quinta-feira, 1 de novembro de 2012

SOMENTE A MISERICÓRDIA




“Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus que usa de misericórdia” (Romanos 9:16)
        Ah! Como os homens estão enganados com respeito ao Deus da bíblia! A Palavra de Deus deixa bem claro que a salvação da alma não depende de quem quer, nem de quem corre. Vamos examinar essa declaração tão categórica das Escrituras.
         Primeiramente, não depende de quem quer. Por quê? Porque não há ninguém que quer. A Palavra de Deus é bem clara ao afirmar que não há ninguém que quer saber de deus, pelo contrário, a natureza humana luta contra deus, odeia a deus e foge de deus. A natureza cheia de orgulho tem total preferência pelos caminhos errados, pelos pensamentos perversos e pelas constantes práticas de maldades contra seu próximo, ofendendo a Deus constantemente.
         Em segundo lugar, também não depende de quem corre. Significa que não depende de seus esforços, da capacidade de buscar uma religião, praticar boas obras e ser excelente pessoa na sociedade. Veja como a bíblia expressa essa verdade de forma contundente: Não há quem entenda; não há quem busque a Deus (Romanos 3:11).
         Qual a resposta para as almas enganadas? O próprio verso responde claramente: “...mas de Deus que usa de misericórdia”. Eis aí a verdade tão gloriosa do verdadeiro evangelho. Meu amigo, o Deus da bíblia é o Deus de toda misericórdia. Tal verdade revelada em toda escritura traz muita humilhação para a arrogância humana, mas é essa a verdade solene.
         Amigo, que oportunidade para se humilhar perante o Deus de toda verdade! Ele mostra a gloriosa salvação somente a homens e mulheres que se arrependem! Peça a Ele o perdão de seus pecados e peça que o sangue do Seu filho venha lhe purificar agora!

MOTIVOS PARA A CONVERSÃO



  
Alleine
1. O Deus que fez você o convida muito graciosamente.
Sua natureza tão doce e misericordiosa o convida. Oh, Sua bondade, Sua infinita compaixão, Suas ternas misericórdias! Como o Céu está mais elevado do que a Terra, assim os Seus caminhos são mais elevados do que os nossos caminhos, e os Seus pensamentos mais elevados do que os nossos pensamentos. Ele é "cheio de compaixão, e piedoso, sofredor, e grande em benignidade e em verdade". (Salmo 86:15). Este é um grande argumento para persuadir os pecadores a voltarem-se para Deus. "... e convertei-vos ao Senhor... porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em beneficência, e arrepende-Se do mal". Se Deus não Se arrependesse do mal, isso seria um tanto desencorajador para o nosso arrependimento.
         Se não houvesse esperança de misericórdia, não seria de admirar que os rebeldes resistissem; mas jamais os súditos tiveram um príncipe tão gracioso, tão piedoso, paciente e clemente para tratar com eles como você tem. "Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade?" (Miquéias 7:18). Ó pecadores, vejam com que Deus vocês têm de tratar. Se simplesmente se voltarem para Ele, Ele "tornará a apiedar-Se de nós; subjugará as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar". (Miquéias 7:19). "... tornai-vos para mim, e eu tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos". (Malaquias 3:7).
         Os pecadores não caem por terem pensamentos muito elevados sobre as misericórdias de Deus, mas porque desprezam a Sua justiça ou porque prometem a si mesmos que há misericórdia fora dos caminhos de Deus. As misericórdias de Deus sobrepujam a toda imaginação; grandes misericórdias, múltiplas misericórdias (Neemias 9:19), ternas misericórdias, firmes misericórdias, eternas misericórdias; e todas elas serão vossas se vos voltardes para Deus. Vocês querem vir? O Senhor, tem deixado de lado o Seu terror e erigido um trono de graça. Ele apresenta o cetro dourado; toquem-no e vivam. Porventura um Homem misericordioso mataria o seu inimigo quando prostrado a seus pés, reconhecendo o erro, implorando perdão e desejando fazer um pacto de paz com ele? Muito menos o Deus misericordioso fará isso. Estude o Seu nome (Êxodo 34:7): "Que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniquidade, e a transgressão, e o pecado..." Leia também a experiência em Neemias 9:17.
         Os chamamentos e promessas de Deus que encorajam a alma, convidam-vos. Ah, que honesto solicitador é a misericórdia para vocês! Quão amorosamente, quão insistentemente ela os chama! Quão sinceramente ela os procura! "... Volta, ó rebelde Israel, diz o Senhor, e não farei cair a minha ira sobre vós, porque benigno sou, diz o Senhor, e não conservarei para sempre a minha ira. Somente reconhece a tua iniquidade... convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o Senhor... voltai, Eu curarei as vossas rebeliões. Tu te maculaste com muitos amantes; mas ainda assim, torna para Mim". (Jeremias 3). "Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois porque razão morrereis, ó casa de Israel?" (Ezequiel 33:11). "Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e fizer juízo e justiça, certamente viverá; não morrerá. De todas as suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou viverá... Vinde, e convertei-vos de todas as vossas transgressões e a iniquidade não vos servirá de tropeço. Lançai de vós todas as vossas transgressões... e criai em vós um coração novo e um espírito novo; pois porque razão morrereis ó casa de Israel? Porque não tomo prazer na morte do que morre, diz o Senhor Jeová; convertei-vos, pois, e vivei". (Ezequiel 18).
         Oh, que palavras comoventes e graciosas; a voz de Deus, e não de um Homem! Esta não é a maneira dos homens, pois o soberano ofendido processa o rebelde traidor e ofensor. Oh, como a misericórdia os segue e suplica! O vossos corações ainda não estão quebrantados? Oh, se hoje ouvissem a Sua voz!

O VELHO EVANGELHO Spurgeon




I. E, primeiramente, chamo a vossa atenção para as PERSONALIDADES DESTA CHAMADA: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.”

Se esquadrinhardes o versículo cuidadosamente, notareis que há uma dupla personalidade nesta chamada. É: “Vem tu — vem tu — a Mim, e Eu vos aliviarei.” Trata-se de duas pessoas que se aproximam entre si, uma outorgando e a outra recebendo o descanso. Mas não é, em qualquer caso, uma ficção, uma imaginação, um fantasma, um mito. És tu, tu, TU-TU, que estais realmente cansados e oprimidos, e que, portanto, sois seres reais, dolorosamente conscientes da vossa existência — sois vós que deveis vir a outro Ser, que é tão real como vós sois — Alguém, que é realmente, uma Pessoa tão viva, como vós sois pessoas vivas. Ele é Aquele que vos diz a vós: “Vinde a Mim, e Eu vos aliviarei.”
         Queridos amigos, quero que tenhais uma convicção muito clara da vossa própria personalidade; porque, às vezes, dá a impressão de que as pessoas se esquecem de que são indivíduos distintos de toda a gente. Se eu desse de presente uma moeda de ouro e se o seu som se escutasse à distância, a maioria dos homens estariam conscientes da sua própria personalidade, e cada qual olharia por si mesmo, e tentaria obter o prêmio. Porém, eu encontro com muita frequência, em relação com as coisas eternas, que os homens parecem perder-se na multidão e pensam nas bênçãos da Graça como uma espécie de chuva geral que pode cair nos campos de todos de maneira igual — mas, eles não esperam, particularmente, a chuva na sua própria parcela, nem desejam obter uma bênção específica para si mesmos. Agora, pois, vós, vós, VÓS, que estais cansados e oprimidos, despertai! Onde estais? A chamada do versículo não é para a vossa irmã, a vossa mãe, o vosso marido, o vosso irmão ou o vosso amigo, mas para vós: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.”
         Bem, agora que haveis despertado e senteis que sois uma personalidade distinta de todos os outros no mundo, vem o ponto de maior importância de todos — vós tendes de ir a outra Personalidade. “Vinde a Mim”, diz Cristo, “e Eu vos aliviarei.” Aqui peço-vos que admireis a maravilhosa Graça e a misericórdia desta providência. De acordo com as palavras de Cristo, vós obtereis a paz de coração, não por virdes a uma cerimônia ou a uma ordenança, mas por virdes a Cristo, a Ele mesmo! :“Vinde a mim.” Ele nem sequer diz: “Vinde ao Meu ensino, ao Meu exemplo, ao Meu sacrifício”, mas “Vinde a Mim.” É a uma Pessoa a quem deveis ir, a essa mesma Pessoa que, sendo Deus e igual ao Pai, Se despojou das Suas glórias e assumiu corpo humano:
“Primeiro, para na nossa carne mortal, servir.
E depois, para nessa mesma carne, morrer.”
         E vós deveis ir a essa Pessoa. Deve haver certa ação da vossa parte, o movimento de vós para Aquele que vos diz, “Vinde a Mim”—um movimento que se afasta de toda a outra base de confiança ou de porta de esperança, para Ele, como a Pessoa que Deus designou e ungiu para que seja o único Salvador, o grande depósito de graça eterna, em Quem o Pai Se agradou que habitasse toda a plenitude! Oh glorioso Homem, oh glorioso Deus, que assim podes falar com autoridade, e dizer: “Vinde a Mim, e Eu vos aliviarei!” Suplico-vos que ponhais de lado qualquer outro pensamento, exceto o de Cristo vivendo, morrendo, ressuscitando e subindo à Glória, já que Ele vos assinala, não a Casa de Oração, nem o Trono de Glória, nem o batistério, nem a Mesa da Comunhão; nem sequer as coisas mais santas e sagradas que Ele ordenou para outros propósitos — nem sequer ao próprio Pai, nem ao Espírito Santo — mas Ele diz: “Vinde a Mim.” Aqui deve começar a vossa vida espiritual, a Seus pés. E aqui deve ser aperfeiçoada a vossa vida espiritual no Seu peito, já que Ele é igualmente o Autor e o Consumador da fé! Que adoremos a Cristo, em Cuja boca estas palavras são tão adequadas e cheias de significado! Ele não pode ser menos que Divino,  Aquele que assim nos fala a nós: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.”

Os Mortos Bem-aventurados (3)




IV. A alma do cristão desfruta um intercurso e convivência gloriosas e imediatas com Cristo.
 Enquanto estamos presentes com os nossos amigos, temos oportunidade de convivência livre e imediata com eles, a qual não temos quando ausentes. Então, por causa do intercurso muito mais livre, perfeito e imediato com Cristo que os santos desfrutam quando ausentes do corpo, eles são representados adequadamente a estar presentes com Ele.
 O intercurso mais íntimo torna-se a relação na qual os santos se firmam em Jesus Cristo, e sobretudo torna-se a reunião perfeita e gloriosa para a qual eles serão levados com Ele no céu. Eles não são meramente seus servos, mas seus amigos, irmãos e companheiros; sim, eles são o Cônjuge de Cristo. Eles são os esposados ou noivos de Cristo enquanto no corpo, mas quando vão para o céu, chega a hora do casamento com Ele, e o Rei leva-os para o seu palácio. Cristo, quando estava neste mundo, conversou da maneira mais amigável com os discípulos e permitiu que um deles se inclinasse no seu peito, mas eles terão a permissão muito mais completa e livre de conversar com Ele no céu.
 Embora Cristo esteja ali num estado de exaltação gloriosa, reinando na majestade e glória do soberano Senhor e Deus do céu e da terra, dos anjos e homens, contudo esta condição não impedirá a intimidade e liberdade do intercurso, mas, antes, a promoverá. Ele foi exaltado, não só para si mesmo, mas para eles. Ele é o Cabeça sobre todas as coisas no interesse deles, para que eles sejam exaltados e glorificados; e, quando eles forem para o céu, onde Ele está, eles serão exaltados e glorificados com Ele e não serão mantidos a maior distância. Eles estarão indizivelmente mais aptos para esta situação, e Cristo estará em circunstâncias mais adequadas para lhes dar esta bem-aventurança. A visão da grande glória do seu Amigo e Redentor não vai infundir-lhes temor respeitoso e mantê-los a certa distância, deixando-os com medo de se aproximarem; mas, pelo contrário, com mais vigor os atrairá, os animará e os enredará à liberdade santa. Eles saberão que Ele é o seu Redentor e Amigo amado, o mesmo que os amou com um amor agonizante e, pelo seu sangue, os remiu para Deus. “Sou eu; não temais” (Mt 14:27). “Não temas; eu sou  o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo” (Ap 1:17,18). A natureza desta glória de Cristo que eles verão será tamanha que os atrairá e os encorajará, pois eles não só verão a majestade e grandeza infinitas, mas também a graça, condescendência, gentileza e doçura infinitas, iguais à sua majestade. Ele aparece no céu como “o Leão da tribo de Judá” (Ap 5.5), e também como “o Cordeiro que está no meio do trono.” Este Cordeiro será o pastor que “os apascentará e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida” (Ap 7:17).
 A visão da majestade de Cristo não lhes causará terror, mas só servirá para exalçar o prazer e a surpresa. Quando Maria Madalena estava a ponto de abraçar Jesus, cheia de alegria por vê-Lo vivo depois da crucificação, Jesus proibiu-a que o fizesse naquele momento, porque Ele ainda não havia ascendido. “Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Raboni (que quer dizer Mestre)! Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (Jo 20:16,17). Foi como se Ele tivesse dito: “Não é este o tempo e o lugar para essa liberdade que o teu amor deseja de mim. Isso está designado para o céu, depois de minha ascensão. Eu vou para lá, e tu que és minha verdadeira discípula deves, assim como meus irmãos e companheiros, logo estar lá comigo na minha glória.” Esse é o lugar designado para as expressões mais perfeitas de complacência e estima. Por conseguinte, os santos no céu encontram Jesus manifestando essas riquezas infinitas de amor para com eles, as quais Ele sentia desde a eternidade; e eles são capazes de expressar o amor que têm por Ele de uma maneira infinitamente melhor do que quando estavam no corpo. Assim, eles serão eternamente envolvidos pelos raios incalculavelmente luminosos, brandos e doces do amor divino, recebendo eternamente a luz e para sempre refletindo-a para a fonte.
 V. A alma do cristão é recebida numa comunhão gloriosa com Cristo na sua bem-aventurança.
 Os santos no céu têm comunhão com Cristo na sua glória e bem-aventurança no céu nos seguintes aspectos:
 1. Os santos no céu participam com Ele das delícias inefáveis que Ele tem no céu no prazer do seu Pai.
 Quando Cristo ascendeu ao céu, Ele foi recebido a uma bem-aventurança peculiar no prazer do Pai que, na paixão, se escondeu da face de Jesus; este prazer tornou-se relação na qual Ele estava com o Pai; e era uma recompensa satisfatória pelo grande e difícil serviço que Ele executara na terra. Então Deus mostrou-Lhe o caminho da vida, e trouxe-O à sua presença, onde há abundância de alegrias, para se assentar à sua mão direita, onde há prazeres eternamente, como está escrito acerca de Cristo (veja SI 16:11). Então o Pai fê-Lo o mais abençoado para sempre; Ele fê-Lo muitíssimo contente com o seu semblante. Os santos pela união com Cristo participam da relação filial dEle com o Pai e são herdeiros com Ele da felicidade no prazer do Pai, como parece estar insinuado pelo apóstolo e pelo salmista: “Eles se fartarão da gordura da tua casa, e os farás beber da corrente das tuas delícias; porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz” (SI 36:8,9). Os santos terão prazer participando com Cristo no seu prazer e verão luz na sua luz. Eles participarão com Cristo do mesmo rio de prazer, beberão da água da vida e do mesmo vinho novo no Reino do Pai. Esse vinho novo é especialmente aquela alegria e felicidade que Cristo e os verdadeiros discípulos participarão juntos na glória; que é a compra do sangue de Cristo ou a recompensa da sua obediência até a morte. Cristo, na sua ascensão ao céu, recebeu prazeres perpétuos à mão direita do Pai no prazer do amor do Pai como recompensa da sua obediência até a morte. Mas a mesma retidão é considerada tanto para a Cabeça quanto para os membros: e ambos terão comunhão na mesma recompensa, cada um de acordo com sua capacidade distinta.
 Os santos, no céu, participaram com Cristo do seu prazer com o Pai. Este facto manifesta a excelência transcendente da felicidade deles e a realidade deles serem admitidos a um privilégio imensamente mais elevado em glória do que os anjos.
 2. Os santos no céu participam com Cristo da glória daquele domínio ao qual o Pai o exaltou.
 Os santos, quando ascendem ao céu e são levados a sentarem-se junto com Cristo nas regiões celestiais, são exaltados para reinar com Ele. Por meio dEle são feitos reis e sacerdotes, e reinam com Ele e nEle sobre o mesmo Reino. Como o Pai lhe designou um Reino, assim Ele o designou para eles. O Pai designou o Filho para reinar sobre seu próprio Reino, e o Filho designa os seus santos para reinar no seu. Os santos no céu estão com os anjos, os ministros do Rei, por quem Ele administra os assuntos do Reino e que estão subindo e descendo continuamente do céu à terra e são empregados dia-a-dia como espíritos ministradores a cada membro individual da Igreja; ao lado da ininterrupta subida de almas dos santos que morrem de todas as partes da Igreja militante. Então os santos têm vantagem muito maior de verem o estado do Reino de Cristo e as obras da nova criação, do que tinham quando estavam neste mundo, como alguém que sobe ao topo de uma alta montanha tem maior vantagem de ver a face da terra neste mundo, do que tinha quando estava num vale profundo ou numa floresta espessa, cercado por todos os lados com as coisas que impedem e limitam a visão.