sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A LIVRE MISERICÓRDIA




“Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia; compadecer-me-ei de que eu aprouver ter compaixão (Romanos 9:
         O evangelho moderno está completamente equivocado quanto ao conhecimento de Deus. Na mensagem tão agradável às perspectivas carnais o homem está entronizado e Deus é tido como o seu serviçal. Na teologia moderna Deus é visto como alguém que faltou com justiça, por isso os homens estão sofrendo.  
         No evangelho pregado por Paulo Deus se revela aos homens por meio de sua misericórdia. Eis aí a porta aberta para que miseráveis pecadores tenham o conhecimento do verdadeiro e glorioso Deus. Qualquer outra mensagem que tranque a porta da misericórdia a fim de apresentar outras portas abertas às necessidades humanas, não é proveniente da Palavra da verdade; não é o evangelho da glória de Cristo, (2Coríntios 4:4) é, porém o evangelho anunciado pelos falsos mestres, de forte atração à carne. Nessa mensagem quem aparece é satanás, o deus deste século (2Coríntios 4:4), o esperto pai da mentira. Ele é louvado e admirado por corações soberbos e amantes deste mundo.
         Em Romanos 9 temos a mensagem da verdade, o evangelho que humilha o homem, glorifica a Deus, porém conduz a alma condenada ao seu lugar próprio – no pó. Eis aí o Deus que se revelou aos pecadores! Eis aí o Deus que em nada necessita de miseráveis pecadores como nós! Eis aí o Deus que se usasse de justiça, segundo nossos merecimentos, ordenaria para que fôssemos imediatamente banidos na eternidade de terror.
         O Deus que se tornou conhecido dos pecadores por meio da Sua misericórdia é livre para agir como Ele bem quiser. Ele nada deve a ninguém; não existe concorrente com Ele, porquanto é Ele o único soberano Senhor; de nada necessita, porquanto é suficiente Nele mesmo e não necessita absolutamente de qualquer coisa para ser mais Deus do que Ele é e será eternamente. Ele é Deus salvando pecadores e continuará sendo Deus se a ninguém salvar.
         Tal verdade conduz os homens ao temor e tremor. Afinal, vermes como nós vamos nos atrever a tomar uma postura diferente? Como resultados do sermão de Pedro no dia de pentecostes, três mil pessoas foram compungidas no íntimo ante a verdade que elas eram completamente culpadas. Foi ali que o Deus de misericórdia entrou em ação para salvar e encher suas almas de um contagiante e contínuo temor.
         Como pode o homem ser achado pelo Deus de misericórdia? A resposta é simples: Quando o homem for encontrado em humilhação perante Ele. Ele é o Deus dos contritos e quebrantados; é o Deus que tem prazer em comunicar com aqueles que estão no pó, reconhecendo sua culpa e buscando perdão e purificação no Filho. Amigo leitor, o próprio Filho de Deus veio ao mundo e tornou-se um verme como nós, a fim de que tornasse nosso perfeito redentor e salvador. Pense bem, aquele que jamais conheceu pecado entrou aqui para conhecer a profunda miséria humana a fim de tornar-se nosso glorioso mediador.
         Todo verdadeiro crente sabe o que significa o Deus de toda misericórdia. Não há lugar no crente para arrogância, atrevimento e presunção. O genuíno crente sabe que é o que é pela força da poderosa graça, por isso submete-se continuamente aquele que tanto lhe amou. A misericórdia coloca o homem no lugar de um verdadeiro homem, para andar no caminho da humildade até o dia final.
         Meu amigo, corra desse evangelho que parece ser de Deus, mas sondado e examinado à luz do evangelho pregado por Paulo não passa de outro evangelho. Satanás continua bem ativo em querer imitar a Deus. Aproveite a oportunidade para cair aos pés daquele que foi enviado para salvar perdidos.
        

Aviso aos leitores

Neste fim de semana estarei fora. Por isso vocês não vão receber novos assuntos no Blogger.
Minha esperança é que os assuntos antigos que foram enviados sejam alimentos bem quentinhos e postos à mesa para todos.
No desejo de ver o Rei da glória sendo glorificado com a verdade do evangelho, envio saudações a todos.
Pr. David Sena

OS MOTIVOS PARA A CONVERSÃO (1)




Alleine
         Embora aquilo que já foi dito a respeito da necessidade da conversão e das misérias do não convertido possa ser suficiente para induzir qualquer mente ponderada a decidir-se quanto a uma volta imediata para Deus, contudo, sabendo, que o coração do Homem é por natureza um bloco de obstinação e de dureza sem esperança, considero necessário acrescentar alguns motivos para persuadir-vos a serem reconciliados com Deus.
         "Ó Senhor, não me faltes agora, na minha última tentativa. Se há alguma alma que tenha lido até aqui e ainda não tenha sido tocada, apressa-Te a tocá-la agora, ó Senhor, e faze a Tua obra. Toma-lhe o coração, conquista-a, persuade-a, até que ela diga: "Tu prevaleceste, pois és mais forte do que eu!" Senhor, não me fizeste Tu um pescador de homens? Tenho trabalhado todo este tempo e nada tenho apanhado. Que tristeza, tanto esforço despendido à toa! Agora, lanço a rede pela última vez. Senhor Jesus, fica na praia e mostra-me como e onde hei de lançar a rede. E permite que eu envolva com argumentos as almas que busco, de modo que elas não consigam escapar. Senhor, opera agora por uma multidão de almas; que a rede venha cheia. Oh, Senhor Deus, lembra-Te de mim, peço-Te, e fortalece-me mais uma vez, ó Deus".
         Irmãos e amigos, o Céu e a Terra chamam por vocês; sim, o próprio Inferno proclama a doutrina do arrependimento para vocês. Os ministros das igrejas trabalham por vocês. Os anjos celestiais esperam por vocês, pelo vosso arrependimento e pela vossa volta para Deus. Ó pecador, por que devem os demônios rir da sua destruição, zombar da sua miséria, e divertir-se com a sua loucura? É o que vai acontecer com você, caso não venha a arrepender-se. E não seria melhor se você se tornasse uma alegria para os anjos do que uma zombaria e uma diversão para os demônios? Se verdadeiramente, se arrependesse, as hostes celestiais cantariam a antífona: "Glória a Deus nas alturas"; as estrelas da manhã se uniriam em cântico e todos os filhos de Deus proclamariam a alegria e celebrariam esta nova criação, da mesma forma como fizeram com a primeira. O seu arrependimento resultaria num feriado celestial e os espíritos gloriosos regozijar-se-iam porque um novo irmão teria sido acrescentado à sociedade deles, um outro herdeiro teria nascido para o Senhor, e um filho perdido recebido são e salvo. As lágrimas do verdadeiro penitente são, de fato, o vinho que alegra tanto a Deus como ao Homem.
         Se achar pouco que homens e anjos se alegrariam com a sua conversão, saiba que o próprio Deus também Se regozijaria com você, até mesmo com cânticos (Lucas 15:9; Isaías 62:5). Jacob nunca chorou com tanta alegria abraçado a José, como o Pai Celestial iria regozijar-Se com a sua volta a Ele. Examine a parábola do filho pródigo. Imagino o velho pai deixando de lado a sua condição e esquecendo a sua idade; veja como ele corre. A misericórdia é a causa de tanta pressa, o pecador não tem nem a metade dessa velocidade. Veja como o seu coração se comove, como a sua compaixão se apieda. Quão perspicaz é o amor! A misericórdia espreita-o de longe; esquece-se da sua vida ímpia, da sua rebelião abominável, da sua terrível ingratidão — nenhuma palavra a respeito disso — e o recebe de braços abertos, lança-se ao seu pescoço e beija-o; manda buscar o bezerro cevado, o melhor vestido, o anel, os sapatos, a melhor comida que há na despensa celestial, as melhores vestes que há no guarda-roupa do Céu.
         Sim, a alegria não pode ser contida em seu peito. É preciso que outros sejam convidados a participar. Os amigos simpatizam-se, mas nenhum deles conhece a alegria que o pai tem com seu filho renascido, que ele recebeu dentre os mortos. Parece-me ouvir a música à distância. Oh, a melodia dos coristas celestiais! Não posso aprender o cântico (Apocalipse 14:3), mas acho que ouço o tema de todo o coro harmonioso, a uma só voz, começar a cantar suavemente: "Porque esse meu filho estava morto e reviveu, tinha se perdido e foi achado". Não preciso dar mais explicações sobre a parábola. Deus é o Pai; Cristo é a provisão; a Sua justiça é o vestido; a Sua graça são os ornamentos, os ministros, os santos e os anjos são os amigos e os servos, e você, leitor, caso se arrependa sinceramente e se volte para Deus, é o pródigo bem-vindo, a feliz instância desta graça, o bendito tema desta alegria e amor.
         Ó rochedo! Ó inflexível! Ainda não se moveu? Ainda não resolveu a voltar-se imediatamente para a misericórdia? Vou tentar mais uma vez. Se lhe fosse enviado alguém dentre os mortos, iria convencer-se? Ora, ouça a voz dentre os mortos, dentre os condenados, implorando para que você se arrependa: "Rogo-Te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai; pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento". (Lucas 16:27-28).
         Ó Homem, escute: os seus predecessores em penitência clamam a você das chamas do Inferno para que se arrependa. Oh, olhe para o sem fundo. Não vê como a fumaça do tormento deles sobe sem cessar? O que acha daquelas cadeias de trevas? Será que você pode contentar-se a ser queimado? Não vê como os vermes consomem e como o fogo devasta? O que diz a esse abismo de perdição? Vai fazer lá a sua habitação? Oh, encoste o seu ouvido à porta do Inferno. Pode ouvir as maldições e as blasfêmias, os choros e lamentações, como se queixam de Suas loucuras e amaldiçoam o dia em que as praticaram? Como eles urram e rangem os dentes! Quão inconcebíveis são as suas misérias! Quão profundos os seus lamentos! Se os gritos de Coré, Datã e Abirão foram tão terríveis que a terra se partiu em pedaços, abriu a sua boca e os engoliu, bem como a todos os que lhes pertenciam, de tal forma que todo o Israel fugiu ao ouvir o grito deles (Números 16:33-34), quão terrível seria o clamor se Deus tirasse a tampa da boca do Inferno e permitisse que os gritos dos condenados subissem em todo o seu terror entre os filhos dos homens! E esta é a ênfase e o peso penetrante e esmagador dos seus lamentos e misérias: "Para sempre! Para sempre!"
         Assim como vive o Deus que fez a sua alma, você está apenas a algumas horas disso tudo, a menos que seja convertido.
         Oh, estou mesmo engolfado na abundância dos argumentos que poderia sugerir. Se há uma coisa sábia no mundo que se deve fazer, é arrepender-se e vir. Se há algo justo e razoável, é isso. Se há algo que possa ser chamado de loucura e insensatez, ou algo que possa ser considerado estúpido, absurdo, embrutecido e irracional é isto: continuar no seu estado de incredulidade. Eu imploro-lhe, se não quiser destruir-se a si mesmo, que pare e pese, além daquilo que já foi dito, os seguintes motivos; e permita à consciência dizer se não é mais razoável você arrepender-se e voltar-se para Deus.

O VELHO EVANGELHO Spurgeon




Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.” (Mateus 11:28)
         Sem dúvida, vós já escutastes muitos sermões que tiveram como base este versículo. Eu mesmo o utilizei, não sei quantas vezes—não às vezes suficientes, contudo, como queria fazê-lo, se Deus me desse vida! Este versículo é uma daquelas grandes e inesgotáveis fontes de salvação das quais podemos extrair sempre um conteúdo, porquanto jamais a podemos extinguir. Um nosso provérbio diz: “As fontes mais tiradas são as mais doces.” E, quanto mais tiramos dum versículo como este, mais doce e cheio de significado ele se torna para nós.
         Nesta ocasião, vou utilizar este versículo de uma maneira especial, para extrair apenas um único ponto do seu ensino. Poderia falar, se assim o quisesse, do repouso que Jesus Cristo dá ao coração, à mente e à consciência daqueles que acreditam Nele. Este é o repouso, este é o refrigério que encontram aqueles que vêm a Ele, já que podemos ler no versículo: “Eu vos refrescarei” ou “Eu vos aliviarei”. E eu teria um tema muito doce se falasse sobre o maravilhoso alívio, do Divino refrigério, do bendito repouso que vem ao coração quando há fé em Jesus Cristo.
         Que todos vós possais experimentar essa bênção, queridos amigos! Que o vosso repouso e a vossa paz sejam muito profundas! Que não seja um descanso fingido, mas seja um descanso que resista ao exame e à verificação! Que o vosso repouso seja duradouro! Que a vossa paz seja como um rio que nunca deixa de correr! Que a vossa paz seja sempre uma paz segura, não uma paz falsa, cujo fim é a destruição! Mas uma paz verdadeira, sólida, justificável, que resista durante todo o tempo da vossa vida, e, que por fim, se dissipe no repouso de Deus, à Sua mão direita, por toda a eternidade! Bem-aventuradas são as pessoas que assim descansam em Cristo—que possamos nós estar entre esse número—e se assim é conosco, que possamos entrar já, ainda mais profundamente no Seu glorioso descanso.
         Eu também poderia falar queridos Amigos, acerca das diversas maneiras nas quais o Senhor dá descanso aos Crentes. E eu poderia dirigir-me, especialmente, a alguns de vós que são Crentes, mas que não pareceis entrar no descanso como tendes a obrigação moral de o fazer. Há alguns de nós que trabalhamos em excesso com as coisas deste mundo, ou somos atribulados pelos nossos próprios sentimentos. Estamos perplexos e somos sacudidos daqui para acolá por dúvidas e temores. Deveríamos estar descansando, já que “nós que temos crido, entramos no repouso”. O repouso é o nosso dote legal — “Sendo justificados pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” Mas, de uma maneira ou de outra, alguns dos que são assim justificados não parecem alcançar esta paz, ou gozar deste repouso como deveriam, e talvez, enquanto eu falo, que eles possam encontrar a razão pela qual não obtêm o repouso e a paz que deveriam ter.
         Certamente, o nosso Senhor Jesus Cristo, quando pronunciou as palavras do nosso versículo, não falou apenas para um grupo em particular. Para todos os que estão cansados e oprimidos — quer sejam Cristãos amadurecidos ou gente não convertida — Ele diz: “Vinde a Mim, e Eu vos aliviarei.” Eu certamente me regozijarei se, como resultado do meu sermão, alguns dos que aqui vieram aflitos e queixosos, talvez com um espírito decaído e um coração oprimido, venham novamente a Cristo, aproximando-se dEle uma vez mais, entrando em contacto novamente com Ele, e assim encontrarão descanso para as suas almas. Então, será duplamente doce vir e estar sentado à Mesa da Comunhão, descansando durante todo esse tempo — repousando e festejando — não de pé, com os lombos cingidos e com o bastão na mão, como fizeram aqueles que participaram da Páscoa no Egito — mas repousando, como fizeram aqueles que participaram da Último Ceia, quando o Senhor estava reclinado no meio dos Seus apóstolos. Portanto, que as vossas cabeças repousem espiritualmente sobre o Seu peito e que os vossos corações encontrem refúgio nas Suas feridas, enquanto O ouvis dizer-vos outra vez: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.”
         No entanto, não é a respeito dessa Verdade de Deus em particular sobre a qual vos falarei hoje. Quero tomar somente este pensamento — a Glória de Cristo, de maneira que Ele nos possa dizer algo assim — o esplendor de Cristo, para que seja possível que Ele diga: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.” Estas palavras, provenientes da boca de qualquer outro ser humano, seriam ridículas e até blasfemas. Pensemos no poeta mais inspirado, no maior filósofo, ou no rei mais poderoso, mas quem, até com a alma muitíssimo maior, se atreveria a dizer a todos os que estão cansados e oprimidos em toda a raça humana: “Vinde a Mim, e Eu vos aliviarei”? Onde há asas tão largas que possam cobrir a cada alma entristecida, exceto as asas de Cristo? Onde há um porto de abrigo com a capacidade suficiente para albergar a todos os navios do mundo, para refugiar a cada navio sacudido pela tempestade que alguma vez tenha sulcado o mar? Onde, a não ser no refúgio da alma de Cristo, em Quem habita toda a plenitude da Deidade! E, portanto, em Quem há espaço e misericórdia suficientes para todos os afligidos filhos dos homens!
         Então, esse será, o sentido da minha mensagem. Que o Espírito de Deus, pela Sua graça me ajude a apresentá-lo!

QUER ENFRENTAR DEUS?




Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel; pois o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade,nem benignidade, nem conhecimento de Deus. Só prevalecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; há violências e homicídios sobre homicídios”. (Oséias 4:1,2)
            Caro amigo, você tem coragem de continuar desafiando o próprio Deus? Nos dias do profeta Oséias o Grande Deus ameaça destruir Israel por causa das maldades existentes na nação.
            O que acontecia nos dias do profeta Oséias está ocorrendo em nossos dias aqui no Brasil: Perjurar (a prática da infidelidade em tudo), mentir, matar, furtar, adulterar, violências e homicídios, além de outras atividades abomináveis praticadas por homens e mulheres.
            O grande Deus afirma que “tem uma contenda com os habitantes da terra”. O Deus que reina no céu e na terra avisa a todos os homens que Ele é o glorioso Deus; que não há qualquer dificuldade em causar destruição contra aqueles que ousam desafiá-Lo, continuando a viver uma vida tortuosa no pecado. O que Ele fez no passado está fazendo em toda terra, para que todos saibam que somente Ele reina e que a terra pertence exclusivamente a Ele.
            Mesmo assim vemos como os homens continuam cada dia enfrentando o Todo Poderoso! Milhares continuam usando seus corpos, seus bens, tudo que receberam provisoriamente a fim de andar por caminhos sujos, provocando o Senhor. Acham que o Senhor Deus é fraco e vão passar despercebidos. Quanto engano!
            Meu amigo, como pode enfrentar o Deus que odeia o pecado? Como pode um mero mortal ignorar as sérias advertências daquele que é Santo e tremendo? A melhor atitude para homens e mulheres é humilhar perante o Deus da Bíblia, antes que seja tarde demais.
            Amigo, volte para a Palavra de Deus de todo seu coração, pois Cristo é o Salvador daqueles que se arrependem de todo coração!