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sábado, 23 de agosto de 2014

ALMA ABATIDA



Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Basta; toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais” (1 Reis 19:4).
         Caro leitor podemos aprender muito por meio da vida de outras pessoas. A experiência de Elias nos serve de grande alento e conforto, quando passou por esse cavernoso momento de depressão. Somos enganados quando pensamos nesses grandes homens de Deus, como se fossem elementos perfeitos. Tiago afirma que Elias era semelhante a nós, cheio de fraquezas. Então, aqueles que estão cansados, provados, desfalecendo e passando por outras circunstâncias desalentadoras, podem ver que homens que andaram com Deus e que ouviram Sua voz experimentaram o que nós, pobres seres humanos também enfrentamos dia a dia. O que podemos aprender de Elias?
         1.      Elias era um ser humano, caído como qualquer um de nós (Tiago 5:17). Ele falhou como nós falhamos. Normalmente após um momento de grande vitória espiritual, assim como Elias somos colocados no pó da tristeza e melancolia, a fim de que jamais venhamos a nos exaltar. Ali estava um homem que enfrentou Acabe com numerosos falsos profetas, e sem medo levou-os a derrota e morte. Mas, assim que passa um momento tão glorioso de vitória, eis que Jezabel aparece como uma pugilista e seu golpe em palavras ameaçadoras, de longe nocauteia o profeta. Caro leitor, não esqueçamos que muitos santos, como Pedro, Abraão, Moisés e outros também fracassaram. Nós somos diferentes deles?
         2.      Elias experimentou uma terrível reação. Ainda não chegamos ao tope da glória, por isso quando subimos, vezes após vezes descemos. A glória é de Deus e não de um Elias ou de qualquer outro ser humano. É profunda a depressão e sua profundidade assemelha a altura que nós subimos. Ainda estamos neste corpo mortal e por ele que caminhamos por este mundo na peregrinação.
         3.      A grande vitória no Monte Carmelo, a destruição dos falsos profetas e a corrida inacreditável acompanhando a carruagem de Acabe, sem qualquer dúvida deixou o profeta cansado. Caro leitor, somos extremamente limitados e as vitórias e bênçãos alcançados aqui provam que toda boa obra é feita por Deus por nós e em nós. Quando o Senhor retira Sua mão de poder, Ele permite que vejamos o quanto somos fracassados.
         4.      Seu desejo pela morte foi estúpido e tolo. Parecia algo plausível de glórias, mas na realidade era manifestação de covardia. Se ele fugiu da perseguição, porque estava com medo da morte, por que agora pede que Deus tire sua vida? Veja leitor, o quanto somos insensatos! Veja que é na depressão que mostramos dó de nós mesmos e que nossas palavras demonstram nossa pobreza e autocompaixão. Mas Deus nunca tem dó de nossa falta de fé e coragem, pois tal atitude demonstra falta de confiança em Deus.
         Caro leitor, que fujamos das nossas imprudências! Que possamos manter ousadia e coragem, mas numa contínua confissão de nossa miséria e dependência da graça. O Soberano Senhor nos usa neste mundo segundo as Suas misericórdia e não conforme nossa capacidade, porquanto para Seu servimos não há sequer um crente que tenha qualquer serventia.

sábado, 26 de julho de 2014

DEPRESSÃO



Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Basta; toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais” (1 Reis 19:4).
         Caro leitor podemos aprender muito por meio da vida de outras pessoas. A experiência de Elias nos serve de grande alento e conforto, quando passou por esse cavernoso momento de depressão. Somos enganados quando pensamos nesses grandes homens de Deus, como se fossem elementos perfeitos. Tiago afirma que Elias era semelhante a nós, cheio de fraquezas. Então, aqueles que estão cansados, provados, desfalecendo e passando por outras circunstâncias desalentadoras, podem ver que homens que andaram com Deus e que ouviram Sua voz experimentaram o que nós, pobres seres humanos também enfrentamos dia a dia. O que podemos aprender de Elias?
         1.      Elias era um ser humano, caído como qualquer um de nós (Tiago 5:17). Ele falhou como nós falhamos. Normalmente após um momento de grande vitória espiritual, assim como Elias somos colocados no pó da tristeza e melancolia, a fim de que jamais venhamos a nos exaltar. Ali estava um homem que enfrentou Acabe com numerosos falsos profetas, e sem medo levou-os a derrota e morte. Mas, assim que passa um momento tão glorioso de vitória, eis que Jezabel aparece como uma pugilista e seu golpe em palavras ameaçadoras, de longe nocauteia o profeta. Caro leitor, não esqueçamos que muitos santos, como Pedro, Abraão, Moisés e outros também fracassaram. Nós somos diferentes deles?
         2.      Elias experimentou uma terrível reação. Ainda não chegamos ao tope da glória, por isso quando subimos, vezes após vezes descemos. A glória é de Deus e não de um Elias ou de qualquer outro ser humano. É profunda a depressão e sua profundidade assemelha a altura que nós subimos. Ainda estamos neste corpo mortal e por ele que caminhamos por este mundo na peregrinação.
         3.      A grande vitória no Monte Carmelo, a destruição dos falsos profetas e a corrida inacreditável acompanhando a carruagem de Acabe, sem qualquer dúvida deixou o profeta cansado. Caro leitor, somos extremamente limitados e as vitórias e bênçãos alcançados aqui provam que toda boa obra é feita por Deus por nós e em nós. Quando o Senhor retira Sua mão de poder, Ele permite que vejamos o quanto somos fracassados.
         4.      Seu desejo pela morte foi estúpido e tolo. Parecia algo plausível de glórias, mas na realidade era manifestação de covardia. Se ele fugiu da perseguição, porque estava com medo da morte, por que agora pede que Deus tire sua vida? Veja leitor, o quanto somos insensatos! Veja que é na depressão que mostramos dó de nós mesmos e que nossas palavras demonstram nossa pobreza e autocompaixão. Mas Deus nunca tem dó de nossa falta de fé e coragem, pois tal atitude demonstra falta de confiança em Deus.
         Caro leitor, que fujamos das nossas imprudências! Que possamos manter ousadia e coragem, mas numa contínua confissão de nossa miséria e dependência da graça. O Soberano Senhor nos usa neste mundo segundo as Suas misericórdia e não conforme nossa capacidade, porquanto para Seu servimos não há sequer um crente que tenha qualquer serventia.

DESÂNIMO




Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade? Gálatas 5:7).
         Caro leitor, com tristeza vejo que muitos que começaram bem a carreira, de repente pararam de correr. Estava indo bem na maratona da justiça, santidade, oração, conhecimento de Deus na Palavra, no amor cristão e na manifestação da piedade, mas simplesmente pararam. Parecia que voavam com asas de águias rumo às alturas, mas de repente olharam para baixo, tiveram medo e se esconderam em algum penhasco. Porque pararam de correr, quando estavam correndo tão bem?
         Será que deixaram de lado o zelo que tanto tinham? Antes confessavam no viver que pertenciam a Cristo de coração; que realmente criam e recebiam de coração os santos ensinos da graça. Antes guardava no íntimo a antiga fé e estavam dispostos a morrer pela verdade que confessavam crer. Mas o que aconteceu que pararam de correr no caminho da verdade? Será que abandonaram a antiga fé, pelo fato que acharam um caminho mais fácil? Será que encontraram um evangelho mais adaptável ao homem e menos exigente? Será que se ajuntaram ao mundo, a fim de buscar novos conceitos de vida cristã? Será que no anseio de fugir da pressão mundana, simplesmente atiraram fora do “barco” aquilo que parecia ser muito pesado? Será que pararam de olhar para a cruz e assim perderam a alegria e a paz?
         Quem foi que impediu vocês de continuar a carreira? Ah, eu sei que vocês encontram tanta desculpa! Podem agora estar alegando que foi a severidade do seu pastor. Mas, por que pararam de orar por ele? Por que pararam de dar graças a Deus pela vida do seu pastor? Antes vocês eram amigos e fieis em zelar pelo ministério bíblico, mas agora simplesmente abandonaram alguém que pelo ensino buscava o bem de suas almas?
         Acreditam que foram os irmãos da igreja? Por que não se dispuseram a orar por eles. Talvez foi o mundo. Será! Por que o mundo? Será que as belezas da velha e antiga Sodoma atraíram tanto seus olhos, a ponto de desviar a fé no calvário? Será que a alegria da redenção não foi suficiente para suas vidas, e Cristo não mais satisfaz suas almas? Talvez tenha sido o diabo. É provável. Mas, por que não houve da parte de vocês a disposição de resistir ao inimigo, a fim de que ele fugisse? (Tiago 4:7).
         É bem provável que tal desânimo é derivado de seus corações, não? Talvez o orgulho de não querer seguir a rota cristã nos passos da humildade de Cristo (Filipenses 2). Talvez tenha sido por simples negligência, porque pararam de ler a Bíblia, deixaram de lado a oração, tiveram preguiça para aproveitar os meios que a graça dá na liberdade de cultuar a Deus, deixaram a mesa do Senhor, a fim de buscar os banquetes mundanos.
         Caros irmãos, acordem! Despertem! O prejuízo é totalmente de vocês! Vocês nem sabem que agora muitos santos estão bem adiantados no caminho, porque não pararam de correr. Enquanto isso vocês lá atrás olhando para a direita e esquerda do sistema mundano. Acordem irmãos! O caminho é longo até às portas da nossa cidade! Pode bem ser que a fé que vocês confessaram ter não é a genuína fé, por isso pararam. Cuidado porque é nesse orgulho que muitos são apanhados nas armadilhas mortais ao longo do caminho!

sábado, 19 de julho de 2014

UM PROFETA DEPRIMIDO




Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Basta; toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais” (1 Reis 19:4).
         Caro leitor podemos aprender muito por meio da vida de outras pessoas. A experiência de Elias nos serve de grande alento e conforto, quando passou por esse cavernoso momento de depressão. Somos enganados quando pensamos nesses grandes homens de Deus, como se fossem elementos perfeitos. Tiago afirma que Elias era semelhante a nós, cheio de fraquezas. Então, aqueles que estão cansados, provados, desfalecendo e passando por outras circunstâncias desalentadoras, podem ver que homens que andaram com Deus e que ouviram Sua voz experimentaram o que nós, pobres seres humanos também enfrentamos dia a dia. O que podemos aprender de Elias?
         1.      Elias era um ser humano, caído como qualquer um de nós (Tiago 5:17). Ele falhou como nós falhamos. Normalmente após um momento de grande vitória espiritual, assim como Elias somos colocados no pó da tristeza e melancolia, a fim de que jamais venhamos a nos exaltar. Ali estava um homem que enfrentou Acabe com numerosos falsos profetas, e sem medo levou-os a derrota e morte. Mas, assim que passa um momento tão glorioso de vitória, eis que Jezabel aparece como uma pugilista e seu golpe em palavras ameaçadoras, de longe nocauteia o profeta. Caro leitor, não esqueçamos que muitos santos, como Pedro, Abraão, Moisés e outros também fracassaram. Nós somos diferentes deles?
         2.      Elias experimentou uma terrível reação. Ainda não chegamos ao tope da glória, por isso quando subimos, vezes após vezes descemos. A glória é de Deus e não de um Elias ou de qualquer outro ser humano. É profunda a depressão e sua profundidade assemelha a altura que nós subimos. Ainda estamos neste corpo mortal e por ele que caminhamos por este mundo na peregrinação.
         3.      A grande vitória no Monte Carmelo, a destruição dos falsos profetas e a corrida inacreditável acompanhando a carruagem de Acabe, sem qualquer dúvida deixou o profeta cansado. Caro leitor, somos extremamente limitados e as vitórias e bênçãos alcançados aqui provam que toda boa obra é feita por Deus por nós e em nós. Quando o Senhor retira Sua mão de poder, Ele permite que vejamos o quanto somos fracassados.
         4.      Seu desejo pela morte foi estúpido e tolo. Parecia algo plausível de glórias, mas na realidade era manifestação de covardia. Se ele fugiu da perseguição, porque estava com medo da morte, por que agora pede que Deus tire sua vida? Veja leitor, o quanto somos insensatos! Veja que é na depressão que mostramos dó de nós mesmos e que nossas palavras demonstram nossa pobreza e autocompaixão. Mas Deus nunca tem dó de nossa falta de fé e coragem, pois tal atitude demonstra falta de confiança em Deus.
         Caro leitor, que fujamos das nossas imprudências! Que possamos manter ousadia e coragem, mas numa contínua confissão de nossa miséria e dependência da graça. O Soberano Senhor nos usa neste mundo segundo as Suas misericórdia e não conforme nossa capacidade, porquanto para Seu servimos não há sequer um crente que tenha qualquer serventia.

terça-feira, 1 de julho de 2014

UM PROFETA ABATIDO




Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Basta; toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais” (1 Reis 19:4).
         Caro leitor podemos aprender muito por meio da vida de outras pessoas. A experiência de Elias nos serve de grande alento e conforto, quando passou por esse cavernoso momento de depressão. Somos enganados quando pensamos nesses grandes homens de Deus, como se fossem elementos perfeitos. Tiago afirma que Elias era semelhante a nós, cheio de fraquezas. Então, aqueles que estão cansados, provados, desfalecendo e passando por outras circunstâncias desalentadoras, podem ver que homens que andaram com Deus e que ouviram Sua voz experimentaram o que nós, pobres seres humanos também enfrentamos dia a dia. O que podemos aprender de Elias?
         1.      Elias era um ser humano, caído como qualquer um de nós (Tiago 5:17). Ele falhou como nós falhamos. Normalmente após um momento de grande vitória espiritual, assim como Elias somos colocados no pó da tristeza e melancolia, a fim de que jamais venhamos a nos exaltar. Ali estava um homem que enfrentou Acabe com numerosos falsos profetas, e sem medo levou-os a derrota e morte. Mas, assim que passa um momento tão glorioso de vitória, eis que Jezabel aparece como uma pugilista e seu golpe em palavras ameaçadoras, de longe nocauteia o profeta. Caro leitor, não esqueçamos que muitos santos, como Pedro, Abraão, Moisés e outros também fracassaram. Nós somos diferentes deles?
         2.      Elias experimentou uma terrível reação. Ainda não chegamos ao tope da glória, por isso quando subimos, vezes após vezes descemos. A glória é de Deus e não de um Elias ou de qualquer outro ser humano. É profunda a depressão e sua profundidade assemelha a altura que nós subimos. Ainda estamos neste corpo mortal e por ele que caminhamos por este mundo na peregrinação.
         3.      A grande vitória no Monte Carmelo, a destruição dos falsos profetas e a corrida inacreditável acompanhando a carruagem de Acabe, sem qualquer dúvida deixou o profeta cansado. Caro leitor, somos extremamente limitados e as vitórias e bênçãos alcançados aqui provam que toda boa obra é feita por Deus por nós e em nós. Quando o Senhor retira Sua mão de poder, Ele permite que vejamos o quanto somos fracassados.
         4.      Seu desejo pela morte foi estúpido e tolo. Parecia algo plausível de glórias, mas na realidade era manifestação de covardia. Se ele fugiu da perseguição, porque estava com medo da morte, por que agora pede que Deus tire sua vida? Veja leitor, o quanto somos insensatos! Veja que é na depressão que mostramos dó de nós mesmos e que nossas palavras demonstram nossa pobreza e autocompaixão. Mas Deus nunca tem dó de nossa falta de fé e coragem, pois tal atitude demonstra falta de confiança em Deus.
         Caro leitor, que fujamos das nossas imprudências! Que possamos manter ousadia e coragem, mas numa contínua confissão de nossa miséria e dependência da graça. O Soberano Senhor nos usa neste mundo segundo as Suas misericórdia e não conforme nossa capacidade, porquanto para Seu servimos não há sequer um crente que tenha qualquer serventia.