terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A FÉ QUE FOI ENTREGUE AOS SANTOS (1)



                          
aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...” (Apocalipse 3:18)
    INTRODUÇÃO:
        O que nosso Senhor quis dizer com a exortação dada aos falsos crentes de Laodicéia: “Aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo...”? Não é com clareza que nosso Senhor está mostrando ser ele mesmo o Autor da fé? Os falsos mestres encheram a terra nestes dias; estamos cercados de elementos que saíram para lesar o povo com o ensino da super fé. Por essa razão creio que é necessário correr também com a finalidade de ajudar o povo crente, a fim de que não sejam assolados com essa confusão que grassou em nossos dias como uma praga contagiante.
        Já disse noutras ocasiões que satanás é um verdadeiro artista em imitar as coisas de Deus. Ele é o pregoeiro da fé falsa; ele consegue encher os corações dos homens com a ideia que “basta ter fé que tudo vai dar certo”. Com isso os homens se encheram de arrogância desmedida, a ponto de desafiar os céus. Com isso os elementos espertos e cheios de avareza conseguem arrancar dos homens riquezas em abundância apenas usando o termo “fé”. Essa fé apareceu como se fosse um sósia da verdadeira fé, trazendo confusão ao povo verdadeiramente crente; ela parece ser igual, parece ser de Deus, parece ser algo até mesmo de qualidade superior à fé que os santos possuem.
        Só tem um meio de examiná-la e isso acontece quando esse “ouro de bobo” é posto sob o crivo das Escrituras. Assim podemos ver que essa fé, (a mesma dos falsos crentes de Laodicéia) não vem de Deus, vem do coração pervertido e arrogante dos homens. Essa fé tão badalada em nossos dias não tem o peso do ouro puro, ouro provado e que enche o coração dos crentes de poder. Tenho encontrado algumas pessoas que antes eram frios e indiferentes à verdade do evangelho, mas que de repente mudaram. Conversei com alguém assim e ele afirmava que agora possuía uma fé incrível, que desafiava todos os poderes das trevas e que afastava todo mal. Perguntei a ele acerca da salvação de sua alma, mas ele ignorou minha pergunta, para insistir na abordagem daquela “tremenda fé”. Além disso, ele insistiu em dizer que conversou com um pastor, o qual parecia lhe incentivar a continuar assim nessa jornada de aparente piedade.
        Tudo aquilo que satanás (imitando os ensinos santos), espalha aos homens, sem dúvida alguma se torna algo de extremo perigo para o mundo e empurra a igreja do Senhor para um canto isolado. A fé é o dispositivo vindo da graça aos corações chamados à salvação. A fé mostra a diferença entre os salvos e os perdidos; entre os que caminham para o céu e os que descem para a perdição eterna; entre os que servem a Deus e os que servem ao pecado. O mundo está pronto para perseguir a verdadeira fé, mas jamais irá sequer tocar na falsa fé. O mundo religioso entra em plena euforia e faz ruidosa festa quando satanás promove sua fé enganadora. Os homens iludidos pensam que estão lá em cima, no tope da espiritualidade, quando eles imaginam que estão cheios de fervorosa fé. O propósito desse texto de Apocalipse revelar aos santos a qualidade da nossa fé, e nosso Senhor deixa isso claro ao mostrar a fé como sendo ouro refinado.
        Com essa verdade em mente fica provado que a fé verdadeira é algo sobrenatural e de extraordinário valor, não pode ser produto da natureza corrompida do homem. Não podemos olvidar esses ensinos, sem sofrer as consequências. O que veio de Deus para nós é perfeito, puro e santo, por isso a fé é apresentada a nós como a santíssima fé.

“NÃO ÉS QUENTE, NEM ÉS FRIO” (5)




“Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3:16)
                               NEM É FRIO, NEM É QUENTE. É MORNO.
        Parece que um ambiente religioso dá uma temperatura neutra aos mortos. Os falsos crentes ficam espiritualmente mornos. Eles não têm a fé que os ligou à graça salvadora; eles ainda estão cegos, porque a obra salvadora não chegou às suas vidas, abrindo-lhes os olhos, a fim de enxergar a glória de Cristo na salvação; suas vestes para eles pareciam limpas e puras, mas não passavam de imundas, por essa razão nosso Senhor define bem a triste condição deles: “Miseráveis, pobres, cegos e nus”. Eles não eram motivos de prazer da parte do Senhor; eles eram considerados estranhos na casa de Deus; eram como algo um alimento podre, que causou enjoo, por assim dizer no estômago do Senhor.
        Caro leitor, creio que devemos sondar essas verdades de forma profunda, a fim de que nossas vidas sejam verificadas à luz da verdade que nos foi entregue. O que acontece quando homens e mulheres são vistos por Deus como mornos? Sem dúvida alguma há ausência da obra realizada pelo Espírito Santo e pela Palavra de Deus em suas vidas. Não há pastor, nem evangelista nem o mais fervoroso crente que possa dar salvação a alguém. Podemos colocar alguém numa igreja; podemos ver alguns fazendo decisão de aceitar Jesus; podemos ver algumas pessoas animadas, chegando para trabalhar e servir numa igreja, etc. Mas elas não terão vida, a não ser que a obra seja feita pelo Espírito Santo, quando ele usa sua palavra. Conforme a lição vista em Atos 8, Simão abraçou a fé, mas não foi salvo, por isso queria ter poder para realizar milagres, a fim de tornar-se rico. Satanás sempre foi vigorosamente ativo em colocar elementos não salvos dentro da igreja, porque ele sabe bem o quanto eles corrompem o ambiente. A presença de mortos num ambiente onde só deve haver vivos, sem dúvidas faz com que o Senhor venha ali para advertir e chamar aquelas almas ao arrependimento.
        Algumas ilustrações farão com que entendamos essas lições com mais clareza. Saulo, antes da sua conversão era quente. Havia em seu coração o fogo do ódio contra Deus; ali estava um homem autenticamente religioso e disposto a não tolerar mais a invasão daqueles cristãos, os quais espalhavam diariamente o testemunho daquele Nazareno, o qual para Saulo havia sido crucificado e morto. Mas como eles afirmavam que Jesus estava vivo, então era necessário procura-lo e assim extingui-lo de uma vez da face da terra. Ora, os homens do mundo são assim – quentes ou frios. Ou saem queimando em fúria mortal ou estão frios numa câmara mortuária. Algumas pessoas manifestam seu ódio mortal contra o evangelho bíblico, elas se enfurecem quando a esposa ou filho se convertem; elas atacam a igreja e se armam de mentiras e de sofismas, a fim de mostrar em palavras seu ódio contra Deus.
        O mundo está cheio desses elementos que perseguem os crentes e que estão prontos a mata-los. Muitos deles não hesitam em afirmar que são ateus e que por isso odeiam as Escrituras. Quantos milhares de crentes foram martirizados devido à perseguição. Foi assim desde o princípio, Caim foi aquele que deu início à jornada dos que no coração ardem de intenso ódio contra Deus. Posso afirmar que até mesmos os mais frios e indiferentes à verdade são potencialmente perigosos, porque quando satanás coloca lenha e acende o fogo, eles se levantarão para fazer a mesma coisa.
        Deus tem salvado milhares de homens e mulheres que antes mostravam sua fúria contra Deus. Assim como ele salvou Saulo, ele tem salvado outros, porque o poder é dele em chamar quem ele quer à salvação.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

OU ESTÁ VIVO, OU ESTÁ MORTO (14 de 14)




“Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, o que, todavia se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (João 3:36).
A TRISTE CONDIÇÃO DAQUELES QUE ESTÃO MORTOS “...não verá a vida...”.
        Finalizo esta mensagem mostrando o que o próprio texto relata, acerca do juízo que virá contra os que estão mortos. Eu sei o quanto essa verdade é ignorada por milhares, devido ao fato que nós somos superficiais, não gostamos de examinar a palavra de em sua profundidade; estamos acostumados a olhar tudo à luz de nosso raciocínio terreno e mundano. Meditamos no íntimo que Deus não está dizendo realmente aquilo que o texto diz: “...não verá a vida...”. No fundo achamos que vida, conforme o texto, refere-se à uma condição inferior aqui.
        Não podemos chegar com essa mentalidade estranha à palavra de Deus. O texto está mostrando o fato que os não salvos estão mortos, mesmo que aparentemente estão vivendo aqui. Para Deus a vida em Adão significa morte quando contrastada com a vida que há no Filho dele. Deus está afirmando que tais pessoas estão realmente mortas; que elas nada têm a ver com Deus e com seu reino; que essas almas, não somente estão mortas no pecado, como também hão de ser atiradas na morte eterna. Significa que elas não estão sendo visitadas pelas misericórdias de Deus; que elas estão entregues à essa condição e que assim permanecerão.
        Examinemos melhor essa verdade comparando-a com aquilo que vemos em alguém que está fisicamente morto. O que podemos fazer por ele? Nada! O morto não ouve os gritos, o choro de seus queridos, etc. Nada funciona no morto; seus olhos nada veem; suas mãos estão paralisadas; seus pés não podem andar, enfim tudo nele está parado. Não é assim num alma que se acha morta? Pode falar do evangelho; pode clamar para que ela faça alguma coisa para Deus; pode tentar mobilizá-la para andar como crente; pode fazer ler a bíblia, etc. Mas a verdade é que nada funciona; seus sentimentos, pensamentos e poder de decisão estão sob o controle da morte. No texto podemos ouvir as palavras que ressoam da parte de Deus: “Não verá a vida”.
        O que está acontecendo com aquele homem ou aquela mulher? Já falamos tanto com eles, mas eles não ouvem. Passam os anos e a situação deles é a mesma; foram algumas vezes a uma igreja, ouviram mensagens, leram a bíblia e até gostaram deste ou daquele culto. Mas permanecem com seus corações fechados, endurecidos e completamente inertes para Deus. Quando fala com eles acerca das coisas desta vida, ah! Eles gostam tanto! Mas de repente silenciam quando ouvem de Deus e do amor de Deus. O que está acontecendo? O texto deixa claro que a ira de Deus sobre ele permanece. Notemos o verbo no presente; vejamos que algo gravíssimo está ocorrendo ali; que o Senhor está chamando mortos da morte para a vida ao derredor; que algum parente foi salvo, ou mesmo um amigo. Mas, no tocante àquela alma, ela continua totalmente sem vida.
        Eis aí amigo, o fato que os mortos continuam mortos porque estão cercados pela ira permanente ira de Deus. Não há misericórdia ao derredor; não há sinais de que milagre aconteceu. Passam as horas, dias, meses e anos e aquela alma está na mesma situação. Quantos já conheci, os quais partiram deste mundo marcados pelo juízo eterno. Não é triste essa situação? Mas Deus tem operado milagres, porque ele surpreende neste mundo, mostrando sua força incrível, chamando homens e mulheres da morte para vida, e enquanto a graça estiver brilhando como o sol neste mundo, o mais glorioso serviço do Senhor na terra consiste em realizar essas façanhas no mundo inteiro.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

OU ESTÁ VIVO, OU ESTÁ MORTO (13)




“Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, o que, todavia se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (João 3:36).
A TRISTE CONDIÇÃO DAQUELES QUE ESTÃO MORTOS “...não verá a vida...”.
        Antes de entrar nesse último assunto sobre a condição daqueles que estão mortos, devo acrescentar algo mais sobre os sinais evidentes de que uma alma ainda está morta. Dar ênfase a isso é de grande valor, porque vivemos em dias quando satanás se mobiliza numa desenfreada perseguição contra a verdade, mas de uma forma bem disfarçada. Ele tem feito com que a maior parte da população (pelo menos aqui no Brasil) se considere ter fé em Deus e que pertence a Deus. Tal situação tende a encobrir a fé genuína e tende a deixar a igreja verdadeira desprezada, sem qualquer valor.
        Mas o fato é que quando a verdade sobrevém e o evangelho é pregado com seu poder, eis que a fé genuína começa a se destacar, impondo seu brilho e mostrando assim o fracasso da falsa fé tão manipulada pelo pai da mentira. O      que vemos é que aqueles que estão mortos espiritualmente normalmente perseguem a fé verdadeira. Interessante é que isso normalmente ocorre com os religiosos. Não foi assim com os apóstolos e profetas? Nosso Senhor começa o capítulo 16 de João advertindo seus discípulos com o fato que chegaria um tempo em que eles seriam perseguidos e mortos e que seus perseguidores fariam isso como se estivessem fazendo um trabalho para Deus.
        Ora, sempre foi assim e todos os crentes devem estar cientes desse fato. Normalmente os que perseguem a fé verdadeira são os que estão trajados de aparência e costumes religiosos. Quando a fé verdadeira brilha na escuridão das provações, então a fé falsa mostra suas unhas e dentes de ódio mortal contra os santos de Deus. Foi assim desde os tempos antigos. Jó, nos momentos marcantes de sofrimento e dor presenciou a arma mortífera apontada ao seu coração pela sua própria esposa: “...amaldiçoa teu Deus e morre”. Seus três amigos pareciam religiosos tementes a Deus e capazes de ajudar um homem que tanto sofria, mas não demorou para que revelassem que eram religiosos com uma filosofia de vida sem qualquer fundamento da verdade. Qualquer crente genuíno sabe como é perseguido até mesmo dentro de sua casa, quando está pronto a andar com Deus e agradar o Senhor em tudo. O sistema evangélico hoje é tão perigoso que qualquer investida da verdade faz com que ele se volte em perseguição contra a verdade revelada. Satanás fabricou muitas “vestes religiosas” em nossos dias, de tal maneira que os falsos crentes logo correm à procura daquilo que tanto gostam.
        Também vemos como os mortos espirituais são idólatras. É claro que os crentes carregam na carne as paixões de idolatria e contra isso eles lutam continuamente. Mas o morto espiritual é completamente inclinado à idolatria; sua natureza tende a odiar o Deus vivo e amar aquilo que fabrica em seu coração, para dedicar-lhe tempo, força e bens. Com isso podemos saber que a pessoa está morta em seus pecados e que não há sinal de vida em Cristo nela.  Por último, digo e afirmo que a ausência de temor ao Senhor é a mais sólida prova de que a alma está morta. Uma alma que não teme o Deus da Bíblia certamente é um mundano e apaixonado pelo mundo. É a falta de temor ao Senhor que mostra o quanto mostra pelos seus atos e palavras que não passou da morte para a vida. Que triste condição dos pecadores sem salvação! Mas Cristo agora mesmo está exercendo sua função de salvar perdidos, então toda alma arrependida que nele crer recebe vida eterna.

“NÃO ÉS QUENTE, NEM ÉS FRIO” (4)



                             
“Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3:16)
                               DEUS À PROCURA DE FRUTO
        No texto onde o Senhor se dirige à igreja de Laodicéia, nosso Senhor utiliza o termo “obras” em lugar de fruto, porque obras revelam a qualidade da fé. “Conheço as tuas obras...”. Essa é a forma com a qual o Senhor comunica-se com todas as 7 igrejas. A igreja de Laodicéia mostrava que tinha fé; nosso Senhor não nega que eles as obras deles: “...tuas obras...”. As obras verdadeiras, aceitas por Deus e úteis neste mundo são aquelas que provêm do próprio Deus e que é dada ao pecador no ato de sua conversão a Cristo. No caso da igreja de Laodicéia, suas obras foram vistas como sendo obras mortas, não aceitas pelo Senhor nem conhecidas por ele.
        Vejamos bem que ali estava um grupo de pessoas; elas se reuniam nos cultos, cantavam, oravam e afirmavam que eram pessoas crentes, salvas e que caminhavam para o céu. Mas eis que o Senhor chega para eles e dissipa toda vã confiança que eles tinham. Ele prova isso pela maneira como eles viviam aqui; eles não se comportavam como os incrédulos normalmente se comportam em relação a Deus, ou estão frios ou estão quentes. Os religiosos de Laodicéia estavam mornos; o ambiente os mantinha nessa condição neutra – nem quente nem fria. Notemos bem que o Senhor não está falando com pessoas crentes, como alguns chamam aqui de “crentes carnais”. Nosso Senhor está afirmando para eles que estão numa condição pior do que a condição dos incrédulos lá fora.
        Examinemos isso de perto, porque sem a fé genuína, sem a justiça de Cristo os homens estão mortos. Era a condição daquela igreja. Examinando do ponto de vista humano eles pareciam vivos porque a temperatura era boa. Mas nosso Senhor diz que eles eram miseráveis, pobres, cegos e nus. Não são terríveis essas palavras? Não é assim o que está acontecendo em nossos dias? A igreja de Laodicéia não parece ser o movimento que mais cresce? Quando homens e mulheres estão nessa condição é porque o orgulho próprio lhes mantêm nessa temperatura neutra – mornos. Mas nosso Senhor chega para dissipar toda essa confiança vã; para mostrar a nudez, a pobreza e a cegueira deles.
        Nosso Senhor chega para contender com eles e confrontar o orgulho dos falsos crentes. A linguagem usada pelo Senhor é incrível, porque ele está como que dizendo: “Se vocês se acham tão ricos assim; se vocês se consideram tão autossuficientes, então aconselho que comprem de mim, ouro refinado pelo fogo, vestes brancas e colírio para os olhos que estavam cegos”. Que desafio do Senhor. Ele não se afasta; ali estava o AMEM, o Senhor da verdade para mostrar aos falsos crentes que a condição deles era tão terrível, que era pior do que a condição dos que se encontram fora da igreja. Quando ele fala do “ouro puro, refinado” ele se refere à fé cristã, porque ele mesmo é o grande Autor da fé. Os que realmente creem são provados no fogo das provações enquanto avançam neste mundo. Mas ali estavam os falsos crentes, achando que tinham fé suficiente para entrar no céu, quando o Senhor joga tudo aquilo ao desprezo.
        Meu caro leitor, e sua fé? Ela tem sido provada e aprovada? Satanás tem usado de todas as estratégias mais habilidosas, tiradas de seu arsenal de mentiras, a fim de enganar multidões com a falsa fé. Tem crescido o número de falsos crentes, daqueles que quando são examinados pela palavra, percebe-se que não possuem os sinais vitalícios de uma fé genuína, posta em seus corações por obra do Espírito santo e da palavra de Deus (Romanos 10:17). Que o Senhor tenha compaixão de nossas pobres almas!