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sexta-feira, 21 de julho de 2017

A DIFERENÇA ENTRE O JUSTO E O ÍMPIO (8)




“Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:10)
A DISTINÇÃO É VISTA NOS ATOS: “...todo aquele que não     pratica a justiça não procede de Deus”.
        O ódio que os justos têm contra todo tipo de iniquidade é fruto da santa justiça de Cristo neles, e isso vai manifestar-se de várias maneiras no viver daquele que foi salvo e justificado pelo sangue do Senhor, por isso há uma ousada investida dessa justiça em meio às trevas. A justiça de Cristo no salvo faz com que ele confesse sua fé em Cristo e essa confissão aparece para aniquilar todo e qualquer tipo de iniquidade exibida pelos mundanos. Notemos os justos, porque eles querem levar justiça para dentro de suas casas, por essa razão eles lutam para que as maldades deste mundo não penetrem ali por meio das programações perniciosas que aparecem na televisão. O ódio à injustiça fará com que odiemos as imoralidades, palavrões, idolatria e outras coisas semelhantes, as quais satanás faz de tudo para que os crentes venham receber essas coisas com prazer. O que não é proveniente de Deus, mesmo que seja lícito e agradável terá um efeito devastador no viver do crente e da sua família. Satanás sabe usar até mesmo o que é lícito, a fim de afastar o crente dos seus deveres religiosos e santos.
        Lembremos bem que aquilo que vem da carne não glorifica o Senhor. Se procurarmos imitar as coisas melhores que os mundanos fazem, não demorará em que nossos corações se divorciem da verdade. O profeta que foi enviado a falar com Jeroboão não foi iludido pela promessa do perverso rei, mas sim pela mentira de um profeta encostado (1 Reis 13). Nós os crentes devemos estar ligado à cruz, caso contrário o mundo com seu poder de atração há de nos derrubar. Se a luz do calvário for desprezada, a fim de nos mostrar o caminho pelo qual devemos andar, certamente buscaremos as luzes deste sistema satânico com sua lógica vã de viver. O mundo tem seu início em Adão e Caim com seus descendentes têm imenso prazer por caminhar por essas lindas paisagens tão perigosas e sutis.
        Essas emboscadas colocadas ao longo do caminho têm levado muitos ao tombo espiritual. Quando vejo crentes perdendo o amor pela palavra, pela oração e pelo desejo de estar na igreja em seus cultos normais, sei que estão sendo contaminados com esse programa belo e atraente da nova era. Falsos crentes normalmente são puxados para ambientes de mentiras, onde caem nas redes dos falsos mestres. Quem não estiver disposto a ouvir a verdade e se humilhar diante dessa verdade revelada, certamente se curvará ante as mentiras religiosas destes dias maus. Os verdadeiros crentes não estão livres desses perigos, por essa razão é que Deus lida com eles de forma especial, a fim de que fiquem livres do orgulho e que se mantenham em humildade e dependência do Senhor.
        Encerro esta página, chamando os crentes à guerra contra o mal. Somos o povo que foi justificado pela fé; a justiça perfeita de Cristo foi imputada ao povo de Deus na conversão individual desse povo. Então, em nossa jornada até ao céu temos uma batalha contra as trevas, por isso devemos nos equipar com toda verdade para seguirmos em nosso dever. Voltemos à palavra de Deus, pois temos a bíblia em mãos. Não esqueçamos que quando Deus castiga um povo, a primeira coisa que ele faz é tirar sua palavra, tornando-a detestável. Quanto mais o mundo se mergulha na iniquidade, mais a palavra de Deus será desprezada e tratada com desdém.
        Que o Senhor tenha misericórdia de nós e que ele nos faça humildes e apegados à sua palavra fiel!

quinta-feira, 20 de julho de 2017

A DIFERENÇA ENTRE O JUSTO E O ÍMPIO (7)




“Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:10)
A DISTINÇÃO É VISTA NOS ATOS: “...todo aquele que não     pratica a justiça não procede de Deus”.
        Quando os homens procuram mostrar seus atos de injustiça, eis que tais atos são vistos por Deus como sendo atos de injustiça, porque não pode haver justiça no pecado. Sendo assim, a justiça humana não há de glorificar a Deus, mas sim trazer vanglória à natureza perversa, idólatra e mentirosa do homem. Outro detalhe é que nos salvos há uma disposição de obediência à palavra. Deus lida com seus filhos, com aqueles que nasceram de novo. Se o leão sabe quem é seu filhote, de forma infinita Deus conhece aqueles que vieram à luz pelo novo nascimento. Deus há de trata-los com amor disciplinar, a fim de guia-los em santidade. Mas quanto aos ímpios eles não são vistos como filhos de Deus, e sim como filhos do diabo: “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo”. Notemos o quanto a bíblia faz distinção.
        Outra verdade que transparece no viver daqueles que foram justificados pela fé em Cristo é que há neles um sentimento fraqueza, por isso hão de depender de Deus. A graça de Deus transporta o povo salvo assim, a fim de que nenhum deles venha a se envaidecer. Na família do Senhor há disciplina e nenhum crente fica fora desse sistema amoroso, justo e fiel pelo qual Deus lida com aqueles que foram chamados à salvação. Os crentes foram santificados na salvação; passaram a ter uma nova natureza que é santa, porque veio do Alto. Os justos amam santidade, querem pureza e lutam contra toda investida imunda da carne. Somente santos hão de amar santidade e lutar para ampliar o território de santidade no viver. É claro que ele verá o quanto estão distantes da perfeição; que cada dia aparece uma venenosa serpente da natureza adâmica, a qual tem que ser mortificada: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria” (Colossenses 3:5).
        Os crentes possuem esse espírito de luta em seu ser, os não crentes não, porque não vão lutar contra aquilo que tanto amam. O próprio fato que os justos trilham a vereda estreita rumo ao céu já mostra o quanto eles têm que lutar contra a correnteza que empurra este mundo para o abismo. O fruto de santidade é mostrado num intenso ódio contra toda e qualquer iniquidade que aparece na vida, por essa razão os crentes tanto sofrem, oram e lutam no poder do Espírito de Deus contra tamanhas maldades manifestadas neste mundo. Quando vejo os chamados crentes ancorando o barco de suas vidas no conforto e mentalidade deste mundo, posso assegurar que tais pessoas jamais conheceram a real salvação que há em Cristo.         Nosso conforto está no fato que somos de Cristo e que ele é nosso. Mas, o mundo não pode compartilhar seus prazeres em nossos pensamentos e emoções. O mundo odeia Deus, por isso teremos que odiar o mundo. Os santos de Deus terão ódio de toda e qualquer manifestação de iniquidade e expulsarão as investida de maldade em seus pensamentos. Nós não lutamos contra os homens, mas sim contra o mal que manifesta em nós e neste mundo; os santos são os únicos que lutam contra este reino de trevas. Essa diferença deve ser notória aqui, caso contrário a igreja estará de mãos dadas com este sistema corrompido. Notemos bem essa diferença entre o justo e o ímpio na mensagem da estrofe de um antigo hino:
                Mais justo me fazes, mais sábio Senhor.
                Mais firme na causa, com muito fervor.
                Mais reto na vida, mais triste ao pecar.
                Um filho submisso, mais pronto em amar!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A DIFERENÇA ENTRE O JUSTO E O ÍMPIO (6)



                     
“Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:10)
A DISTINÇÃO É VISTA NOS ATOS: “...todo aquele que não     pratica a justiça não procede de Deus”.
        Somente Deus pode mostrar a real diferença entre o justo e o ímpio. Muitas vezes nós mesmos somos equivocados e por isso, não raro decepcionamos com os homens. Quando olhamos o justo na base da justiça de Deus em Cristo, veremos que o salvo tem seu viver focado na glória de Deus, porque seus atos partem da justiça de Cristo nele e não de sua própria justiça. Nós vemos isso em José, porque mesmo sendo elevado a uma posição tão alta no Egito, ele reconheceu que foi Deus que fez tudo aquilo em lhe usar. Não fosse esse entendimento que veio da graça ao seu coração, certamente ele teria tratado de forma vingativa a seus irmãos. Deus trabalhou poderosamente na vida de Davi, usando Saul para lhe perseguir, a fim de estabelecer por meio dele um trono de justiça em Israel. Sem uma inteira concepção da justiça de Deus em nós, não pode haver vida cristã correta e cheia do poder de Deus em nós.
        Quando a pessoa é justa com base na obra da salvação em sua vida, todo estilo de vida é estruturado na cruz. Paulo tinha na carne todo respaldo das obras para erguer-se em orgulho, mas ele sempre eleva os argumentos a respeito de si, direcionando-os à cruz. Em Gálatas ele se livra da lei, como se livra de espinhos, confessando que foi crucificado com Cristo (2:20); Ele também ofende com vigor sua natureza carnal, declarando que os que são de Cristo crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências (5:24) e no ultimo capítulo dessa impressionante carta (5:14) ele desdenha da vanglória humana ao afirmar: “Longe de mim esteja o gloriar, senão na cruz de Cristo...”.
        Muitos crentes tentam se erguer espiritualmente na força da carne e não percebem quão orgulhosos nós somos. Queremos ostentar força e poder em nossa energia carnal a fim de agradar a Deus. Mas a verdade é que Deus trabalha em nós e por nós por meio daquilo que ocorreu na cruz; essa história é a fonte de nosso viver, porque a história de nossos crimes, ofensas e horrores cometidos contra Deus e contra nosso próximo tem seu fim naquele que ocupou nosso lugar, o Justo morrendo pelos injustos. A justiça de Cristo em nós nos mantém humilhados, porque somos cônscios de que foi tudo obra da graça e não nossa e que dependemos do Senhor para o dia a dia neste mundo. A nossa história começou na cruz e dali que começamos a trilhar rumo ao céu. Também, nossa história na eternidade só pode ser entendida com base na conquista do nosso substituto; sei que fui alvo da escolha dele, porquanto ele nos amou em seu filho (Efésios 1:4).
        Os santos veem suas vidas pautando a redenção e assim Cristo é exaltado no viver. Quem somos nós? Ainda temos conosco a natureza terrena e diabólica que opera em nossos corpos mortais. Somos mantidos nessa situação para que venhamos a depender inteiramente da força da graça, porque caso contrário, todos os valores naturais são despejados fora como veneno. Lembremos que deve haver em nós os frutos de justiça – Cristo em nós. A nossa justificação produziu em nós a santificação que é a prática da justiça no viver. Lembremos também que os injustos não herdarão o reino de Deus; que no passado os membros de nossos corpos falidos só produziam injustiças e maldades. Lembremos bem que não havia nada em nós que pudesse agradar a Deus: “...os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Romanos 8:8).

terça-feira, 18 de julho de 2017

A DIFERENÇA ENTRE O JUSTO E O ÍMPIO (5)



             
“Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:10)
A DISTINÇÃO É VISTA NOS ATOS: “...todo aquele que não     pratica a justiça não procede de Deus”.
        A frase: “...todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus...” nos ensina o quanto é perigoso associar Deus às iniquidades. Milhares pensam que já são salvos por participarem de uma igreja, serem batizados, cantar músicas cristãs e terem atividades religiosas. Não esqueçamos que nossa culpa em Adão não é removida por essas coisas, nem nossos miseráveis pecados são apagados por sopros da carne. Por essa razão precisamos voltar às mensagens que foram, como que o sangue do ministério apostólico e dos grandes mensageiros da verdade durante os séculos.
        A lição que vem logo em seguida é que não há justiça na iniquidade. Em seus pecados o homem é chamado de ímpio, de injusto e não como mudar isso, a não ser pela sincera confissão de seus pecados e mediante o sangue purificador do Filho de Deus operando no coração. Atos da iniquidade brotam das iniquidades, enquanto os atos de justiça da justiça. É assim que Deus vê as coisas. Do lado de cá tentamos remediar a situação, tentamos fazer do jeito que queremos, com a finalidade de ajudar os homens. Estamos em plena época de vitimização do pecador e queremos ajuda-lo a encontrar um viver melhor aqui fazendo com que ele suba os degraus da religião. Mas a verdade é que só estaremos piorando tudo, porque estaremos como que pintando sobre a ferrugem. Por fora parecerá bonito, mas não vai demorar em que a ferrugem brote novamente.
        Não há como melhorar o homem, porque sem a salvação mediante o sangue vertido na cruz, eis que promoveremos uma festa pagã, suscitada pela carne. O homem natural não pode entender as coisas do Espírito de Deus, porque elas serão vistas como loucura (1 Coríntios 2:14). Os homens no pecado anseiam e buscam uma religião que por fora lhes fará bem, mas a injustiça continuará realizando sua obra perniciosa por dentro e manifestando por fora. Vida cristã não começa com festa, mas sim com humilhação, porque Deus implanta primeiramente o fundamento da fé e para isso o homem deve ir ao pó. O velho homem precisa morrer, caso contrário ele vai manifestar seu ódio a Deus, tanto dentro como fora de uma igreja. Se mergulhar o velho homem nas águas do batismo, é certo que ele vai escapar a nado. O homem natural, por onde for há de levar consigo suas armas de guerra contra Deus; elas não ficam guardadas em casa, mas sim no coração.
        O homem no pecado não é produto de justiça, mas sim de iniquidade. Mesmo seus atos mais brilhantes de amor, de bondade e de altruísmo. A natureza carnal produz tudo isso de forma maravilhosa. Já vi muitos chorando por causa de belas doutrinas que ouviram; já vi muitos se emocionarem por causa da doutrina da eleição e da chamada eficaz. Ora, o homem natural derrete-se como manteiga, ante o fogo do amor de Deus pelos eleitos. Mas eles jamais vão chorar ante a mensagem da cruz, ante o fato que o Cordeiro de Deus foi sacrificado ali por causa de nossas terríveis culpas.
        O homem natural quer ser elevado às alturas do sucesso celestial; quer ser coroado com a glória que os santos terão, mas aqui não deseja nem um pouco sofrer a coroa de espinhos que o mundo tem para encravar de sofrimento na cabeça dos servos do Senhor. O homem natural quer ser puxado para cima, mas é horrível para ele ter que encarar a caminhada rumo à cidade celestial pelo caminho estreito da santidade e do dever cristão.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

A DIFERENÇA ENTRE O JUSTO E O ÍMPIO (4)




“Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:10)
A DISTINÇÃO É VISTA NOS ATOS: “...todo aquele que não     pratica a justiça não procede de Deus”.
        A segunda lição aparece agora na frase: “...todo aquele que não pratica a justiça não procede de Deus. Sua forma negativa revela também seu ensino positivo. Aqui está a verdade mais impressionante que mostra a real diferença entre os salvos e os não salvos. O fato é que o mundo tem sim aqueles que parecem ser melhores do que muitos crentes. A religião dos fariseus produziram excelentes homens, como Nicodemos e outros, os quais, vistos do ponto de vista da religião mundana, sem qualquer dúvida mostrariam ser melhores na conduta externa do que muitos outros crentes. Paulo dá o testemunho pessoal de que a vida religiosa que ele vivia como fariseu era de uma conduta ilibada. Essa é a forma mais excelente tomada pela mundo para avaliar a religião.
        Mas é aí que precisamos nos esforçar na compreensão do real cristianismo bíblico. Se não entendermos essa diferença estaremos fadados a cair nos erros terríveis do ecumenismo que se propaga nestes dias malignos. Na frase João deixa bem claro que “...todo aquele que não pratica a justiça não procede de Deus...”. O mundo avalia a religião pela bondade, enquanto Deus avalia pela justiça. O mundo está pronto para condecorar a bondade humana, porque os mundanos veem na bondade os atos de justiça que desponta na religião. Uma sociedade bem religiosa pode erguer um homem como Gamaliel, como sendo admirado e respeitado pelo povo. Mas Deus não vê seus santos assim.
        O homem religioso pode ser bondoso, sábio, segundo a sabedoria humana, mas aos olhos de Deus nada possui da justiça de Deus. Ele se acha limpo e apto para entrar no céu, mas Deus afirma que seu coração é imundo; que sua justiça não passa de trapo (Isaías 64:6). A religião deste mundo vê os homens desse ponto de vista, mas os crentes não vistos assim. Um exemplo de magnífica importância na compreensão desse assunto está em Israel, quando atravessava o deserto na caminhada para Canaã e parou para descansar no território de Moabe (Números capítulos 22-24). A presença daquele povo perturbou demasiadamente o rei de Moabe, Balaque. Por isso ele tentou contratar Balaão, o adivinho, a fim de amaldiçoar Israel por uma soma incalculável de riquezas. Mas o fato é que cada vez que Balaão abria sua boca na tentativa de amaldiçoar, eis que Deus mudava, transformando a maldição em bênção. Qual foi a razão? Deus diz aquele torpe profeta que Israel era um povo abençoado, por isso toda tentativa de amaldiçoar era inútil.
        Assim trago aqui a mesma verdade relativa aos ensinos de 1 João 3:10. Os homens jamais poderão ser justos, enquanto Deus não os declarar justos. Isso só pode ocorrer quando eles são salvos por Cristo. Digo mais que quando eles se tornam justos mediante a justiça perfeita do Filho de Deus, então seus atos serão atos de justiça, caso contrário o viver está manchando. O que estou querendo dizer é que não há qualquer possibilidade de um homem sem Cristo praticar atos de justiça e a razão é simples: não foi justificado. O que a bíblia fala em Habacuque 2:4: “Eis o perverso, sua alma não é reta nele...”. Olhemos Nicodemos com todas as suas virtudes religiosas. Deus afirma que ele não passa de um perverso cuja alma está torta, porque nasceu no pecado. Tomemos o melhor homem do Brasil, mais conceituado e respeitado por todos. Ele foi salvo? Não! Então Deus afirma que não passa de um perverso cuja alma não está reta perante Deus.