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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

“MÃO ENCOLHIDA E OUVIDO SURDO” (10 de 10)



                      
“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59:1,2).
A TRISTE CONDIÇÃO DO HOMEM REVELADA: “Mas as vossas iniquidades...”
        Finalmente, o texto mostra a reação de Deus em relação aos pecados: “...e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não       vos ouça”. Deus, não somente mostra que sua mão é a mesma mão de poder, suficiente e poderosa para arrancar os pecadores da miserável condição onde o pecado lhes colocou, como também mostra o quanto é o pecado e o viver no orgulho do pecado que fazem com que seus ouvidos não ouçam. Por que ele fala isso? A razão óbvia é que, quando não há intercessores; quando não surgem elementos que comparecem perante Deus, em favor dos homens, eis que os ouvidos de Deus parecem surdos e que seu rosto de amor não está direcionado aos homens.
        No caso de Isaías 59, o contexto anterior nos mostra a provisão do Sumo intercessor – o Senhor Jesus, a fim de ser ele o Redentor do seu povo. Mas a bíblia inteira nos abre o cenário de santos intercessores que se colocaram perante Deus em favor dos homens. Moisés agiu assim, quando percebeu que a fúria de Deus estava acesa para destruir o rebelde povo, o qual aos pés do Monte Sinai fez o bezerro de ouro. A ideia é que homens santos conquistaram a face de Deus em suas intercessões, porque eles bem sabiam que Deus se mantem distante, enquanto não houver quebrantamento da parte de homens caídos no pecado. Deus sempre ergueu homens assim, como Neemias, o qual clamou a Deus, vendo a situação de Jerusalém e de um povo que estava na miséria (Neemias 1). Esdras também aparece como uma figura de real importância na história de Israel, porque viu a miséria espiritual do povo em Jerusalém e prontamente se dispôs a orar, clamar a Deus e persuadir o povo para o arrependimento (Esdras 9 e 10). Quem pode ignorar a poderosa oração de Daniel? (Daniel 9).
        E como está a situação espiritual em nossos dias? Não parece que há um avivamento? Que o evangelho está verdadeiramente sendo propagado? Não parece que a mensagem santa propagou-se uma mudança neste mundo? Parece, mas não é verdade. Estamos vivenciando os dias mais perversos, justamente porque os homens conseguiram maquiar sua condição do coração com os costumes “evangélicos”. A bíblia tem sido propagada, mas como um livro que trata dos interesses materiais; o temor ao Senhor é completamente ignorado; o reconhecimento de que Deus é soberano e santo é desconhecido em geral e a chamada “adoração” não passa de shows da carne, porquanto os ímpios conseguiram unir o mundo com o nome de Deus, de Jesus e de versos bíblicos.
        Que triste situação, quando parece que a mão de Deus está encolhida e que seus ouvidos estão surdos! O que está acontecendo? Faltam profetas de Deus; faltam homens que preguem a verdade, chamando homens e mulheres ao arrependimento; faltam crentes sinceros que estão dispostos a reunir para orar; faltam essas tochas acesas, de corações sinceros, os quais estão percebendo a condição atual e que se voltam para Deus em súplica e intercessão. O braço do Senhor é forte e seus ouvidos estão abertos, mas falta o clamor dos aflitos; faltam homens humilhados, os quais estão à busca desse tão grande salvador e dessa salvação.
        Que esta mensagem de dez páginas venha despertar queridos para o momento tão oportuno, quando precisamos dos céus na terra; da atmosfera da Nova Jerusalém aqui; dessa atuação compassiva de Deus em favor dos homens.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

“MÃO ENCOLHIDA E OUVIDO SURDO” (9)




“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59:1,2).
A TRISTE CONDIÇÃO DO HOMEM REVELADA: “Mas as vossas iniquidades...”
        Amado leitor devo frisar bem o fato que o Deus da bíblia é santo e que jamais ele há de comungar com qualquer iniquidade. O pecado é imundície. O pecado é um verdadeiro inimigo de Deus; o pecado é oposição à lei de Deus, por isso ele há de ferver-se em cólera santa e justa contra o mal. Em nossos dias são milhares que afirmam que são crentes, mas querem no íntimo continuar associados à prática de suas maldades. Os verdadeiros crentes, claro, sabem que são fracos e que carregam essa natureza terrena e carnal. Mas eles lutam contra o mal; eles tomam a palavra de Deus como espada na luta por santidade, agradando a Deus.
        Além disso, o pecado aparece como um invasor que quer conspurcar a criação de Deus. O pecado é inimigo mortal de Deus; o pecado se abriga exatamente no coração do homem e tomou sua natureza, personalidade, mente, afeições, de tal maneira que o homem é intrinsecamente ligado ao pecado. O pecado e o homem formam uma unidade, de sorte que não há qualquer independência. Quando Deus mira o pecado, há de mirar o homem no pecado. O pecado quer tomar o lugar de Deus; quer a glória para si, por isso o homem há de agir em função do pecado. O pecado no mundo é um desafio ao trono e a glória que pertencem ao Deus santo.
        Assim, qualquer disfarce que os homens usarem na tentativa de encobrir sua condição é inútil. Judas sempre foi visto como o “filho da perdição”, mesmo andando com os discípulos e sendo chamado de apóstolo. Quando homens tentam pintar suas vidas de religiosos, bonzinhos, adoradores, etc. eis que seus corações estão tão descobertos perante Deus e a ira do Senhor está apontada diretamente para suas cabeças. Vejo hoje como muitos tentam se esconder, buscar refúgio nos homens e corrigir ao máximo suas vidas externas. Mas o fato é que seus corações continuam o mesmo. Se uma bomba estiver puxando agua imunda de uma cisterna, não adianta pintar a bomba e lubrifica-la. O problema está na cisterna com sua agua cheia de imundície. Assim é o coração do homem desde sua concepção, conforme a confissão de Davi: “Eu nasci na iniquidade e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51:5).
        Então, enquanto os homens continuam inflados em orgulho religioso; enquanto as vozes dos falsos mestres ecoam, enchendo os homens de sua falsa paz; enquanto os homens continuam cheios da vaidade, acreditando num suposto deus que lhes abençoa em seu viver mundano e rebelde, eis que a mão do Senhor parece que está encolhida e seus ouvidos parecem surdos. O bendito salvador está em seu posto de trabalho, mas o mundo continua em suas festas perigosas. Não há esperança para o pobre pecador em seus pecados. Não há esperança aqui, na igreja, no batismo, em seus atos, em suas superstições, em seus sentimentos errados, em seus mestres favoritos.
        Nossa esperança está no Deus que ouve o clamor daqueles que veem o perigo; que sabem o quanto seus corações são perversos e que não têm qualquer poder para mudar suas vidas aqui. O Senhor e salvador está perto dessas almas. Que momento agora, para que o Senhor venha em socorro desta geração que perece! Que ele desça do céu, trazendo consigo toda essa imensa bagagem da graça; que ele derrame do céu poderosa chuva de bênçãos sobre uma raça enganada e enganosa. Afinal, ele é um Deus compassivo e sua misericórdia dura para sempre.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

“MÃO ENCOLHIDA E OUVIDO SURDO” (8)



                       
“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59:1,2).
A TRISTE CONDIÇÃO DO HOMEM REVELADA: “Mas as vossas iniquidades...”
        É preciso que eu avance um pouco mais na exposição desse texto tão cheio de extraordinárias riquezas da soberana atuação de Deus no meio dos homens. Nossos dias tão maus saúdam o humanismo de corpo e alma. Devemos saber que onde impera o humanismo, então o Senhor não está presente; onde o homem é glorificado de uma forma ou de outra, então necessário é que saibamos a mão de Deus não estará atuando e a impressão que dá é que seus ouvidos estão surdos para não ouvir. E quando a glória de Deus é ofuscada pela intensa busca pela glória do homem, então o pecado manifesta sua pujante força, assim como estamos vendo ocorrendo em nossos dias.
        Para ajudar no entendimento desse fato, ressalto o fato que o texto em Isaías está nos mostrando que o Deus santo de Israel é o mesmo Deus eternamente santo agora. O evangelho sublime da glória de Cristo sempre há de exaltar a santidade do Senhor e quando essa luz está ausente, não há dúvida que os homens manifestarão o que são no coração   enganosos e corrompidos (Jeremias 17:9). Como Deus encara o pecado? Como Deus lida com a iniquidade? O perverso humanismo trouxe à baila a ideia que Deus odeia o pecado, porém ama o pecador. Quanto engano! Não há qualquer poder que separa o homem do seu pecado, assim como não podemos separar o porco do seu prazer pela lama, nem um leão por comer carne.
        Mas a ideia que prevalece em nossos dias é que Deus é diferente agora; que ele é mais simpático com os desejos pecaminosos; que passou por cima disso e que hoje busca a felicidade material dos homens. Ora, está cheio de elementos perversos, disfarçados de pastores que pregam essas inverdades ao povo. Não faz muito tempo que lidei com um jovem casal de namorados que havia passado a noite deitados juntos na casa da mãe dele. Eu perguntei: “vocês já se casaram?”, ela respondeu que não. Então quando falei do pecado de fornicação, então ela disse que Deus queria a felicidade dos dois. Isso mostra o que está governando a mentalidade religiosa do povo em nossos dias.
        Mas, vamos à palavra de Deus, porque o que vale é o que ela diz e não o que pensamos. Deus vê o pecado como imundície, como motivo de sua ira e cólera. Deus não vê a iniquidade com amizade e simpatia. Quando Isaías presenciou a santidade de Deus (Isaías 6), ele imediatamente entrou em desespero, porque repentinamente veio à tona toda sua miséria, todos os trapos de maldades que estavam escondidos no íntimo. Foi nesse estado de penúria que Isaías clamou: “Ai de mim, vou perecer!”. Não houve pregação ali, foi um simples vislumbre da glória do Deus de Israel que levou aquele moço a sentir o quanto o homem não passa de um verme perante o Senhor da glória.
        Amigo leitor, nós não toleramos sujeira, tampouco imundície, não é verdade? E Deus é diferente? Sua santidade faz com que ele odeie o mal; que ele não suporte contemplar a maldade. O amor dele não está, nem um pouco misturado por esse amor mundano e carnal que falam e pintam por aí. Ele é Deus que é três vezes santo! Ele é Deus e sua ira contra o pecado faz com que ele venha em guerra contra aqueles que vivem brincando com seus pecados e práticas iniquas. Essa festa que ilumina o mundo religioso nestes dias maus não passa de provocação. São inimigos desafiando o trono de glória, mostrando o quanto Deus mantém de longe os orgulhosos. O momento agora é de humilhação, confissão e contrição perante aquele que cheio de compaixão por aqueles que se arrependem.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

“MÃO ENCOLHIDA E OUVIDO SURDO” (7)



                             
“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59:1,2).
A TRISTE CONDIÇÃO DO HOMEM REVELADA: “Mas as vossas iniquidades...”
        A condição espiritual do povo israelita era tão enganosa que, em seus corações eles achavam que estava tudo certo, que nada havia de errado. É o que acontece em nossos dias, pois os homens estão tão envolvidos em suas maldades, mas eles não percebem isso, devido ao trabalho incessante dos falsos mestres, de pastores enganadores, os quais enchem os corações de uma paz perigosa e letal às suas almas. O engano destes dias maus é tanto que os homens pensam que a graça significa que Deus está favorável a todos, que Cristo pagou o pecado de todos e que por isso Deus está satisfeito com todos e que finalmente levará todos para o paraíso celestial.
        Mas devemos retornar ao texto, porque as lições que temos ali são de impressionantes necessidades. O que mexeu com a mão de Deus? O que mexeu com os ouvidos de Deus? Ele afirma que sua mão é forte para arrancar pecadores das trevas para a luz; que seus ouvidos estão aptos para ouvir as súplicas de pecadores arrependidos. O que acontece é que os homens não sabem o que significa o pecado: “...as vossas iniquidades fazem separação...”. O que Deus está mostrando é que ele foi, é e jamais deixará de ser santo. Israel desconhecia o fato que o Deus daquela nação era diferente dos deuses das outras nações. Logo no início deste grandioso livro vemos no capítulo 6 a visão que o profeta teve acerca de Deus e essa visão veio para mostrar que o imutável Deus é santo e que por isso sempre odiou e odiará o pecado.
        Ora, nós precisamos saber disso; precisamos saber que o pecado não é brincadeira e que viver de mãos dadas ao pecado é atrair severo juízo de Deus. Mas estamos vendo essa atitude dos homens; que não há sinais de temor, de reverência, de humilhação nem de qualquer contrição em nossos dias. Os homens se relaxaram nessa “poltrona” do mal; os homens acharam bons “colchões” doutrinários, a fim de deitar neles e sentir que tudo está indo às mil maravilhas; os homens encontraram uma divindade maravilhosa, que atende seus pervertidos corações, os quais anelam as vaidades terrenas e mundanas. Milhares sentem que estão indo para o céu, e nada sabem do que é luta contra o mal, nem o que caminho estreita e as provações da peregrinação rumo ao céu. Eles não percebem que em seus pecados estão descendo com o pesado chumbo da iniquidade que os leva para o inferno.
        O que está acontecendo não é igual ao que ocorria nos dias dos grandes profetas, Isaías e Jeremias? Qual a prova disso? Os homens de hoje não querem luz; não querem nada que venha a descobrir seus corações pervertidos. Mexer com eles é como mexer em casa de maribondos, é como fustigar uma fera ou chegar perto demais de víboras. A mensagem do evangelho chega para mostrar o que eles não veem; o evangelho bíblico é o Deus de toda compaixão chegando, a fim de mostrar a angustiante condição de suas almas, que eles vão perecer em seus pecados, caso não se arrependam e clamem.
        Enfim, o que Deus requer é que os homens saibam que todos devem se humilhar. Vida cristã não começa com a alegria banal que todos querem. A vida cristã começa com tristeza, pesar e angústia de uma alma que sabe que ofendeu a Deus, que seu viver foi tortuoso e é digno do inferno. Tudo começa como uma noite de tristeza, a fim de que surja uma radiante manhã de alegria, derivada da verdadeira e gloriosa salvação.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

“MÃO ENCOLHIDA E OUVIDO SURDO” (6)




“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59:1,2).
A TRISTE CONDIÇÃO DO HOMEM REVELADA: “Mas as vossas iniquidades...”
        Estou mostrando no texto de Isaías que quando Deus não age com sua misericórdia no meio dos homens, não é porque ele não pode salvar e nem pode ouvir o clamor dos aflitos, mas sim porque está em evidência o fato que ele não está presente em seu amor compassivo. O Filho de Deus e o Espírito Santo operam neste mundo em submissão à vontade do Pai. Assim, quando não vemos almas quebrantadas e corações em sincera confissão, eis que os homens manifestarão em suas vidas aquilo que é de se esperar, conforme a descrição acima. O texto está expondo a depravação total, o estado do coração enganoso e enganador do homem. Por fora os homens não conhecem os homens; por fora os homens enganam líderes religiosos; por fora parece que são zelosos por Deus e habilidosos na arte de “louvores e adoração”. Por essa razão o texto vem rasgar o homem por dentro e identifica-lo como mau e perverso.
        Não há maior miséria para o povo do que sua situação espiritual oculta, encoberta pelas farsas do pecado. Funciona como uma enfermidade letal não sentida. Conheci um querido irmão que percebeu tardiamente que estava com um câncer. Quando os médicos detectaram o mal deram a ele o prazo de apenas seis meses de vida. A mentira religiosa proclamada por falsos mestres funcionam como um esparadrapo, como um comprimido que tira a dor superficialmente. Quanto perigo e quanta maldade há nisso, porque almas são surpreendidas pela morte eterna.
        O povo de Israel, nos dias de Isaías se encontrava nesse estado de imperceptível miséria, por isso se apegavam com ardor aos seus líderes e aos falsos profetas. Eles se sentiam bem e até mesmo desafiavam a Deus, perguntando qual era o mal que estavam fazendo. A lei de Deus os amaldiçoava, mas eles nem sequer sentiam no íntimo tais maldições. Eles habilidosamente faziam seus sacrifícios pacíficos, mas seus corações estavam em guerra contra Deus. O inferno os aguardava, como crocodilos que esperam a presa entrar na água, mas eles acreditavam em seus sentimentos ilusórios que caminhavam para o paraíso eterno com Deus.
        É exatamente isso o que ocorre quando a palavra de Deus não chega como espada para cortar os corações; quando a verdade não chega com sua forte luz, a fim de revelar o poço da perdição, que é o coração vil e depravado do homem. Ah! Que perigo! A vida cristã não começa com alegria, mas sim com tristeza; o viver espiritual começa com a morte do velho homem em Adão, e isso causa amargura, confissão e contrição. Somente quando os homens caem é que eles são erguidos no poder da graça. Ah! Vejo hoje tanta festa, tantos louvores, tantos sentimentos que parecem espirituais. Enquanto isso satanás está rindo dos incautos e a morte faz seus exercícios, criando musculatura, a fim de apoderar de milhares e atirá-los no inferno.
        Os homens modernos acreditam que podem andar no caminho estreito e entrar no céu sem o novo nascimento. Acreditam que podem burlar os céus e agradar a Deus com seus impressionantes feitos. Acreditam que podem criar supostos mediadores, que seus pecados são apagados mediante suas obras. Eles não sabem que somente a provisão da cruz é suficiente e que Deus aceita à sua presença somente homens e mulheres arrependidos e que essas almas são aquelas que experimentam o perdão e a purificação de seus pecados mediante o sangue do cordeiro. O caminho estreito para o céu só é trilhado por homens e mulheres que arrependidos foram ao bendito salvador e alcançaram a vida eterna para sempre.