terça-feira, 28 de agosto de 2018

A FÉ QUE VEM DE DEUS (1)


                                             
“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:1-10)
       INTRODUÇÃO:         
        Satanás sempre foi e será o grande imitador das obras de Deus. Tudo o que ele religiosamente faz parece igual, mas não passa de ser artifício do inimigo. Paulo se armou de profundo conhecimento da verdade a fim de conhecer as astutas ciladas desse ardiloso inimigo. Os crentes devem saber que é nossa ignorância de Deus que nos torna presas fáceis para as garras do leão. Uma das mais poderosas armas do diabo ultimamente tem sido a forma como ele tem imitado a fé. Em nossos dias milhares têm dito que são evangélicos, que amam a Deus, que proclamam adoração a Ele e que vão para o céu. Mas quando examinamos de perto a fé, logo percebemos que não é a verdadeira fé. Parece ouro, mas não tem o peso do ouro e não tem qualquer valor, à semelhança do “ouro de tolo” achado em muitos lugares nos EUA e que enganou muita gente.
        Ora, a fé é a mais manifestação mais poderosa do Senhor na obra da salvação do perdido. Tudo o que o homem precisa para ser salvo vem de Deus, porque Cristo conquistou. Para muitos a fé é o único requisito que vem do homem, segundo eles é a parte do homem. Mas quanto engano há nesse pensamento! Nosso Senhor é chamado de o Autor da nossa fé (Hebreus 12:2). A fé é primeiro efeito da obra da graça num coração; é Deus abrindo os olhos da alma, a fim de que o homem veja o que jamais vira antes; é tudo no homem agora passando a funcionar em relação a Deus. Enquanto Saulo estava morto era um perseguidor, mas assim que Deus operou um novo homem, eis que tudo agora em Saulo evidenciava ser ele alguém que havia nascido de novo.
        Se temos algo de grande importância a ser feito em nossos dias é detectar o que é de Deus e o que não é; é colocar tudo à luz da verdade que nos foi entregue, a fim de mostrar a diferença real. A palavra de Deus é poderosa para isso. Já vi muitos chegarem aos nossos cultos e não demorou muito para que fosse detectada a falsa fé neles. Conheci um senhor, que inclusive já faleceu. Ele mesmo disse que pensava que era crente, porque frequentou uma igreja onde o pastor lhe incentivou a tocar violão nos cultos, mesmo sendo ele um fumante bem ativo. Quando ele chegou aos nossos cultos logo percebeu que não era um genuíno crente. A fé é o instrumento que Deus deu ao crente para que ele fosse, de fato um crente, conforme o termo dá a entender.
        A expressão “aquele que crê”, que aparece comumente em João realmente significa “Aquele que continuamente crê”. Sendo a fé algo produzido por Deus no coração, é certo que não tem algo no homem que mais cause admiração em Deus do que a fé, justamente porque vem do grande e perfeito Homem, ao perdido, caído e morto no pecado, conforme diz a mensagem de um antigo hino: “Amavas-me Senhor, no fundo do meu peito brilho a doce luz do meu consolador. E com promessas mil do teu amor perfeito, nasceu em mim a fé em que hoje me deleito!”. Portanto, perscrutemos a Palavra para avaliar a nossa fé, se vem de Deus ou é produto do coração corrompido e enganado dos homens. Em nossos dias ninguém quer saber desse auto exame. Tudo hoje é recebido na força da emoção e no engate da idolatria humana. O mundo apresenta um estilo de vida bem confortante e carnal, por isso ninguém quer sair dessa zona de conforto.
        Que o Senhor tenha misericórdia de nós e que nos ajude a descobrir realmente se nossa fé é verdadeira ou se apenas um pedaço de barro que com o sol escaldante resseca. Precisamos de homens e mulheres que sabem o que creem e que não voltam atrás em determinada e firme fé.

A FALSA CONFISSÃO (1)


                                
“Nem todo o que me diz: Senhor! Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está no céu” (Mateus 7:21)
INTRODUÇÃO:      
        O cap. 7 de Mateus é a conclusão do ensino acerca do reino dos céus. Neste cap. Nosso Senhor mostra o perigo que os verdadeiros santos sempre enfrentaram – os falsos mestres. Nosso Senhor deixa bem claro que os Dele são conhecidos pela obediência e não por meras conveniências religiosas. Os religiosos que não são Dele normalmente transmitem uma falsa confissão e vão apresentar a mesma coisa quando estiverem perante o grande Juiz naquele Dia. Não há dúvida que precisamos alertar a todos, especialmente porque em nossos dias vemos o quanto satanás tem multiplicado o número de falsos mestres. Nos dias do Senhor aqui na terra eram os fariseus que eram especialistas em conceder ao povo um sistema de vida religiosa por fora, mas que em nada era realidade e vigor de corações santificados.
        Vida cristã é confissão e não mera declaração. A Bíblia está cheia de ensinos que comprovam esse fato. No Velho Testamento, o judeu que levava um animal para sacrifício teria que confessar seu pecado antes que o animal fosse imolado. No Novo Testamento vemos em Romanos 10:9: “Se com tua boca confessares...”; em 1 João 1:9: “Se confessarmos os nossos pecados...”. Confissão é algo do coração; é mais do que algo externo. Num casamento um homem e uma mulher confessa seu amor um para com o outro. Deus sempre lidou com homens que confessaram. Davi manifestou sensível confissão, assim que foi confrontado em seu terrível pecado cometido com Bate-Seba e o assassinato de Urias (Salmo 51). Quando Raabe conversou com os espias pode mostrar sincera confissão e propósito em seguir o Deus de Israel.
        Enfatizo isso porque sempre foi atividade de satanás em anular a verdade nos corações. Deus requer a verdade no íntimo e não algo da emoção apenas ou dos pensamentos. Muitos acreditam em Jesus, creem que ele morreu e ressuscitou; outros vão longe em estudar as verdades poderosas da graça e sabem muito sobre grandes doutrinas, mas desconhecem a salvação no íntimo. Uma coisa é ver uma fruta, saber que é útil e saborosa, mas outra coisa é experimentar aquilo. Você sabe que agua é salutar para o viver, mas só quem tem sede é que sabe o valor desse líquido. Alguém pode estar com uma enfermidade e nada sentir de dores, por isso não vai a um médico.
        As verdades eternas devem entrar no coração para a conversão do pecador. Quando Pedro pregou no dia do Pentecostes houve ali um avivamento porque aquelas almas três mil pessoas sentiram no íntimo seus miseráveis pecados e culpa por terem crucificado o Senhor da glória. Nem sempre a confissão aparece nos lábios, mas é algo do coração. No coração do convertido a confissão há de refletir no crê: “É lícito se crês de todo coração”. Hoje vemos milhares de pessoas vivendo a miserável religião dos sentimentos, e satanás se aproveita bem disso. Cultos são preparados para que as pessoas cheguem a curtir a “presença de Deus” e o que manda ali serão as declarações fundamentadas em sentimentos e não a verdade conforme está escrito.
        Por outro lado temos meras letras. Nosso Senhor chamou a atenção dos judeus porque eles eram conhecedores das letras, mas a verdade não havia entrado em seus corações pelo poder do Espírito Santo. Alguém pode dizer que aceitou Jesus como salvador, sem jamais ter conhecido o poder dessa salvação. Conheci uma senhora que sempre dizia que, porque tinha aceito Cristo como Salvador ela era salva, mas seu viver mostrava ser depravada e vil, nada tendo de temor ao Senhor. O propósito de Deus na salvação dos pecadores é operar temor nos corações. Milhares após a morte vão enfrentar a presença do Juiz e vão se justificar perante Ele, mas ouvirá da parte do Senhor: “Nunca vos conheci”. Por isso importa que nossas advertências cheguem aos corações de todos nestes enganosos dias.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (11 de 11)


                            
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
                        CONHECENDO A GRANDE LIBERTAÇÃO
        Espero fechar esta mensagem com aplicação clara e eficiente para todos os meus leitores. Estamos lidando com a tão grande salvação que Deus em Sua graça trouxe aos homens. Por essa razão é preciso que saibamos que a grande libertação pode ser vista em todos quantos foram salvos. Todos os verdadeiros crentes, não importando a quantia de pecado que cometeram, todos foram libertos da vil condição onde estavam. O cativeiro do pecado é igual a todos.
        Mas precisamos saber que os crentes ainda lutam contra o poder da carne e enfrentam guerra contra este mundo sob a liderança do pai da mentira. Não há um cristianismo perfeito, sem luta e provações na jornada. É esse o ensino de Paulo nos capítulos 6 e 7 de Romanos, culminando com uma gloriosa aplicação no capítulo 8. O que Paulo ensina é que há o poder do Espírito no crente, o qual lhe capacita a destruir ou mortificar os desejos malignos da carne. O que Paulo está querendo dizer é que por dentro há gemido, até mesmo do Espírito Santo e por fora há combate. Todo verdadeiro crente sabe bem disso, por essa razão procura se encher da palavra, vive em oração e se associa com os santos, na finalidade de combater até o fim. É tão grande essa luta que muitas vezes o crente pensa que nem crente é, por isso Paulo enche o capítulo 8 de promessas do amor de Deus em Cristo por todos os santos.
        Importa que saibamos, também, que a força da carne tenta mobilizar tudo contra a liberdade de subir e alcançar as alturas da glória. Quantos entendem errado a vida cristã! Muitos pensam que somos livres para andarmos como quiser e agradar nossas paixões, porque, segundo eles, fomos salvos pela graça. Mas a verdade é que fomos salvos para uma liberdade que avança para cima e que conquista bênçãos eternais. Viver aprisionado no amor ao mundo é prova clara que não houve plena libertação. A maravilha do poder libertador de Cristo Jesus está no fato que Cristo habita no crente, a fim de revelar a glória Dele ao mundo. Falhar nisso é demasiadamente perigoso, por essa razão Deus opera disciplina nos Seus santos, a fim de que eles sejam de forma prática participantes da Sua natureza (conforme Hebreus 12).
        Mas há uma presença gloriosa e triunfante da libertação vista nos crentes. A conquista da cruz e o temor ao Senhor fazem dos crentes pessoas felizes e quando eles se ajuntam podem demonstrar louvor e adoração.  O mundo não vai e nem pode compartilhar daquilo que pertence somente aos santos. É incrível como das tristezas brotam alegria; das provações brotam forças e da escuridão brilha maravilhosa luz! Por que isso? Porque é esse o sistema da graça operante no viver de cada crente neste mundo.
        Mas será no final de tudo quando haverá plena e perfeita libertação. Como Paulo diz, ainda habitamos neste tabernáculo feito de barro e aguarmos sair dessa prisão terrena, a fim de tomar posse daquilo que é garantida e eternamente nosso. Tudo isso ocorrerá naquele grande dia, quando o Senhor dará Seu brado, ordenando a todos os corpos dos santos que sejam erguidos seus túmulos. Que impressionante júbilo ecoará! O universo inteiro ouvirá os sons perfeitos de júbilos, agora em estado de perfeição eternal.
        Eis aí amigo o vigoroso evangelho que realmente liberta! Nada tem a ver com os mensageiros aproveitadores destes dias. Nosso Senhor veio arrancar os homens desse sistema vil e escravizador, liderado pelo diabo neste mundo. Ele está presente e pronto para salvar; Ele está perto e Seus ouvidos prontos para ouvir o clamor dos aflitos! Não é maravilhosa essa notícia? Por que não clamar a Ele de todo coração? Por que não pedir para Ele ser o teu libertador neste momento?

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (10 de 11)



Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
CONHECENDO A GRANDE LIBERTAÇÃO.
        O Filho liberta dos terrores da lei, para viver agora na liberdade que somente os filhos de Deus podem gozar. Aqueles judeus estavam tão iludidos pelo engano do pecado que nem percebiam o quanto a própria lei de Moisés amaldiçoava suas vidas, porquanto era essa a função da lei. A lei não veio libertar ninguém, ela veio mostrar o quanto os grilhões do pecado são tremendamente poderosos e o quanto as algemas são inquebráveis. Nosso Senhor veio libertar o pobre pecador da tirania da lei; ela exige perfeição; ela mostra que os homens nada podem fazer. A lei veio mostrar o quanto o terror do pecado é aterrorizante mesmo e o quanto o homem é tão enfermado pela transgressão, por isso não pode mover-se nem sequer um milímetro para Deus.
        Como o Senhor demonstra que realmente libertou o homem? Devemos nos afastar daquele pensamento enganador de que Jesus veio nos libertar e nos salvar, a fim de vivermos aqui de acordo com nossos desejos carnais. Nosso Senhor veio buscar um povo para Si e livrar esse povo desse sistema maligno e perverso de vida oferecido pelo mundo. Esse conceito tão errado de liberdade tem levado o cristianismo a um envolvimento profundo com o sistema mundano atual, tão perigoso e sutil. Nosso Senhor prometeu dar aos salvos o Seu Espírito. Crentes sozinhos neste mundo seriam como órfãos, por isso sua promessa foi: “Não vos deixarei órfãos...”. A presença do Consolador em nós nos faz fortes, porque Ele não somente nos guia em toda verdade, como também toma nossas terríveis fraquezas (Romanos 8:26). A graça nos chamou quando éramos fracos, pecadores, transgressores, rebeldes, condenados, a fim de nos fazer fortes no poder de Deus. Os que são libertos vão provar pela novidade de vida que realmente são livres para glorificarem a Deus no viver.
        Outra prova clara de que houve libertação no viver é a maneira como os crentes aspiram e lutam por um andar santo aqui. Quantos fogem desse dever! Santidade é nosso estilo de vida normal neste mundo, porque fomos chamados para sermos santos. Sem esse estilo de vida celestial; sem essa manifestação de uma nova natureza, então não há qualquer sinal de que houve libertação no viver. Deus manifesta Sua glória aqui por meio da vida daqueles que foram arrancados deste mundo por meio da poderosa salvação e santidade é o estilo de vida normal do crente e não uma opção.
        Outro detalhe que considero de grande importância é que a libertação é mostrada no fato que os verdadeiros crentes têm plena convicção da glória eterna. Eles não pensam e falam isso por orgulho; eles não empurram “com a barriga” essa certeza. Eles sabem que foram salvos pela graça e estão certos dessa verdade por convicção da Palavra de Deus e por obra do Espírito Santo em seus corações. Além disso, o modo de vida dos crentes prova que eles andam para o céu. Eles não mais estão apegados ao mundo nem seguram seus bens aqui com medo de perdê-los. Eles sabem que terão uma herança infinitamente melhor do que esses bens terrenos tão alvejados pelos ladrões e marcados para serem consumidos pelo tempo.
        Aparentemente muitas vezes não parece que os santos foram libertados. A liberdade, entretanto, não significa que estão livres para que eles avancem com o mundo. Eles são livres para andar pelo caminho do dever, da justiça, da retidão, da obediência a Deus e do amor ao próximo. O que o mundo pensa de liberdade, realmente é loucura, porque tudo que se opõe à lei do amor a Deus não é liberdade, mas sim uma vertiginosa queda nas profundidades do mal.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O GRANDE LIBERTADOR (9)



“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:32)
CONHECENDO A GRANDE LIBERTAÇÃO.
        Acrescento que o Filho liberta o pobre escravo da tirana servidão onde voluntariamente se atirou. Os homens sempre estão pensando que são livres, mas a verdade é que a cegueira da alma impede que eles vejam a realidade do pecado. Como estamos acostumados a ver a vida do ponto de vista físico, não somos capazes de enxergar que as prisões e grilhões que prendem os homens aqui são invisíveis. Não há cultura, religião, riqueza ou qualquer poder deste mundo e neste mundo que mostre a verdade acerca da tirania do pecado e desse imenso mercado de escravo que abarrota o mundo inteiro. Precisamos saber disso e quem nos mostra tal verdade é o Espírito Santo, mediante aquilo que está registrado e documentado em Sua inspirada Palavra.
        O pobre escravo é arrancado da condição de filho da Ira. Vemos como Paulo transmite isso em Efésios 2:3. Notemos bem em que desgraça o pecado nos colocou. Vejo o quanto os homens modernos são iludidos quando pensam que “tem Deus no coração”; muitos estão bem envolvidos com a mentalidade religiosamente profana e tão bem articulada pela nova era. Tudo hoje é a emoção de que Deus está abençoando suas vidas e que todos os homens são filhos de Deus e que finalmente serão recebidos no céu. Quanto engano! Os judeus pensavam assim e nosso Senhor deixou bem claro que eles eram filhos do diabo e escravos do pecado neste mundo. Foi por isso que Paulo escreveu aos crentes, a fim de se humilhassem e dependessem da graça para viver. Quando Cristo salva Ele torna um pecador filho de Deus, aceitável sem qualquer culpa perante Deus: “Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus...” (João 1:12).
        Também, o Senhor liberta o pecador das trevas para a luz. Basta um pouco de conhecimento da verdade revelada para que percebamos o quanto o mundo é um lugar de escuridão. Satanás faz tudo para manter o mundo confirmado em mentiras. Notemos bem que a criação não é mentira; tudo o que Deus fez é verdade. Quando falamos do mundo vemos como o príncipe das trevas toma a criação e a envolve com mentiras e promessas mentirosas. Ele cria suas leis, seu sistema religioso, seus planos financeiros, seus entretenimentos e assim consegue manipular a mente de todos os homens com a ideia de que não há lugar melhor para viver do que aqui. Foi isso o que sempre passou pelas mentes dos mundanos. Foi assim com Caim, porque rejeitou o caminho para cima, a fim de criar seu sistema de vida fundamentado em mentiras. Foi assim com Esaú, porque seu sonho envolvia riquezas e formar uma nação forte e conquistadora.
        Mas, quanto engano! Quando o Senhor liberta o pecado Ele mostra o que o mundo é. Foi assim com Abel, porque logo percebeu a tristeza que envolvia esta vida e o quanto desejava morar com Deus no Paraíso. Assim Deus opera com aqueles que Ele chama desse mundo enganador; assim Ele mostra aos pecadores o quanto estão errantes aqui; o quanto tudo aqui desaparece e que essa tosca luz mundana apaga-se com a morte. Foi isso o que Paulo quis mostrar aos crentes colossenses, quando afirmou acerca de Deus: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor” (Colossenses 1:13). Note bem que ele denomina o mundo como sendo o “império das trevas”. A mensagem do evangelho transmite a verdade da glória de Cristo, por isso que precisamos de homens cheios do Espírito que preguem com poder essa verdade. Todos precisam saber que essa é a condição e que Cristo veio ao mundo para libertar homens e mulheres arrependidos.