segunda-feira, 5 de março de 2018

QUATRO REQUISITOS PARA UM AVIVAMENTO (4)




“Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14 versão corrigida)
PRIMEIRO REQUISITO: humilhação “...se humilhar...”
        Na ordem vista nas palavras do Senhor, conforme ele mesmo fala com Salomão, em primeiro lugar aparece a humilhação: “...se humilhar...”. Deus está falando com seu povo; Deus não está referindo às outras nações, mas sim ao povo com quem ele fez a aliança. Por incrível que pareça, a história mostra como os homens se inclinam e prestam homenagem cheia de temor aos ídolos. Com Israel nunca foi diferente, porque por várias vezes a nação, quando deixada entregue a si mesma, simplesmente se consagrava aos seus ídolos. É simplesmente impressionante como age a natureza corrompida e idólatra do ser humano em hostilidade contra Deus.
        Mas o Senhor não muda nem mudará, porque ele sempre se manifestou como soberano, Senhor, digno de toda honra e glória, absolutamente livre para fazer o que bem quiser fazer, etc. Esse é o Deus de Israel, o nosso Deus de sempre. Ele exigia e exige que homens e mulheres caiam perante ele, cheios de espanto, temor e profunda humilhação. Naqueles dias tudo parecia ser tão favorável à população; tudo parecia bênção no reinado de Salomão; tudo indicava prosperidade que prosseguiria infinitamente. Mas, eis aí o grande Deus chegando a Salomão para dizer-lhe que tudo aquilo que eles construíram com tanta luta e dispendioso gasto seria completamente inútil, caso o povo não se humilhasse. Noutras palavras, o Senhor estava dizendo que não era o templo a coisa mais importante, mas sim homens e mulheres com seus corações voltados a Ele. Se não houvesse essa atitude, eis que o templo fatalmente seria motivo da ira de Deus e da zombaria dos povos.
        Meu caro leitor, como precisamos saber disso! Que verdade tão oportuna para estes dias tão recheados da soberba do diabo! Pra começar não temos nada de mensagens que impulsionem os homens à humilhação em nossos dias. Nada mesmo. A salvação é apresentada como sendo um presente de um Deus que precisa muito da fé e dos louvores dos homens. Nada há que leve homens e mulheres a conhecer suas entranhas de iniquidade, seu coração perverso e sua hedionda culpa perante Deus. Tudo hoje é acontece de forma imediata. Então, tudo funciona na igreja como se Deus prestasse um serviço aos homens e pronto; eles agora são vistos como salvos, mesmo que suas vidas continuem a serviço do pecado aqui.
        Então, requer que todos os homens saibam que estão perdidos; requer que todos saibam que eles nada têm, nem podem oferecer nada para Deus; requer que eles saibam que a conversão verdadeira implica num reconhecimento sincero, no coração de sua condição vil, amarga e que precisam urgentemente do soberano salvador. Os homens precisam saber que estão perdidos, que estão afundando, que estão na miséria e que vão perecer eternamente. A psicologia intitulada de evangélica entende que essa mensagem é dura demais; que ela esmaga a autoestima dos homens e que eles se afugentam mais ainda. Mas, quão enganados eles estão! Quanto mais humilhados os homens estiverem perante a verdade bíblica, não há dúvida que é uma situação de tremendo valor para eles. Se um enfermo não sentir as dores da sua enfermidade, como ele buscará o socorro médico?
        Então, o que Deus exigiu do povo de Israel é exatamente o que precisamos hoje. Se os homens não se humilharem perante o compassivo e maravilhoso Senhor hoje, certamente vão sentir o terror e a humilhação que o pecado traz aqui e na eternidade.

sexta-feira, 2 de março de 2018

QUATRO REQUISITOS PARA UM AVIVAMENTO (3)




“Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14 versão corrigida)
PRIMEIRO REQUISITO: humilhação “...se humilhar...”
        Sem mais delongas devo entrar para considerar cada requisito desses, apresentados pelo Senhor perante Salomão. Algumas observações são de grande importância para nosso saber. A primeira é que devemos saber que esses acontecimentos estavam sob a égide da lei. Deus estava lidando com seu povo, tendo como base a aliança que havia sido feita lá no Sinai e era uma aliança amaldiçoadora. Isso quer dizer que devemos tomar as palavras do Senhor e avaliar seus princípios eternos, porquanto servem para qualquer tempo e para qualquer povo.
        Firmados nessa verdade, saibamos também que Deus não está lidando hoje com templos. O templo construído por Salomão foi um símbolo local da presença do Senhor e de sua aliança feita com seu povo, a fim de que houvesse temor e todos os povos soubesse que o Deus de Israel era o glorioso e soberano Deus do céu e da terra. Nós hoje, em pleno período da graça não precisamos de templos para a presença de Deus. Ele veio habitar nos crentes; cada pessoa que é salva passa a ser habitação do Espírito de Deus, conforme vemos em 1 Coríntios e Efésios, passagens que se juntam à promessa do Senhor em João 14. Usamos um salão de cultos hoje a fim de ajuntarmos com os irmãos em Cristo para adoração e serviço ao Senhor.
        Outro detalhe que considero de grande valor à nossa compreensão é que Deus fez promessa vinculado à terra: “...e sararei a sua terra”. Ele está referindo à terra de Israel, porque aquele território estava vinculado às bênçãos materiais de Deus, caso o povo obedecesse a lei e andasse em temor. Uma das provas disso foi que Deus arrancou a nação da terra prometida por causa da desobediência e a levou cativa para os setenta anos de cativeiro na Babilônia, para que durante esses anos a terra de Israel pudesse descansar. Diante disso devo salientar aqui que a igreja do Senhor não tem qualquer vínculo com qualquer pedaço de terra, nem com qualquer nação. O povo de Deus é o povo celestial, a nossa pátria está localizada no céu. Não significa que Deus não abençoa a terra em nossos dias. Quando a igreja prospera em santidade eis que o mundo respira e a natureza sente a brisa do céu num ambiente que foi amaldiçoado pelo pecado.
        Então, seguindo esse raciocínio, creio que estaremos livres dos perigos de torcer as Escrituras, como tem acontecido tanto. Quando homens usam a Bíblia sem seus critérios de interpretação, eis que a confusão chega e tudo é usado por satanás para criar maiores problemas e trazer um surto de outras interpretações erradas, bem como de superstições e de idolatria. Portanto, acheguemo-nos à palavra de Deu com sabedoria e temor; examinemos suas palavras à luz daquilo que ele nos mostra em toda Escritura, se é que queremos ser bem sucedido e ajudar os outros. Além disso, quanto perigo há em torcer as Escrituras! Aquele que nos deu sua palavra requer que nós a amemos e a tratemos temor e cuidado. Caso contrário ele haverá de tratar com nosso atrevimento e arrogância.
        Assim, creio que estamos preparados para essas lições. Precisamos de um povo humilde, dedicado ao Senhor, que ama de fato a palavra de Deus e a aceita de todo coração. O Senhor sempre fala ao seu povo; ele sempre se dirige àqueles que têm ouvidos para ouvir sua voz. Ele não mudou, mesmo que o mundo muda sempre. Sua palavra permanece fiel e inabalável como o sol, mesmo que as trevas têm invadido os corações dos homens e a igreja do Senhor parece tão fraca e sem poder.

UMA FIRME DECISÃO (5)



                             
“Então Acabe convocou todos os filhos de Israel; e reuniu os profetas no Monte Carmelo. Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quanto coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor  é Deus, segui-O, e se Baal, Segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu”  (1 Reis 18:20, 21).
                                               O CULTO ECUMÊNICO.
        Em Samaria e em todo Israel o culto que satisfazia a todos era o pervertido culto ecumênico. Os reis e os falsos profetas de maneira esperta sabiam como conciliar o nome de Deus com o nome de seus ídolos e essa mistura resultava em certa paz que consolava os corações de todos. No ecumenismo, satanás sabe bem o quanto o nome de Deus, de Jesus, do Espírito Santo e o uso de trechos bíblicos são de grande importância para suas conquistas. Naqueles dias os falsos profetas não diziam aos reis: “Vá em nome de baal e serás bem sucedido”. Eles usavam o nome de Jeová.
        O ecumenismo sempre funcionou assim e é utilizando essa jogada psicológica que satanás conquista os corações. Os homens mundanos não querem ficar sem “as bênçãos de Deus”. Por essa razão, todos os movimentos religiosos tendem usar disfarces e jargões dos evangélicos, a fim de emplumar seus fieis. Ora, vivenciamos isso em nossos dias. Falsos mestres, elementos perigosos disfarçados de pastores espertamente conseguiram colocar na mente do povo palavras “consoladoras”, de um Deus de paz e de promessas ricas em prosperidades aqui. Por essa razão vemos o quanto todos se sentem bem; há um clima de tranquilidade, de certa calma, de bem-estar que envolve a vida de todos em toda sociedade. Quase em cada quarteirão vemos um salão aberto e alguém ali flertando corações com promessas de bênçãos a todos.
        Além disso, satanás conseguiu trazer para muitas igrejas um evangelho social. O que é isso? É uma mensagem de “paz e amor”; é uma forma de culto que satisfaz os homens e os enchem de certa satisfação no íntimo, porque o ambiente é favorável e agradável. Normalmente nesses ambientes o culto inteiro é programado para que todos sintam bem; as músicas são estrategicamente preparadas para que as emoções controlem o ambiente, fazendo com que a razão não seja utilizada. E as mensagens (já ouvi algumas delas) são mensagens bem leves, onde todos podem sentir que Deus está com eles.
        Foi num ambiente assim que Elias foi corajosamente enfrentar o perverso Acabe com seus muitos profetas avarentos. Foi sob a ordem de Deus que ele partiu para lá; foi sob a coragem dada pelo poder de Deus que aquele homem desafiou a todos ali, para que todos tomassem uma decisão de fé. Num ambiente ecumênico, enganoso e pervertido o povo fica sem capacidade de encarar a verdade. Suas almas ficam em conflito no íntimo e no íntimo há medo, por essa razão vem a “fé do meio termo”. Eles não queriam conflitos; a decisão deles estava estribada num viver sem qualquer fundamento da verdade. Tudo era assim: “vamos do jeito que está; vai dar certo; Deus está conosco; ninguém sabe o que é a verdade”.
        Mas é exatamente isso o que está acontecendo conosco, porque não há qualquer manifestação de uma fé firme, decidida e corajosa no meio do povo de Deus. Até mesmo muitos homens são influenciados pelas suas esposas, porque a tendência do ecumenismo é dominar as mulheres e elas por sua vez tendem a desvirtuar seus maridos. Enfrentamos isso; esse é o nosso ambiente do momento. Mas temos a palavra de Deus conosco; temos o AMÉM conosco; temos o Espírito Santo conosco. Por essa razão devemos aproveitar para firmar nossa fé e tomar decisão firme, resoluta, fiel, que agrada ao Senhor. “Não é dos fortes a vitória, nem dos que correm melhor. Mas dos fieis e sinceros, como nos diz o Senhor”.

quinta-feira, 1 de março de 2018

UMA FIRME DECISÃO (4)



                            
“Então Acabe convocou todos os filhos de Israel; e reuniu os profetas no Monte Carmelo. Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quanto coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor  é Deus, segui-O, e se Baal, Segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu”  (1 Reis 18:20, 21).
                                               O CULTO ECUMÊNICO.
        O que acontecia em Israel é que os líderes pervertidos toleravam o culto a Jeová, desde que não perturbasse o culto a baal. Tudo começou com o ímpio Jeroboão e as consequências foram gravíssimas, porque não houve em Israel nenhum justo e piedoso que subisse ao poder, a fim de governar Israel, tirando da nação a idolatria promovida por Jeroboão com os bezerros de ouro. Mesmo Jeú escolhido por Deus para desarraigar a casa de Acabe, não resolveu o problema fundamental de Israel.
        Ora, nós sabemos que não há possibilidade de adorar a Deus e satanás ao mesmo tempo. O culto ecumênico é formado por essa mentalidade e por essa tentativa de unir o mal com o bem. Mas como adorar Deus e aos ídolos? Toda tentativa é inútil. O culto a Deus tinha seu local definido em Jerusalém; os sacerdotes eram homens da tribo de Levi, e os escolhidos da família de Arão eram encarregados dos serviços mais importantes do templo. E os reis eram da família de Davi. No norte tudo funcionava ao contrário. Se houvesse um rei capaz de mudar a situação e trazer um grande livramento espiritual, ele teria que deixar o trono e entrega-lo à liderança do sul.
        Quando um povo se acha distanciado de Deus, como estava o povo de Israel no reinado do norte, então, os recursos misericordiosos de Deus são vistos através dos seus profetas. Por muitos anos Deus demonstrou o quanto era longânimo, compassivo e benigno para com seu povo, por isso grandes nomes da história dos profetas se projetaram para anunciar em Israel a mensagem de arrependimento. Elias, creio eu foi o mais destacado, mesmo que Eliseu tenha feito mais milagres do que ele. Deus usou Elias para ser um tipo de “tormento” para o reino do ímpio Acaz e de sua perversa esposa, Jezabel. Foi nesse cenário de maldades, injustiça, crimes hediondos e medo que Deus encheu seu servo do poder do Espírito, a fim de encarar elementos tão criminosos.
        Mas ali estava a glória de Deus; o nome de Deus estava em jogo. Ali estavam milhares de homens – os falsos profetas, os quais se projetavam como elementos “espirituais”, pagos para falar o que o arrogante rei queria ouvir. Esse é o sistema ecumênico de culto. O que prevalecia era a maldade; a mentira era o destaque, caso contrário as ameaças de morte apareceriam. Num momento como esse normalmente os eleitos de Deus ficam ocultos. Foi nesse momento que Elias se destacou para desafiar a nação e mostrar quem era, de fato o Deus vivo e verdadeiro – baal ou o Deus das doze tribos de Israel.
        O que está acontecendo conosco não parece com o cenário religioso de Israel? Vemos como a igreja verdadeira, os verdadeiros crentes simplesmente ficaram ocultos. Não que eles tenham medo, mas sim porque a predominância da mentira como uma nuvem negra os encobriu. Nesse momento, homens cheios da palavra de Deus, com autoridade do IDE de Deus devem aparecer. É o momento para que destacada seja a palavra que vem do céu. Agora é o momento para que homens e mulheres deixem a timidez e tomem uma posição firme e segura na verdade e pela verdade. É o momento para que satanás seja revelado em suas manipulações religiosas e a glória de Deus seja vista, a fim de que muitos pecadores sejam salvos e livres da sedução do momento.

QUATRO REQUISITOS PARA UM AVIVAMENTO (2)



        
“Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14 versão corrigida)
    INTRODUÇÃO:
        Caro leitor, a necessidade é grande por um avivamento, por isso peço sua atenção nessa introdução, onde preciso avançar mais. Tomemos o texto acima, porque não devemos achar que são palavras sem relevância da parte do Senhor. Nossa natureza tende a achar que nossos feitos aqui, como construção de templos e nossas organizações trarão efeitos de bênçãos. Somos sujeitos a pensar que até mesmo nosso Deus está impressionado com nossos grandes feitos. Não duvido que Salomão tinha temor, mas também havia um entusiasmo cheio de vaidades. Afinal, ali estava o templo majestoso, jamais visto em qualquer lugar do mundo e feito para ser simbolicamente o lugar da presença de Deus e de seus atos em favor de Israel.
        Acontece que a nação toda podia se alegrar no templo, mas não em Deus. Havia perigo de que aquele impressionante lugar de adoração se tornasse motivo de superstição, atraindo o espírito de idolatria dos homens, como de fato aconteceu em várias ocasiões na história de Israel. Ali estava Salomão, homem sincero, mas sem qualquer experiência, para saber que por detrás de toda aparência há o perigo do orgulho que nos afasta de Deus.
        Assim, quando o Senhor apareceu para falar com o rei, sem dúvidas as palavras que saíram dos lábios do grande Senhor vieram mostrar o quanto o Senhor dava importância, não à construção, mas sim à obediência do Seu povo. Ele mesmo assevera: “Se o meu povo...”. Quando ele fez aliança com a nação no deserto não havia ali nenhum templo, nem sequer pediu para que uma construção daquele porte fosse feita. Deus mostrou ao rei Salomão que o importante para ele era a atitude humilde, santa e dependente dele da parte do seu povo. Sem isso tudo era inútil, todo aquele esforço seria em vão e aquele templo suntuoso seria motivo de zombaria da parte dos inimigos.   
        É claro que aquele templo de Salomão torna-se uma metáfora para nossos dias tão maus, porque não somos diferentes dos judeus; temos a mesma inclinação de Salomão, o qual mais tarde se afastou do Senhor. O que importa para nós é saber que os princípios eternos de Deus não mudaram. Os templos vão se deteriorando com o passar dos anos; o mundo se encarrega de entrar e danificar o que outrora foi consagrado para Deus. Foi assim com o templo em Jerusalém e é assim que acontece em qualquer lugar. O que Deus requer é um povo voltado para ele de todo coração. Assim meu propósito é tomar esses princípios exarados por Deus no texto. O que era realidade no período da lei vai ficar lá, mas o que é para nós agora, como foi em todo tempo, certamente devemos tomar para nosso ensino.
        Minha esperança é que consiga o maior número de crentes sincero para um despertamento em oração. Nós carecemos de um avivamento em nossos dias. É urgente! Caso contrário teremos um terrível juízo vindo da parte de Deus. Sei que o Senhor pode tomar esse texto de 2 Crônicas para mobilizar nossos corações, fazendo que voltemos para ele. Sinto o peso da maldade em nossos dias! Vejo o terror da apostasia, mostrando sua ferocidade e emplacada de religiosidades. Sinto o espírito de mentiras, de hipocrisia imperando e tomando homens e mulheres, impedindo que eles vejam a realidade das coisas, assim como a palavra de Deus nos mostra.
        Com coragem, pois avancemos contra o mal!