sexta-feira, 3 de junho de 2016

O ONTEM, O HOJE E O AMANHÃ DA IGREJA (9)




“Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Josué 3:5).
HOJE: DISPOSTOS PARA A SANTIDADE.
        Caro leitor, tenho alguns argumentos a mais para completar o assunto sobre a disposição que os santos devem ter para santidade. Não pensemos que nossa santidade deve ser parcial, pois o preço que foi pago na cruz tinha em vista nossa redenção completa; tudo foi feito para garantir um povo totalmente do Senhor. O Senhor requer tudo para Ele, tudo no altar da consagração. Todos os nossos bens devem ser nossos servos na consagração, na compreensão que o que temos nos foi confiado por Deus. A tendência da carne é nos puxar para o amor ao dinheiro, às coisas desta vida, como acontece com os mundanos.
        Também há uma tendência de idolatrar a família, especialmente em nossos dias, quando vemos as pauladas do diabo contra a unidade da família. Quando muitos estão voltados para o bem da família aqui, devemos, entretanto olhar para nossos filhos e cônjuges não como preciosidades, mas sim para nosso Deus. Ele foi quem nos confiou filhos, a fim de que fossem santificados para Ele e não para nosso deleite e prazer. Quando há santificação eis que tudo é consagrado ao Senhor e dedicado a Ele. Vemos hoje como até mesmo pais crentes acreditam que estão fazendo muito bem aos seus familiares, tirando-lhes a bênção de estar na igreja, de ensinar-lhes o temor do Senhor em ouvir a verdade do evangelho. Os pais são os principais missionários dentro da família.
        Há também um preço a pagar na santificação. Nós pensamos que santificar-nos em obediência ao Senhor é um ato emocional, apenas um remorso momentâneo e uma entrega após a mensagem desafiadora do pastor no culto de domingo a noite. A tendência é que tal fogo que é estranho há de se apagar logo. A fé não depende disso; a fé cristã está continuamente acesa no altar do coração do salvo; a fé não é uma brasa que apaga com a chegada da influência do mundo, a fé é desafiada a viver acima de toda essa perspectiva mundana e carnal que está perante nossos olhos. Amado leitor, os santos pertencem a Deus e a única forma de mostrar isso é por meio de santidade, caso contrário tudo não vai passar de obra da carne. Nossa festa está no coração e não na aparência religiosa, nem tampouco no ambiente de um culto animado. As provações diárias aparecem justamente para isso, a fim de rasgar todo esse “pacote” e mostrar o que somos por dentro.
        Então, há um preço que deve ser pago sim, porque atrairá o ódio do mundo. O moderno evangelho carregado da supersticiosa ambição por prosperidade sempre está colocando promessas positivas de que Deus há de abençoar e de que vai dar tudo certo. Mas a verdade é que para a fé verdadeira tudo vai dar certo sim. De agora em diante, vidas santificadas hão de enfrentar os perigos, a oposição de todos contra os seguidores do Senhor; vão enfrentar sim a prosperidade com o fato de que os santos de Deus caminham para obter a herança eterna no céu e não aqui. Não somos engabelados com esta filosofia de vida que satanás sempre tentou documentar, mas sem qualquer êxito. Nossa cidadania está no céu e não aqui.
        Por fim, a santificação fará que avancemos firmes. As nossas habilidades, forças na alma e até mesmo físicas só vêm a nós quando nossa entrega é fervorosa e dedicada pela fé ao Senhor. Partimos para as eternas conquistas; destruímos as barreiras do orgulho, da maldade, do ódio e de toda mentira, quando realmente somos santos. O caminho nosso brilha adiante com nossa dedicação ao Senhor; os eleitos são conquistados à medida que nosso Deus é glorificado em nossa maneira de viver. Portanto, que a ordem divina esteja marcada em nosso coração: “...Santifi

quinta-feira, 2 de junho de 2016

O ONTEM, O HOJE E O AMANHÃ DA IGREJA (8)



                    
“Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Josué 3:5).
HOJE: DISPOSTOS PARA A SANTIDADE.
        Amado leitor, sondemos com mais profundidade o assunto que trata de nossa santidade hoje. Não devemos procrastinar-nos nisso, pois a ordem Daquele que nos salvou é que hoje andemos, demonstrando ao mundo que somos Seu povo, diferente no andar, no falar, no cantar, no viver diário. Santidade é a única maneira de provar que somos de fato crentes em Cristo, que pertencemos a Deus e que participamos dessa santa família que habitará o céu para sempre. Então, necessário é que envolvamo-nos com esses detalhes.
        Também, santifiquemos nossas vidas, porque nada mais temos com este mundo. Apesar de ainda peregrinarmos nesse lugar, nada temos de dívida com este sistema tão iníquo e que está diametralmente oposto aos padrões da lei de Deus. O ensino evangélico atual diz que se quisermos ganhar o mundo devemos misturar a ele, falar o que eles falam, pensar como eles pensam e cantar o que eles cantam. Então, é comum ver os chamados crentes recusando os cultos de oração e outras atividades relacionadas a igreja, mas são dinâmicos em estar juntos com os ímpios em cinemas, estádios de futebol e noutras atividades. Ora, será que esse conceito de unir-se a eles dá certo? Tem trazido abundância de vida, de santidade, de piedade e de temor? Claro que não! Se homens e mulheres se sentem bem respirando essa atmosfera de iniquidade, como poderão ter prazer pela santa atmosfera da Nova Jerusalém no meio do povo de Deus?
        Também, importa a nossa santificação sim, porque não poderemos dar um passo sequer na jornada rumo ao céu porque se não houver essa disposição em de agradar o Senhor. Veja caro leitor, que o desânimo aparece porque de uma forma ou de outra há motivações mundanas e carnais no viver. Quem deseja chegar à terra prometida, se houver saudades do Egito? Aliás, é muito mais fácil voltar e mirar as belezas e promessas deste mundo, do que encarar confiantemente a liderança de Deus pela fé. Qualquer pecado aparece para enfermar nosso joelho e lesionar nossas mãos; qualquer amor a nós mesmos tende a nos encher de autocomiseração. Assim pensamos no íntimo que a culpa é de Deus e não nossa. Ó, quão enganoso é o coração e desesperadamente corrupto!
        Sendo assim, o que devemos santificar? É claro que é tudo porque tudo é do Senhor e nada é nosso. O Senhor requer tudo de Seus santos e servos, porquanto se não houver essa santa disposição na alma, eis que há maldade oculta e mentiras contra Deus. Acã foi o único a pecar e quase levou a nação à destruição, por causa de que? Não foi porque escondeu tesouros amaldiçoados? O homem rico recusou entrar no céu, porque tinha reservas ocultas em seu coração e a mulher de Ló morreu no pecado porque se simpatizou sim com um povo marcado para a destruição – os moradores de Sodoma e Gomorra (Gênesis 19). O Senhor requer que tudo seja entregue a Ele, nossos bens, nossos filhos, casa, corpo, tempo, mente, emoções, etc.
        Amado leitor, hoje é o dia e agora é o momento para essa entrega total ao nosso grande capitão. Nossa vitória contínua depende disso; a igreja avança na santidade; os perdidos são achados quando o povo de Deus está sob o comando desse Deus santo. Todos são chamados a encarar esse fato; todos os crentes, de qualquer idade são convocados para essa santa disposição; não tem um modo de vida para os mais velhos e outro diferente para os mais novos. O momento é agora, e a voz do Senhor pode ser ouvida pela fé.

AS INÚTEIS OBRAS DO PECADO (8)




“As suas teias não prestam para vestes nem se poderão cobrir com as suas obras; as suas obras são obras de iniquidade, e obra de violência há nas suas mãos” (Isaías 59:6)
        A INUTILIDADE NO VIVER SOCIAL: “...atos de violência há nas suas mãos...”
        Caro leitor, prosseguindo vemos como a inutilidade das obras do pecado aparece: “...e se apressam para derramar sangue inocente”. Ontem dei início a esse assunto, mas convém que eu mostre um pouco mais, porque a nossa tendência é olhar os homens na nossa maneira tão mundana de avaliação. A Palavra é vinda de Deus; o ponto de vista é Dele e não nosso; nós somos os alunos e é Ele nosso Sumo Professor. Por essa razão convém que humildemente aceitemos de bom grado Seus santos ensinos, se é que realmente queremos servir a Ele neste mundo que jaz no maligno.
        As obras do pecado têm consigo um tremendo ódio contra tudo o que se opõe. A mentira não suporta qualquer obstáculo; a mentira é em si mesma dominante e cruel. Uma Jezabel não pode suportar que um Nabote recuse vender a sua vinha, por isso ela há de tomar a força (2 Reis 21). Sendo assim, importa que saibamos que as obras do pecado mostram seus desígnios cruéis quando a verdade aparece para arrancar toda maquiagem. Saulo de Tarso era uma “benção” enquanto servia aos propósitos tiranos dos fariseus, mas assim que sua vida foi transformada pelo poder da graça, eis que agora o perseguidor passa a ser perseguido com um verdadeiro ranger de dentes. A mulher de Potifar se manifesta com seus lábios cheios de mel, a fim de seduzir o jovem José, mas quando a recusa aparece em nome de Deus, eis que a perversidade proveniente de um coração adúltero aparece motivada a atirar um moço inocente na prisão, a fim de ela pudesse livrar sua pele.
        Caro amigo, veja bem que os atos inúteis do pecado não podem conviver com os atos úteis da verdade vinda de Deus. O povo judeu podia ser bem religioso, parecia bem disposto a ensinar os bons princípios da lei de Moisés. Mas perante a luz gloriosa do Salvador, eis que eles foram vistos como filhos do diabo e amantes da mentira, por essa razão não podiam suportar a verdade proveniente da boca do Filho de Deus. (João 8). Qual foi o resultado? Foi de bênção, de harmonia e de paz? Claro que não! Toda aquela raça de religiosos mostrou que tinha seus pés velozes para derramar sangue inocente, pois pegou pedras na tentativa de eliminar o bondoso e fiel Senhor.
        Também, é claro que haverá uma associação com os que têm os mesmos propósitos. Não há desunião na mentira. Os obreiros da iniquidade podem parecer desunidos e convictos de suas crenças e atividades diferentes. Mas quando a verdade aparece na luz do evangelho da glória de Cristo, eis que eles se mancomunam e preparam suas armas para dispararem contra o Deus da verdade. Os caminhos da mentira parecem diferentes, mas a verdade é que no final eles formam um grande rio de imundícies e de perversidades. Os leitores atentos perceberão que a guerra neste mundo sempre se volta contra Deus e contra Seus santos. Sangue inocente é derramado quando as obras de iniquidade se avolumam.
        Estamos vivenciando os dias mais terríveis desta geração, porquanto avança o mistério da iniquidade. De imediato as obras da iniquidade proclamam paz a todos; os iníquos querem estabelecer a paz com todo tipo de pecado. Eles não querem que censurem seus adultérios e fornicações, suas malícias e perversões, seus roubos e todos os atos desonestos. Por quê? Porque o alvo das obras da iniquidade é que todos digam “Amém” e que aceitem tudo, tratando o mal como se fosse o bem.
        Não há como mudar isso, a não ser que desça do céu a compaixão de Deus. Uma Nínive perversa não mudará, por isso precisa de juízo. Mas quando o Senhor envia Sua compaixão, eis que tudo muda com os perversos moradores daquela iníqua cidade. É assim que Deus faz com os pecadores que se arrependem.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

O ONTEM, O HOJE E O AMANHÃ DA IGREJA (7)




“Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Josué 3:5).
HOJE: DISPOSTOS PARA A SANTIDADE.
        Amado leitor, importa que agora encaremos bem a santidade prática em nosso viver, porque a ordem que vem do nosso Deus foi dirigida a todos os que invocam o Seu nome, a fim de que a glória desse Senhor seja perceptível em todos os detalhes do nosso viver. Uma vida cristã que não revela santidade está declarando que jamais conheceu o poder salvador e santificador do evangelho. O Deus que salva o pecador é um Deus que acima de tudo é santo, então é fato que Sua natureza é passada ao viver daquele que um dia nasceu de novo e assim tornou-se Seu filho (João 1:13).
        Primeiramente, devemos santificar nossas vidas porque nosso Deus é santo: “Sede santos, porque eu sou santo”. A motivação é essa e tem em vista a glória desse Deus que se manifestou a nós. Além disso, devemos lembrar que fomos alvos de Sua imensa compaixão e isso significa que não houve iniciativa de nossa parte: “Não foi por prata nem ouro que fostes resgatados...” (1 Pedro 1:18). Essa verdade é de vital importância para imprimir temor em nossos corações. Nós pecadores visitados por um Deus santo, santo e santo! Não é maravilhoso isso? Foi ele mesmo quem se aproximou de nós, munido de intensa compaixão. Veio sim e tocou em nosso ser para tirar de uma vez por todas a sujeira e toda imundície do pecado, a fim de purificar para Si um povo santo e pronto para vivermos para Sua glória nesta vida.
        Então, que nossa vida tenha essa marca timbrada em nós. Me lembro de quando eu e minha esposa cuidávamos do meu sogro. No início de sua enfermidade ele esteve internado no hospital das clínicas aqui de Ribeirão Preto. Lá eu pude observar que o lençol que era usado para cobrir-lhe tinha em cada dez centímetros era timbrado com a marca: “Hospital das clínicas”. Então pude ali considerar o quanto a vida do crente, pois cada centímetro da sua vida deve estar marcado com a expressão: “Santidade ao Senhor”. Que responsabilidade pesa sobre nossos ombros! A salvação bíblica opera isso em nosso viver. O mundo não busca saber se somos salvos ou não; se vamos para o céu ou não, se somos desta ou daquela igreja, etc. O que impressiona o mundo é o fato que somos pertencentes a Deus, porque é isso que faz a diferença.  
        Amado leitor, isso faz sentido em seu modo de viver? Veja bem que não estou perguntando se você frequenta esta ou aquela denominação; se você é um motor de arranque no serviço de sua igreja; se você faz parte do grupo de louvor, ou mesmo se você costuma pregar e anunciar o evangelho. A pergunta é se você é visto como um santo do Senhor, vivendo por Ele e para Ele. É isso o que importa ao mundo, mesmo que o mundo inteiro se volte contra você em ódio e perseguição. Determinadas atividades em nome do evangelho não têm qualquer valor, porque o mundo pode fazer religiosamente muito mais do que muitos evangélicos fazem; o mundo tem provado que é capaz de sacrificar-se em zelo pela sua causa religiosa muito mais do que o povo evangélico tem provado. O que prova que somos de Deus é a santidade de Deus vista em nosso viver, que fomos comprados para pertencermos a Ele para sempre.
        Caro leitor, será que pude chegar ao seu coração com essa verdade? O evangelho que você ouviu produziu uma disposição e prazer por santidade? O Deus da Bíblia é o seu Deus? Você quer de fato agradá-Lo no viver? Tem prazer em negar o mundo e a carne, a fim de agradar ao Senhor? Se houver essas manifestações espirituais em sua vida, então, de fato você é um homem (ou mulher) santo. Então, você está pronto para o trabalho, pronto para servir e agradar ao Senhor enquanto aqui viver, mesmo que o mundo se levante contra você.

AS INÚTEIS OBRAS DO PECADO (7)




“As suas teias não prestam para vestes nem se poderão cobrir com as suas obras; as suas obras são obras de iniquidade, e obra de violência há nas suas mãos” (Isaías 59:6)
        A INUTILIDADE NO VIVER SOCIAL: “...atos de violência há nas suas mãos...”
        Amado leitor, como esse texto vem para desmascarar a natureza maligna e maliciosa do pecado! Que livro incrivelmente revelador é esse livro de Deus! Amado leitor, que bem pode proceder dos homens enquanto estão no pecado? Nenhum! O que podemos nós fazer enquanto nossos corações estiverem sendo a fonte de todo mal? Enquanto a alma não for salva, eis que estará ausente a paz com Deus; a guerra contra Deus continuará no íntimo, numa luta atroz para resistir a obra do Espírito Santo (Atos 7:51). Enquanto os homens não caírem aos pés do Salvador e Senhor, eis que suas motivações serão erradas, porque não estarão centradas em Deus e em Sua glória, por essa razão tudo serve de emboscada contra as suas almas.
        Também, quando as obras são como teias de aranha, eis que nossos semelhantes são prejudicados. Vejo esses fatos ocorrendo em nossos dias, pois tudo hoje funciona em torno de divertimentos e busca de prazer. A vida consiste em buscar o bem eterno do nosso próximo, caso contrário tudo servirá como laço invisível. Vejo os pais ocupados em dar diversão aos filhos, mas nada de prazer em levá-los à igreja, a fim de ensiná-los o temor do Senhor. Eles se ocupam em como dar um almoço melhor, fazer festas e convidar os amigos. Mas nada de ensino bíblico, nada daquilo que eleva a alma a Deus. Por essa razão vemos como os homens hoje formam uma geração de corrompidos e de perversos.
        A Palavra de Deus é um livro de excelentes princípios de vida, educação, respeito e altruísmo, mas esses tesouros da sabedoria de Deus são rejeitados e desdenhados em nossos dias. O ambiente hoje é feito para risos, festas, prazeres, divertimentos e para que todos aprovem os atos uns dos outros. Os homens rejeitam qualquer advertência, qualquer ensino sobre juízo e do significado do verdadeiro amor bíblico. Por quê? A resposta está bem definida em Isaías 59. Quando os homens desconhecem a maldade de seus corações, eis que o próprio ardil do pecado vem dizer-lhes que eles são bondosos e que merecem viver e gozar a vida. Quando isso ocorre, segue-se o endurecimento e a rejeição por todo bem que vem de Deus, a fim de descer às mais profundas práticas daquilo que lhes agrada na carne e na mente, conforme o próprio texto revela: “Os seus pés correm para o mal...”.
        Prosseguindo no exame cuidadoso do texto, vemos que também aparece o caminho de destruição: “...e se apressam para derramar o sangue inocente”. De novo convoco os meus leitores a examinar os ensinos de Deus à luz da visão de Deus. É claro que imediatamente pensamos num derramamento físico de sangue. Mas a verdade é que os resultados do pecado não vêm de forma imediata para afetar fisicamente alguém. Quando Amnon estuprou sua meia irmã, houve sim um tipo de derramamento de sangue, pois ele com sua maldade destruiu a vida e a honra de uma moça indefesa (2 Samuel 13). Deus sempre lida com a alma, e o aspecto físico sofre terríveis consequências, quando a alma é atingida pelos males da iniquidade.
        Então, precisamos saber como as iniquidades aparecem bem armadas para arruinar vidas de forma definitiva. Nós vemos essa investida covarde em nossa sociedade hoje, pois sempre os mais fracos sofrem as duras consequências dos atos egoístas e pecaminosos dos perversos. As facadas e flechadas na alma têm um efeito terrível. Não esqueço de um homem que deixou sua esposa com os filhos pequenos na miséria, a fim de fugir com outra mulher. Quanto sofrimento aquele homem causou, pois a tristeza e depressão tomou conta da sua esposa, a ponto de levá-la à morte. Que o temor do Senhor venha encher nossos corações, para que fujamos do engano do pecado.