terça-feira, 30 de abril de 2013

A PLENA SUFICIÊNCIA DA PALAVRA DE DEUS (5)




“Não é a minha Palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha?” (Jeremias 23:29). SUA RELEVÂNCIA:
        Prezado amigo estamos vendo como o próprio Deus mostra a glória da Sua Palavra para os falsos profetas nos dias de Jeremias. Eram palavras carregadas de forte ameaça, porquanto eles estavam desafiando o próprio Deus, falando ao povo algo que Deus não mandou falar. Quão sério é isso! Vemos semelhante atitude por parte dos falsos mestres em nossos dias, e por não aparecer qualquer sinal de juízo esses elementos ampliam sua arrogância e continuam afrontando o Senhor.
         Estamos considerando no texto essas tremendas Palavras que saem da boca do próprio Deus! Como elas são importantes para que avaliemos o que está ocorrendo em nossos dias! Deus tem alargado o caminho dos amantes do dinheiro; Deus tem dado ampla liberdade para que eles continuem usando a Palavra como instrumento de negócio, mas a verdade continua, porquanto, Ele mostra como a Sua Palavra era suficiente ao mostrar duas atividades dela em relação aos homens:
1.      Ela tem o poder consumidor: “Não é a minha Palavra fogo...?”
2.      Ela tem o poder destruidor: “Martelo que esmiúça a penha?”.
         Estou certo que o mesmo espírito de engano e de prevalecente desafio à Palavra inspirada, que agia nos corações de muitos homens e mulheres naqueles dias é o que agora tomou posse de homens perigosos, os quais viram esse caminho fácil e ilegítimo de enriquecimento. Junto com isso satanás imprimiu nos corações incautos uma paixão pela mentira e por superstições, com efeito, a Palavra de Deus é recebida como um tipo de sortilégio. Homens banqueteiam seus cultos com passagens bíblicas bem escolhidas para suas arapucas espirituais. Textos são retirados de seus contextos; passagens bíblicas são isoladas da sua harmonia com a totalidade das Escrituras. Deus é apresentado como um velhote do amor; como um feiticeiro que promove o bem. Satanás passa a duelar com Deus como se este fosse o deus do bem e aquele o deus do mal, numa acirrada disputa pela possessão da fé humana.
         Que jornada perigosa desses homens cruéis! Eles desconhecem o Deus da Palavra, assim como desconhecem a Palavra desse Deus tremendo. Eles estão rindo quando deveriam estar tremendo! Não sabem que a festa logo vai acabar dando lugar ao terror! Não sabem que o Deus de amor e bondade é o Deus de terror, que persegue Seus adversários (Naum 1:8).
         O Senhor afirma que Sua Palavra é fogo. Não diz é que é como fogo, não foi feito uma comparação. A primeira lição que podemos extrair dessa declaração tão positiva é que sendo a Palavra de Deus fogo, ela tem poder suficiente para queimar. A meu ver não tem algo mais sério, mais aterrorizante do que essa declaração de Deus a respeito daquilo que Deus ordena que Seus servos preguem. Como fogo a Palavra de Deus é suficiente nela mesma para queimar. Ora, fogo não precisa de ajuda. Quando acendemos o fogo ele não precisa de nossa de nossa participação; não precisa de nossa força para realizar o que somente o fogo pode fazer. O fogo é de grande utilidade, mas pode ser um terror e causar destruição.
         O que o texto está declarando é que a Palavra de Deus na boca dos Seus servos é uma verdadeira torrente de fogo celestial. É a glória da verdade revelada aos homens! É Deus avisando aos homens do Seu juízo, da Sua Ira, da necessidade urgente de arrependimento por parte daqueles que estão vivendo em Seus pecados! É a Palavra de Deus queimando o orgulho, a vaidade, queimando os portões e invadindo os corações para revelar as mentiras e as idolatrias ocultas! É Deus mostrando aos homens que Sua misericórdia está em atividade caso os homens se humilhem. Não adianta calar os profetas, porque eles não constituem o perigo, mas sim a mensagem que sai de suas bocas!

AS DUAS PROVAS DA REBELIÃO DO HOMEM (1)




“Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas”  (Jeremias 2:13).
         Caro leitor tenho alegria em meu coração por ter a oportunidade de expor a Palavra de Deus aos que realmente amam a verdade e buscam conhecer o evangelho da glória de Cristo. Estou certo que o Senhor tem Seus eleitos espalhados pelo mundo inteiro; sei que eles são os verdadeiros discípulos, que assentam aos pés do Mestre e escutam com prazer Seus ensinos eternos.
         Mais do que isso, trabalho arduamente para levar esse evangelho, porque sei que a mensagem da cruz é suficiente para os santos. No evangelho da glória de Cristo tem todo adorno que a igreja precisa; os santos são edificados, transformados e parecidos com Cristo com a mensagem santa do evangelho da graça. Os santos de Deus não fogem do radiante brilho da luz do evangelho, porque já foram achados pela graça; foram postos no pó e humilhados diante da verdade desse tremendo evangelho, e puseram sua confiança Naquele que na cruz se entregou pelos pecadores. Os santos de Deus se alimentam da verdade. Eles não buscam paliativos, mas se alegram quando a luz da glória desse evangelho brilha perante seus olhos da fé.
         Na introdução a esse tema: AS DUAS PROVAS DA REBELIÃO DO HOMEM, quero chamar a atenção dos meus leitores para aquilo que estava acontecendo nos dias de Jeremias, porquanto o que ocorria em Jerusalém era semelhante àquilo que estamos presenciando em nossos dias. O povo parecia bem espiritual; eles estavam contentes porque praticavam externamente aquilo que a lei mandava. Havia festa religiosa e parecia que a população estava no auge da espiritualidade.
         Mas Jerusalém estava longe de Deus, porque toda população estava se apodrecendo na idolatria. Naqueles dias muitos falsos profetas se levantaram para acalentar os corações, a fim de que o povo continuasse na prática da maldade. Mas eis que Deus tinha Seus servos, homens levantados por Ele para mostrar ao povo que o juízo estava chegando; que Deus em Sua fúria santa já tinha chamado o exército babilônico, sob o comando de Nabucodonosor para invadir Jerusalém, matar boa parte da população, destruir a cidade e levar milhares exilados para Babilônia.
         A mensagem de Jeremias veio para a população cheia da compaixão de Deus. Mesmo assim a liderança religiosa voltava contra o profeta e incitava a população contra o servo do Senhor. Mas Deus usou Jeremias para persistir na mensagem de aviso, chamando a população ao arrependimento. A mensagem do cap. 2 inteiro é cheia do romance da misericórdia, Deus adorna o cap. de palavras da graça, mostrando Sua paciência, ternura, bondade e longanimidade, em face da rebelião e ingratidão de Israel, desde a saída do Egito até aquele momento.
         Com linguagem clara, cheia de figuras e ilustrações é que Deus chega ao povo dizendo: “Meu povo fez duas maldades...”. Quais? Então eis o que vem em seguida: “...a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas que não retêm as águas”. Deu para o leitor entender essas palavras do Senhor? Veja bem que despontam duas verdades tão importantes que não podem ser deixadas de lado: O primeiro é o ensino acerca da condição do homem no pecado, mostrada na rebelião e na ingratidão de todo ser humano. O segundo é a misericórdia incrível de Deus. Como Ele gasta tempo e palavras para expor Sua ternura, bondade, compaixão; como Ele esconde Sua Ira, a fim de mostrar aos homens Seu prazer em salvar aqueles que se humilham perante Sua Palavra.
         Meu amigo, a situação do homem é a mesma, porque o homem não mudou nem mudará. Sua rebelião, ingratidão e ódio contra Deus tem origem no Éden (Romanos 5:12) e todos nasceram com essa inclinação maligna (Salmo 51:5). Portanto, o que o povo de Jerusalém fazia nos dias de Jeremias é o que fazem homem. Por isso trago a mesma mensagem aos meus leitores, para que sejam acordados e despertados pela Palavra da verdade, antes que o juízo chegue para mostrar o quanto Deus é Fiel naquilo que Ele fala em Sua Palavra. 






DESCOBRINDO A FALSA PAZ DO ÍMPIO (14)




         “Mas os ímpios são como o mar agitado; pois não pode estar quieto, e as suas águas lançam de si lama e lodo. Não há paz para os ímpios, diz o meu Deus” (Isaías 57:20,21)
         Caro leitor, considere essa solene declaração de Deus a respeito do ímpio, porque Ele afirma que não há paz para aquele que ainda não foi salvo do pecado. O que foi falado para homens e mulheres Israelitas nos dias de Isaías, é a mesmíssima mensagem que Deus tem para todos os pecadores, em todo tempo e em todos os lugares. O mundo inteiro é o que é, cheio de agitação como as águas do mar, justamente porque é assim o homem no pecado. Enquanto os corações não forem transformados; enquanto o Senhor Jesus – o Príncipe da paz não assentar no trono para reinar com justiça e retidão no viver de homens e mulheres, eles continuarão sendo o que são, não haverá paz, nem agora antes da morte e nem depois da morte. Por essa razão que tenho me esforçado para chamar o leitor amigo à humilhação e ficar na condição de ouvir a voz do Senhor Jesus, o bendito e suave Salvador.
         Caro leitor, não há paz, mesmo que sua habitação terrena pareça tão indestrutível. Não há paz, mesmo que por fora você pareça tão forte, robusto, capaz e auto suficiente; mesmo que tudo esteja indicando que seu caminho é materialmente favorável, que não há qualquer sinal de tropeço, porque você tem saúde e muita prosperidade; mesmo que pareça que nada está ameaçando sua existência terrena, mas é tudo casca e logo o poder do pecado há de explodir na alma e mostrará o quanto a aparência do homem é tão frágil como um papelão que encobre a pólvora de uma dinamite. Ah! Os olhos do Senhor estão presenciando sua condição interior e Ele sabe perfeitamente os tropeços que estão lá adiante. Os avisos do Senhor provam que o coração Dele é tão carregado de compaixão, porquanto a ruína eterna espera o homem vaidoso, arrogante e presunçoso.
         Caro leitor, não há paz para o ímpio, mesmo que sua rota de fuga pareça tão convincente! Ah! Como os ímpios descobrem aqui tantos refúgios ilusórios! Eles são como alguns peixes que se escondem na areia ou nas tocas por causa dos predadores. Os ímpios são assim, pois desconhecem a teologia bíblica a respeito do Deus glorioso e soberano. Eles consideram Deus um ser frágil, limitado e incapaz de cumprir Suas ameaças, por essa razão que ousam buscar lugares estratégicos a fim de escaparem com seus atos de justiça. Os ímpios desconhecem que sempre estão sendo trazidos de volta à realidade; que sempre estão sendo puxados para baixo, a fim de que pisem o solo deste mundo e assim encarem sobriamente a realidade do juízo. Não sabem que é a longanimidade de Deus que suporta as afrontas dos ímpios, mas que o caminho deles os leva exatamente para estar perante o Juiz.
         Então, caro leitor, digo e afirmo que não há paz! Por isso não pode haver alegria! Sua habitação terrena parece ser plena de felicidade, mas não passa de disfarce. O verdadeiro homem não está na aparência, no belo sorriso nem numa boa convivência social. O verdadeiro homem é o homem do coração, humilde e quebrantado, que anda com Deus neste mundo. Não há paz e seu dinheiro não pode comprá-la e seus esforços são inúteis. O que você está esperando? Quer que Deus apague as luzes dessa festa pagã que tanto lhe inspira na vaidade? Eu sei que o caminho do Senhor em nada agrada a natureza enganosa do pecado no homem! Eu sei que a queda em Adão fez com que cada pobre criatura fosse elevada em orgulho à condição de um deus. Os homens em Adão são assim, pois acham que podem viver sozinhos e que podem construir seus lugares de romance com o pecado.
         Ò caro amigo, não espere que o Senhor venha lhe derrubar de sua soberba! Desça agora humildemente e procure o Abrigo seguro no Senhor e Salvador! Não é tão simples? Naamã o Siro não queria mergulhar nas águas do Jordão, por causa do orgulho, achando que as águas do seu país eram melhores (2 Reis 5). Ó caro leitor, veja o caminho da cruz! É um caminho humilhante, mas não há outro caminho para Deus fora da humilhação! Confesse agora seus pecados ao Senhor e peça a Ele o perdão e salvação!

MILAGRE DA RESSURREIÇÃO




“Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão” João 5:25.

                Que preciosa verdade extraída da doutrina da graça! Nosso Senhor está mostrando aos incrédulos judeus que Ele e o Pai estão em plena atividade neste mundo trazendo vida aos mortos. Cristo mostra que a maior desgraça causada pelo pecado é a morte. Não é uma mera cegueira, ou paralisia, mas sim a morte. Para a morte não há solução no meio dos homens. Não há ciência, medicina, tecnologia, educação, religião ou qualquer outra tentativa por parte do mundo que venha trazer o pecador de volta à vida. A morte rompeu a vida espiritual do pecador lá no Éden, então, eis o tremendo resultado: “Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim, também, a morte passou a todos os homens porque todos pecaram” Romanos 5:12.
                Nosso Senhor mostra que Ele veio ao mundo não somente para ressuscitar os defuntos espirituais, como também afirma que a hora chegou e que o momento é agora. Eis aí o milagre que somente o evangelho pode realizar. Estamos diante de uma verdade extraordinária aonde somente a fé chega para entender, crer e descansar no pleno poder vivificador de Deus.
                Vamos averiguar melhor o ensino precioso de nosso Senhor nesse verso. Primeiro, notemos que o milagre acontece no homem morto quando ele ouve a palavra: “... em que os mortos ouvirão...”. Notemos que nosso Senhor é taxativo no que fala. Ele afirma categoricamente que os mortos ouvirão sua voz. Os homens no pecado não podem, nem querem ouvir a Palavra de Deus. Estão prontos não somente para ouvir a voz de satanás, como também para obedecê-lo. Mas é bom saber que o “ouvir” refere-se a uma atitude de obediência, uma atitude de coração que leva o pecador a humildemente render-se a Cristo como seu Salvador e Senhor.
                A segunda lição que aparece no texto é que o sinal que o pecador recebeu vida e viverá para sempre é quando ele ouve a voz do Filho de Deus: “... e os que a ouvirem, viverão”. Em nada se refere ao frequentar uma igreja, ter uma bíblia, ser batizado e ter qualquer participação numa organização religiosa. Essas coisas surgem como consequências da vida em Cristo. O verdadeiro sinal que alguém tem vida, a vida que há em Cristo, é se ele ouve a Palavra. Ama a Palavra de Deus? Tem prazer na Palavra inspirada? É um crente obediente? Procura crescer no pleno conhecimento do Senhor Jesus Cristo? Ama santidade de vida e odeia o pecado em toda sua manifestação? Esses são sinais de vida, a vida que há no Filho de Deus.
                Se houver isso em seu viver, pode estar certo que ocorreu em sua vida o milagre da ressurreição. Isso foi feito por Deus.




O PRECIOSO SANGUE (6)




“Mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1 Pedro 1:19) 

                Caro leitor, o sangue do Cordeiro é precioso também PELA SUA EFÍCÁCIA. Deus não estabeleceu outro caminho para que o pecador possa ter livre acesso a Ele, a não ser pelo sangue. Não há atalhos rumo ao céu; não há meios aqui, nem sequer nos círculos evangélicos mais cuidadosos com a verdade revelada. Qualquer descuido aqui acarretará em prejuízo eterno, porquanto sem derramamento de sangue não pode haver remissão. Devemos saber que nossas culpas, ofensas, transgressões, maldades e outros atos semelhantes carecem de um substituto perfeito, de um sangue puro e sem qualquer mancha, a fim de encobrir tudo isso.        Nas Escrituras Deus delineia o caminho rumo ao céu com sangue; é algo bem marcado para que todos fiquem sabendo que qualquer alternativa é rebelião. Veja a maneira como Deus tirou Israel da escravidão egípcia. Não foi com espada, nem com outros confrontos, mas sim com o simples sangue de um cordeiro, marcado nas vergas das portas de cada família Israelita (Êxodo 12). Que preciosa ilustração da cruz! Naquela data inesquecível o povo judeu ficou sabendo que aquele livramento foi de Deus e que não houve qualquer participação humana. Na salvação do pecador só Cristo é exaltado como o maravilhoso e suficiente Salvador; o pecador nada pode fazer, a não ser crer humildemente na provisão da cruz.
                                      “Quem me poderá salvar? Cristo que verteu Seu sangue”
         Então, caro leitor, voltemos ao texto, pois no verso 18 de 1 Pedro o apóstolo ressalta bem que a salvação do crente não foi por prata nem por ouro. Certamente a maligna e arrogante natureza gostaria de pagar e acha que é capaz de apaziguar a Ira de Deus. O homem natural quer usar seus instrumentos religiosos a fim de abrir  um caminho rumo ao paraíso. Mas, quanta presunção! Pedro deixa bem claro que não há possibilidade de arrancar o ser humano da vil condição legada pelos seus pais. Notemos bem que não há distinção; que viemos ao mundo mediante uma pervertida geração; que adentramos nessa peregrinação terrena com a finalidade de pecar, pecar, pecar e enfim morrer.
         Os crentes precisam saber disso, porquanto hão de tropeçar caso deixem de meditar e viver em gratidão. Se habitar no coração o menor pensamento de que podemos pagar a Deus, de que nossa ida à igreja, nossa oração, nosso sacrifício em ler a bíblia ou passar por alguma provação sejam meios usados como pagamento a Deus, certamente tombaremos na fé, porque será um caminho perigoso, desviado da verdade. O viver do crente deve ser caracterizado pela humilhação e inteira dependência de Deus; e Ele mesmo nos encaminhará na disciplina, a fim de que lembremos o fato que fomos comprados pelo altíssimo preço do sangue do Seu Cordeiro amado; que esse é o único caminho para uma vida de santidade, pureza e consagração ao Senhor.
         Também o mundo precisa saber disso. A luta árdua de satanás é manchar a mensagem; ele sempre está levando consigo sabores diferentes para induzir pastores e pregadores a mudar e facilitar a mensagem. Especialmente em nossos dias o evangelho apregoado não é o poder de Deus, mas sim o poder dos homens, pois a mensagem tem chegado às multidões cheias de humanismo e psicologias. Vivemos na era das densas trevas, quando o príncipe deste mundo se diverte vendo seu império de mentiras avançando mais e mais.
         Então, caro leitor, diante dessa verdade veja a realidade da sua pobreza e miséria, porquanto o Salvador convida os que não têm dinheiro à salvação (Isaías 55:1). O Salvador se apresenta aos mendigos espirituais, às almas que reconhecem que nada têm e que invocam Seu Nome em busca dessa salvação. A situação em nossos dias é gravíssima, pois não temos visto pecadores, mas sim boas pessoas, religiosas, pessoas que oram bonito, que têm fé em Deus e que até vivem louvando a Deus. Ora, Cristo não veio buscar tais pessoas! Não temos achado pecadores! Quão grave é isso!  Oro para que estas meditações encontrem almas sedentas e famintas pela verdade!