terça-feira, 27 de setembro de 2016

A MARAVILHOSA IGREJA DE CRISTO I (8 de 8)




“Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a luz, pura como o sol e formidável como um exército com bandeiras?” (Cantares:10:6).

A IGREJA E SUA CONFISSÃO: “Quem é esta q. aparece como a alva do dia?”.

        Por que é necessário que a igreja tenha sua confissão? Já tenho mencionado o fato que tudo satanás tem feito ultimamente, a fim de tirar qualquer confissão. Tudo hoje funciona é como plástico, bonito, leve, agradável, mas nada tem de peso, de capacidade para suportar o fogo da prova e nada de durabilidade. Todos os “evangélicos” modernos estão dizendo que não carecemos de doutrinas, de pregação, de firme fundamento, etc. Todos estão usando o termo “paz”, a fim de ajuntar todos numa só fé, mas sem qualquer base. Comumente vemos os homens saudando uns aos outros com essa paz, assim como faziam os falsos profetas no Velho Testamento.
        Essa sempre foi e será a maior e mais “benevolente” proposta de satanás ao mundo, porque só ilude os corações e alimenta seus corações com mentiras, tornando os homens ainda mais cegos e soberbos. Mas não podemos esquecer que o mundo está descansado nos braços do pai da mentira (1 João 5:19). O mundo fica ainda mais gostoso e adaptado aos corações dos homens, quando satanás dá cores falsas às coisas. Quando os homens sentem que estão pisando o “tapete mágico” da paz, da prosperidade, do conforto carnal e da impressão de bem-estar com Deus, é aí que estão caindo nas mais perigosas ciladas e armadilhas mortais. O que parece ser de Deus hoje, na realidade é resultado desse ardiloso serviço prestado por satanás e seus instrumentos ao mundo. O que vemos hoje é paz e alegria no pecado; o que vemos hoje que a maldade está prevalecendo e a perversidade progredindo; o que vemos é o mundo bem amadurecido para receber o castigo punitivo de Deus, assim como ele fez com Sodoma e Gomorra.
        A igreja de Deus tem sua confissão e essa confissão deve ser firme, porque é a santíssima fé em plena evidência. A igreja de Deus aparece para declarar o sim, sim e o não, não; aparece para dizer: “Assim diz o Senhor!”; para mostrar ao mundo os atos de misericórdia de Deus e proclamar aos homens que há salvação somente em Cristo; para afirma categoricamente que os rebeldes serão atirados no lago de fogo e que os salvos irão morar no céu e herdar o reino de Deus para sempre. A igreja de Deus é a presença dos misericordiosos na face da terra; é a benção de Deus ao mundo.
        É impossível ocultar a igreja, porque sua luz não apaga; ela é a cidade edificada sobre o monte (Mateus 5:14). Sendo assim é impossível ser um crente em Cristo sem manifestar sua confissão. Quem é do Senhor não pode negar sua fé; quem é de Cristo há de brilhar. Paulo como um crente não podia se ocultar em Jerusalém e logo todos ficaram sabendo que ele agora era um homem diferente (Atos 9). Mesmo a covardia de Pedro não ocultava o fato que ele andou com Jesus. A vida do verdadeiro crente há de brilhar; seu testemunho há de falar mais alto. Qualquer ato de desobediência será tratado com disciplina (Hebreus 12) e o crente manifestará humildade e arrependimento.
        Essa é a igreja, aquela que aparece como “alva do dia”. Sua confissão revela que ela foi liberta pela verdade e que ela vive da verdade. A presença da igreja no mundo realmente esmaga este sistema mentiroso. Quando tudo parece que satanás  conquistou vitória; quando tudo parece que as trevas foi vencedora contra os santos; quando tudo parece que o mundo desfruta do conforto na mentira, eis que a igreja se ergue em poder e triunfo. Ninguém pode destruir a igreja, pois ela é poderosa e para sempre vencedora.
                Da igreja o fundamento é Cristo o salvador.
                Em seu poder descansa, é forte em seu amor.
                Pois nele alicerçada, segura e firme está.
                E sobre a Rocha eterna jamais se abalará!

       

A NOVA CRIAÇÃO DE DEUS (13 de 13)



                     
“E assim, se alguém está em Cristo é nova criatura; as coisas velhas já passaram, eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17)
A REALIDADE DA NOVA CRIAÇÃO: “...eis que se fizeram novas”.
        A nova criação em Cristo tem também como objetivo mostrar ao mundo a realidade do reino de Deus. Sem a presença dos salvos no mundo, eis que tudo é escuridão e os homens ficam impossibilitados de ver o que satanás está fazendo; suas estratégias, suas mentiras, suas manobras religiosas, seu trabalho em manter a multidão como escrava em seu império, e finalmente o triste destino que aguarda o pecador após a sua morte física. A nova criação em Cristo revela o trabalho do reino do céu; os salvos são resultados da obra de novo nascimento e eles são nascidos do alto (1 Pedro 1:23).
        A presença da nova criação em Cristo mostra ao mundo que o reino de Deus está presente; que o poder de Deus na salvação está em plena atividade; traz à lume o fato que a justiça de Deus em Cristo é evidenciada por meio de homens e mulheres salvos e que marcham vitoriosamente para o céu. Além disso, a nova criação mostra o quanto os salvos são de fato a manifestação do poema da graça na terra. Suas obras são diferenciadas, pois elas foram preparadas de antemão e são manifestas neste mundo através dos atos dos crentes (Efésios 2:10). Há infinita diferença entre as obras dos salvos e as obras dos não salvos. A nova criação produz obras que não são reconhecidas e premiadas pelo mundo. O mundo glorifica o que é do mundo. Mardoqueu denunciou dois homens que conspiravam contra a vida do rei Assuero, eles foram pegos e mortos. Mas o rei reconheceu o que Mardoqueu fez em seu favor? Claro que não! Mais tarde sim, quando Deus despertou o rei, então ele pode lembrar (Ester 6).
        Então, a nova criação proclama ao mundo que a verdade reina e não a mentira; proclama que a justiça aceita por Deus é a perfeita justiça achada em Jesus. Que ataque ao reino do diabo! A nova criação em Cristo proclama também que Cristo é a glória da nova criação; declara que ele foi exaltado e posto como Senhor pelo Pai, acima de todo nome (Filipenses 2:10); proclama a ruína do diabo, da morte, do inferno e do mundo, porquanto na cruz nosso Senhor destruiu todos esses poderes, triunfando para sempre. Proclama também que ele virá um dia; que ele descerá do céu com a nova criação (Apocalipse 19), para destruir de uma vez por todas este sistema de trevas, de perversidade e idolatria que agora vemos neste mundo.
        Por fim, a nova criação proclama o novo homem completamente diferente daquilo que o mundo mostra. Este sistema satânico exibe o orgulhoso, arrogante, poderoso, forte e cruel. A nova criação em Cristo exibe homens e mulheres humilhados. O que aconteceu foi que o que estava oculto apareceu; a lei chegou e desnudou o coração, mostrando a miséria oculta do pecado e em que situação o pecado deixou o homem caído. A nova criação mostra homens que viram seus pecados, mas que confessaram e foram salvos. Eles são os habitantes e cidadãos do céu andando na terra. São os verdadeiros servos de Deus e mostram pelas suas vidas que no reino de Deus sobressai-se aquele que mais serve e não aquele que é servido. Jesus, o Salvador e Senhor é o modelo a ser seguido, porque ele veio ao mundo, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar pecadores.
        Mas acima de tudo, a nova criação de Deus em Cristo prova o quanto tudo é belo em Cristo; o quanto as maravilhas da criação de Deus aparecem adornadas pelo amor; o quanto a justiça do Filho de Deus coloca tudo em harmonia e ordem; o quanto a santidade perfuma tudo e traz paz, conforto e segurança; o quanto até mesmo o mundo perverso pode respirar com a presença dos santos na terra. Sem a nova criação tudo é mentira, trapaça de satanás, e assim a festa religiosa deste mundo termina em morte e destruição eterna.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A NOVA CRIAÇÃO DE DEUS (12 de 13)




“E assim, se alguém está em Cristo é nova criatura; as coisas velhas já passaram, eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17)
A REALIDADE DA NOVA CRIAÇÃO: “...eis que se fizeram novas”.
        Com a força da graça devo encerrar esse assunto tão precioso aos corações santificados. A graça quando apresentada na fidelidade da palavra, ela aparece em seu resplendor e glória, adornada de poder e completamente vencedora sobre tudo e sobre todas as forças do mal. A graça é matéria endereçada aos santos e não há distinção, porque todos eles, cultos e simples são convidados a conhecer as maravilhas da obra da nova criação no meio dos homens.
        O texto emerge trazendo a mais preciosa lição: “...eis que se fizeram novas”. Visto que é esse o real objetivo da graça, então eis que um novo homem aparece. Onde há vida eterna, então o que era antigo se torna novo. Um novo homem aparece para encarar o novo caminho. Eis que surge um novo homem capaz de andar rumo ao céu. No domínio da morte não há movimentação para o céu; não há sinal de homens e mulheres andando sob o poder da graça na direção daquilo que é eterno e perfeito. A graça abriu caminho rumo ao céu em pleno ambiente infernal e escravizador do pecado. A graça ordenou: “Haja luz”, onde só havia escuridão, trazendo ruína para o império das trevas. A velha criação foi conspurcada pelo pecado e cercou este mundo com os grilhões e prisões da morte. Mas eis que irrompeu a nova criação para destruir toda força do mal e mostrar a glória de Deus àqueles que antes estavam “...destituídos da glória de Deus” (Romanos 3:23).
        Também, o novo homem aparece para exibir ao mundo justiça e santidade. Vejamos a tragédia ocorrida no Éden; vejamos o quanto os homens passaram a andar fazendo veredas tortuosas e enchendo o mundo de hostilidade contra Deus, de iniquidades e abominações. O que podemos esperar deste sistema pecaminoso? Por acaso o mundo pode melhorar por si mesmo? Onde não há justiça, retidão, pureza, então é certo que tudo vai de mal a pior e o que se espera é um abismo de eterno terror lá adiante. A criação de Deus foi feita em justiça e santidade, mas o pecado veio e trouxe nódoa e imundície em tudo; o pecado veio e na força da morte conseguiu fazer da criação um verdadeiro velório. A presença do pecado declara que os homens estão longe da glória de Deus; declara que é impossível para eles agradar a Deus e caminhar pelos caminhos de Deus.
        Mas eis que aparece agora a “nova criação” em Cristo, a fim de exibir o que Deus fez por meio da graça; que a força da nova criação foi superabundante; que homens nascidos de novo, marcados com a vida eterna e desfrutando dessa vida agora e para sempre, podem sim andar em justiça e santidade. Eles foram revestidos de Cristo; eles foram unidos ao Filho de Deus para sempre e agora podem exibir o fato que eles são justos e que essa justiça redunda em santidade. Na velha criação o traje deles era de prisioneiros do pecado (João 8:34), mas agora não, pois estão vestidos da pureza de Cristo e são plenamente aceitos por Deus como homens e mulheres feitos cidadãos do céu.
        Quem pode destruir os feitos da graça? Ninguém! Nem o diabo, nem a morte, nem os anjos, nem o inferno e nem os homens. Satanás tem imitar e fazer com que seus feitos religiosos dos últimos dias pareçam que são de Deus. Muitos são os falsos crentes; por fora são vistos pelo mundo como se fossem de Deus, mas a verdade é que é o velho homem condenado tentando se disfarçar. Mas logo o que vem do coração brota pela boca e pelo modo de viver, denunciando tudo. A nova criação é o homem do coração que dia a dia é transformado e parecido com Cristo no viver, conforme vemos em Romanos 12:2.

A MARAVILHOSA IGREJA DE CRISTO (7)




“Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a luz, pura como o sol e formidável como um exército com bandeiras?” (Cantares:10:6).

A IGREJA E SUA CONFISSÃO: “Quem é esta q. aparece como a alva do dia?”.

        Analisemos melhor essa confissão da igreja: “Quem é esta que aparece...”. Estou dando a isso, especialmente porque é possível detectar a ausência de genuína confissão por parte do atual cristianismo, e isso significa que o momento marca aparente alegria, mas a verdade é que examinando profundamente vemos que há falta de base sólida. Por essa razão vemos o quanto o mundo manifesta profundo desprezo ao cristianismo atualmente. Ora, o mundo é essencialmente organizado sem qualquer estrutura, porque tudo aqui funciona tendo como base a mentira, por essa razão o mundo desdenha sim de uma fé falsa, até mesmo demônios zomba de falsos crentes (Atos 19). Mas não é assim com a igreja do Senhor, pois ela aparece trazendo luz e isso significa que ela traz consigo uma confissão de fé, se qualquer titubeio.
        Vou mais adiante para mostrar o quanto a igreja, mesmo sendo odiada e perseguida pelo mundo, ela sempre causou um verdadeiro impacto, trazendo respeito e temor a Deus, especialmente depois das adversidades. Foi assim com a igreja em Jerusalém, porque ela era marcante em seu testemunho e bem corajosa em avançar, mesmo em face das perseguições. O que diz em Atos que a igreja encontrou a simpatia da parte de todos. O mundo vai acusar a igreja de que? Ela é o que ela manifesta em seu viver; ela nada tem a esconder perante o mundo; ela não se oculta, porque aparece como a alva do dia, declarando ao mundo que logo o sol da justiça há de aparecer.
        Posso afirmar também, que a confissão genuína da igreja está acima de qualquer exigência natural, porque a fé é chamada de santíssima fé (Judas 3). Mesmo em face daquilo que é bom, útil e agradável neste mundo, a confissão da igreja sobe às alturas e despreza tudo aquilo que parece ser tão belo e puro. A confissão da igreja está acima da natureza carnal, e até mesmo da própria vida. A igreja não está ocupada com isso, porque ela é uma entidade celestial. Sua confissão está firmada na autoridade da Palavra de Deus, fora disso tudo não passa de entulho, sem qualquer valor eterno. Quem é deste mundo sempre há de interessar-se por aquilo que é daqui, mas a igreja não traz consigo qualquer identificação com a terra, pois sua pátria está no céu (Filipenses 3:20).
        Também a confissão da igreja mostra que ela segue o caminho de santidade. Por santidade significa que a igreja está marcada como propriedade particular do Senhor (1 Pedro 2:9). A maior manifestação de decadência do cristianismo neste mundo aparece quando aqueles que afirmam ser crentes estão parecidos com o mundo em todos os aspectos; quando estão associados com este sistema que tanto odeia Deus, conforme estamos vendo em nossos dias. A igreja é diferente, porque foi comprada com o altíssimo preço de sangue, por essa razão os verdadeiros crentes hão de desprezar o mundo e o mundo há de odiar os genuínos santos do Senhor, conforme aquilo que nosso Senhor revelou aos seus discípulos em João 15 e 16).      Falsos mestres têm trazido o ensino de que a igreja deve se misturar com o mundo, a fim de ganhar o mundo, mas a verdade é que a igreja foi chamada para ser diferente, assim como uma água cristalina deve ser mantida pura de qualquer contaminação. O alvo maior da igreja não é ganhar o mundo, mas sim glorificar a Cristo no viver. É somente assim que a igreja realmente é útil aqui e é usada por Deus para grandes avivamentos e a salvação de muitos pecadores. O dono da igreja é o Deus santo e ele requer que os santos sejam santos em toda maneira de viver, como vemos em 1 Pedro 1:15 e também conforme o ensino de toda Escritura.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A MARAVILHOSA IGREJA DE CRISTO (6)



                      

“Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a luz, pura como o sol e formidável como um exército com bandeiras?” (Cantares:10:6).

A IGREJA E SUA CONFISSÃO: “Quem é esta q. aparece como a alva do dia?”.

        A única esperança para este mundo é a igreja. Nações que não tiveram a influência dos crentes foram destruídas pela visitação da ira de Deus; Sodoma e Gomorra não aceitaram o testemunho de justiça de Ló, por isso Deus arrancou seu servo de lá, a fim de destruir aquelas duas pervertidas cidades (Gênesis 19). Nações que fecharam a porta para o cristianismo têm sofrido terrivelmente as assolações da maldade, do crime, dos vícios e da idolatria. Vemos em muitos lugares que Deus aos poucos tem diminuído a influência dos crentes e consequentemente o mal tem avançado para a ruína e destruição de todos.
        Mas a confissão realmente tem início na conversão do crente: “Se confessarmos... (1 João 1:9). Essa é a confissão que abre o coração para a expulsão da liderança do pecado no coração; é a postura mais humilhante para o homem. Sem a confissão de seus pecados eis que ninguém conhecerá a salvação preciosa em Cristo. Quando pecadores confessam seus pecados, eis que seus corações passam a ter o fundamento da verdade e brota ali a confissão de fé. A fé cristã não pode ajuntar-se ao pecado; não pode haver concordância entre a luz e as trevas, entre o mal e o bem. Na sincera confissão eis que toda justiça própria é considerada como imundície e lançada fora como um trapo; eis que Cristo vem para habitar no coração e fazer reinar a luz ali. Infelizmente o evangelho moderno está mais interessado em coletar decisões do que buscar homens e mulheres arrependidos e confessos. O resultado é trágico, porque enche a igreja de falsos crentes, de elementos que jamais abandonaram seus pecados e que nada querem com Cristo em submissão e obediência.
        É na confissão que o homem é descoberto por Deus e passa a ser alguém transparente. Sem confissão a pessoa se torna hipócrita; sem confissão não há como pastorear sua vida, porque ele é ainda confessa seu amor ao mundo. Quando há confissão eis que o mundo vai perceber que aquela vida foi transformada. Notamos nos discípulos que suas vidas mostravam a diferença, porque nada ameaçava o testemunho deles: “Não podemos deixar de falar daquilo que vimos e ouvimos”. Na confissão sincera o salvo agora não tem mais medo das ameaças dos homens. Encaremos Raabe, pois quando os dois espias chegaram ela já tinha em seu coração uma declarada confissão de fé, pois o Deus de Israel era seu Deus, por isso ela não importava mais com a maldade e a perversidade do seu povo (Josué 2). A vida cristã do ladrão neste mundo durou apenas alguns minutos, mas podemos ver que na confissão dele estava pronto a dar às costas ao mundo e ao seu colega, a fim de encarar o salvador à sua frente e ganhar a entrada no Paraíso (Lucas 23:39-43).
        É claro que a confissão é algo do coração e só Deus mesmo percebe essa intimidade do pecador perante ele. Mas a mudança é perceptível num abandono do pecado e numa disposição de andar com Cristo e aprender da sua palavra. As circunstâncias diferem, mas a verdade é a mesma em cada convertido. Nenhuma pessoa poderá declarar ao mundo que é um verdadeiro crente em Cristo, se ele não foi a Cristo em sincera confissão de seus pecados. A purificação dos pecados faz do coração a base certa para a confissão de fé, como disse o homem que fora curado da cegueira: “Eu era cego e agora vejo” (João 9:25). Onde Jesus habita tudo agora é límpido e transparente; o reinado de Cristo no coração do homem não fica escondido dos homens, porque mexe com todo seu sistema de vida aqui. Para fazer parte da igreja precisa ter a confissão de fé: “Quem é esta que aparece como alva do dia...?”