, Senhor, a nossa sorte...”.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

OS CONTRASTES DA VIDA CRISTÃ (6)




                                               Salmo 126
IMEDIATA MUDANÇA: oração.
        O que vimos no início desse Salmo foi o testemunho que a igreja dá e a fé de cada crente espera do Senhor enquanto os salvos prosseguem rumo à Nova Jerusalém. Até o verso 3 é louvor, adoração, porque a vida cristã é assim enquanto os santos estiverem neste mundo. Hoje estamos lá em cima, desfrutando de bênçãos, alegria, com a luz da graça irradiando nosso caminho e os inimigos recuando ante o poder do Senhor. Mas noutro dia tudo mundo porque descemos aos vales para sentir de perto o cheiro e a atração do mundo; descemos para lugares escuros e perigosos e sentimos muitas vezes que parece que Deus não está presente. Todos os verdadeiros santos já enfrentaram esses momentos. A prisão e a longa espera por justiça pode ter sido para José motivo de tristeza, saudades e até mesmo de desistência da vida aqui.
        Será que os santos de hoje são diferentes? Claro que não! O mundo é o mesmo e até mesmo mais sofisticado em suas armadilhas. O ódio acerbo do inimigo sobe como fogo do abismo para destruir todos quantos lhe opuserem. Além disso, os santos passam por inesperadas provações para anular o louvor, frustrar nossa alegria, findar nossas esperanças e destruir tudo o que amamos aqui. Não há sossego na jornada, a não ser quando o Senhor manda que paremos e busquemos um lugar como Elim, onde há sombras e águas cristalinas (Números 33). Mas não há como fixar residência aqui; não há como saudar este mundo como sendo nosso lugar permanente. Fomos chamados para a glória, ainda não recebemos nosso galardão, a nossa cruz precisa ser carregada e o mundo não perdeu seu ódio insano contra os seguidores do Cordeiro.
        O que fazer nesses momentos? Agora a nossa fé precisa entrar em ação, mas não para desesperar-se e tentar mundo o rumo deste sistema mundano. Os santos não prevalecem aqui sem Deus: “...sem mim nada podeis fazer”, conforme as palavras do nosso Senhor. Não tentemos estender nossas mãos para os mundanos, pois não há como associar nem mesmo com a religião deles. Os homens no pecado permanecerão como sempre inimigos do Senhor e impróprios para o culto a Deus. Não fomos chamados para cantar os louvores dos deuses da nova era, pois eles não passam de ser os mesmos do passado, os quais foram erguidos pelo pai da mentira, a fim de enganar os incautos. Nossa pátria está no céu; nossa família habita lá; o trono de glória está lá e toda inimizade erguida pelo pecado ali não pode entrar.
        Então, o que os santos devem fazer nesses momentos difíceis? Eis que de repente o louvor do Salmo 126 é transformado em oração, súplica e rogos perante o Senhor: “Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe” (verso 4). Agora sim, tudo começa a mudar quando os santos começam a voltar para Deus em oração! Todo problema dos crentes está no fato que atualmente querem resolver as dificuldades sem humilhação e oração. Quando isso acontece, eis que o Senhor deixa que soframos nossos fracassos. Nós achamos que somos hábeis para mudar nossa sorte. Mas a igreja nunca mostrou ser vitoriosa assim. Quando Pedro desceu do barco e pisou na água, eis que tudo foi muito bem, até que ele deixou de fixar sua atenção no Senhor, por isso começou a afundar.
        Neste mundo quando seguimos nossa carne e olhamos para o mundo querendo seguir seus conceitos de vida, eis que o mundo há de mostrar-se muito mais forte e poderoso contra nós. O Senhor chamou para si um povo débil, fraco, a fim de mostrar seu poder ao mundo salvando aqueles que foram desprezados aqui. Por que, então voltar para este reino ateu, materialista e odiador de Deus?
       

quinta-feira, 28 de julho de 2016

OS CONTRASTES DA VIDA CRISTÃ (5)



                     
                                               Salmo 126
UM TESTEMUNHO GERAL (versos 1-3).
        Assim como Israel regozijavam nos dias de bênçãos vindas de Deus como as torrentes em lugar seco, assim também o povo de Deus pode exibir ao mundo as maravilhas daquilo que o Senhor tem feito por nós. O derramamento da graça salvadora e santificadora é sinal claro que Deus tem mudado a sorte de Sião, porque nada esperamos deste mundo, tudo aqui revela fracasso num mundo fadado à destruição. O povo salvo espera do céu as maravilhas; nós respiramos o santo oxigênio da Nova Jerusalém, por isso temos que sempre ir às alturas, saindo desse ambiente hostil à verdade. Oh! Que efeito de bênção tem para nós quando o Senhor muda nossa sorte! Ao ver o progresso da maldade, a escalada da iniquidade e o avanço da mentira, tudo isso tem um efeito devastador na vida do povo de Deus.
        Mas, mais do que isso, quando Deus muda nossa sorte aqui; quando de repente, o Senhor atende nossas orações e se inclina para manifestar sua glória neste mundo, até mesmo as nações ficam sabendo: “Então, entre as nações se diziam: Grandes coisas tem feito o Senhor por eles”. Foi sempre assim que Deus operou no meio do seu povo na história, pois quando tudo parecia derrota; quando o mundo parecia prosperar na maldade; quando este sistema maligno se irrompia contra Deus e contra o povo de Deus, eis que de repente tudo mudou. Foi sempre assim nas histórias de avivamento nas nações, quando Deus ouvindo as súplicas de um povo contrito e quebrantado se voltou para empunhar sua espada e repreender a todos.
        Quando Deus se volta para mudar a nossa sorte, eis que o mundo fica impressionado, porque não pode entender o que está acontecendo com esse povo que confessa ser crente. Os salvos andam para cima, enquanto o mundo desce para o abismo. O modo de vida dos salvos é realmente um paradoxo para o ponto de vista até mesmo da religião mundana. Quanta alegria brotou no coração dos crentes quando ouviram do céu que Deus estava mandando seu Salvador ao mundo; quanta alegria no coração dos pais de João Batista quando souberam que um profeta nasceria para preparar o caminho do Senhor! Naqueles dias o louvor brotou em forma de gozo e satisfação, porque Deus estava presente para mudar a sorte do seu povo. Não foi assim também na vida dos amedrontados discípulos, assim que o Espírito Santo desceu no dia do Pentecostes? (Atos 2). O mundo inteiro estava em Jerusalém naquela ocasião, e o reino das trevas ficou paralisado quando soube que o Filho de Deus estava vivo. Aconteceu que ali Deus mudou a sorte do seu povo. O resultado é mostrado imediatamente na vida de todos os verdadeiros crentes: “Por isso estamos alegres!”. Que maravilha! Há uma consciência dessas verdades derivadas da graça; a verdadeira felicidade dos santos veio do céu à terra para encher seus corações e transformar a tristeza em alegria e louvor.
        Nós estamos atravessando os dias mais terríveis da nossa história neste mundo. Na peregrinação chegamos aos lugares mais obscuros, onde as feras do mau nos encurralam; onde os poderes das trevas rangem seus dentes querendo nos atacar e destruir. Mais perto do céu, maiores são os perigos que nos cercam. Este é o momento para que juntos clamemos ao Senhor para que ele mude nossa sorte. Precisamos de sua presença, para que o mundo conheça quem é o Senhor da glória; quem é o Senhor da igreja e como seu grande nome é glorificado. É o momento para que as nações tremam ao saber que o povo triunfante marcha para o céu e que não há poder contra aqueles por quem Cristo morreu.
        Não é o momento agora para festas, piqueniques, etc. O momento agora exige de todos os salvos total quebrantamento, petição e intercessão, para que o Senhor venha e mude a nossa sorte.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

OS CONTRASTES DA VIDA CRISTÃ (4)




                                               Salmo 126
UM TESTEMUNHO GERAL (versos 1-3).
        Precisamos ver mais de perto esse testemunho dos crentes, pois eles não veem a vida cristã aqui como paradoxo, cheia de contrastes. Quando Deus opera no meio do seu povo, salvando pecadores ou trazendo bênçãos quando tudo parece ser terrível e cheio de escuridão, eis que eles abrem suas bocas para mostrar a intensa alegria que há em seus corações: “Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de júbilo”. No momento a igreja do Senhor neste mundo passa pelos momentos mais terríveis, pois vemos o crescimento da maldade, do afastamento da verdade; vemos como muitos que antes pareciam firmes na fé, de repente mudaram de lado e se ajuntaram às fileiras mundanas. A igreja do Senhor está perplexa, atirada num canto, ou mesmo como choça no pepinal, na linguagem de Isaías.
        Nessa situação a igreja fica sufocada, porque a todo instante satanás e seu mundo cercam o povo de Deus, a fim de que os crentes não venham a se erguer em fé. O perigo para o inimigo do povo de Deus não é igrejas cheias, com muito canto e barulho. Ele sente-se ameaçado quando a palavra da verdade está sendo pregada em sua glória e poder. O pai da mentira não tem medo de programas e planos de crescimento numérico e ele mesmo sabe como encher uma igreja de elementos que nada querem com a verdade. O medo dele é que a luz da glória de Cristo venha a brilhar, porque assim ele será descoberto.
        Então, diante dessa sequidão espiritual, não há de chegar esse momento tão precioso para nós? Será que o sol da justiça continuará encoberto pela nuvem de enganos dos falsos mestres? Nós os santos estamos com nossas bocas fechadas, enquanto o mundo proclama suas festas pagãs. Não é o momento para que o povo salvo se reúna, a fim de clamar ao Senhor, para que ele venha e restaure a sorte de Sião? É claro que estamos caminhando para o lar, mas queremos andar em júbilo, plena alegria e mostrando que somos triunfantes contra um mundo maligno, contra o pecado, a morte e o inferno.
        Quantas vezes o Senhor fez isso pelo seu povo no decorrer da história. Houve casos da visitação de Deus em lugares onde tudo parecia que o pecado traria completa devastação e que a ira de Deus chegaria trazendo juízo aos povos. Mas de repente eis que o clamor do povo de Deus foi atendido, almas começaram a ser salvas e a pregação do evangelho foi exaltada. Foi assim que o povo santo regozijou proclamando que Deus havia restaurado sua sorte aqui. Onde a palavra pregada entra eis que é como chuva de bênçãos descendo do céu; é como o sol em sua força, chegando para desfazer toda escuridão e matar toda moléstia do pecado.
        Nós não estamos precisando disso agora? Claro que sim! Nosso motivo de alegria é ver o Senhor em grande atuação em nosso meio; é ver o Senhor mostrando a este mundo o quanto sua palavra é suficiente e quanto seu povo é cheio de fervor e amor por ele. A alegria banal deste mundo é motivo de nossa tristeza; as mentiras religiosas deste mundo não fazem parte da nossa confissão de fé; as músicas e louvores deste mundo não vêm de Sião, elas brotaram deste ambiente cheio de espinhos e abrolhos. Estamos rogando ao Senhor, para que ele venha e visite seu povo; que ele venha e restaure a sorte de Sião; que ele venha e traga do céu à terra suas maravilhas da graça a um mundo marcado para a destruição eterna.
        Estes comentários em torno do Salmo 126 têm como objetivo despertar os leitores crentes, para que juntos clamemos de todo coração, a fim de que Senhor derrame do céu sua compaixão, e assim o povo dele proclame seus louvores e mostre que eles sim, formam o povo salvo, valente e cheio de vitória.