sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

NÃO ÉS QUENTE, NEM ÉS FRIO” (8)




“Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3:16)
                               NEM É FRIO, NEM É QUENTE. É MORNO
        Quão importante é que conheçamos a situação daquele que jamais foi achado pela graça, mas que mesmo assim se colocou dentro da igreja como se fosse um crente. Quão perigosa é essa condição, porque o Senhor dono da igreja continuamente investiga sua igreja; ele ama seu povo, cuida dos salvos e conduz seus santos em disciplina, proteção e santidade, porque é o povo dele, pelo qual ele se entregou na cruz. A igreja é o povo de Deus na terra sendo preparado para honrar o nome do Senhor num ambiente de trevas, brilhando com a luz da glória de Cristo e caminhando para sua morada celestial.
        Os falsos crentes não pertencem ao Senhor. Ele mesmo afirma que conhece os que lhe pertence. Em João 10 vemos como o Senhor tem plena afinidade com seu povo, intitulando-o de ovelhas dele. Em suas palavras tão claras e simples, nosso Senhor mostra a conexão de amor, carinho, comunicação e graça que ele demonstra por todos aqueles por quem ele mesmo se entregou na cruz. Não há uma ovelha sequer, nem mesmos as mais simples, que fica sem esse infinito e eterno cuidado do Senhor; ele não perde de vista ninguém dos salvos, nem os mais distantes, mais pobres, idosos ou jovens. Todos igualmente recebem o mesmo tratamento gracioso da parte do Senhor.
        Mas não é assim com os falsos crentes. Podemos observar que eles não se interessam pela palavra de Deus; que eles não se importam em se alimentar da verdade. Realmente eles são contentes com sua própria fé, mas essa fé nada possui de ligação com a graça de Deus no viver diário. Os espiritualmente mornos não passam disso, não se interessam por santidade nem avançam numa fé que se destaca em honrar a Deus aqui. Eles estão num navio sem que tenha um piloto para guiar para o destino certo. Quem chamou tais pessoas? Normalmente vemos tais pessoas firmadas no homem, tendo o braço humano como seu forte aliado, por essa razão estão sempre prontos a honrar muito bem aqueles que fazem exatamente o que eles gostam.
        Ora, a igreja do Senhor segue firme e resolutamente para o céu, mas o morno atrapalha. Israel ficou vagando pelo deserto por quarenta anos, por causa daqueles elementos que se ergueram contra Deus devido a incredulidade. Os mornos espirituais funcionam como peso morto no caminho, atrapalhando aqueles que querem andar peregrinando para o céu. Normalmente vemos como pastores fieis têm dificuldades com tais pessoas, porque eles sempre estão se opondo às verdades, aos ensinos que são deveras importantes para o crescimento salutar dos salvos. Normalmente eles não têm qualquer interesse pela comunhão uns com os outros; não trabalham, dando um bom testemunho, a fim de que pecadores venham ouvir a mensagem do evangelho e são vistos criando facções dentro da igreja.
        Ah! Tais pessoas são importantes no trabalho do Senhor? Ora, se o ambiente for de um clube e não de uma igreja, então basta ter um bom líder que tudo funcionará como elementos assim querem. Quando a programação tem em vista programas sociais, agradáveis ao viver aqui, então eles se sentem bem e estão dispostos a trabalhar para que tudo funcione de acordo com o ambiente. Nada contra essas atividades, porque a igreja precisa. Mas a igreja de Deus não é um clube, nem uma empresa. Ela é a casa de Deus, o lugar do santuário do Deus vivo, onde Deus é temido e adorado por homens e mulheres que foram tirados da morte para a vida.
        Que o Senhor tenha misericórdia do Seu povo, especialmente nestes dias tomados por elementos perversos e travestidos de evangélicos.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (3)




aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
PERTENCE A CRISTO: “...compres de mim...”
        A religião mundana é na realidade um esforço do próprio homem na busca por algo que parece ser ouro puro. A natureza humana sempre ousa divinizar alguém que parece ter muita fé. Já citei várias vezes Israel e o bezerro de ouro, mas aquela ilustração mostra o que os homens fazem para colocar seus corações e adorá-lo. Até mesmo os homens podem ser tomados como objetos de veneração e adoração. Aliás, o espírito desta época é distintamente idólatra, até mesmo no meio cristão. O Salmo 115 ensina como os homens no mundo são assim, porque eles não têm olhos para contemplar o invisível, então eles fazem seus deuses e põem sua fé neles. Os crentes têm em Jesus o Autor da fé e é dele que emana tudo o que os salvos precisam para viver e confiar em Deus neste percurso de peregrinação.
        Voltemos para o texto, porque nosso Senhor desafia os espiritualmente soberbos, para que comprem Dele ouro puro, refinado. O que acontece é que eles não têm qualquer recurso aqui e neles para adquirir fé. Muitos pensam que poderão entrar no céu pela sua própria fé, mas logo se percebe que não há neles qualquer poder para trilhar o caminho para o céu; que não há neles santidade para enfrentar um mundo maligno e pervertido, a fim de agradar a Deus. Aqueles “crentes” de Laodicéia podiam argumentar com o Senhor, dizendo que criam nele como seu Salvador, mas o fato que a fé deles não veio do ouro puro e provado – o Senhor Jesus. Como eles podem comprar isso? Os homens têm recursos neles mesmos para entrar no céu? Eles fazem muitos esforços; tentam de todos os meios fazer sacrifícios e mostrar o quanto estão aptos para servir a Deus. Mas tudo inútil. A fé que vem de Cristo é a única que agrada a Deus, por isso os salvos são os únicos que podem agradar a Deus no viver.
        Caro leitor, a fé humana é feita de barro, a fé dos salvos é ouro puro. A fé natural é como dinheiro falso, não tem valor. Não me esqueço em que uma vez fui fazer compras num supermercado e quando fui ao caixa havia uma senhora na minha frente. Ela passou a mercadoria que procurava, na hora de pagar ela tinha na mão uma cédula bem dobrada e entregou-a para a moça do caixa. Quando a moça abriu a cédula descobriu que não tinha valor, pois era nota antiga que não valia mais. Aquela mulher teve que enfrentar a vergonha de ser expulsa dali, para não ser presa. Assim como aquela cédula, a fé natural não tem valor para Deus, por isso que milhares estão iludidos aqui e serão surpreendidos no dia do juízo.
        Os efeitos da fé natural são vistos no próprio estilo de vida daqueles que estão enganados. A fé natural não veio de um coração quebrantado, por isso não há temor no viver. O temor a Deus é a marca que distingue o homem salvo do não salvo. Outro detalhe é que a fé falsa revela que a pessoa não é provada; sua vida não enfrenta qualquer obstáculo; tudo para a fé natural e fácil e simples; a vida aqui consiste de ter bênçãos materiais e descanso neste mundo. Observa-se também que a fé natural não tem qualquer ligação com a graça operante de Deus. A pessoa não tem um vínculo de obediência à verdade. A fé veio dele, então a decisão é sempre dele. Se não quiser estar nos cultos, não vai estar mesmo.
        O compromisso da fé natural é com a própria pessoa que afirma crê. Tudo na vida dela foi algo simples e fácil; ela passou da morte para a morte e não da morte para a vida. Essa fé não possui “músculos espirituais” para andar rumo ao céu, para enfrentar o mundo com seus ataques contra a fé cristã. Então, tal fé veio do homem é morrerá nele e com ele; é uma corda que arrebenta fácil ante as pressões da vida aqui.

“NÃO ÉS QUENTE, NEM ÉS FRIO” (7)



                            
“Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3:16)
                               NEM É FRIO, NEM É QUENTE. É MORNO.
        Oh! Quanto perigo envolve uma alma que se acha espiritualmente num estado de neutralidade! Não houve elogios da parte do Senhor para a igreja de Laodicéia; ele não a tratou como seu povo, pelo contrário houve sim advertência e chamada ao arrependimento, devido ao trabalho do Senhor neste mundo em chamar os pecadores ao arrependimento. Os mornos espirituais não servem para Deus; não fazem parte do amor do Senhor, por isso não são partícipes da disciplina dele. O morno espiritual tem seu coração mundano, coberto com uma perigosa capa de orgulho, de tal maneira que ele não percebe os perigos que o cercam.
        Milhares se encontram nessa condição tão letal, especialmente porque a falsa paz insere neles um sentimento de conforto e de paz, enquanto a atmosfera ao derredor indica que há paz e segurança. Para a mulher de Ló tudo era belo e lindo no convívio com aquele povo corrompido de Sodoma. Certamente ela não era participante das terríveis e hediondas práticas daqueles cidadãos, mas o seu amor pelo ambiente e o prazer de ter tudo o que queria foram suficientes para leva-la à destruição eterna. O maior perigo que envolve este mundo é o fato que ele tem seu lado agradável e aparentemente inocente. É exatamente aí que muitos são pegos desprevenidos. Os verdadeiros crentes são bem definidos em sua posição em relação ao mundo, por isso cantam: “O mundo vil já desprezei e seu caminho abominei”.
        A neutralidade espiritual indica que há ódio no íntimo contra a verdade. Na realidade essa é a maior desgraça que paira sobre o sistema evangélico moderno. Se os homens receberem uma mensagem fácil, uma notícia boa de que qualquer um poderá entrar no céu apenas com uma “decisão por Cristo”, é óbvio que os resultados serão desastrosos. Não estou desprezando muitas decisões sinceras e que mostram isso pelo amor à palavra de Deus no viver. O que eu estou afirmando aqui é que o evangelho deve penetrar no coração, porque Deus exige a verdade no íntimo. O evangelho barato e fácil cria essa espécie de pessoas que nada experimentaram da sincera confissão que parte de corações arrependidos. Os homens por natureza odeiam a verdade revelada, eles querem uma verdade superficial que acreditam que vai beneficiar suas vidas após a morte.
        Meditemos juntos em elementos como Coré, Datã e Abirão. Aqueles homens foram tirados do Egito com todo povo de Israel; participaram das bênçãos de ver Deus com sua mão poderosa conduzindo o povo para Canaã. Mas quando chegou o momento adequado eles mostraram o que eram no coração, homens perversos, revoltados contra Deus, ambiciosos por posição e com seus corações ligados ao Egito. Eles queriam a posição de Moisés, porque assim poderiam liderar o povo para voltar para a escravidão de outrora. Tenho tido experiência com elementos desse tipo, porque eles facilmente se escondem detrás de uma capa de crentes; afirmam categoricamente que vão para o céu, mas seus atos mostram o quanto desprezam Deus, sua liderança e sua palavra.
        O que vai acontecer com milhares, caso não se arrependam, é que vão enfrentar o terrível juízo do Senhor. Não foi assim com Coré, Datã, Abirão e muitos outros que aderiram a ele? Quando o juízo chegou não houve lugar de arrependimento e assim partiram vivos para o abismo. Hoje mesmo o bondoso Senhor convida homens e mulheres, para que se humilhem e se convertam de todo coração. Milhares que estão aliados à igreja de Laodicéia podem ser arrancados de lá, porque o Senhor é bondoso e misericordioso.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

“NÃO ÉS QUENTE, NEM ÉS FRIO” (6)




“Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3:16)
                               NEM É FRIO, NEM É QUENTE. É MORNO.
        O mundo incrédulo age com frieza, indiferença para Deus ou com ódio e intensa perseguição. Mostrei isso usando a vida de Saulo de Tarso. Todos os crentes sabem disso e têm experiências tiradas do viver diário. Até mesmo nossas vidas no pecado testemunharam nossa frieza ou nosso intenso calor contra Deus. Mas no caso da igreja de Laodicéia é diferente porque, na nossa linguagem corriqueira, não é oito nem oitenta. Os falsos crentes estão localizados entre a perseguição e a indiferença e essa postura às vezes dificulta a percepção de pastores e de verdadeiros crentes. Porém, para Deus não há diferença, pois agua é agua, tanto faz morna, gelada ou fervendo.
        O Senhor Jesus não veio ao mundo amansar os homens; ele não veio preservar os mortos espirituais do estado de putrefação espiritual. Sem a vida que há em Cristo os homens são os mesmos diante de Deus, tanto numa igreja como no mundo. Um homem criou um tigre desde pequeno e foi seu animalzinho de estimação. Mas um dia chegou quando ele estava dando comida a essa fera em potencial e não se atinou para o fato que sua mão estava sangrando. O que aconteceu foi que aquele predador, ao sentir-se o cheiro de sangue, todo seu instinto de fera acendeu ali e o resultado foi terrível e fatal para aquele homem. Um fato desse que é tão marcante e trágico pode servir de ilustração, a fim de que saibamos que nada, absolutamente nada de bom pode ser extraído da natureza corrompida do homem.
        Os mundanos e incrédulos normalmente não são hipócritas, pois são o que são e vivem como vivem. Mas é a religião falsificada que mais produz hipócritas. Os homens querem sentir que estão abençoados, que Deus é pai deles, que podem viver como querem e que vão para o céu. Quando a mensagem é pregada por elementos não enviados por Deus; quando a mensagem é mostrada por pessoas que não têm o entendimento claro da verdade, então tudo se complicará adiante. Até mesmos os servos fiéis do Senhor tendem a facilitar o caminho para os pecadores. Às vezes queremos tanto que os pecadores venham a encher nossas igrejas, por isso procuramos métodos mais fáceis para atrair os pecadores.
        Quais os reais perigos que envolvem a alma espiritualmente morna? Creio que a primeira lição aqui é que alguém nessa condição terá dificuldade em seguir a Cristo. Não será uma ovelha que mostra com clareza ser pertencente ao aprisco do Senhor Jesus. Ele mesmo afirmou que suas ovelhas ouvem sua voz e lhe seguem (João 10). Seguir a Cristo tem um alto custo no viver, pois exige autonegação; exige confiança absoluta nele; vai atrair o ódio e desprezo deste mundo sobre si; como discípulo a pessoa mostrará o quanto ama e deseja conhecer melhor a palavra de Deus. Claro que têm outros custos que não mencionei, mas creio que já é suficiente para entendermos o que significa andar com Deus neste mundo.
        O morno espiritual prefere ficar neutro, não quer ser molestado para orar e acredita que qualquer desafio espiritual no viver não passa de legalismo e autoritarismo de pastores. Normalmente tais elementos têm confiança neles mesmos, por isso não carregam qualquer temor e dependência de Cristo no viver. Não foi assim com Simão Pedro? Ele mostrava que era assaz corajoso e que podia defender Jesus em qualquer ocasião. Mas quando foi exposto àquela angustiante situação, vendo o Senhor preso e os discípulos fugindo, fez de tudo para mostrar-se forte, até que bastou uma mulher simples para fazê-lo negar o Senhor três vezes. Quando a situação aperta, então os espiritualmente mornos começam a mostrar quem eles realmente são.

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (2)



                     
aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
PERTENCE A CRISTO: “...compres de mim...”
        A fé bíblica, verdadeira é claramente mostrada como sendo uma prerrogativa do Senhor Jesus, porque ele a conquistou, a fim de dar essa joia aos crentes. Os falsos crentes de Laodicéia na realidade eram pessoas incrédulas; a falsa fé inundou seus corações de orgulho e de falsa paz; a justiça deles não era a pura e branca veste dada por Cristo. Por causa disso nosso Senhor chega ali para declarar-lhes a necessidade de arrependimento e conversão sincera. Agora é o momento para que busquemos a compreensão dessa verdade segundo o que está escrito.
        Nosso Senhor é de fato o Autor da verdadeira fé. Aliás já escrevi e enviei esse assunto baseado em Hebreus 12:2 para o blog. Ali destaquei a pessoa de Cristo e como foi que ele se tornou Homem perfeito, a fim de conquistar perfeita fé. O objetivo deste assunto em Apocalipse é mostrar essa verdade de forma prática. José quando se tornou governador do Egito foi usado por Deus para encher milhares de armazéns, estocando alimento para os anos de fome que seguiriam os anos de farturas. Assim que a fome veio, eis que o mundo inteiro naquele tempo podia ir até José para comprar mantimentos e escapar da morte.
        Creio que José se tornou ali uma figura de Cristo, porque todo pecador que tenha fome e sede de justiça pode ir a Cristo, porque seu coração armazena, por assim dizer em abundância tudo o que o pecador precisa para ser salvo e justificado por Deus para sempre. O que José vendia aos povos, durava por pouco tempo, mas o que Jesus tem para a alma faminta dura para sempre, conforme a promessa feita por Deus: “...mas a minha justiça durará para sempre, e a minha salvação, para todas as gerações” (Isaías 51:8). Os homens devem saber que não ninguém que possa ir a Cristo por decisão própria; os homens só podem ir a Cristo quando Deus os atrai, caso contrário eles sempre acharão recursos neste mundo para suas necessidades temporárias. A igreja de Laodicéia acreditava que tinha fé, mas era a fé deles, não a fé derivada do Autor da fé verdadeira. Por essa razão eles estavam sendo levados e lesados pelo engano de seus próprios corações; por essa razão eles dormiam num gostoso colchão, sentindo o conforto perigo, letal que os envolvia.
        Não é essa a situação de muitos hoje? Não é verdade que satanás encheu este mundo dessa confiança vã? A falsa fé produz falsa paz, porque a falsa fé é em si mesma justiça própria. A verdadeira fé brota no coração do homem humilhado, a alma que sente sua miséria, por isso chega como mendigo perante Deus. Nosso Senhor intitula a alma arrependida como “pobre de espírito” (Mateus 5:2). A fé que nasce no homem é fé natural, ela nasce aqui e morre aqui. Diante desse fato podemos notar o quanto satanás tem atiçado os corações, inflamando-os dessa confiança vã, extremamente perigosa. Muitos precisam ser acordados com a “agua fria” do evangelho bíblico. Foi isso o que o Senhor fez com Nicodemos, quando foi ter com Jesus (João 3).
        Pessoalmente tenho lido com muitos religiosos que aparentemente são crentes, religiosos e ativos. Mas quando a fé é examinada à luz da verdade bíblica, nota-se imediatamente o quanto essas almas estão iludidas e levadas para o castigo eterno sem que percebam o perigo. Não há maior orgulho no coração do que quando a falsa fé está ocupando aquele lugar. A pessoa está lá em cima, mas foi elevada não por Deus, mas pelo pai da mentira.
        A falsa fé é terrivelmente enganadora e envenena o coração de forma imperceptível. O Senhor não conforta o enganado; o Senhor não aplaude elementos que andam pelo caminho errado. Não há desculpas para o engano espiritual. A exortação de Cristo a todos é para que se arrependam e se convertam de todo coração a ele.